“Não tem por que envolver Romeu Zema com Fake News. Zero. Isso aí excede e extrapola as funções do Supremo Tribunal Federal. A minha posição é de total respeito com o colega que tem direito de expressão”, disse Caiado Para o pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), a eventual inclusão do também pré-candidato Romeu Zema (Novo) no inquérito das Fake News “extrapola as funções do Supremo Tribunal Federal”. Em agenda no estado de Minas Gerais, terra de Zema, o candidato do PSD afirmou à jornalistas que o ex-governador do estado tem seu respeito e que tem “direito a liberdade de expressão”. “Não tem por que envolver Romeu Zema com Fake News. Zero. Isso aí excede e extrapola as funções do Supremo Tribunal Federal. A minha posição é de total respeito com o colega que tem direito de expressão”, disse. Nessa semana, Zema se envolveu em um conflito com o ministro do STF, Gilmar Mendes. O magistrado solicitou que ele seja investigado no inquérito das Fake News. A iniciativa foi motivada após um vídeo compartilhado pelo mineiro mostrar dois fantoches representando os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli discutindo sobre o escândalo do Banco Master. De acordo com Caiado, o ex-governador Romeu Zema “não pode ser, hora nenhuma, impedido de debater o tema ou coloca-lo da maneira que acha que tem que ser colocado”. “Tem meu total apoio em relação a sua independência de fala e de posição”, concluiu o pré-candidato.
Caiado diz que inclusão de Zema em inquérito extrapola funções do STF
Caiado busca apoio em Minas com agenda voltada ao agronegócio e empresários
Brasil247 A movimentação de Caiado (foto) ocorre em um momento estratégico para consolidar apoio em um dos principais colégios eleitorais do país O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) iniciou nesta quinta-feira (23/4) uma agenda política em Minas Gerais com foco na aproximação com lideranças empresariais e do agronegócio. A movimentação ocorre em um momento estratégico para consolidar apoio em um dos principais colégios eleitorais do país. O primeiro compromisso do pré-candidato foi na sede da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), em Belo Horizonte, onde participou de um encontro com representantes do setor agropecuário. À noite, a programação inclui um jantar com prefeitos, deputados e empresários, em mais uma tentativa de ampliar sua rede de alianças políticas. Caiado cumpre agenda na capital mineira ao lado do presidente do PSD em Minas, deputado estadual Cássio Soares. Já o governador em exercício do estado, Mateus Simões (PSD), aliado do partido, esteve em compromissos em Uberaba nesta mesma quinta-feira (23/4). Na sexta-feira (24/4), o pré-candidato inicia o dia com um café da manhã no Mercado Central de Belo Horizonte, antes de seguir para Uberaba. Na cidade do Triângulo Mineiro, está previsto um encontro com o governador mineiro, reforçando a agenda política no interior do estado. O movimento ocorre em meio à decisão do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, de liberar diretórios estaduais para apoiarem diferentes candidatos à Presidência. Em Minas Gerais, Mateus Simões já declarou apoio ao ex-governador Romeu Zema (Novo), o que coloca Caiado diante do desafio de disputar espaço dentro da própria base partidária. A tendência é que Caiado e Zema dividam o palanque do PSD no estado. Enquanto o ex-governador de Goiás busca fortalecer sua presença em Minas, Zema também cumpre agenda política fora do estado, mirando o eleitorado do agronegócio em Goiás. Nesta quinta-feira (23/4), Zema visitou pela manhã a indústria Kingspan Isoeste, em Anápolis, e, em seguida, participou de reunião com o Fórum das Entidades Empresariais de Goiás (FEE-GO), em Goiânia. O dia foi encerrado com encontros com aliados políticos na capital goiana.
Confirmado! Rally dos Sertões volta a Porto Nacional
Divulgação Competição percorre 8 cidades em três estados e coloca o Tocantins no mapa de um dos maiores rallys do mundo Porto Nacional – Tocantins, está no roteiro de um dos maiores eventos off-road do planeta. O Sertões Petrobras 2026 (o popular Rally dos Sertões) já tem trajeto definido e, entre os dias 22 e 30 de agosto, cruzará três estados brasileiros, passando por oito cidades em uma jornada que reúne adrenalina, resistência e integração com diferentes paisagens do país. Esta será a terceira vez que o rally faz um estágio na cidade – as outras duas foram em 2011 e 2019. A competição de 2026 terá largada em Goiânia (GO) e seguirá por Cavalcante (GO), Luís Eduardo Magalhães (BA), Mateiros (TO), chegando então a Porto Nacional (TO), que será sede da quinta etapa do rally. Depois, o percurso continua por Minaçu (GO), Niquelândia (GO), Goianésia (GO), com encerramento novamente na capital goiana. Reconhecido como o maior rally das Américas, o Sertões desafia pilotos e equipes em trajetos intensos, com terrenos variados que vão desde o cerrado até regiões de difícil acesso, exigindo preparo técnico e físico de alto nível. A chegada dos competidores em Porto Nacional é na quarta-feira, 26 de agosto. No dia seguinte, eles partem em direção a Minaçu (GO). Onde será em Porto Nacional? O evento conta com o Vila Sertões e será realizado na Orla de Porto Nacional. A programação está dividida em três etapas: a montagem ocorre entre os dias 24 e 25 de agosto; o período de funcionamento principal será das 7h do dia 26 de agosto até as 12h do dia 27 de agosto; e a desmontagem será finalizada entre os dias 27 e 28 de agosto. As visitas e abertura ao público, que vai poder conferir veículos de perto e interagir com participantes, é no dia 26 de agosto. Economia Além do impacto esportivo, a passagem do evento deve trazer reflexos positivos diretos para Porto Nacional. A expectativa é de aumento significativo no fluxo de visitantes, contribuindo para fortalecer o turismo local e fomentar o comércio, beneficiando hotéis, restaurantes, ambulantes e diversos prestadores de serviço da cidade. O evento conta ainda com boa cobertura da imprensa especializada e de meios de comunicação nacionais, o que movimentará a cidade no dia do evento. O prefeito Ronivon Maciel destacou a importância do evento para o município. “Receber uma etapa do Sertões em Porto Nacional é motivo de orgulho para todos nós. É um evento de grande visibilidade nacional e internacional, que valoriza nossa cidade, impulsiona o turismo e movimenta a economia local. Estamos nos preparando para acolher bem todos que passarão por aqui e mostrar o potencial que Porto tem”, destacou o prefeito. Com um percurso desafiador e paisagens marcantes, o Sertões 2026 promete mais uma edição histórica, e Porto Nacional será parte fundamental dessa rota que atravessa o coração do Brasil. Vale destacar que o município já recebeu o rally anteriormente, em 2019, experiência que deixou um legado positivo e agora reforça ainda mais a expectativa de geração de oportunidades, fortalecimento do turismo e aquecimento da economia local.
Bolsonaro é responsável pela quadrilha que acabou com o Rio, aponta Otoni de Paula
Brasil247 “Eu não tenho dúvida nenhuma de que Flávio Bolsonaro faz parte dessa quadrilha. E o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro é responsável por essa quadrilha que acabou com o estado do Rio de Janeiro”, declarou Otoni de Paula O deputado federal Otoni de Paula (PSD-RJ), que se declara de direita e hoje se posiciona como um bolsonarista arrependido, fez duras críticas ao clã Bolsonaro e à situação política e de segurança pública no Rio de Janeiro. Em entrevista à BBC News Brasil, ele atribuiu ao grupo responsabilidade direta pela crise no estado e afirmou que a família deveria se afastar das disputas eleitorais locais. O parlamentar sustenta que o Rio vive um cenário de colapso institucional, com forte influência do crime organizado na política e nas instituições públicas, o que o levou inclusive a pedir intervenção federal no estado. Otoni de Paula não poupou críticas a Jair Bolsonaro (PL-RJ) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). “Eu não tenho dúvida nenhuma de que Flávio Bolsonaro faz parte dessa quadrilha. E o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro é responsável por essa quadrilha que acabou com o estado do Rio de Janeiro”, declarou. O deputado afirmou ainda que apoiou candidatos indicados por Bolsonaro no passado e que se arrepende da escolha. “Eu votei no Wilson Witzel porque ele pediu. Eu votei no Cláudio Castro porque ele pediu. E em nenhum momento o ex-presidente Bolsonaro veio a público para admitir sequer que errou”, disse. Em tom ainda mais incisivo, Otoni de Paula afirmou: “Seria até digno a família Bolsonaro não se meter mais nas eleições do Rio, porque eles só apresentam ladrão”. Críticas à segurança pública e denúncia de “narcoestado”O parlamentar descreveu o Rio de Janeiro como um “narcoestado”, onde, segundo ele, o crime organizado teria se infiltrado profundamente nas estruturas de poder. “O Rio de Janeiro já é um narcoestado. O crime já se aparelhou da máquina pública”, afirmou. Ele também criticou operações policiais recentes, classificando-as como ações com motivações políticas. Ao comentar uma megaoperação ocorrida em 2025, declarou que houve manipulação e possível vazamento de informações: “Nitidamente o Doca foi avisado. […] Foram todos embora, foram avisados”. Apesar de defender o combate ao crime, ele criticou abusos. “Sou a favor de que bandido que troca tiro com a polícia… entre morrer o policial e esse bandido, que morra o bandido. O que não vou aceitar é uma polícia que faça justiça com as próprias mãos”, afirmou. Apoio a Eduardo Paes e alinhamento pragmáticoMesmo sendo de direita, Otoni declarou apoio ao atual prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para o governo estadual. Segundo ele, trata-se de uma decisão pragmática diante do cenário político. “Prefiro votar em um soldado de Lula do que em um representante de uma quadrilha”, afirmou. Ele ressaltou que vê em Paes um gestor capaz de recuperar o estado. “Ele hoje é o único personagem da política do Rio de Janeiro que posso dizer que não está envolvido com corrupção ou com crime organizado”. Divergências na direita e posição sobre o cenário nacionalNo plano nacional, Otoni de Paula disse apoiar o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), embora discorde de propostas como a anistia ampla aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. “Não tem como negar que houve uma tentativa de golpe de Estado”, afirmou. Ele acrescentou: “A anistia ampla, geral e irrestrita não vai pacificar o país”. Sobre o governo Lula, fez uma avaliação mista. Criticou a política fiscal, mas reconheceu aspectos positivos. “Na área econômica, é um governo perdulário. […] Tenho elogios? Tenho. Lula é um cara humano”, disse. Debate sobre religião, mulheres e políticaO deputado também abordou temas ligados à religião e ao papel das igrejas no combate à violência contra a mulher. Ele defendeu maior engajamento das lideranças religiosas no tema. “A igreja peca quando não debate esse assunto, e já há comprovações de que uma parte considerável das mulheres violentadas está em nossas igrejas”, afirmou. Otoni também criticou o projeto que criminaliza a misoginia da forma como está proposto, defendendo maior debate. Ao mesmo tempo, declarou apoio histórico às pautas de proteção às mulheres. Ao longo da entrevista, o parlamentar reforçou sua mudança de posicionamento político, destacando críticas tanto à direita quanto à esquerda, enquanto tenta se reposicionar no cenário nacional e estadual.
Gilmar diz que sátira tem limite e cita Zema como boneco homossexual: “Será que não é ofensivo?”
Metrópoles Decano pediu inclusão de Zema em inquérito após vídeo com fantoches. Em entrevista ao Metrópoles, o decano defendeu limites a sátiras O ministro Gilmar Mendes afirmou que há limites para sátiras contra integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e citou Romeu Zema ao dizer que o ex-governador não aceitaria ser alvo de um “boneco homossexual”. Em entrevista ao Metrópoles, concedida às jornalistas Manoela Alcântara e Marília Ribeiro, na tarde desta quinta-feira (23/4), o decano explicou por que solicitou a inclusão do ex-governador de Minas Gerais no Inquérito das Fake News, relatado por Alexandre de Moraes, e citou um exemplo que, segundo ele, Zema não aceitaria. “Se começamos a fazer piadas com coisas sérias, com as instituições [sic], imagine que comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo? Se fizermos ele roubando dinheiro no Estado, será que não é ofensivo? É correto brincar com isso? Homens públicos podem fazer isso? Só essa questão, é só isso, é isso que precisa ser avaliado”, disse Gilmar. O decano pediu que Zema fosse incluído após um vídeo publicado pelo ex-governador nas redes sociais. A produção, divulgada no mês passado, mostra Gilmar e Dias Toffoli representados por fantoches. PedidoEm trecho do documento, Gilmar diz que Zema “vilipendia não apenas a honra e a imagem do Supremo Tribunal Federal, como também da minha própria pessoa“. O ministro ainda chama a produção de Zema de “deep-fake“, que se valeu de “sofisticada edição profissional”. Diz ainda que a publicação tem “claro intuito de vulnerar a higidez desta instituição da República, com objetivo de realizar promoção pessoal”.
Flávio Bolsonaro e Caiado poupam munição contra ministros, e Zema se firma como candidato anti-STF
Oposição na Câmara e Zema anunciam pedido de impeachment contra Gilmar Mendes – Foto: Guilherme Caetano A postura de Zema difere dos demais — tem incomodado aqueles que defendem maior beligerância de Flávio contra o STF e especialmente o ministro Alexandre de Moraes Enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-governador goiano Ronaldo Caiado (PSD) poupam munição contra o Supremo Tribunal Federal (STF), Romeu Zema (Novo) vem abrindo fogo contra os ministros da Corte, firmando-se como o presidenciável anti-sistema. A ofensiva de Zema contra o que ele chama de “intocáveis de Brasília”, com críticas e sátiras, levou o ministro Gilmar Mendes a pedir a inclusão do ex-governador de Minas Gerais no inquérito das Fake News, que investiga ataques contra a democracia e integrantes da Corte, na última segunda-feira (20/4). O movimento de Gilmar provocou uma onda de solidariedade a Zema, mas pouco veio de Flávio e Caiado. Na noite da quarta-feira (22/4) o líder da oposição na Câmara, Gilberto Silva (PL-PB), convocou uma coletiva de imprensa para anunciar um pedido de impeachment contra o ministro em razão da atitude. A postura de Zema difere dos demais — e tem incomodado aqueles que defendem maior beligerância de Flávio contra o STF e especialmente o ministro Alexandre de Moraes, considerado algoz do ex-presidente Jair Bolsonaro. Um levantamento do Estadão identificou que cinco dos 36 tuítes (13,8%) de Flávio nos últimos sete dias fazem referência ao STF ou a seus integrantes, enquanto entre os de Zema são 48 entre 59 (81,3%) sobre o assunto. Caiado nem sequer tocou no assunto em sua conta no X: não há menção ao STF nem a qualquer ministro. A frequência de publicação dos três presidenciáveis é muito diferente. Zema, por exemplo, publicou 59 tuítes em uma semana, enquanto Flávio fez 36 e Caiado, quatro. A maior parte das publicações do mineiro se deu a partir do contra-ataque de Gilmar: foram 50 publicações no X desde segunda-feira (20/4). As onze publicações de Zema na rede social que não foram direcionadas à Corte eram, sobretudo, críticas ao PT ou ao governo Lula. O mineiro tem lançado mão de uma série animada, intitulada “Os intocáveis”, para ridicularizar os ministros. Os 50 tuítes foram feitos nos últimos três dias, comentando e repercutindo notícias em relação ao contra-ataque de Gilmar. O ex-governador também tem dobrado a aposta e republicado os vídeos de sátira. Nesta manhã, Zema respondeu a Gilmar, que disse numa entrevista que o ex-governador “fala um dialeto próximo do português, muitas vezes a gente não o entende”, ao defender a inclusão dele no inquérito. Os dois têm optado por confrontos públicos, por meio de redes sociais e veículos de comunicação. “Sabe por que você não entende o que eu falo, Gilmar Mendes? É que o linguajar de brasileiros simples como eu é diferente do português esnobe dos intocáveis de Brasília. É você recorrer ao autoritarismo pra calar os que criticam o comportamento de ministros do supremo. É você e os seus colegas terem perdido a noção do que separa o público do privado, o certo do errado”, escreveu o mineiro. Ao Estadão, Zema criticou aqueles que têm “medo e rabo preso” em Brasília e disse entender a escolha dos demais presidenciáveis em poupar o Supremo. “Eles têm seus motivos, questões inclusive pessoais. A ação do Bolsonaro deixa o Flávio numa situação delicada. Ele falar alguma coisa pode ter reflexo na saúde do pai dele. Agora os candidatos do PSD, teve inclusive um questionamento jornalístico sobre o tema, e eles se esquivaram. Talvez seja uma orientação do partido”, afirmou. Flávio é quem tem diversificado mais sua comunicação nas redes sociais. Nos últimos dias, falou de segurança pública; fez acenos ao agronegócio; enalteceu o governo Bolsonaro; defendeu o ex-deputado Alexandre Ramagem, detido e liberado nos Estados Unidos; e atacou a esquerda, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu governo. Apesar de não ter feito publicações sobre o caso de Zema, Flávio aproveitou uma entrevista coletiva na feira agrícola Norte Show, em Sinop (MT), para manifestar solidariedade ao aliado, que, afirmou ele, “é mais uma vítima dessa militância que existe no Judiciário, esse ativismo judicial, que é muito lamentável”. Ele tinha sido questionado sobre o inquérito aberto por Moraes na semana passada, atendendo a um pedido da Polícia Federal, para investigar uma suposta calúnia de Flávio contra Lula. O motivo foi um conteúdo publicado pelo senador em que ele associa a imagem do ditador Nicolás Maduro, da Venezuela, ao petista. A publicação acompanha uma mensagem em que afirmava que Lula “será delatado” e relacionava o episódio ao “fim do Foro de São Paulo”. Sem apresentar provas, o senador cita supostos vínculos com o tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, além de apoio a terroristas e ditaduras. “Eu lamento muito a abertura desse processo, porque claramente parece que tem ministro no Supremo, em especial Alexandre de Moraes, que está com saudade, enquanto presidente do TSE, de participar diretamente das eleições. Então está muito claro que eles querem, na verdade, é fazer com que a primeira turma do STF escolha quem vai ser o próximo presidente da República”, afirmou Flávio. Caiado, por sua vez, vem focando em publicações amenas e de baixo engajamento e confronto. Há diversas homenagens e agradecimentos a aliados e demonstração de solidariedade a amigos e conhecidos falecidos, além de autopromoção com feitos em seus mais de sete anos à frente do governo de Goiás.
Trabalho de Vicentinho Júnior garante mais R$ 5,4 milhões para a saúde dos tocantinenses
Divulgação O valor total empenhado nos últimos dias pelo Ministério da Saúde é R$ 5.813.503. São 12 os beneficiados recentemente A atuação parlamentar do pré-candidato a governador do Tocantins Vicentinho Júnior (PSDB) garante a moradores de doze municípios do Tocantins mais de R$ 5,8 milhões para atendimento de saúde. Os recursos foram empenhados pelo Ministério da Saúde na semana passada. “Nesses onze anos e quatro meses de mandato de deputado federal trabalhamos na busca e destinação de recursos para a saúde dos municípios do nosso estado, beneficiando diretamente a população. A nossa prioridade é essa, pois a atenção básica é a porta de entrada do cidadão ao sistema de saúde. Com isso, as unidades básicas garantem o atendimento à população”, comemora o deputado federal Vicentinho Júnior. Melhoria e qualidade de vida Vicentinho ressalta que o contato é constante com os gestores municipais para entender as necessidades das demandas locais e direcionar emendas de forma eficiente. “Nosso compromisso é assegurar que cada real investido resulte em melhoria concreta na qualidade de vida das pessoas, garantindo insumos, medicamentos e valorizando os profissionais de saúde”, finalizou. Os valores O valor total empenhado nos últimos dias pelo Ministério da Saúde é R$ 5.813.503. Os mais recentes municípios beneficiados são: Miracema – R$ 699.755,00 Araguaína – R$ 400. 000,00 Itaguatins – R$ 222.200,00 Filadélfia – R$ 500.000,00 Silvanópolis – R$ 300. 000,00 Pium – R$ 400.000,00 Araguanã – R$ 91.548,00 Arraias – R$ 500.000,00 Formoso do Araguaia – R$ 300.000,00 Paraíso do Tocantins – R$ 1.000.000,00 Augustinópolis – R$ 500.000,00 Xambioá – R$ 500.000,00 Araguanã – R$ 400.000,00
Governo de Goiás realiza Dia D com cursos gratuitos e até 2,5 mil vagas de emprego em Goiânia
Atendimentos de beleza e saúde estão entre os serviços oferecidos gratuitamente no Dia D, no Cotec – Fotos: Retomada Evento realizado no sábado (25/4) reúne oportunidades de qualificação profissional, atendimentos e encaminhamento para vagas com salários de até R$ 4 mil O Governo de Goiás, por meio do Colégio Tecnológico do Estado de Goiás (Cotec), unidade da Secretaria de Estado da Retomada, promove, no próximo sábado (25/4), mais uma edição do Dia D da qualificação e emprego, desta vez em Goiânia. A ação será realizada das 8h às 17 horas, na unidade localizada no Parque Amazônia, com inscrições para cursos profissionalizantes gratuitos, serviços à comunidade e encaminhamento para vagas de emprego. Durante o evento, a população poderá se matricular em cursos em diversas áreas, como extensão de cílios, confeitaria, alongamento de unhas, corte e costura e costura criativa, ampliando as oportunidades de qualificação profissional e geração de renda. Fotos: Retomada Nos cursos com foco em empreendedorismo, o aluno que concluir a formação e se enquadrar nos critérios de vulnerabilidade socioeconômica poderá ter acesso aos benefícios do Goiás Social, como a Bolsa Qualificação, no valor de R$ 250 mensais, e o Crédito Social, que pode chegar a R$ 5 mil para abrir o próprio negócio. “Com o Dia D, o Governo de Goiás atua para aproximar as pessoas das oportunidades, facilitando o acesso à formação, acelerando a empregabilidade e criando caminhos reais para geração de renda”, destaca o secretário da Retomada, César Moura, ao citar que as ações são voltadas à qualificação profissional, inclusão social e geração de oportunidades. Serviços e emprego Durante o evento, o Programa Mais Empregos estará presente com encaminhamento para vagas em Goiânia, Aparecida de Goiânia e região, com média de 2.500 vagas disponíveis e salários até R$ 4 mil. Também farão parte da programação serviços de saúde, com atendimentos e orientações à população. Fotos: Retomada Além disso, serão realizadas oficinas práticas, como produção de bombons e confecção de ecobags, com foco em geração de renda e temática especial para o Dia das Mães. As inscrições para as oficinas serão realizadas no local, por ordem de chegada e distribuição de senhas. A população terá acesso a serviços gratuitos, como massagem, maquiagem e corte de cabelo, além de atendimentos em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds), como emissão de carteira do idoso, carteira de identificação do autista e Passe Livre da Pessoa com Deficiência.
Virginia revela detalhes de academia em Goiânia
Virginia da detalhes sobre academia — Foto: Reprodução/ Instagram de Virginia Influenciadora disse que mulheres terão prazo maior por causa do ciclo menstrual. A nova academia está em fase de obras às margens da BR-153 em Goiânia – Goiás A academia de Virginia Fonseca, em Goiânia (GO) terá mensalidade de 37 dias exclusivamente para mulheres. O anúncio foi feito pela influenciadora nas redes sociais, que explicou que a proposta considera o ciclo menstrual, período em que algumas deixam de frequentar o espaço por desconforto. “ Nós, mulheres, temos o ciclo menstrual e a gente meio que desanima de ir pra academia por vários motivos. A gente fica estressada, fica mais cansada ou, às vezes, tem vergonha de colocar uma roupa de academia. Então aqui as mulheres vão pagar a mensalidade e ela vai ser de 37 dias, você vai ter sete dias a mais e se você não vier aqui nos sete dias durante o seu período menstrual, você tem seus sete dias para vir. Achei isso muito bacana, eu amei muito”, disse Virginia. Segundo Virginia, o novo formato de pagamento busca garantir que as alunas tenham o tempo de descanso necessário sem prejuízo no período contratado. “Para quem optar por pagar 3 meses de uma só vez, cada mensalidade terá duração de 21 dias a mais, seguindo a mesma lógica”, completou. A influenciadora compartilhou detalhes das obras da academia WeGym, que está sendo construída às margens da BR-153, em Goiânia. O espaço conta com investimento de cerca de R$ 5 milhões e terá uma área exclusiva para mulheres, voltada principalmente para treinos de glúteos, além de cadeiras de massagem. AcademiaNa segunda-feira (20/4), a influenciadora publicou vídeos em que testa os equipamentos de última geração durante um treino. Ela destacou que uma das máquinas foi importada da China. A academia terá um ambiente moderno, com paredes pretas e iluminação em LED. No andar superior, o espaço será voltado para atividades de cardio, com várias esteiras disponíveis. O projeto da academia foi anunciado em 2025 e conta com investimento de cerca de R$ 5 milhões. Segundo a influenciadora, o espaço terá mais de 600 máquinas, dois andares e cerca de 250 vagas de estacionamento. A proposta é oferecer uma estrutura de alto padrão, inspirada em academias internacionais.
Reciprocidade: Trump pode ser o grande cabo eleitoral de Lula em 2026
Presidente Lula e Donald Trump – Foto: Ricardo Stuckert / PR / REUTERS/Kevin Lamarque Ao elogiar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o presidente Lula afirmou: “Parabéns pela sua posição em relação ao delegado americano, colocando a reciprocidade, ou seja, o que eles fizeram conosco, a gente vai fazer com eles, esperando que eles estejam dispostos a voltar a conversar e as coisas voltarem à normalidade”. A decisão de ontem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de respaldar a retirada das credenciais de um agente dos Estados Unidos da América (EUA) que atuava no Brasil, em resposta à expulsão de um delegado brasileiro do território norte-americano, recoloca no centro do debate um dos pilares mais importantes das relações internacionais: o princípio da reciprocidade. Mais do que um gesto administrativo, a medida sinaliza uma postura de afirmação soberana que pode ter desdobramentos políticos internos relevantes — inclusive no cenário eleitoral de 2026, especialmente diante da postura do presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Donald Trump. A declaração de Lula foi direta e carregada de significado político e diplomático. Ao elogiar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o presidente afirmou: “Parabéns pela sua posição em relação ao delegado americano, colocando a reciprocidade, ou seja, o que eles fizeram conosco, a gente vai fazer com eles, esperando que eles estejam dispostos a voltar a conversar e as coisas voltarem à normalidade”. A fala resume, com clareza, o espírito do princípio que rege grande parte das interações entre Estados soberanos. O que é a reciprocidade e por que ela importaA reciprocidade é um dos fundamentos estruturais do direito internacional e da prática diplomática. Em termos simples, trata-se da ideia de que os países devem se tratar de maneira equivalente, respondendo a ações de outros Estados com medidas proporcionais. Isso vale para concessões comerciais, acordos bilaterais, vistos, cooperação policial e até sanções. Sem reciprocidade, o sistema internacional tenderia a se tornar assimétrico e instável. Países mais fortes poderiam impor unilateralmente suas vontades, enquanto os mais frágeis ficariam sem instrumentos de resposta. É justamente esse mecanismo que permite algum grau de equilíbrio em um mundo marcado por profundas desigualdades de poder. No caso específico envolvendo Brasil e EUA, a retirada de um representante brasileiro em missão oficial sem negociação prévia foi interpretada pelo governo brasileiro como uma quebra da “boa prática diplomática”. Ao reagir com medida equivalente, o Brasil sinaliza que não aceita tratamento desigual — uma mensagem relevante não apenas para Washington, mas para toda a comunidade internacional. Soberania em tempos de tensãoA decisão ocorre em um contexto de crescente tensão diplomática, agravada pela atuação de autoridades norte-americanas em casos sensíveis envolvendo o Brasil. O episódio envolvendo o delegado Marcelo Ivo de Carvalho, que atuava em Miami desde 2023 e participou de ações ligadas ao ex-deputado Alexandre Ramagem, tornou-se um ponto de atrito entre os dois países. Ao aplicar a reciprocidade, o governo brasileiro reafirma sua autonomia institucional e sua capacidade de resposta. Esse tipo de postura tem forte ressonância interna, especialmente em um país com histórico de interferências externas e episódios de lawfare que marcaram profundamente o debate político recente. A soberania, nesse contexto, deixa de ser um conceito abstrato e passa a se traduzir em ações concretas. E isso tem peso político. Trump como fator de polarização externaA presença de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos adiciona uma camada extra de complexidade. Conhecido por sua política externa agressiva e unilateral, Trump frequentemente adota posturas que tensionam relações com outros países, inclusive aliados históricos. Esse estilo confrontacional pode acabar favorecendo lideranças que se colocam como defensoras da soberania nacional — caso de Lula. Ao reagir a medidas consideradas hostis, o presidente brasileiro se posiciona como alguém capaz de enfrentar pressões externas e proteger os interesses do país. Nesse sentido, cada episódio de tensão com os Estados Unidos pode reforçar a narrativa de Lula como líder firme e independente, especialmente diante de um adversário internacional percebido como intervencionista. Isso cria um ambiente político no qual Trump, ainda que involuntariamente, pode contribuir para fortalecer Lula no cenário interno. Impactos na opinião pública brasileiraHistoricamente, momentos de atrito com potências estrangeiras tendem a gerar efeitos de coesão nacional. A percepção de injustiça ou desrespeito externo frequentemente mobiliza a opinião pública em torno do governo de turno — desde que este demonstre capacidade de resposta. A decisão de aplicar a reciprocidade, nesse sentido, dialoga diretamente com um sentimento de afirmação nacional. Ao agir de forma proporcional, o governo transmite a mensagem de que o Brasil não aceita ser tratado como ator secundário no cenário internacional. Além disso, a medida reforça uma imagem de equilíbrio: não se trata de romper relações ou escalar conflitos, mas de restabelecer condições de igualdade. Esse tipo de postura tende a ser bem recebido por setores moderados da sociedade, que valorizam tanto a soberania quanto a estabilidade diplomática. Cooperação internacional sob novas basesOutro aspecto importante do princípio da reciprocidade é que ele não visa romper relações, mas reorganizá-las. Ao estabelecer limites claros, os países criam condições mais equilibradas para a cooperação futura. No caso da relação Brasil-Estados Unidos, a retirada das credenciais do agente norte-americano não significa o fim da colaboração policial, mas sim a exigência de que ela ocorra em bases mais justas. O próprio Lula sinalizou a expectativa de que o diálogo seja retomado e que a normalidade seja restabelecida. Esse tipo de reposicionamento pode, inclusive, fortalecer acordos futuros, ao eliminar assimetrias que geram desconfiança. Em outras palavras, a reciprocidade não é apenas um instrumento de reação, mas também de construção de relações mais sustentáveis. Segurança pública e reforço institucionalNo mesmo contexto, Lula anunciou a convocação de mil novos profissionais para a Polícia Federal, incluindo agentes, escrivães, delegados e peritos. A medida reforça a estratégia de combate ao crime organizado e sinaliza prioridade política para o fortalecimento das instituições. Ao combinar uma postura firme na política externa com investimentos internos em segurança pública, o governo constrói uma narrativa de ação coordenada: defesa da soberania no plano














