Encontro Técnico da Emater, em Hidrolândia, vai debater a cultura da jabuticabeira em Goiás – Fotos: Emater Goiás Evento reúne produtores, pesquisadores e estudantes para discutir manejo, pesquisas e produção da fruta no estado A Emater Goiás realiza, no dia 27 de agosto, o V Encontro Técnico sobre a cultura da jabuticabeira, em Hidrolândia. O evento reúne produtores rurais, pesquisadores, estudantes e interessados na cultura da fruta para um dia de palestras, oficinas e troca de experiências. A programação começa às 12h45, no Salão Maçônico Marly Natalina, zona rural do município. As inscrições podem ser feitas pelo link https://forms.gle/VSxJH9vYq5tmyr3Q8 ou pessoalmente no dia evento. Criado em 2021, o encontro surgiu a partir da demanda de produtores da região por orientações técnicas para identificar e controlar pragas e doenças responsáveis pela morte de jabuticabeiras. Desde então, a programação passou a reunir diferentes instituições e participantes envolvidos com a produção e a pesquisa sobre a cultura. Nesta quinta edição, a programação inclui palestras, oficinas e a apresentação de resultados de pesquisas desenvolvidas nos pomares de Hidrolândia – Goiás. As atividades abordam aspectos relacionados ao cultivo da jabuticabeira e promovem a troca de informações entre produtores, pesquisadores e profissionais da assistência técnica e extensão rural. Hidrolândia é um dos principais polos de produção da jabuticaba em Goiás e se destaca também pelo turismo rural. Entre setembro e novembro, período de safra, milhares de visitantes de diferentes regiões do Brasil e do exterior percorrem os pomares em busca da fruta in natura e de produtos derivados, como geleias, licores, cachaças e doces artesanais. O V Encontro Técnico sobre a cultura da jabuticabeira é realizado pela Emater Goiás, em parceria com a Universidade Estadual de Goiás (UEG) e o Instituto Federal Goiano (IF Goiano), com apoio da Prefeitura de Hidrolândia, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura.
Emater Goiás realiza V Encontro Técnico sobre a cultura da jabuticabeira em Hidrolândia
Pedido de impugnação contra Arruda levantam uma pergunta: estratégia jurídica ou medo das urnas?
José Roberto Arruda: pré-candidato a governador do Distrito Federal pelo PSD – Foto: Divulgação Candidatura do ex-governador entra no campo jurídico logo após o registro, mas cenário atual é diferente de eleições anteriores e defesa sustenta que Arruda está apto a disputar A candidatura de José Roberto Arruda ao Governo do Distrito Federal entrou no radar da Justiça Eleitoral logo após o encerramento do prazo para registro, no sábado (15). A movimentação jurídica recoloca no centro da eleição de 2026 uma discussão que acompanha o ex-governador há anos: sua condição de elegibilidade. – Publicidade – Desta vez, porém, há um elemento importante no cenário. A defesa de Arruda sustenta que as causas de inelegibilidade que anteriormente atingiram o ex-governador já não produzem efeitos para a eleição de 2026. O argumento está relacionado à legislação aprovada em 2025 e ao entendimento de que o período de inelegibilidade deve ser contado a partir da decisão colegiada. O próprio Arruda vem afirmando publicamente estar elegível. É nesse contexto que surgem as impugnações contra o registro. A questão jurídica O questionamento apresentado à Justiça Eleitoral busca discutir se condenações relacionadas a atos de improbidade administrativa ainda poderiam produzir efeitos sobre a candidatura de Arruda. A palavra final, naturalmente, não pertence aos adversários políticos nem ao próprio candidato, mas à Justiça Eleitoral. O histórico mostra que a questão já foi objeto de decisões distintas. Em 2014, por exemplo, o TRE-DF indeferiu o registro de Arruda e o TSE confirmou a decisão. (Justiça Eleitoral). Em 2022, entretanto, o cenário foi diferente. O TRE-DF analisou impugnação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral e, ao final, deferiu o registro de candidatura de Arruda para deputado federal. Na ocasião, o tribunal destacou, entre outros pontos, que não caberia à Justiça Eleitoral substituir o órgão competente para revisar decisões que pudessem configurar causa de inelegibilidade, conforme a Súmula 41 do TSE. (Justiça Eleitoral). A situação de 2026, portanto, não pode ser simplesmente tratada como uma repetição das eleições anteriores. A certidão eleitoral e o argumento da defesa Outro ponto levantado no debate político é a situação cadastral de Arruda perante a Justiça Eleitoral. Segundo a defesa, a certidão eleitoral apresentada no processo registra a quitação eleitoral do ex-governador, argumento utilizado para sustentar que ele está apto a participar do processo eleitoral. É importante, porém, fazer uma distinção: quitação eleitoral e elegibilidade não são conceitos absolutamente equivalentes. A quitação demonstra determinada situação perante a Justiça Eleitoral, mas a análise do registro envolve também outras condições previstas na legislação. Ainda assim, o argumento da defesa reforça a tese de que não existe, neste momento, uma inelegibilidade automática decorrente apenas das condenações mencionadas pelos impugnantes. Arruda incomoda politicamente? Independentemente do resultado jurídico, existe uma dimensão política que não pode ser ignorada. Arruda não é um candidato estreante. Ex-governador do Distrito Federal, ele possui trajetória conhecida pelo eleitorado e voltou ao cenário eleitoral de 2026 defendendo que está juridicamente apto a disputar o Palácio do Buriti. Seu nome também aparece no centro da disputa política. No debate realizado pela Band, Arruda esteve entre os principais candidatos ao governo, ao lado de Celina Leão, Ricardo Cappelli, Leandro Grass, Paula Belmonte e Kiko Caputo. (Folha de S.Paulo) A presença do ex-governador, portanto, já é uma realidade na disputa. E é justamente aí que surge a pergunta política: se Arruda está participando da eleição e afirma estar elegível, seria mais conveniente para seus adversários enfrentá-lo nas urnas ou tentar retirá-lo do processo por meio da Justiça? A resposta não pode ser presumida. Uma impugnação é, antes de tudo, um instrumento jurídico legítimo para quem entende existir fundamento legal para questionar uma candidatura. Não é possível afirmar, apenas pela apresentação do pedido, que exista “medo das urnas”. Mas também é legítimo observar o impacto eleitoral da iniciativa. O risco da narrativa política Existe um cálculo que todo grupo político precisa fazer quando leva um adversário para a arena judicial. Se o pedido prosperar, o candidato pode ser retirado da disputa. Se não prosperar, o adversário pode transformar a tentativa de impugnação em discurso político. No caso de Arruda, essa segunda possibilidade ganha peso porque ele já construiu uma narrativa de que sua elegibilidade está assegurada pela legislação atual. Em abril, ao responder aos questionamentos, chegou a dizer aos adversários: “aceita que dói menos”. (Jornal Opção | Brasília e Entorno). Uma eventual rejeição das impugnações poderia permitir que o ex-governador apresentasse o episódio como uma tentativa de impedir sua participação eleitoral. Isso não significa que essa narrativa seja juridicamente correta. Significa apenas que ela pode ser explorada politicamente durante uma campanha em que a disputa por votos também é uma disputa por versões. Quem ganha se Arruda ficar fora? Essa talvez seja a pergunta mais importante do ponto de vista eleitoral. A eventual saída de Arruda modificaria o tabuleiro do Distrito Federal. Seus eleitores precisariam escolher outras alternativas, e a migração desse eleitorado poderia influenciar diretamente a disputa pelo Palácio do Buriti. Por isso, a discussão não se resume a saber se uma determinada impugnação será acolhida. Existe também uma pergunta política: Quem seria beneficiado eleitoralmente caso Arruda não pudesse disputar? Essa resposta dependeria do comportamento do eleitorado e não pode ser antecipada com segurança. Um cenário diferente de 2014 e 2022 O histórico de Arruda mostra que sua situação jurídica já mudou ao longo dos ciclos eleitorais. Em 2014, o TRE-DF indeferiu seu registro com fundamento em condenação por improbidade administrativa, decisão posteriormente confirmada pelo TSE. (Justiça Eleitoral). Já em 2022, o TRE-DF acabou deferindo seu registro para deputado federal após julgamento da impugnação. (Justiça Eleitoral). Agora, em 2026, a defesa apresenta uma nova base jurídica, especialmente relacionada às alterações legislativas promovidas em 2025. Arruda sustenta que o período de inelegibilidade já foi cumprido. (Correio Braziliense). Portanto, qualquer análise sobre a candidatura precisa considerar a legislação vigente e a situação jurídica atual, e não apenas reproduzir decisões tomadas em eleições anteriores. A hora de aceitar o jogo das urnas? Diante desse cenário, o debate político começa a ganhar outra dimensão. Se
O Pragmatismo de Kassab : “Chance Zero”
Imagens: Divulgação p/ Gilson Romanelli As declarações recentes de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, acenderam os holofotes sobre os bastidores da política nacional e expuseram uma fratura imediata dentro das articulações da centro-direita. Ao afirmar em evento empresarial que o senador Flávio Bolsonaro tem “chance zero” de vitória e que os partidos do Centrão já flertam abertamente com a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, Kassab operou na sua frequência habitual: a do pragmatismo frio e da leitura nua de conjuntura. No entanto, a política não se faz apenas de cálculo pragmático; faz-se também de identidade e sinalização ao eleitorado. Foi justamente nessa frequência que o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, precisou intervir categoricamente. O cálculo de Kassab e o ruído na chapa A leitura de Kassab baseia-se na tese de que a candidatura de Flávio Bolsonaro perderia tração ao ter seu histórico devassado no debate público, além de sugerir que a própria esquerda prefere esse cenário por enxergar no senador um adversário mais factível no segundo turno. Além disso, ao vocalizar que o Centrão marcha em direção ao Planalto, Kassab projetou uma imagem de inevitabilidade da governabilidade em torno do atual governo. O problema é que, para uma chapa que busca se consolidar como alternativa conservadora e liberal ao PT, a fala soou como uma capitulação antecipada ou, no mínimo, uma insinuação de que o PSD atuaria como linha auxiliar de Lula em um eventual segundo turno. A demarcação irredutível de Caiado A reação de Ronaldo Caiado foi rápida e politicamente cirúrgica. Pressionado por sua base conservadora, o governador goiano não deixou margem para ambiguidades: “Em nenhuma hipótese, em nenhum cenário, em nenhum turno, eu estarei ao lado de Lula ou do PT.” Caiado resgatou suas quatro décadas de trajetória pública — desde a fundação da União Democrática Ruralista (UDR) até a liderança no impeachment de Dilma Rousseff — para reafirmar que sua pré-candidatura ao Planalto nasce para derrotar a esquerda, e não para compor com ela. Para o governador, qualquer sinal de vacilo ideológico destruiria a credibilidade construída junto ao eleitorado de direita. O que o episódio revela O choque de discursos expõe o dilema central da centro-direita rumo às próximas eleições: Pragmatismo partidário vs. Fidelidade ideológica: Enquanto lideranças partidárias buscam manter pontes abertas com o poder central para garantir governabilidade e fundo eleitoral, os candidatos de ponta precisam demonstrar firmeza ideológica para não perderem seus eleitores para a polarização. A disputa pela hegemonia da oposição: A fala de Kassab e a resposta de Caiado mostram que a reorganização da oposição passa por definir quem realmente tem capacidade de liderar o campo anti-PT sem transigir com o governismo. O episódio deixa claro que, embora o PSD seja um gigante hábil no xadrez de alianças, a construção de uma candidatura presidencial de oposição exigirá mais do que pragmatismo de bastidor — exigirá definições claras de lado. E Ronaldo Caiado já avisou de que lado do muro pretende ficar. Gilson Romanelli Jornalista e Analista Político
Compliance Zero: PF localiza avião de Vorcaro no Paraguai
Foto: Divulgação A aeronave pertencente ao banqueiro é avaliada em aproximadamente R$ 120 milhões Uma aeronave avaliada em aproximadamente R$ 120 milhões, pertencente ao banqueiro Daniel Vorcaro (foto em destaque), foi localizada pela Polícia Federal (PF) no Paraguai, sábado (15/8). A operação que localizou o avião contou com o apoio da Adidância no Paraguai e da Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai. Após tratativas da PF com as autoridades paraguaias, a aeronave retornou ao Brasil neste domingo (16/8), pelo Aeroporto Internacional de Brasília, onde será submetida às medidas judiciais cabíveis.
Luiz Pastore candidato a primeiro suplente de Eduardo Gomes (PL-TO) desponta no ranking como o mais rico desta eleição
Divulgação Ranking de candidatos mais ricos inclui empresário que bancou viagem de jatinho para Toffoli BRASÍLIA (DF) — O empresário Luiz Pastore (PL), candidato a primeiro suplente na chapa de Eduardo Gomes (PL-TO) ao Senado no Tocantins, desponta no ranking de candidatos mais ricos desta eleição. Ele é dono do jatinho que levou o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), para o Peru junto com o advogado de um diretor do Banco Master, em 2025. O ranking não é definitivo, pois nem todas as candidaturas estão na base do TSE e uma série de candidatos alegaram erros na declaração. Desconsiderando patrimônios bilionários e candidatos que alegaram que houve erros, Milionário Pastore é o mais abastado. José Pastore é dono do jatinho que levou o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o advogado Augusto Arruda Botelho, defensor de um dos diretores do Banco Master, para assistir à final da Libertadores em Lima, no Peru, em novembro de 2025. No mesmo dia, Toffoli virou relator do Caso Master no Supremo. Em seguida, deixou o processo, após uma crise interna no STF por causa da atuação dele e da participação em uma empresa que fez negócios com o cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro. Pastore é empresário e presidente do Conselho de Administração do Grupo Ibrame, uma empresa do setor metalúrgico. Ele é conhecido em círculos políticos em Brasília, mas quase sempre atuou nos bastidores. “Eu sou uma pessoa que sou um empresário e estou pondo meu patrimônio à disposição para dar ciência, para que eu possa trabalhar pelo empreendedorismo e os empresários do Brasil. Tem muito pouca gente trabalhando por isso”, disse Pastore ao Estadão. Em 2022, quando foi candidato a suplente na chapa de Flávia Arruda ao Senado no Distrito Federal, ele declarou ter R$ 453,6 milhões em bens. Patrimônio Em quatro anos, o patrimônio registrou um crescimento de 49%. Pastore era filiado ao MDB desde 1986 e mudou de partido e de domicílio eleitoral para concorrer ao PL no Tocantins nesta eleição. “Eu tenho 77 anos, fui duas vezes suplente de senador pelo Espírito Santo e resolvi que é uma hora que eu tenho que me dedicar ao quarto Estado mais importante da União”, afirmou ele, ao citar que os dados sobre crescimento econômico. Em seguida, no ranking de candidatos com os maiores patrimônios, aparece Antídio Lunelli, candidato a senador pelo MDB em Santa Catarina, com bens no valor de R$ 613,22 milhões. Atualmente, ele é deputado estadual e já foi prefeito de Jaraguá do Sul (SC). Os bens aumentaram em 57% em relação às últimas eleições, quando declarou R$ 390 milhões. Segundo Lunelli, seu patrimônio é anterior à entrada na política, em 2016, e vem principalmente do Grupo Lunelli, que inclui uma indústria têxtil em Santa Catarina e hoje emprega mais de 5,2 mil pessoas. Lunelli também possui investimentos no agronegócio. Em 2024, ele era o quinto político mais rico do Brasil. “Tenho orgulho de ter construído minha trajetória com muito trabalho”, disse o candidato. “Penso que essa minha experiência, de alguém que foi colono, operário e abriu o próprio negócio, pode contribuir no debate sobre o futuro que queremos para o Brasil”, assegurou o empresário Luiz Pastore. Otaviano Pivetta (Republicanos), governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, também aparece entre os candidatos mais ricos, com um patrimônio de R$ 575,68 milhões. O patrimônio dele aumentou 52% em relação ao declarado em 2022 (R$378,9 milhões). Procurado, ele não respondeu aos questionamentos da reportagem.
Candidatos ao Governo de Goiás iniciam campanha eleitoral
Daniel Vilela (MDB), Marconi Perillo (PSDB), Luis Cesa (PT) e Wilder Morais (PL) são candidatos ao Governo de Goiás — Foto: Weimer Carvalho e Guilherme Alves/O Popular Candidatos cumpriram agenda na capital e no interior. Candidato à presidência, Ronaldo Caiado (PSD) também iniciou campanha em Goiás. Veja como foi o primeiro dia Os candidatos ao governo de Goiás iniciaram, neste domingo (16/8), a campanha eleitoral no estado. Os políticos fizeram carreatas e eventos em diferentes cidades goianas ao longo do dia. Confira abaixo como foi o primeiro dia de campanha de cada candidato: Daniel VilelaO primeiro dia da campanha de Daniel Vilela (MDB) começou, às 7h, em uma missa na Catedral Metropolitana de Goiânia, ao lado do candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado. Das 8h às 14h30, o candidato seguiu para cinco cidades no Entorno do Distrito Federal em carreata: Águas Lindas de Goiás, São Antônio do Descoberto, Novo Gama, Valparaíso de Goiás e Cidade Ocidental. A agenda de Vilela encerrou-se às 16h, com um encontro na Chácara Sorgato, em Luziânia, também na região do Entorno do Distrito Federal. Danilo PinheiroO g1 não conseguiu contato com a assessoria do candidato pelo PCO para confirmar a agenda política dele até a última atualização desta reportagem. Também não foi localizada foto do candidato. Luciana AmorimLuciana Amorim, candidata ao governo de Goiás pela UP, fez o lançamento da campanha na feira do Jardim Guanabara, em Goiânia, às 9h30. Luis Cesar BuenoO candidato pelo PT ao governo de Goiás, Luis Cesar Bueno, esteve em São Bernardo do Campo (SP) no lançamento oficial da campanha do candidato à Presidência da República, Luiz Início Lula da Silva. Marconi PerilloO candidato do PSDB, Marconi Perillo, esteve em um culto na Assembleia de Deus, às 9 horas, e no Encontrão da Terceira Idade, ambos em Rio Verde, no sudoeste do estado. Às 17 horas, o candidato fez o lançamento oficial da campanha em Goianésia, na região central de Goiás. Wilder MoraisCandidato pelo PL, Wilder Morais iniciou o primeiro dia de campanha ao governo de Goiás em uma missa na Paróquia São Miguel Arcanjo, às 7h30, em Taquaral, na região central de Goiás. Em seguida, Wilder se juntou ao candidato ao Senado, Gustavo Gayer, para o lançamento da campanha na Praça Tamandaré, em Goiânia, às 9 horas
Cansado, com medo e debaixo de vaias, Flávio Bolsonaro fala para público reduzido
Imagem: CdB O candidato Flávio Bolsonaro (PL) apareceu com um colete à prova de balas Segundo o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da bancada do PL na Câmara, a escolha pelo uso do colete à prova de balas é uma questão de segurança. “É uma determinação da segurança do futuro presidente, infelizmente, pelas ameaças que vem sofrendo”, disse. Reduto A campanha eleitoral para as eleições de 2026 começou oficialmente e ’01′ escolheu a avenida litorânea para lançar sua candidatura à Presidência. O local é simbólico para o movimento bolsonarista, posto que o Estado é o principal reduto eleitoral da família Bolsonaro. O PL fluminense tenta eleger Douglas Ruas para o governo, Carlos Jordy e Carlos Portinho para as duas vagas ao Senado; além de promover a reeleição de Sóstenes Cavalcante na Câmara Federal. Campanha de Flávio Bolsonaro repete tom nacionalista de extrema direita no slogan “o Brasil vai vencer”, o mesmo que, em 2018, elegeu o pai dele, Jair Bolsonaro (PL-RJ), preso por liderar um golpe de Estado fracassado no 8 de janeiro de 2023. O espectro do ex-mandatário neofascista esteve presente em todos os discursos de integrantes do PL que falaram antes de ’01’. Eles incensaram inúmeras vezes a figura do ex-presidente, relembrando sua prisão e dizendo que foi ele quem escolheu seu filho mais velho para encabeçar a chapa presidencial desse ano. A madrasta Michelle Bolsonaro (PL-DF) e o pastor Silas Malafaia, dois cabos eleitorais importantes para o bolsonarista, foram as principais ausências em seu palanque. Vaias Neste domingo, Flávio Bolsonaro foi surpreendido com a revelação da proximidade entre ele e Daniel Vorcaro, explicitada no patrocínio ao filme ‘Dark Horse’. Uma nota no diário conservador carioca ‘O Globo’, o colunista Lauro Jardim lembrou que, no mês de maio, um fato desagradável ocorreu. “No dia 15 daquele mês, Flávio foi ao QG do Bope na cerimônia de entrega de equipamentos ao batalhão, parte deles comprados por meio de emenda parlamentar do filho de Jair”. Beleza. “Só que, quando Flávio resolveu dar umas rápidas palavras à tropa da força de elite da PM fluminense, foi… vaiado”, escreveu Jardim.
Cantor Mato Grosso se emociona durante show ao homenagear irmã que morreu
Mato Grosso se emociona durante homenagem à irmã, que morreu horas antes do show, em Itaberaí, Goiás — Foto: Reprodução/Instagram de Canto Sertanejo Irmã do sertanejo morreu horas antes da apresentação da dupla Mato Grosso & Mathias na Festa de Agosto, em Itaberaí (GO). Imagem dela foi exibida no telão durante a música “Enquanto o Sol Brilhar” O cantor Mato Grosso, da dupla com Mathias, se emocionou durante um show em Itaberaí, em Goiás, ao prestar uma homenagem à irmã, que havia morrido horas antes da apresentação. O momento aconteceu na noite de quinta-feira (13/8), durante a Festa de Agosto, e emocionou também o público. Durante a apresentação da música “Enquanto o Sol Brilhar”, a foto da irmã foi exibida no telão montado atrás dos artistas. Emoção Mato Grosso olha para a imagem da irmã e demonstra emoção enquanto continua a apresentação. A apresentação de Mato Grosso & Mathias abriu a programação musical da Festa de Agosto. Além da dupla, a primeira noite do evento contou com outras atrações musicais. O registro do momento repercutiu nas redes sociais e recebeu mensagens de carinho e solidariedade ao sertanejo. “Como é difícil perder quem amamos!”, escreveu uma internauta. “Querido! Meus sentimentos”, comentou outra. “Força, guerreiro. Meus sentimentos, grande mestre. Que Deus console seu coração e da sua família”, escreveu outro internauta. Uma pessoa que afirmou ter acompanhado a apresentação em Itaberaí também destacou a homenagem. “Foi aqui em Itaberaí-GO. Foi um show espetacular. Bela homenagem”, comentou.
Candidatos ao GDF dão início às campanhas com missas e carreatas no DF
Candidatos ao governo do Distrito Federal iniciam campanha em frente ao Palácio do Buriti – Foto: Instagram Começou oficialmente! Neste domingo (16/8), os 10 candidatos ao cargo de governador do Distrito Federal iniciaram suas campanhas eleitorais. As agendas incluem missas, carreatas e até uma roda de samba. O Metrópoles preparou uma lista detalhada dos compromissos dos candidatos ao Palácio do Buriti. Rico Pinheiro (PRTB), embora pré-candidato, não registrou sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dentro do prazo. Confira a seguir: CELINA LEÃO (PP) 9h: Inauguração do comitê em Ceilândia (Ceishop Mall). LEANDRO GRASS (PT) 11h: Ato público em São Sebastião (Praça do Caic Unesco). RICARDO CAPPELLI (PSB) 8h30: Missa na Paróquia Santa Luzia (Samambaia Sul);10h: Caminhada na Feira da Quadra 421 (Samambaia Sul);12h: Almoço na Feira Azul (Bar do Adalton – Samba de Roda);16h: Jogo Gama x São José (Estádio Bezerrão). PAULA BELMONTE (PSDB) 11h: Missa na Igrejinha Nossa Senhora de Fátima (308 Sul);12h30: Samba no Eixo (Eixão do Lazer – Altura da 207 Norte). JOSÉ ROBERTO ARRUDA (PSD) 7h: Missa de lançamento da campanha (SIA Center Mall – Trecho 3);11h30: Carreata com Ronaldo Caiado e Daniel Vilela no Novo Gama (Lago Azul, em frente à garagem da Rota do Sol);13h30: Caminhada na Rua do Lazer (Gama);14h30: Festa com idosos na Asmac, no Gama (Quadra 03, Lote J, Setor Norte);15h30: Concentração para o jogo Gama x São José (em frente ao estádio Bezerrão);16h: Jogo Gama x São José (Estádio Bezerrão). ELISSON FERREIRA (AGIR) 00h36: Lançamento de campanha na Estrutural (concentração em frente ao batalhão);9h: Reunião com correligionários (Vicente Pires);12h: Adesivaço (Lúcio Costa);15h: Caminhada (Gama);18h: Missa (Lúcio Costa);20h: Caminhada (Estrutural) EXPEDITO MENDONÇA (PCO) 10h30: Venda de exemplares do Jornal Causa Operária e do Dossiê Causa Operária no Eixão Norte (207 Norte).KIKO CAPUTO (NOVO) 10h: Inauguração do comitê (Águas Claras);12h30: Almoço com apoiadores e lideranças regionais (Gama);14h: Encontro com apoiadores, com caminhada (Gama);17h: Encontro com lideranças regionais (Ceilândia);18h: Encontro com artistas do Hip Hop (Ceilândia). ROBSON RAIMUNDO (PSTU) 9h: Inauguração da campanha e panfletagem na estação de metrô Ceilândia Centro. SAMARA MINEIRO (UP) 9h: Panfletagem no Recanto das Emas (Supermercado Rural);12h: Almoço com apoiadora (Recanto das Emas);15h: Panfletagem no Eixão Norte (204 Norte).
Caiado faz carreata sem Kassab e diz que fala sobre Centrão estar com Lula foi mal interpretada
Caiado começa campanha em carreata em Goiás sem Kassab – Foto: Rodrigo Silviano “Os EUA não mandam no Brasil. Eleição nossa é no Brasil. Eleição nossa vai ser decidida aqui”, disse Caiado A ausência ocorre dois dias após Kassab ter dito em um evento com empresários em São Paulo que os partidos do Centrão estão com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que Flávio Bolsonaro (PL) tem “chance zero” de vencer a eleição. A declaração gerou reações de Flávio. “Kassab entregou o jogo: o PSD é Lula. São todos eles contra o Brasil”, escreveu o senador, na rede social X. Em outra postagem, reiterou: “Não sei como os outros candidatos que se dizem de direita pensam, mas eu sempre tive muito claro na minha cabeça que seriam TODOS contra o PT”. No sábado (15/8) Caiado escreveu na rede social X que não apoiará Lula “em nenhum turno” e que sua candidatura existe para “tirar o PT do poder”. Em entrevista coletiva de imprensa, ao chegar na carreata, Caiado disse que Kassab “está coordenando o lançamento da campanha em São Paulo”. Sobre a declaração de Kassab, o candidato a presidente disse que houve má interpretação. “Eu já dei essa resposta ontem. Esse pessoal está apavorado. Podem ficar tranquilos, que o único político com mandato no Brasil que é oposição ao Lula, que nunca votou no Lula, chama-se Ronaldo Caiado”, afirmou. “Quem tem coragem, competência e credenciais para derrotar o Lula no 2º turno é exatamente Ronaldo Caiado.” Caiado disse ainda: “Eu não vou ter que explicar nada. Eu não tenho nada para explicar”. Questionado se a declaração de Kassab sobre a posição do Centrão foi malsucedida, o candidato a presidente respondeu: “Foi mal interpretada. Ele falou o que todo mundo já sabia. O que ele falou é a verdade. Por que os partidos não quiseram lançar candidato à presidência da República? Por que só o PSD lançou? Por que os outros todos entraram na neutralidade?”. Procurado pelo Estadão/Broadcast, Kassab disse: “Estou na organização da largada da campanha do PSD nos 27 Estados”. Não foi informada previsão de que ele compareça à carreata ao longo do dia, em algum dos seis municípios do entorno do Distrito Federal pelos quais Caiado vai passar. Depois de Águas Lindas de Goiás, Caiado vai de helicóptero para o município de Santo Antônio do Descoberto (GO); depois, voa para Novo Gama (GO). Na sequência, vai de carro para Valparaíso (GO), Cidade Ocidental (GO), e encerra a carreata em Luziânia (GO), às 16 horas, num “grande encontro” na chácara do prefeito Diego Sorgatto (União Brasil). Na última pesquisa Genial/Quaest, de 14 de agosto, Caiado apareceu com 4% nas intenções de voto no 1º turno, atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem 38%, e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que tem 31%. Caiado está empatado numericamente com Renan Santos (Missão) e tecnicamente com Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo), que têm 2%. Caiado sobre Flávio: não adianta lançar candidato que vai ficar explicando seus problemasRonaldo Caiado afirmou que “não adianta” lançar um candidato que vai ter que “ficar explicando seus problemas”, em referência ao adversário Flávio Bolsonaro (PL). As declarações ocorreram em coletiva de imprensa no início de uma carreata em Águas Lindas de Goiás (GO). “No primeiro turno é que realmente a população vai ter que escolher quem é que vai enfrentar o Lula no 2º turno. E não adianta você lançar um candidato que, ao chegar lá, vai ficar explicando os seus problemas. Não ganha eleição”, declarou, ao ser questionado sobre a disputa de votos com Flávio. ‘Os EUA não mandam no Brasil’, diz candidatoCaiado, disse ainda que “os Estados Unidos não mandam no Brasil”, ao ser questionado pela imprensa sobre a relação com o país norte-americano. “Os Estados Unidos não mandam no Brasil. Eleição nossa é no Brasil. Eleição nossa vai ser decidida aqui”, disse. Caiado acrescentou: “Não vamos desviar o assunto para lá não. Esse povo que não tem discurso e que não tem como explicar a corrupção quer criar crise com os Estados Unidos. Não tem crise nenhuma com os Estados Unidos”. O candidato disse ainda que, se eleito presidente, vai se “sentar na mesa de negociação” e pacificar a relação. “Não se governa brigando, se governa trabalhando para o benefício da população brasileira.”














