Imagem: Intercept -Brasil Tudo em Família: Megaeventos da Universal receberam R$ 2,2 milhões em emendas de irmã de Edir Macedo Thalys Alcântara – Intercept -Brasil A deputada estadual por São Paulo Edna Macedo, do Republicanos, destinou R$ 2,2 milhões em emendas parlamentares para megaeventos da Igreja Universal, liderada pelo seu irmão, o bispo Edir Macedo, um dos homens mais ricos do Brasil. Ela concorre à reeleição na Assembleia Legislativa de São Paulo. Emendas parlamentares são a ferramenta que deputados e senadores usam para enviar uma parte do dinheiro público para financiar obras, projetos e instituições, geralmente nas suas próprias cidades e estados. A primeira indicação de Edna para eventos da igreja do irmão foi de R$ 1,2 milhão no ano passado para a The Love Walk – Caminhada do Amor – um misto de palestra e atrações musicais com orientações sobre relacionamentos amorosos – criado pelo casal Renato e Cristiane Cardoso, conhecidos pelo programa de TV “The Love School: Escola do Amor”. Ela é filha de Edir Macedo. Já neste ano, a deputada Edna Macedo indicou R$ 1 milhão para o Família ao Pé da Cruz, uma série de cultos religiosos em estádios e ginásios que aconteceu em diversos países na última Sexta-Feira Santa. Toda essa verba pública para eventos da Igreja Universal é destinada inicialmente para o Instituto Paulo Kobayashi, conhecido como IPK, que realiza vários eventos religiosos da congregação de Edir Macedo. O caso foi revelado inicialmente em reportagem do colunista Artur Rodrigues, do portal UOL. Entre 2023 e 2026, o IPK recebeu R$ 37,7 milhões de dinheiro público indicado por parlamentares, na maior parte do Republicanos e do PL. Desse total, pelo menos R$ 16,8 milhões foram destinados a eventos da Universal. Ou seja, quase metade da quantia recebida pela entidade foi para atividades promovidas pela igreja de Edir Macedo. Acontece que nem sempre a motivação desse recurso é esclarecida nos dados do Portal da Transparência do governo de São Paulo. As duas emendas da Edna Macedo para eventos da Universal, por exemplo, são descritas apenas como “apoio a evento cultural e criativo”. É preciso analisar o interior dos termos de fomento, uma espécie de contrato entre governos e ONGs, para identificar a real destinação daquele dinheiro. Os outros parlamentares que destinaram verba para eventos da Universal, através do IPK, são Altair Moraes, Danilo Campetti, Gilmaci Santos, Rui Alves, Sebastião Santos e Tenente Nascimento. Todos são filiados ao Republicanos, braço político da Igreja Universal, com exceção do Tenente Nascimento, que deixou a legenda e migrou para o Partido Loberal (PL). Além do Caminhada do Amor e do Família ao Pé da Cruz, também foram bancados com verba de emenda os festivais da Universal chamados Mega Dance, Mega Help e Canta Gospel. Parte desses eventos são promovidos pela Força Jovem Universal, a FJU, grupo da igreja de Edir Macedo voltado para a juventude. Por sua vez, o Instituto Paulo Kobayashi é uma organização da sociedade civil de interesse público, ou OSCIP, criada e comandada por familiares do professor de geografia e ex-presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo Paulo Seiti Kobayashi, morto em 2005 quando era deputado federal pelo PSDB. A organização, que foi criada em 2005, teve um salto na quantidade de recursos públicos do governo de São Paulo recebidos durante a gestão de Tarcísio de Freitas, do Republicanos. Em 2023, primeiro ano do governo, foram pagos R$ 4,3 milhões em emendas para o IPK. Em 2024, subiu para R$ 10,3 milhões. Já no ano passado esse valor chegou a R$ 11,7 milhões. E já passa de R$ 11 milhões até agosto de 2026. Os tipos de eventos promovidos pelo IPK com recursos públicos são bastante variados: festas religiosas, eventos gastronômicos, festivais culturais, projetos esportivos e até um encontro para capacitar pessoas para o apoio e atendimento de vítimas de tragédias. Em dezembro de 2024, Edna Macedo publicou uma foto na sua conta do Instagram ao lado do presidente do IPK, Victor Kobayashi, e do fundador do ID Mais Vida, organização que trabalha com o IPK, Mauricio Miyazaki. A foto mostra uma visita dos dois ao seu gabinete. “Pessoas boas atraem pessoas boas! (…). Tivemos uma boa conversa sobre o terceiro setor”, escreveu a deputada do Republicanos. A deputada Edna Macedo também foi pessoalmente à edição do evento Família ao Pé da Cruz que ocorreu na Neo Química Arena, e posou para fotos ao lado do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, do MDB. O doutor em Administração Pública e professor de estratégia e gestão pública do Insper Marcelo Marchesini explica que não há previsão legal que proíba o uso de emenda parlamentar para financiar um evento de uma igreja ligada a um familiar do autor da emenda, já que ele não é o beneficiário direto do recurso. “As emendas impositivas têm essa possibilidade de serem alocadas sem a necessidade de justificar a escolha do beneficiário. Os requisitos são muito mais frouxos do que os do próprio poder Executivo para firmar esse tipo de parceria ou contratação”, avalia. Marchesini defende que os critérios de contratação sejam, no mínimo, os mesmos exigidos pelo Executivo. Ele também ressalta que as emendas parlamentares estaduais recebem menos atenção do que as federais por terem menor presença no debate público. Outro ladoA deputada Edna Macedo enviou uma nota na qual diz que as emendas parlamentares para os eventos da Universal foram indicadas de maneira legal e divulgadas para consulta de qualquer cidadão. Ela afirmou ainda que não foi quem definiu a descrição dessas atividades na área de emendas do Portal da Transparência. A parlamentar também destacou que os eventos mencionados na reportagem são abertos à participação do público em geral, promovendo ações de interesse público, como a mobilização comunitária. “Não há, em nenhuma indicação, qualquer conflito de interesse. (…). A atuação da deputada pauta-se pela impessoalidade e pela finalidade pública, não se confundindo o apoio a atividades abertas à população com benefício de natureza pessoal ou privada”, escreveu na nota. Por fim, Edna Macedo explicou que as reuniões que acontecem em
Megaeventos da Universal receberam R$ 2,2 milhões em emendas de irmã de Edir Macedo
Governo de Goiás prorroga Negocie Já II até 3 de novembro
Programa Negocie Já II é prorrogado até 3 de novembro, com descontos de até 99% sobre juros e multas para débitos de ICMS, IPVA e ITCD – Foto: Secretaria da Economia Programa permite regularizar débitos de ICMS, IPVA e ITCD com descontos de até 99% sobre juros e multas e opções de parcelamento O Governo de Goiás prorrogou até 3 de novembro o prazo de adesão ao Negocie Já II, programa que permite a regularização de débitos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Veículos Automotores (IPVA) e Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD) contraídos até 30 de setembro de 2025, com descontos sobre juros e multas. A prorrogação está prevista na Lei nº 24.491, conforme publicação no Suplemento do Diário Oficial do Estado (DOE). Para os três impostos, a legislação prevê desconto de até 99% sobre multas e juros no pagamento à vista. Também é possível parcelar os débitos, com descontos que variam conforme a modalidade escolhida, em até 120 parcelas para o ICMS e 60 parcelas para IPVA e ITCD. Nos casos em que o crédito tributário decorrer exclusivamente de multa por descumprimento de obrigação acessória, o desconto é de 90% para pagamento à vista. O valor mínimo das parcelas é de R$ 300 para débitos de ICMS e de R$ 100 para IPVA e ITCD. Como aderir A adesão pode ser realizada pelo portal da Secretaria da Economia (https://goias.gov.br/negocieja/ ) ou, mediante agendamento, nas delegacias regionais de fiscalização. Pelo site da Secretaria da Economia, o contribuinte pode consultar os débitos, verificar as modalidades de pagamento disponíveis, simular descontos e parcelamentos, emitir o documento de arrecadação e concluir a negociação. A adesão é efetivada com o pagamento da parcela única ou da primeira parcela, conforme a opção escolhida pelo contribuinte.
Tiros, perseguição e mortes: relembre a tentativa de sequestro de Xuxa
Reprodução/Memória Globo Em 1991, no auge do sucesso, a apresentadora Xuxa Meneghel e a paquita Letícia Spiller foram alvo de uma tentativa de sequestro frustrada Rio de Janeiro, agosto de 1991. Enquanto a apresentadora Xuxa Meneghel e suas paquitas gravavam episódios do Xou da Xuxa, da TV Globo, dois homens tentavam colocar em prática um plano ousado: sequestrar não apenas a artista, como também a paquita Letícia Spiller, conhecida como Pituxa Pastel. O crime frustrado terminou com mortes e uma história digna de filme. Tiroteio e mortes Os irmãos Alberto e Douglas Loricchio, que na época tinham 18 e 21 anos, montaram uma “tocaia” do lado de fora do Teatro Fênix, na Rua Lineu de Paula Machado, onde Xuxa e as paquitas gravavam seu programa. Os dois estavam em um Chevette com placa de São Paulo estacionado de forma irregular. O veículo chamou a atenção de dois policiais militares que passavam pelo local. Ao se aproximarem do carro para falar com os ocupantes, foram recebidos a tiros. Um agente morreu na hora, com um disparo no peito, e outro ficou gravemente ferido. Os sequestradores, por sua vez, saíram em disparada pela rua. O Chevette foi seguido por seguranças privados de um carro-forte que testemunharam a situação. A perseguição se estendeu por cerca de um quilômetro, em meio a uma intensa troca de tiros, até que os fugitivos entraram na contramão na Rua Maria Angélica e bateram de frente num Fiat Uno. Arsenal de guerra Douglas Loricchio, que dirigia o veículo, morreu com uma bala na cabeça. Já seu irmão, Alberto, ficou ferido no pescoço por cacos de vidro e foi levado em estado grave para o Hospital Miguel Couto. Ele confessou que “amava Letícia” e que “a levaria para São Paulo”. Ele foi preso, mas morreu cinco dias depois, após passar por uma cirurgia. Dentro do carro dos sequestradores, a polícia encontrou um mapa da área com o local do teatro assinalado. Além disso, o veículo estava equipado com seis escopetas, oito granadas de mão e duas bombas. Os irmãos também tinham se hospedado no Hotel Praia Leme, a poucos metros do prédio onde Letícia morava. Com a morte dos dois suspeitos, o caso acabou arquivado. Na época, Xuxa evitou falar sobre o ocorrido e disse que não daria declarações. Letícia Spiller, que tinha 18 anos na ocasião, desabafou e saiu em defesa da apresentadora. “Não sei o que eles queriam, mas não me entra na cabeça que estivessem planejando algo ruim para a Xuxa. Ela não merece violência e sei que há lá em cima um ser superior a guiando para que nada de mal aconteça”, disse. “Vou me cuidar mais. Antes, eu saía sozinha para passear de bicicleta, ir a um shopping, à discoteca”.
Caiado chama Flávio Bolsonaro de “desesperado”
Divulação Ao declarar categoricamente a empresários que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) carrega “chance zero” de vitória nas urnas, Kassab deflagrou uma onda de fúria desmedida no comitê do PL e em Flávio A guerra de trincheiras dentro do campo da extrema direita brasileira ganhou contornos de pura desestabilização emocional e tiroteio ostensivo no início deste período oficial de campanha. O pivô do mais recente chacoalhão político foi uma análise crua e pragmática do ex-prefeito paulista e presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, vice na chapa do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). Ao declarar categoricamente a empresários que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) carrega “chance zero” de vitória nas urnas, Kassab deflagrou uma onda de fúria desmedida no comitê do PL e em Flávio, e a reação que acabou ricocheteando no próprio presidenciável do PL, agora explicitamente achincalhado por seus concorrentes do mesmo espectro ideológico. Declaração A declaração de Kassab, proferida na última quinta-feira (13), expôs as entranhas do pragmatismo do Centrão. O dirigente partidário pontuou que amplos setores do bloco já migraram ou se alinharam tacitamente à candidatura de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deixando o filho de Jair Bolsonaro isolado em uma bolha ideológica de baixa tração eleitoral. A constatação de realidade caiu como uma bomba de efeito moral no QG do Partido Liberal. Em vez de absorver o golpe com sobriedade política, a coordenação da campanha do PL partiu para um contra-ataque colérico. O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da empreitada de Flávio, foi às redes sociais para carimbar o PSD como uma reles “linha auxiliar do PT”, acusando o sistema de ter se unido contra a candidatura familiar por “sentir-se ameaçado”. Abandono O próprio Flávio Bolsonaro, visivelmente afetado pela declaração e abandonando a linha de cautela que vinha mantendo para preservar pontes de segundo turno, também acionou os seus perfis digitais. Em um tom inflamado, o filho do ex-presidente disparou acusações contra os “candidatos que se dizem de direita”, afirmando que a sua disputa seria “para resgatar o Brasil do cativeiro, e não pelo poder”, uma retórica pobre que apenas escancarou o incômodo com a perda de apoio da classe política tradicional. O troco de Caiado: “Estão apavorados”Se a intenção do PL era acuar a chapa do PSD e enquadrá-la no carimbo “de esquerda”, o tiro saiu pela culatra, e com estrondo. No último domingo (16), durante o seu primeiro ato oficial de campanha em solo goiano, Ronaldo Caiado não apenas dobrou a aposta como ridicularizou abertamente a reação raivosa de Flávio e de seus aliados. Sem meias palavras, o ex-governador de Goiás classificou as notas raivosas e os desabafos nas redes como um claro “momento de desespero” da candidatura do PL. Caiado ironizou o cotidiano turbulento do adversário, pontuando que o comitê de Flávio se tornou uma usina diária de crises, justificativas improvisadas e desgaste de imagem. “Realmente eles estão desesperados. Não conseguem. Todo dia é um problema. Todo dia é uma explicação. É uma surpresinha todo dia”, disparou Caiado perante apoiadores, citando abertamente o sufoco do adversário diante do constante surgimento de escândalos, a exemplo das revelações envolvendo pedidos e recebimento de recursos milionários ao ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Subindo o tom da provocação, o postulante do PSD desqualificou o discurso de que Flávio detém o monopólio da oposição conservadora no país. “Esse pessoal está apavorado. Podem ficar tranquilos que o único político com mandato no Brasil que é oposição ao Lula e que nunca votou no Lula chama-se Ronaldo Caiado”, cravou o goiano, blindando-se do rótulo de esquerdista e apontando a faca para a fragilidade do rival. Derrocada de uma estratégia de conveniênciaA virada de chave no tom de Caiado marca o esgotamento da tática de polidez que vigorava no início do ano. Nos primeiros meses do calendário eleitoral, o ex-governador limitava-se a destacar o abismo de experiência administrativa entre ele e o senador carioca, sublinhando a falta de rodagem do filho de Bolsonaro no poder Executivo, enquanto desviava delicadamente de fragilidades espinhosas como as antigas denúncias do esquema de “rachadinha”. A tentativa desesperada de Flávio em empurrar a chapa de Caiado para o colo de Lula acabou por liberar o goiano de qualquer freio diplomático. Questionado por jornalistas sobre quem apoiaria em um eventual segundo turno disputado entre Lula e o herdeiro bolsonarista, Caiado desdenhou do cenário traçado pelo PL e cravou que será ele próprio a enfrentar o petista na etapa final da eleição, chancelando a tese de que Kassab apenas “disse o que todo mundo já sabia”. A tempestade perfeita sobre a pré-candidatura do PL evidencia um candidato cada vez mais acossado e sem margem de manobra política. Ao responder com fúria e descalabro verbal a análises frias sobre o cenário eleitoral, Flávio Bolsonaro acaba por confirmar o diagnóstico de seus próprios adversários no campo da direita: a imagem de um presidenciável acuado, desestabilizado e tomado pelo pânico diante de uma derrocada que parece se acelerar a cada dia.
Mulher procurada por tráfico internacional de armas é presa em Goiás
Mulher suspeita de tráfico internacional de armas estava foragida — Foto: Reprodução/TV Anhanguera Suspeita estava foragida da Justiça de Curitiba e foi localizada na zona rural de Caldas Novas – Goiás, após troca de informações entre polícias. Operação conjunta faz parte de ações de combate ao crime organizado Uma mulher procurada por tráfico internacional de armas de fogo foi presa em Caldas Novas, na região sudeste do estado de Goiás. Segundo o Comando de Policiamento Especializado (CPE) da Polícia Militar (PM), o mandado de prisão contra a mulher é do Paraná e, com a troca de informações entre os estados, foi possível localizar a suspeita em Goiás. Suspeita O nome da mulher não foi divulgado pela polícia, por isso, até a última atualização desta matéria, o g1 não conseguiu localizar a defesa. De acordo com apuração da TV Anhanguera, a mulher tem 24 anos e estava escondida na zona rural de Caldas Novas. Ela estava foragida da Justiça de Curitiba, no Paraná, a mais de mil quilômetros da cidade onde foi presa. A operação conjunta tinha como objetivo combater o crime organizado. Lembrando que importar, exportar ou favorecer a entrada ou saída de armas de fogo do território nacional é crime. A pena varia de 8 a 16 anos de prisão, além de multa.
Feirão reúne 3.500 vagas de emprego na Grande Goiânia
Feirão de Empregos oferecerá 3.500 oportunidades de trabalho em Goiânia e Região Metropolitana nesta terça e quarta-feira (18 e 19/8) – Fotos: Secretaria da Retomada Ação será nesta terça e quarta-feira (18 e 19 /8), no Araguaia Shopping, com oportunidades em diversas funções e remuneração que pode chegar a R$ 2.500; cerca de 150 postos são para trabalhar no próprio centro de compras A Central Mais Empregos promove, nesta terça e quarta-feira (18 e 19/8), mais uma edição do Feirão de Empregos, com 3.500 oportunidades de trabalho em Goiânia e na Região Metropolitana. A ação será realizada das 8h às 17 horas, no Araguaia Shopping, e reúne vagas para diferentes perfis profissionais, incluindo oportunidades para quem ainda não possui experiência comprovada no mercado de trabalho. Em alguns casos, a remuneração chega a R$ 2.500, considerando salário e comissão. Cerca de 150 vagas oferecidas no feirão são para trabalhar no próprio Araguaia Shopping, exigindo disponibilidade nos turnos vespertino e noturno. Nesses casos, o candidato cadastra o currículo e, de acordo com seu perfil e os requisitos da oportunidade, já é encaminhado para a loja que está contratando, ampliando as possibilidades de sair já contratado. Para as vagas fora do shopping, o candidato receberá encaminhamento de acordo com seu perfil. A maior parte não exige experiência anterior na função e a escolaridade mínima é o ensino médio incompleto. Proposta A proposta amplia o acesso ao mercado de trabalho, especialmente para pessoas em busca do primeiro emprego ou profissionais que não possuem comprovação de experiências anteriores. Entre as oportunidades estão vagas para vendedor interno, fiscal de loja, recepcionista atendente, atendente de lojas, atendente de lanchonete, operador de caixa, escovista, penteadista, manicure e maquiador(a). Os salários e benefícios variam conforme a função. Para vendedor interno, por exemplo, não é exigida experiência, e a remuneração é composta por salário mais comissão, com média de R$ 2.500. Para fiscal de loja, também sem necessidade de experiência, o salário é de R$ 2.150, acrescido de vale-alimentação de R$ 250 e prêmio mensal. Já a função de atendente de lojas oferece R$ 1.950, além de vale-alimentação de R$ 250 e prêmio mensal. Para participar da ação, o trabalhador deve apresentar documento pessoal com foto e comprovante de endereço. O feirão é promovido pela Central Mais Empregos, unidade da Secretaria de Estado da Retomada, e retorna ao Araguaia Shopping após o sucesso de outras edições realizadas no local. Serviço Assunto: Feirão reúne 3.500 vagas de emprego na Grande Goiânia Data: 18 e 19 de agosto (terça e quarta-feira) Horário: 8h às 17 horas Local: Araguaia Shopping – 2º Piso, em frente à loja C&A
Bispo de Goiás critica casamentos em clubes, praias e à beira de lago: ‘Coração triste’
Bispo de Goiás critica casamentos em clubes, praias e à beira de lago — Foto: Reprodução/Youtube do Santuário de Nossa Senhora da Abadia de Muquém Segundo o bispo, o altar da igreja é o lugar para consegrar a união. Além do casamento na igreja, sacerdote Dom Adair também defendeu que eucaristia e matrimônio são coesos O bispo Dom Adair José Guimarães criticou casamentos em clubes, praias e em lagos durante uma missão no Santuário de Nossa Senhora da Abadia de Muquém. “O casamento se realiza na frente do altar. Quando vejo esses jovens, sobretudo da classe alta, pedir para casar em clube, para casar na beira de praia, de lago, eu já fico com o coração triste. Não sabe o que que é o casamento”, declarou o bispo. A declaração foi feita na sexta-feira (14/8), penúltimo dia da Romaria de Nossa Senhora D’Abadia do Muquém em Niquelândia, na região norte de Goiás. Além do casamento na igreja, o bispo Dom Adair também defendeu que eucaristia e matrimônio são coesos. “O casal que vai à missa todo domingo, que ora, que recita seu terço, nunca se separa. O casal que adora Jesus na Eucaristia, que ama Nossa Senhora, nunca se separa. Venha o que vier”, afirmou. A romaria de Nossa Senhora D’Abadia do Muquém atrai milhares de romeiros de todas as partes do estado que se encontram no santuário há mais de 270 anos. A devoção a Nossa Senhora da Abadia de Muquém começou com o cumprimento de uma promessa feita por um português que explorava ouro na região e mandou trazer de Portugal uma imagem da santa. Com a chegada da imagem, fiéis começaram a fazer orações. A devoção se espalhou até se tornar uma das maiores romarias de Goiás.
PF acha mensagens de Roberta Luchsinger falando de negócios com Lulinha: “Nosso futuro é Suíça”
Arte/ Metrópoles Diálogos revelam que Lulinha não somente sabia dos negócios, como também comentava, coordenava e participava de reuniões Agora é oficial: a Polícia Federal tem em mãos mensagens enviadas pelo próprio filho do presidente Lula Fábio Luís da Silva, o Lulinha, à lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeitas de tráfico de influência e de usar a proximidade com o filho do presidente da República para facilitar negócios e acesso ao governo. As mensagens, obtidas com exclusividade pela coluna, mostram que os dois tratavam explicitamente de fazer negócios e de atuar em lobby junto ao núcleo duro do gabinete de Lula, revelando que a relação entre eles vai além de simples amizade. Lulinha não somente sabia da atuação e dos interesses de Roberta, como também comentava, coordenava e até participava de reuniões. Em um dos diálogos interceptados, que aconteceu em 22 de março de 2024, Roberta diz a Lulinha que os dois trabalham em nível diferenciado e que o futuro deles é a Suíça. Na mesma conversa, o filho do presidente revela que participa de reuniões com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, e o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger. Naquela ocasião, Marcola era braço direito de Lula, despachava na antessala do presidente e fazia os principais contatos com ministros. Já Berger, figura histórica do PT, foi quem abriu as portas do Ministério da Saúde para o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS – que tentou emplacar contrato milionário para a compra em larga escala de cannabis medicinal pelo SUS.Roberta Luchsinger chegou a receber repasses do Careca do INSS que somam R$ 1,5 milhão. Em uma das transferências, o empresário informa a um interlocutor que o dinheiro era destinado ao “filho do rapaz”, possivelmente se referindo a Lulinha, segundo a Polícia Federal. “Fernando” e “Fefe”, termos citados por Lulinha e Roberta nos diálogos, são, segundo os investigadores, referências a Fernando Bittar, ex-sócio de Lulinha e um dos donos formais do sítio de Atibaia, que era frequentado por Lula. Os diálogos evidenciam que Fernando Bittar tem sido preterido nos negócios da dupla. Em uma outra conversa, a lobista afirma ao filho do presidente Lula que Fernando estaria usando o nome de Lulinha ao tentar fechar “negócio gigante” na Telebras. “Ja desmentiu?”, pergunta o filho do presidente. “Desmenti e falei q não eh verdade e q se ele [Fernando Bittar] fizer negócio com ele [presidente da Telebras], ele não fará comigo”, responde Roberta. Esta é a primeira vez que são reveladas conversas diretamente de Lulinha com Roberta Luchsinger. Procurada, a defesa do filho do presidente afirmou que Fábio mudou para a Espanha e atua na esfera privada com temas que não têm relação direta ou indireta com o governo brasileiro. “Vive de forma digna, exclusiva e modesta com o resultado do seu próprio trabalho. A quebra do seu sigilo fiscal e bancário é reveladora da ausência absoluta de qualquer prova ou indício de irregularidade”, disse Marco Aurélio de Carvalho. Em nota enviada ao Metrópoles, os advogados Marco Aurélio de Carvalho e Guilherme Suguimori acusam haver “instrumentalização de parte das nossas instituições por interesses políticos e eleitorais”. Veja a íntegra: “Caso estejamos diante de mais um lamentável episódio de violação do dever de sigilo funcional – crime previsto no art. 325 do Código Penal –, o recorte seletivo e a divulgação parcial das referidas supostas mensagens revelam um abandono de qual.A defesa reafirma sua confiança nas A defesa reafirma sua confiança nas instâncias formais e adequadas de apuração dos fatos e se manifestará nos autos em momento adequado, somente após o acesso integral aos dados obtidos pelas quebras de sigilo. Importante reiterar, entretanto, que embora não se possa confirmar a veracidade das informações repassadas criminosamente a este Portal de notícias, solicitaremos, uma vez mais, rígidas apurações da nesfasta instrumentalização de parte das nossas instituições por interesses políticos e eleitorais”. Esse modus operandi fica claro a partir de um outro diálogo interceptado pela PF, desta vez entre Roberta e Marcola. A lobista conversa com o então braço direito de Lula sobre a compra de joias de diamante. Era 29 de abril de 2024, véspera do Dia das Mães. “Vou tentar desenhar na foto / para facilitar”, diz Marcola. Roberta responde: “Ela vai mandar mais fotos / Peraí”. O então assessor do presidente Lula diz: “ah ta bem / mas gostei dessas”. Não fica claro nas mensagens, contudo, quais joias Marcola indicou gostar. Logo em seguida, Roberta afirma: “Ela sugeriu um brilhante / Vai mandar”. A lobista então envia duas fotos: um par de solitários e um colar de diamantes. “boa”, agradece Marcola. Conversa entre Roberta Luchsinger e Marcola revela compra de joias para então chefe de gabinete de Lula Interlocutores da defesa de Marcola informaram que as joias custaram R$ 9,2 mil e fazem parte do empréstimo de R$ 249 mil solicitado por Marcola a Roberta, que foi pago com juros e correção.
Pesquisa: Lula lidera 1º turno, mas segue empatado com Flávio e Caiado no 2º
Vinícius Schmidt e Luis Nova – Metrópoles @vinicius.foto @LuisGustavoNova É o primeiro levantamento eleitoral divulgado após o início oficial das campanhas à Presidência da República Nova rodada da pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (17/8) aponta vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre seus principais adversários no primeiro turno e empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro (PL) e com o ex- No primeiro turno, Lula aparece com 41% das intenções de voto, enquanto Flávio tem 36% e Caiado soma 5%. A diferença entre o petista e o senador está fora da margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Já no segundo turno, Lula aparece numericamente à frente, mas empatado tecnicamente com Flávio (47% x 44%) e com Caiado (45% x 42%). O levantamento mostra estabilidade, dentro da margem de erro, entre os principais candidatos, na comparação com a rodada anterior. Naquela ocasião, na estimativa de primeiro turno, Lula tinha 40% das intenções de voto (oscilou 1 ponto percentual para cima na pesquisa desta segunda), contra 35% de Flávio Bolsonaro (1 ponto percentual para cima). Cenários de 2º turnoEm eventual disputa de segundo turno, Lula registra 47% das intenções de voto, contra 44% do candidato do PL – empate técnico, com os mesmos números da pesquisa anterior. Lula também empata tecnicamente com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado O levantamento testou ainda outros dois cenários de segundo turno, com Lula enfrentando Romeu Zema. Metodologia A pesquisa foi realizada por telefone (via CATI) entre os dias 14 e 16 de agosto de 2026. Foram entrevistados 2.003 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-03317/2026.
Jornalista da Globo enfrenta Moraes e dispara: “Ditador”
©Foto: Reprodução/Instagram A jornalista Malu Gaspar publicou na última sexta-feira (14/8), no jornal O Globo, uma análise em que questiona a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de autorizar uma operação da Polícia Federal contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança do Maranhão apontado como fonte do jornalista Luís Pablo. O caso envolve reportagens sobre o uso de veículos oficiais pela família do ministro Flávio Dino. Na avaliação apresentada por Malu, a medida coloca em discussão o sigilo da fonte, garantia prevista na Constituição e considerada por ela fundamental para o trabalho jornalístico. A colunista argumenta que informações utilizadas em investigações de interesse público frequentemente dependem de fontes que só colaboram quando têm a identidade preservada. “Do Mensalão ao Petrolão, da Vaza-Jato à rachadinha de Flávio Bolsonaro ou às fraudes do Banco Master, todos esses casos fundamentais para a depuração das nossas instituições só andaram graças a fontes que nunca teriam colaborado se fossem obrigadas a se identificar. De tão central para o fortalecimento da democracia, o sigilo da fonte é garantido na Constituição como cláusula pétrea”, ressaltou. Malu também afirmou que Luís Pablo recebeu informações e as publicou, o que, segundo sua análise, não configura crime por si só. Ao comentar a busca realizada contra o jornalista, classificou a ação como tendo “cara, jeito e cheiro de pesca probatória”. A coluna ainda aborda a suspeita de que Luís Pablo teria recebido R$ 100 mil de um advogado. Segundo o texto, as mensagens encontradas tratariam o valor como um empréstimo, enquanto a investigação levantou a possibilidade de que o dinheiro estivesse relaciMalu questionou ainda a tramitação do caso no Supremo e comparou a situação com outros episódios envolvendo veículos e sites acusados de receber pagamentos para publicar conteúdos de interesse de terceirosMalu questionou ainda a tramitação do caso no Supremo e comparou a situação com outros episódios envolvendo veículos e sites acusados de receber pagamentos para publicar conteúdos de interesse de terceiros.Malu questionou ainda a tramitação do caso no Supremo e comparou a situação com outros episódios envolvendo veículos e sites acusados de receber pagamentos para publicar conteúdos de interesse de terceiros. Para a jornalista, uma eventual flexibilização do sigilo da fonte poderia afetar a atuação da imprensa na fiscalização de autoridades. Ela também criticou medidas que, em sua avaliação, poderiam constranger jornalistas no exercício da profissão. “Se todo juiz deste país puder quebrar o sigilo da fonte de um jornalista que divulgou algo incômodo, ficará impossível fiscalizar a ação das autoridades, premissa básica do sistema democrático. Constranger um jornalista a não exercer sua profissão por medo de ser preso é coisa de ditador”, escreveu. Ao final da coluna, Malu Gaspar afirmou que os ministros do STF deveriam se envergonhar do precedente que, segundo ela, foi criado a partir das medidas contra Luís Pablo e sua fonte. “Os ministros do Supremo deveriam ter vergonha do precedente aberto nesse caso, ainda mais quando se apresentam à opinião pública como heróis que salvaram nossa democracia”, finalizou.














