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Empate técnico entre Caiado e Flávio Bolsonaro em Goiás, mostra pesquisa Quaest
A pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (27/8) aponta empate técnico entre Ronaldo Caiado (PSD) e Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial entre os eleitores de Goiás. Caiado aparece com 32% das intenções de voto, contra 27% de Flávio Bolsonaro. O atual presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), figura em terceiro lugar, com 20% das preferências. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Entre os demais concorrentes, Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) registram 2% cada, enquanto Augusto Cury (Avante) e Samara Martins (UP) somam 1% cada. Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata) não ultrapassam 0%. No total, 11% dos entrevistados declaram-se indecisos, e 4% afirmam que votarão em branco, nulo ou não comparecerão às urnas. A pesquisa revelou ainda que 78% dos participantes consideram definida a escolha do próximo presidente, enquanto 22% admitem possibilidade de mudança até o dia da eleição. O levantamento, contratado pela TV Anhanguera, entrevistou 804 eleitores com 16 anos ou mais entre 23 e 26 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral consta sob os números GO-06186/2026 e BR-07810/2026. Em um segundo cenário testado pela Quaest, com inclusão de Pablo Marçal (PRTB), Flávio Bolsonaro assume a liderança numérica, atingindo 31% das intenções de voto, enquanto Ronaldo Caiado aparece com 30%. Nesse contexto, ambos continuam empatados dentro da margem de erro. Luiz Inácio Lula da Silva recua para 18%. Renan Santos mantém 2%, e Romeu Zema, Augusto Cury, Samara Martins e Pablo Marçal registram 1% cada. O grupo de indecisos permanece em 11%, e brancos e nulos somam 4%. Pablo Marçal teve sua candidatura registrada mesmo sendo considerado inelegível, e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda avaliará se ele poderá participar oficialmente da disputa presidencial deste ano.





