Flávio Bolsonaro – Reprodução Instagram Na live Flávio Bolsonaro disse que é pré-candidato e que disputará a eleição presidencial nas eleições de 2031 Nesta sexta-feira (30/10), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a criticar o resultado das eleições presidenciais durante uma transmissão ao vivo no nas redes sociais, feita de Miami, nos Estados Unidos da América (EUA). Derrotado no segundo turno pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o parlamentar afirmou que há situações “matematicamente impossíveis” de serem explicadas sem uma suposta interferência no processo eleitoral, mas não apresentou provas de fraude. Trump não pretende reconhecer Flávio como líder do Brasil “A gente tá falando de uma atuação política partidária na mais alta Corte desse país [em referência ao ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal]. Então, é aquela situação que você não tem a quem recorrer caso você se sinta vítima de uma injustiça. Eu acho que até muitos de vocês estão me assistindo aqui agora se coloca no meu lugar e talvez tivessem tomado a mesma iniciativa”, afirmou. Em seguida, o senador voltou a levantar suspeitas sobre o processo eleitoral, sem apresentar elementos que sustentassem as acusações. “Muitas coisas estão sem explicação dessas eleições matematicamente impossíveis de terem ocorrido no mundo real sem que houvesse como eu falei algum gol de mão”, declarou Flávio Bolsonaro. Foi o primeiro pronunciamento ao vivo do senador desde a divulgação de uma carta, na quarta-feira (28/10), na qual se declarou o “verdadeiro presidente eleito do Brasil“. Carta retificada Flávio chegou a Miami na quarta-feira (28, três dias depois de perder a eleição presidencial. Na ocasião, ele divulgou uma carta em que alegou fraude eleitoral e afirmou que pretende liderar a oposição ao governo petista dos EUA. Flávio volta atrás e retira trecho da carta onde se declarou presidente do Brasil O documento passou por alterações ao longo do dia. Inicialmente, o senador se apresentou como o “verdadeiro presidente eleito do Brasil”, mas posteriormente retirou o trecho e passou a se identificar como “líder do Brasil”. Flávio atribuiu a suposta fraude à decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, de prorrogar até as 19h a votação em seções eleitorais que permaneciam abertas às 17h. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apenas 34.393 votos foram registrados após esse horário, número inferior a 1% da diferença entre os candidatos.
Em live nos EUA, Flávio volta a criticar o resultado das eleições
Michelle não questiona urnas
Michelle Bolsonaro pediu união entre aliados após a derrota de Flávio Bolsonaro no segundo turno e criticou ataques e notícias falsas. Foto: Instagram Ela [ Michelle Bolsonaro] ainda transmitiu recado de Jair Bolsonaro Em sua primeira manifestação desde a votação, publicada nesta sexta-feira (30/10) Michelle não contestou o resultado que confirmou a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) A ex-primeira-dama e senadora eleita pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL), criticou os ataques a aliados depois da derrota de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. Em sua primeira manifestação desde a votação, publicada nesta sexta-feira, 30, ela não contestou o resultado que confirmou a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e compartilhou uma mensagem atribuída ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em uma publicação nos stories de seu perfil no Instagram, Michelle afirmou que o marido considera que este é um momento de união, e não de procurar culpados. A ex-primeira-dama abriu o texto dizendo que o país vive tempos difíceis e que é preciso refletir antes de agir. Também contou que ela e Jair, a quem chamou de “meu galego e nosso líder”, têm conversado sobre o assunto. Michelle agradeceu, em nome do marido, o empenho e o sacrifício dos aliados durante a campanha de Flávio. Segundo ela, Jair Bolsonaro se lembra de cada um e reconhece com gratidão a mobilização. Mensagem A mensagem também expressou o carinho e o agradecimento dele aos apoiadores que se dedicaram por acreditar em um futuro melhor para o Brasil e os brasileiros. Embora não tenha reconhecido explicitamente a vitória de Lula, Michelle não questionou o resultado eleitoral. Ela disse que o marido fica entristecido ao ver notícias falsas que lhe atribuem manifestações mentirosas, fomentam divisões e apontam supostos culpados de forma injusta. A ex-primeira-dama citou nominalmente Damares, Tarcísio, Nikolas e Silas Malafaias entre os aliados que, segundo ela, vêm sendo atacados após a derrota de Flávio. Afirmou que as publicações sobre o que Jair Bolsonaro sente por essas pessoas dizem o contrário de sua posição verdadeira: ele teria por elas respeito, carinho e gratidão. União Ao concluir, Michelle voltou a defender a união e pediu que os apoiadores não se deixem enganar por pessoas que, segundo a publicação, espalham ódio e mentiras e provocam divisões em busca de curtidas e engajamento. Ela encerrou a mensagem afirmando que Deus está com eles e que a Ele cabem o julgamento e a justiça. Lula venceu Flávio Bolsonaro no segundo turno, realizado no domingo, 25, com 64 milhões de votos, equivalentes a 51,79% dos válidos. O candidato do Partido Liberal recebeu quase 60 milhões, ou 48,21%, conforme a totalização do Tribunal Superior Eleitoral. Depois da derrota, Flávio e sua família viajaram da Argentina aos Estados Unidos da América (EUA) em um jato particular. O texto informa que o senador desrespeitou uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinava a entrega dos passaportes por Bolsonaro.
Ex-esposa de governador do MT revela ligação e foto enviadas por Vini Jr.
©Foto: Instagram Viviane Kawamotto, ex-esposa do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), chamou a atenção nas redes sociais após expor uma suposta ligação do jogador Vini Jr., do Real Madrid A ex primeira-dama matogrossense Viviane Kawamotto publicou registros que indicariam uma ligação perdida e o envio de uma foto por Vini Jr. O conteúdo da mensagem não foi aberto. VIVIANE KAWAMOTTO, EX-ESPOSA DO GOVERNADOR OTAVIANO PIVETTA, DO MATO GROSSO, TERIA RECEBIDO FOTO E LIGAÇÃO TELEFÔNICA DE VINI JR. 25/10/2026 10:02 A influenciadora mato-grossense Viviane Kawamotto, ex-esposa do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), chamou a atenção nas redes sociais após expor uma suposta ligação do jogador Vini Jr., do Real Madrid. Além disso, ela também mostrou que recebeu uma foto do craque em uma conversa privada. Prints Nos stories do Instagram, Viviane compartilhou o print de uma suposta ligação perdida feita pelo craque da Seleção Brasileira, que terminou recentemente seu relacionamento com a influencer e empresária Virginia Fonseca. Depois, a influenciadora mostrou outro print, dessa vez de suas próprias mensagens privadas do Instagram. Entre elas, está uma conversa com o atacante. A imagem mostra que Vini Jr. teria enviado uma foto a Viviane. No registro publicado, porém, a conversa ainda não havia sido aberta e não é possível ver o conteúdo da mensagem. Viviane Kawamotto não deu outros detalhes sobre a suposta interação com o craque do Real Madrid. A influenciadora e advogada acusou o ex-marido, Otaviano Pivetta, de agressão em 2021. Na época, ela afirmou ter recebido uma oferta em dinheiro para desistir da denúncia. O político foi indiciado por lesão corporal contra a então companheira, em um caso ocorrido em Itapema, no litoral catarinense. Ele negou o crime. Fase ruim Vini Jr. compartilhou uma reflexão nas redes sociais nesta quarta-feira (21/10) e afirmou aos seguidores que não vai se deixar abalar por uma fase ruim. Além de passar por um período complicado no Real Madrid, o jogador terminou o relacionamento com Virginia Fonseca há poucos dias. “Vivendo cada momento. Tudo passa”, escreveu o camisa 7 na legenda da publicação, acompanhada de um emoji de piscadela. Vini Jr. terminou o relacionamento com Virginia no último dia 10 de outubro. O término, a princípio definitivo, é o terceiro do agora ex-casal em um ano.
Seu Jorge chama fã de imbecil por causa de Gusttavo Lima
Seu Jorge e Gusttavo Lima. Fotos: Reprodução/ TV Globo/Instagram/Montagem Área VIP “Meu, tu é muito mulambo mesmo, né […] para tu falar uma merd* dessa. Bate na boca e se batiza dez vezes.“, respondeu Seu Jorge. O cantor e ator Seu Jorge se irritou com um seguidor nas redes sociais. O episódio aconteceu logo após o internauta afirmar que Gusttavo Lima seria maior que nomes como Caetano Veloso e Chico Buarque. Em resposta, o artista enviou um áudio chamando o internauta de “imbecil“. Seu Jorge se irrita com internauta que elogiou Gusttavo Lima e detona: “Seu merd*!”Em suma, a conversa privada foi divulgada pelo perfil “Uma Música Citou”, no Instagram. Na troca de mensagens, o seguidor comentou uma publicação de Seu Jorge e escreveu: “Só o Gusttavo Lima é maior que todos aí”. O comentário provocou a reação do cantor, que não escondeu a irritação. “Meu, tu é muito mulambo mesmo, né […] para tu falar uma merd* dessa. Bate na boca e se batiza dez vezes.“, respondeu logo a princípio. Em seguida, o cantor questionou a comparação com o sertanejo e citou outros nomes da música brasileira. “Porr*, que Gusttavo Lima é maior que todo mundo? Seu imbecil!“, detonou. Na sequência, o artista completou: “Não tem nada contra você gostar do Gusttavo Lima. Mas não entender o que significa Milton Nascimento, Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Alceu Valença, seu merd*?“, disparou por fim. Áudio de cantor divide opiniõesDepois que a conversa repercutiu nas redes sociais, parte dos internautas saiu em defesa do cantor. “Ele falou tudo! MPB é história, luta, resistência.”, escreveu um usuário no “TikTok”. Em seguida, outra comentou: “Quem achar que o Gusttavo é maior […] não tem a mínima cognição. Pode gostar, mas achar que é maior é falta de conhecimento.” Por outro lado, o músico também foi criticado. “É simples é só fazer um show com bilheteria e ver quem vende mais. Pode junta todos citados contra o Embaixador.”, desafiou um perfil. Na sequência, outra cravou: “Gusttavo Lima é o maior mesmo.”.
Lula vê Trump isolado e sem argumentos contra resultado eleitoral
Victor Santos/Arte Metrópoles Planalto avalia que vitória de Lula enfraqueceu articulação de Flávio Bolsonaro no exterior e evita reação diplomática à fuga do senador O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia que o presidente dos Estados Unidos da América (EUA) Donald Trump, está isolado ao não reconhecer o resultado das eleições presidenciais brasileiras, que deram a vitória ao petista no último domingo (25/10). Na avaliação de auxiliares do Executivo federal, não há espaço para questionamentos ao pleito, uma vez que o resultado foi reconhecido por lideranças internacionais, partidos brasileiros — inclusive o PL, legenda do candidato derrotado, Flávio Bolsonaro — e representantes do Legislativo e Judiciário locais. Além dos Estados EUA países como Argentina e Israel, aliados de Trump, não parabenizaram Lula e nem reconheceram oficialmente sua vitória. Javier Milei, inclusive, foi o único chefe de Estado da América do Sul a não cumprimentar o presidente brasileiro reeleito. O gesto foi feito por outros líderes da direita na região, como o colombiano Abelardo de la Espriella, o paraguaio Santiago Peña, o chileno José Antonio Kast e o equatoriano Daniel Noboa. O entendimento no governo é de que, sobretudo pelo tamanho da vitória de Lula nas urnas, que teve 64 milhões de votos contra 59,8 milhões de Flávio Bolsonaro, não há margem para que dúvidas sobre o processo eleitoral brasileiro sejam consideradas legítimas. FortalecimentoA gestão Lula também avalia que está mais fortalecida neste cenário do que estava no ano passado, durante a crise do tarifaço. A situação foi desencadeada após o julgamento de Jair Bolsonaro (PL) por participação na trama golpista e pela atuação do então deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), posteriormente cassado, junto ao governo norte-americano para estimular retaliações ao Brasil. A avaliação é ainda de que o resultado das urnas enfraqueceu a articulação política de Flávio no exterior. Ao deixar o Brasil no fim da noite de terça-feira (27/10), o senador publicou, já em território norte-americano, uma carta na qual se declarava “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Minutos depois, recuou e divulgou uma nova versão do texto, sem o trecho, na qual se apresentava apenas como “líder do Brasil”. O documento reúne diversas acusações, sem apresentar provas, sobre supostas fraudes no processo eleitoral brasileiro. Flávio também acusa integrantes do Judiciário de promover perseguição política contra ele e a família Bolsonaro. O senador nega ter fugido do país e afirma que pretende liderar a oposição à distância, dos Estados Unidos. Veja como foi a rota de fuga de Flávio Bolsonaro para os EUANessa quinta-feira (29/10), após ao menos duas manifestações sobre o assunto, Trump voltou a criticar as eleições brasileiras e chegou a classificar o pleito como uma “desgraça”. O republicano também afirmou que pretende conversar com Lula e disse que o petista teria pedido a ele que adotasse uma postura de neutralidade na disputa, sem demonstrar apoio a nenhum candidato. Questionado sobre quem reconhecia como “legítimo presidente do Brasil”, Trump não quis responder. O Metrópoles apurou, no entanto, que, até o momento, não há pedido de ligação entre os dois presidentes. Lula e Trump poderão se encontrar durante a Cúpula de Líderes do G20, prevista para dezembro, nos EUA. Fuga teve ajuda dos EUAO senador Flávio Bolsonaro deixou o Brasil pela fronteira com a Argentina, por meio da Ponte da Fraternidade, que liga Foz do Iguaçu (PR) a Puerto Iguazú. Cerca de 40 minutos depois, Flávio embarcou, acompanhado da esposa e das duas filhas, em um avião da empresa privada Baires Fly com destino a Guayaquil, no Equador. De lá, a família seguiu para Miami, onde chegou na manhã de quarta-feira (28/10). O jato particular foi providenciado por Jason Miller, assessor de comunicação da Casa Branca, que confirmou ao Metrópoles, com exclusividade, sua participação no plano de fuga do senador. Trump autorizou a entrada temporária de Flávio no país. Segundo reportagem do The New York Times, o senador deve solicitar futuramente o green card, documento que concede residência permanente no país. De acordo com uma fonte ouvida pelo jornal, o pedido poderá ser processado de forma acelerada, como ocorreu com Eduardo Bolsonaro, irmão mais novo do senador, que obteve residência permanente em julho deste ano. Para integrantes do governo Lula, mesmo antes da divulgação do envolvimento de Jason Miller na logística da viagem, já estava claro que tanto a gestão de Donald Trump quanto a de Javier Milei estavam diretamente envolvidas na operação que levou o senador aos EUA. A avaliação é feita apesar de a polícia federal argentina afirmar não ter registro da entrada da família no país. Resultado nas urnasFlávio Bolsonaro saiu derrotado do segundo turno das eleições, com 48,21% dos votos. O presidente Lula obteve 51,79%, em uma virada inédita na história do país em relação ao resultado do primeiro turno, em que Flávio teve 47,03% dos votos, e Lula, 45,16%.O resultado do pleito foi reconhecido pela oposição, inclusive pelo Partido Liberal (PL) e pelo candidato a vice na chapa de Flávio, deputado Alfredo Gaspar. O pleito foi reconhecido, também, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e por lideranças da comunidade estrangeira, incluindo organizações de observadores internacionais. O sistema eleitoral brasileiro é considerado um dos mais seguros do mundo. Governo não vai reagirA avaliação de fontes do Palácio do Planalto é de que Lula não deve comentar o episódio para evitar trazer o assunto para o colo do governo federal. Como mostrou o Metrópoles, a gestão petista orientou ministros e demais auxiliares a evitar elevar o tom sobre a fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos após a derrota eleitoral. Neste momento, a estratégia é reforçar que a situação do senador é de responsabilidade da Justiça e da Polícia Federal (PF). O governo busca conter desgastes e evitar alimentar o discurso da oposição de que a família Bolsonaro é alvo de perseguição por parte do Estado brasileiro. A gestão federal também não pretende adotar medidas diplomáticas sobre o caso. O alto escalão defende cautela e aguarda o resultado das eleições de meio de mandato dos EUA, as midterms, marcadas para
Virginia e Zé Felipe são processados
Influenciadora Virginia Fonseca e cantor Zé Felipe Goiânia Goiás — Foto: Reprodução/Instagram Virginia Fonseca A influencidora Virginia e o cantor Zé Felipe são processados por não pagar empresa que fez revestimentos em mansão em condomínio de luxo em Goiânia – Goiás A influenciadora Virginia Fonseca e o cantor Zé Felipe estão sendo processados por não terem pago a instalação de revestimentos em uma mansão, em Goiânia. De acordo com o advogado da empresa do Distrito Federal que realizou o serviço, a dívida atual ultrapassa R$ 85 mil. O g1 entrou em contato com as assessorias de Zé Felipe e Virginia Fonseca para pedir posicionamento, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. De acordo com a ação, o serviço começou em 2023, no Residencial Aldeia do Vale, na capital. A empresa alegou que foram feitos revestimentos, sistemas de iluminação e outros trabalhos complementares. A empresa alega que o serviço passou por alterações solicitadas ao longo dos trabalhos, e que não consegue descrever integralmente todas as contratações que chegaram ao valor, pois os documentos originais relacionados à obra não estão mais disponíveis. Por só terem mantido os documentos referentes a R$ 35 mil pendentes de pagamento, o advogado da empresa decidiu manter esse como o valor pedido na ação. Ação Em maio 2024, após o término da obra, a empresa destacou na ação que enfrentou dificuldades para localizar para quem o trabalho deveria ser formalmente entregue e cobrado o pagamento. A companhia também afirmou que o contrato original estava relacionado a Zé Felipe, enquanto o adendo envolvia Virginia. O advogado da empresa mencionou no processo que houve tentativas de contato com o profissional responsável por acompanhar as obras para falar sobre o pagamento, mas sem sucesso. Com isso, o advogado pede na ação que o valor de R$ 35 mil seja pago conforme contrato, com juros e correção monetária. Ele também pede o pagamento das custas de honorários advocatícios. O processo da cobrança continuava em andamento no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) até a última atualização desta reportagem.
Deputada desafia dirigente antipetista da OAB-GO: “Vem me jogar no rio”
Adriana Accorsi anunciou que buscará medidas judiciais após comentário ofensivo sobre petistas feito pelo vice-presidente da OAB-GO – Foto: Instagram O advogado Thales José Jayme ocupa a vice-presidência da OAB-GO na gestão 2025-2027. Até o momento, o anúncio de Adriana Accorsi indica a intenção de buscar responsabilização pelos meios legais Goiânia (Goiás) – A deputada federal Adriana Accorsi (PT-GO), presidente do Partido dos Trabalhadores em Goiás, reagiu às ofensas do vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO), Thales José Jayme. Sobre petistas, ele escreveu: “Se colocar tudo no saco e jogar no rio, o prejuízo é a perda do saco”. A declaração foi publicada em uma postagem sobre a “Caminhada da Virada – Bora Lula”, realizada no sábado (24/10), na Praça Universitária, na capital goiana. Em resposta, Accorsi lançou um desafio: “Eu sei muito bem o que você falou, vice-presidente da OAB de Goiás, que tem que pôr o povo do PT no saco e jogar no rio. Eu tô te esperando. Vem aqui, vem me jogar no rio”. A parlamentar disse que tomará medidas judiciais diante de manifestações que considera “ameaçadoras e discriminatórias” contra integrantes e apoiadores do partido. Adriana, que também é delegada da Polícia Civil, afirmou que o departamento jurídico do PT em Goiás atuará para identificar e buscar a responsabilização de autores de manifestações que possam configurar ameaça, perseguição ou discriminação política. “Processo vai cantar”, declarou a parlamentar no vídeo. Ela também citou outros episódios de hostilidade contra petistas que, segundo afirmou, serão encaminhados para análise jurídica. Responsabilização A manifestação de Adriana ocorre em meio à repercussão de publicações nas redes sociais que motivaram críticas a atos de intolerância política após o período eleitoral. Para a deputada, declarações que indiquem violência ou estimulem a perseguição de pessoas por suas convicções políticas devem ser apuradas e podem levar a medidas judiciais, dependendo das circunstâncias de cada caso. A parlamentar reiterou que não aceitará intimidações contra integrantes e apoiadores do partido. A iniciativa anunciada prevê que o departamento jurídico da legenda analise os episódios e, se for o caso, apresente representações e ações cabíveis. Pedido de desculpas Depois que o comentário repercutiu, Thales José Jayme publicou um pedido de desculpas nas redes sociais. O advogado disse que a manifestação não representa a posição institucional da OAB-GO e afirmou repudiar todas as formas de violência. “Peço desculpas a toda a sociedade pelo comentário publicado nas redes sociais”, escreveu. Em nota, a OAB-GO também esclareceu que as opiniões pessoais de integrantes da diretoria não representam necessariamente a posição da entidade. A Ordem declarou ser contra manifestações de intolerância e hostilidade e defendeu que divergências políticas sejam discutidas com respeito. Thales José Jayme ocupa a vice-presidência da OAB-GO na gestão 2025-2027. Até o momento, o anúncio de Adriana Accorsi indica a intenção de buscar responsabilização pelos meios legais; a eventual abertura de procedimentos ou apresentação de ações deverá ser confirmada conforme o caso avance.
Nota Fiscal Goiana premia consumidor com R$ 50 mil no sorteio de outubro
Sorteio da Nota Fiscal Goiana distribui R$ 200 mil a 158 consumidores – Fotos: Denis Marlon Consumidor que concorreu com apenas dois bilhetes ganhou o prêmio principal; ao todo, 158 participantes foram contemplados nesta edição O Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Economia, realizou, nesta quinta-feira (29/10), o 10º sorteio do ano da Nota Fiscal Goiana (NFG), com a distribuição de R$ 200 mil a 158 consumidores. O prêmio principal, de R$ 50 mil, saiu para o morador de Goiânia, José Galvão de Souza, que concorreu com apenas dois bilhetes gerados a partir de compras realizadas em Goiás. Além do prêmio principal, foram sorteados três prêmios de R$ 10 mil, quatro de R$ 5 mil, 50 de R$ 1 mil e 100 de R$ 500. Os prêmios de R$ 10 mil contemplaram moradores de Goiânia, Anápolis e Piracanjuba. Já os de R$ 5 mil contemplaram participantes de Senador Canedo, Goianésia, Aparecida de Goiânia e Cidade Ocidental. Nesta edição, foram gerados 4.413.515 bilhetes eletrônicos. Os valores dos prêmios são brutos e estão sujeitos à incidência do Imposto de Renda. Como participarPara concorrer aos sorteios mensais, o consumidor deve estar cadastrado na Nota Fiscal Goiana e solicitar a inclusão do CPF nas notas fiscais de compras realizadas em estabelecimentos goianos. A cada R$ 100 acumulados, é gerado um bilhete eletrônico, limitado a 50 por mês. O coordenador do programa, Leonardo Vieira de Paula, ressaltou que os participantes também podem obter desconto de até 10% no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). “Além de concorrer a prêmios em dinheiro todos os meses, o consumidor pode garantir desconto no imposto ao pedir CPF na nota”, destacou Leonardo Vieira de Paula. Resultados e prêmiosA relação nominal de todos os ganhadores é publicada logo após o sorteio no site oficial do programa: goias.gov.br/nfgoiana. Para verificar se foi premiado, o cidadão deve acessar a página, fazer o login na área restrita com o número do CPF e consultar o painel Premiação. Caso tenha sido sorteado, basta indicar uma conta bancária de mesma titularidade para solicitar o resgate do valor. O prazo para reivindicar o prêmio é de 90 dias, contados a partir da data de publicação do resultado oficial. Após essa solicitação pelo sistema, o crédito é transferido para a conta do ganhador em até 30 dias pela Secretaria da Economia. Quem ainda não participa pode se cadastrar gratuitamente no mesmo site. Além de concorrer aos prêmios mensais em dinheiro, o cadastro garante descontos de até 10% no IPVA.
Patricinha que ironizou o “Bolsa Família” é dona de loja de grife
Servidora do SLU pediu desculpas após publicar ataques a beneficiários do Bolsa Família e declarações xenofóbicas contra pessoas nascidas na Bahia – Foto: Instagram ” Mas quero que vocês sofram tudo o que merecem. Eu sou foda e sempre serei. O meu está garantido. E você, que depende de Bolsa Família e acha que ganhar R$ 5 mil é muito dinheiro, sofra”, desabafou a emprsária Fabiana Ribeiro Guimarães A empresária e servidora comissionada Fabiana Ribeiro Guimarães publicou ataques a beneficiários do Bolsa Família e ofensas xenofóbicas contra pessoas nascidas na Bahia, além de manifestações políticas agressivas nas redes sociais. Sócia investidora minoritária de uma loja de grife no Lago Sul em Brasília (DF) ela levou a marca de vestuário a se posicionar publicamente. Diante da repercussão negativa e do vínculo com a empresária, a LAGO publicou uma nota oficial em que repudiou veementemente o episódio e se distanciou das declarações. A empresa esclareceu que Fabiana não participa da gestão da marca e que suas falas são de caráter estritamente pessoal, sem representar o posicionamento da loja ou de seus fundadores. Também reafirmou o compromisso institucional de rejeitar qualquer forma de preconceito, discriminação ou desrespeito às diferenças. Polêmica A polêmica que levou a loja a se manifestar começou quando Fabiana Guimarães, servidora comissionada em cargo de direção na Diretoria de Tecnologia e Inovação do Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU), usou as redes sociais em tom provocativo para atacar apoiadores do Partido dos Trabalhadores (PT) e menosprezar cidadãos que dependem de auxílios governamentais. Ela recebe vencimentos mensais em torno de R$ 15 mil. Suspeita de incompatibilidade “Serei sempre a patricinha, empresária e trabalhadora que será contra o PT. Vocês não me representam! Estou pronta para perder seguidores, porque, graças a Deus, não trabalho com isso. Mas quero que vocês sofram tudo o que merecem. Eu sou foda e sempre serei. O meu está garantido. E você, que depende de Bolsa Família e acha que ganhar R$ 5 mil é muito dinheiro, sofra. Porque é isso que você merece”, declarou a servidora em seus stories. Além da reação da empresa privada e do repúdio público, o caso passou a ter implicações jurídicas e administrativas no Governo do Distrito Federal (GDF). A atuação simultânea de Fabiana pode configurar conflito de interesses, já que ela ocupa cargo de direção em um órgão público e, ao mesmo tempo, integra a sociedade de uma empresa privada. Especialistas e analistas avaliam que a situação contraria os princípios constitucionais da legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência, previstos para a Administração Pública no art. 37 da Constituição Federal. Também há fortes indícios de incompatibilidade de carga horária, pois o cargo em comissão exige dedicação integral, compromisso possivelmente prejudicado pela atividade empresarial da servidora. Em tese, as condutas violam a Lei Distrital nº 4.990/2012 (Código de Ética do Servidor Público do DF) e a Lei Federal nº 12.813/2013 (Lei de Conflito de Interesses), que proíbem atos capazes de comprometer a imparcialidade e a ética no serviço público. Desculpas Em nota, o SLU afirmou que as manifestações foram publicadas no perfil pessoal da servidora e em contexto particular, e destacou que elas não representam a posição institucional da autarquia nem do GDF. O órgão também ressaltou seu “compromisso com o respeito, a diversidade e a convivência harmoniosa entre as pessoas”. Após a reação negativa, a perda de apoio e a repercussão nos âmbitos público e privado, Fabiana se manifestou em suas redes sociais fechadas. Em uma publicação vista apenas por seus 1.375 seguidores, a empresária e servidora comissionada pediu desculpas pelos ataques a beneficiários do Bolsa Família e pelas declarações xenofóbicas contra pessoas nascidas na Bahia. No comunicado restrito, ela escreveu: “No último dia 25, fiz manifestações nas redes sociais que magoaram pessoas e geraram repercussão. Por isso, venho publicamente reconhecer meu erro e pedir desculpas. Naquele momento, acabei me expressando de maneira impulsiva, com palavras que não refletem os valores que sempre orientaram minha vida”. “Essa circunstância contextualiza o ocorrido, mas não justifica minhas declarações. Lamento sinceramente ter ofendido ou desrespeitado pessoas com minhas palavras e reconheço que fiz julgamentos precipitados e injustos. Fui criada com princípios de respeito e consideração ao próximo, independente de sua condição social ou posição política. Lamento não ter agido de acordo com esses ensinamentos. Assumo a responsabilidade pelo que publiquei e reafirmo meu compromisso de agir com mais equilíbrio e respeito”, concluiu. Deputado do PT pede providências O deputado distrital Gabriel Magno (PT) enviou ofícios à Polícia Civil (PCDF), ao Ministério Público (MPDFT) e ao SLU, cobrando providências sobre o caso envolvendo a servidora. Nos documentos encaminhados à PCDF e ao MP, o parlamentar declarou que “as manifestações extrapolam os limites da liberdade de expressão, configurando, em tese, crimes de racismo, xenofobia e apologia ao extermínio” e pediu que o caso seja apurado, com a realização de “todas as diligências necessárias à plena elucidação dos fatos”. No ofício enviado ao SLU, Gabriel Magno afirmou que “a conduta da servidora é inaceitável” e destacou que, “enquanto integrante da cúpula do SLU, espera-se da diretora uma postura republicana, tanto em atividades públicas e privadas”. O deputado distrital também solicitou o afastamento imediato da servidora de suas funções e a abertura de procedimento disciplinar para apurar o caso. SLU se manifesta Em uma nova nota, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) informou que encaminhou o caso à Unidade de Auditoria Interna para avaliação preliminar, diante dos fatos noticiados. “A medida visa verificar a existência de elementos que justifiquem providências administrativas, resguardando a integridade institucional, os deveres éticos e a imagem da Administração Pública”, declarou o órgão.
Homem enforca mulher até a morte
Imagem cedida ao Metrópoles Segundo a polícia, homem confessou o crime para parentes em festa de casamento. Feminicídio ocorreu em Várzea Paulista (SP) Uma mulher, de 35 anos, identificada como Ivoneide Almeida da Silva (à esquerda na foto), foi morta por esganadura no último sábado (24/10), em Várzea Paulista, no interior de São Paulo. O principal suspeito do crime é o companheiro da vítima, Marcos Vinícius Domingos dos Santos, de 29 anos. Segundo relatos à polícia, após o feminicídio, ele teria ido a uma festa de casamento. Até o momento, o suspeito não foi preso. A polícia faz diligências para localizar o homem. O caso é investigado pela Polícia Civil de São Paulo (PC-SP). A coluna Na Mira tenta localizar a defesa do suspeito. Segundo a corporação, um familiar relatou à polícia que Marcos Vinícius teria confessado o crime durante a festa de casamento. Ainda de acordo com a PC-SP, o investigado contou que foi à casa da companheira e que os dois teriam discutido. O motivo da desavença não foi informado. A discussão teria evoluído para agressões físicas, e Ivoneide acabou sendo esganada. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu. O corpo da vítima foi encontrado por um vizinho. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.











