Leonardo. Foto: Reprodução/Instagram A assessoria do Cantor ainda também não se pronunciou até o fechamento desta matéria, mas o espaço do Área Vip segue aberto, para mater a dúvida dos internautas Nesta segunda-feira, 25 de maio, ocorreu a festa da Maria Alice, filha do o cantor Zé Felipe com a influenciadora digital Virginia Fonseca. Os momentos da celebração de 5 anos foram compartilhados pela própria família nas redes sociais e os internautas notaram a ausência do sertanejo renomado Leonardo na festinha da neta. O cantor Leonardo, que é muito presente na vida dos três netos, ainda não revelou o motivo de não ter comparecido ao evento da Maria Alice. A assessoria dele ainda também não se pronunciou até o fechamento desta matéria, mas o espaço do Área Vip segue aberto, para mater a dúvida dos internautas. Quem compareceu?Poliana Rocha, esposa do Leonardo, Monyque Isabella marcou presença no evento acompanhada da esposa, Jessika Losi. Matheus Vargas compareceu ao lado da namorada, a nutricionista Raphaela Tolotti. Não foramAs outras ausências foram: Pedro Leonardo, a esposa Thais Gebelein e as filhas dele não compareceram. João Guilherme e Jéssica Beatiz Costa também não. Entrevista No ano passado, Leonardo comentou em entrevista sobre o sucesso que as netas, Maria Alice e Maria Flor, fazem nas redes sociais: “A Maria Flor é muito carismática. Se ela chegar aqui, ela vai entrar ali do lado e vai falar: ‘oi, oi, oi! Tudo bom?’”. O astro sertanejo destacou o lado religioso de primogênita de Zé Felipe e Virginia: “A Maria Alice é uma coisa que tem que ser meio estudada. Ela liga para a vó dela e fala: ‘ô, vovó, já estou pronta. Passa aqui em casa para você me levar para a igreja. Eu nunca gostei de ir à igreja. E chega lá, cara, e ela entra sozinha, vai lá no altar, ajoelha e fica rezando. Eu não consigo rezar um ‘pai nosso’ daquele jeito. Ela reza tudo!“.
Situação envolvendo Leonardo chama atenção
“Voltem”: pedidos de fãs marcam fotos de Virginia e Zé Felipe
Reprodução/redes sociais Publicação conjunta de Virginia e Zé Felipe rapidamente viralizou e reuniu pedidos de reconciliação dos fãs Virginia Fonseca e Zé Felipe se reencontraram pessoalmente nesta segunda-feira (25/5), durante a comemoração de cinco anos da filha mais velha do ex-casal, Maria Alice. A celebração aconteceu na casa de festas da influenciadora, localizada em Goiânia. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram que os dois chegaram juntos ao local no mesmo carro. Fotos juntosNas redes, Virginia e Zé Felipe também compartilharam fotos em publicação conjunta ao lado da aniversariante. Em menos de 30 minutos no ar, o post já havia ultrapassado a marca de 2 milhões de curtidas. Um detalhe que chamou a atenção foram os comentários deixados pelos fãs na publicação do ex-casal. A maioria das mensagens pedia uma reconciliação entre os famosos, que estão separados há um ano após quatro anos de casamento. “Joga reconciliação, Senhor!”, escreveu um perfil. “Vem reconciliação!”, comentou outro internauta. “Torcendo por essa reconciliação, Jesus”, publicou mais um usuário. “Que lindos! Eu pensei, o Brasil todo pensando também e torcendo”, dizia outro comentário. Veja as fotos “Voltem”: pedidos de fãs marcam fotos de Virginia e Zé Felipe – destaque galeria5 imagens:Maria Flor, Virginia Fonseca, Maria Alice, Zé Felipe e José Leonardo.Virginia, Maria Alice e Zé Felipe.Virginia, Maria Flor, Maria Alice, José Leonardo e Zé Felipe.Virginia, Maria Alice e Zé Felipe. Detalhes da festaCom o tema Universo Mágico da Disney, a festa de Maria Alice contou com cenários inspirados em clássicos do estúdio. Nos stories, Virginia Fonseca mostrou detalhes dos ambientes decorados com referências a produções como Toy Story, Divertida Mente e Peter Pan. A comemoração ainda contará com shows de Léo Foguete, da dupla Matheus e Kauan e do cantor Henry Freitas.
Governo de Goiás publica homologação da adesão a programa emergencial voltado ao diesel
Governador Daniel Vilela homologa adesão ao programa emergencial de abastecimento de combustíveis – Fotos: Secom / Governo de Goiás Limite máximo estimado para Goiás é de R$ 107,2 milhões, calculado com base na participação de 5,36% do Estado no consumo nacional de diesel O governador Daniel Vilela publicou, nesta segunda-feira (25/5), no Diário Oficial do Estado, a homologação da adesão ao Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis, instituído pelo governo federal para assegurar a continuidade do abastecimento de óleo diesel no país. O ato detalha as condições de participação do Estado no programa e as obrigações decorrentes da medida. Conforme o documento, o governador designa a secretária da Economia, Renata Lacerda Noleto, como responsável pelo recebimento das informações necessárias à implantação das obrigações decorrentes da adesão ao programa. A Medida Provisória que criou o regime definiu os critérios de participação dos estados e os limites da subvenção econômica. O texto estabelece que Goiás responde por 5,36% do consumo nacional de diesel registrado em 2025, percentual utilizado para o rateio da participação estadual. Com base nesse parâmetro e no teto de R$ 2 bilhões previsto para a participação dos estados, a Secretaria da Economia calcula em R$ 107,2 milhões o limite máximo estimado para Goiás durante os dois meses de vigência da medida. A contribuição financeira do Estado, correspondente a R$ 0,60 por litro de óleo diesel comercializado nos meses de abril e maio, será retida no Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE), conforme estabelece a Medida Provisória.
“Investimentos simbolizam mais oportunidades para goianos”, diz Daniel Vilela em visita à fábrica do Grupo Heineken
Daniel Vilela visita fábrica da Heineken em Alexânia: mais de R$ 100 milhões em investimentos reforçam Goiás como ambiente positivo de negócios – Fotos: Júnior Guimarães Com mais de R$ 100 milhões aplicados em três anos, unidade em Alexânia reforça ambiente de negócios que tem atraído novas empresas para Goiás O governador Daniel Vilela acompanhou, nesta segunda-feira (25/05), em Alexânia, os projetos de modernização anunciados pelo Grupo Heineken na fábrica instalada no município. A unidade recebeu mais de R$ 100 milhões nos últimos três anos, com foco principalmente em eficiência operacional e gestão hídrica. “Os investimentos anunciados simbolizam mais oportunidades para os goianos. Estamos de portas abertas para garantir parcerias que continuem proporcionando desenvolvimento, geração de emprego e de renda”, afirmou o governador. Fotos: Júnior Guimarães A expansão da cervejaria se soma a um ciclo recente de atração de empresas e ampliação de operações em Goiás. Em menos de três anos, multinacionais como Xamano Group, John Deere, ESM, IBG Gases, Votorantin, Mitsubishi e Caoa somaram cerca de R$ 14 bilhões em investimentos para instalações e ampliação de plantas industriais. Além disso, o Estado se tornou um dos maiores hubs logísticos de distribuição para o comércio eletrônico, com mais de 15 empresas instaladas em Hidrolândia, entre elas a Amazon, e o recente anúncio da Shopee para ampliação das operações no município. Nesse sentido, Daniel Vilela destacou o perfil do Estado, receptivo ao investimento privado, e lembrou que Goiás foi pioneiro na criação de políticas de incentivo fiscal, ainda na década de 1980. “Somos um estado vanguardista, de gente ousada, trabalhadora e que tem orgulho desta terra. Por isso, nosso governo está à disposição para ofertar políticas capazes de ampliar, cada vez mais, essa planta instalada em Alexânia”, disse sobre a Heineken. Fotos: Júnior Guimarães Durante a execução dos projetos em Alexânia, foram criados cerca de 120 empregos, além da mobilização de fornecedores da região, contribuindo para o fortalecimento da cadeia produtiva e o desenvolvimento econômico do Entorno do Distrito Federal. Atualmente, a unidade emprega cerca de 340 pessoas direta e indiretamente. Após conhecer as instalações, o governador enfatizou a localização estratégica da fábrica, situada entre Goiânia e Brasília. “O Grupo Heineken está há oito anos em Goiás, com essa planta que gera tantas oportunidades aos goianos e abastece o mercado da Região Metropolitana de Goiânia e de Brasília. O Centro-Oeste brasileiro é também um hub de conexão com as regiões Norte e Nordeste do país. Portanto, a gente imagina que vocês terão a possibilidade de ampliar cada vez mais”, acrescentou. Para o titular da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás (SIC), Joel de Sant’Anna Braga Filho, a operação reforça a competitividade do Estado. “Isso é muito importante para uma cervejaria internacional, fazendo com que Goiás dê exemplo ao Brasil”, comentou. Sustentabilidade e eficiência A unidade de Alexânia é considerada uma das mais eficientes do Grupo Heineken em todo o mundo, em relação ao uso de água. A empresa possui cerca de 160 fábricas espalhadas globalmente, das quais 13 ficam no Brasil. Em Goiás, a operação envolve produção de cerveja, logística, automação industrial, cadeia de fornecedores e sustentabilidade ambiental. Fotos: Júnior Guimarães Desde 2018, a cervejaria reduziu em aproximadamente 23% o consumo de água por litro produzido. Atualmente, o índice está em cerca de 2,2 litros de água para cada litro de cerveja fabricado, resultado obtido por meio de investimentos em tecnologia, tratamento e reuso hídrico. Segundo o diretor regional do Grupo Heineken, Cícero Rodrigo, o diálogo com o poder público contribui para desenvolver o planejamento da companhia. “Um desejo é que a Heineken possa, de alguma maneira, aprimorar esse projeto já construído também em parceria com a população. Podemos integrar o nosso fornecedor de água da cidade, que é a Saneago, para aproveitar melhor essa iniciativa”, pontuou. A conciliação entre produção e sustentabilidade também foi frisada pelo prefeito de Alexânia, Warley Gouveia. “Isso é muito relevante para quem empreende, mas nós devemos também pensar na questão ambiental e nas próximas gerações. Temos que avaliar o avanço industrial e comercial, sem deixar de observar o resíduo hídrico e as bacias que temos. A Heineken é um exemplo disso”, afirmou.
Mulher some após roubar R$ 75 Bilhões
Foto: Reprodução / Instragram Ruja Ignatova a “Mulher” mais procurada do FBI some após roubar R$ 75 Bilhões A empresária Ruja Ignatova se tornou um dos maiores mistérios internacionais da última década após desaparecer pouco antes de ser presa por autoridades americanas. Conhecida como “Rainha das Criptomoedas”, ela é acusada de liderar um esquema bilionário de fraude financeira envolvendo a empresa OneCoin. Segundo investigações dos Estados Unidos da América (EUA) o golpe teria movimentado cerca de US$ 15 bilhões, valor equivalente a aproximadamente R$ 75 bilhões na cotação atual. Milhões de pessoas em diversos países foram atraídas por promessas de lucros rápidos e investimentos considerados revolucionários no mercado de criptomoedas. Desaparecimento De acordo com o Federal Bureau of Investigation, Ruja desapareceu em 2017 após embarcar em um voo da Bulgária para a Grécia. Desde então, nunca mais foi vista publicamente. As autoridades acreditam que ela possa estar vivendo com identidade falsa ou recebendo ajuda de organizações criminosas internacionais. O caso ganhou dimensão global justamente pelo desaparecimento repentino da empresária no auge das investigações. Ruja entrou oficialmente para a lista dos fugitivos mais procurados pelo FBI, que segue oferecendo recompensa milionária por informações que levem ao paradeiro dela. As investigações apontam que a OneCoin funcionava como um esquema de pirâmide financeira disfarçado de criptomoeda. Segundo promotores americanos, os investidores eram incentivados a atrair novas pessoas para o negócio enquanto os responsáveis movimentavam bilhões de dólares ao redor do mundo. Mesmo após anos do desaparecimento, o paradeiro da empresária continua desconhecido e o caso segue cercado de teorias e especulações internacionais
Caiado fala em equiparar facções a terroristas para defender Amazônia
“Faremos alianças com os países que temos fronteira e com os Estado Unidos para esse enfrentamento. Assim como devolvi Goiás aos goianos, vou devolver o Brasil aos brasileiros de bem”, completou Caiado O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) defendeu o enquadramento de facções criminosas como grupos terroristas no Brasil. Declaração foi realizada durante evento de agenda em São Paulo, nesta segunda-feira (25/5), onde Caiado apresentou suas prorpostas ao setor empresarial. “A Amazônia brasileira é 100% comandada pelo Comando Vermelho e o PCC. Mais de 250 municípios hoje são 100% comandados pelo Comando Vermelho e pelo PCC. Muita gente diz ‘Caiado, você vai implantar a tese do terrorismo?’ Imediatamente”, afirmou o pré-candidato em entrevista do ciclo de debates promovido pela Amcham (Câmara Americana de Comércio para o Brasil). Ainda em seu discurso, o ex-governador comentou sobre alianças internacionais visando o combate ao crime. “É a única maneira que nós teremos para enfrentá-los na Amazônia brasileira, hoje não se tem tropas de policias militares para enfrentarmos aquele território ocupados por facções colombianas e mexicanas, além do PCC e do Comando Vermelho. Não conseguimos ocupar o território sem toda a presença da Aeronáutica, Marinha e do Exército Brasileiro”, disse Caiado. “Faremos alianças com os países que temos fronteira e com os Estado Unidos para esse enfrentamento. Assim como devolvi Goiás aos goianos, vou devolver o Brasil aos brasileiros de bem”, completou. Enquadramento de facções criminosas como grupos terroristas A possível classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital), CV (Comando Vermelho) e outras facções criminosas como organizações terroristas tornou-se um ponto de debate central entre o Governo brasileiro, autoridades estrangeiras e especialistas em segurança pública. Enquanto os Estados Unidos defendem que facções transnacionais recebam esse rótulo para facilitar sanções financeiras e cooperação internacional, o MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública) sustenta que, sob a legislação brasileira, esses grupos são organizações criminosas motivadas pelo lucro, e não pelo terrorismo ideológico. De acordo com a Lei Antiterrorismo (Lei nº 13.260/2016), o terrorismo é definido pela prática de atos motivados por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião. O governo de Donald Trump tem pressionado o Brasil para que o PCC e o CV sejam enquadrados como terroristas. Segundo técnicos norte-americanos, essa mudança permitiria a aplicação de sanções econômicas mais severas e o congelamento de ativos no sistema financeiro internacional.
Governo de Goiás realiza Dia D do Cotec em 11 cidades simultaneamente
Dia D do Cotec será realizado simultaneamente em 11 cidades goianas com cursos gratuitos, oficinas e serviços à população – Fotos: Cotec Ação oferece cursos gratuitos, oficinas práticas, serviços à população e incentivo ao empreendedorismo em diferentes regiões do estado O Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Retomada, realiza no próximo dia 29 de maio o Dia D do Colégio Tecnológico do Estado de Goiás (Cotec) em 11 cidades goianas. A iniciativa vai disponibilizar inscrições para cursos gratuitos de qualificação profissional, oficinas práticas, serviços à população e ações voltadas à geração de renda e ao empreendedorismo. Fotos: Cotec Participam desta edição os municípios de Caiapônia, Catalão, Ceres, Cidade de Goiás, Goianésia, Goiatuba, Jaraguá, Piranhas, Porangatu, Santa Helena de Goiás e Uruana. Durante o evento, a população poderá se inscrever em cursos nas áreas de tecnologia, informática, gastronomia, beleza, moda, administração, marketing, confeitaria e comunicação, ampliando as oportunidades de capacitação e acesso ao mercado de trabalho. Fotos: Cotec A programação inclui oficinas práticas voltadas ao empreendedorismo e serviços gratuitos, como vacinação, atualização do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e Bolsa Família, aferição de pressão arterial, testes rápidos, orientações sociais e atendimentos do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Algumas cidades também contarão com ações de beleza e cidadania. Os cursos ofertados pelo Cotec têm foco na geração de renda. Alunos que concluírem as capacitações e atenderem aos critérios sociais poderão acessar benefícios do Goiás Social, como a Bolsa Qualificação, no valor de R$ 250 mensais, e o Crédito Social, de até R$ 5 mil para investimento no próprio negócio. Os horários e endereços das unidades participantes podem ser consultados no site oficial do Cotec: https://cotec.go.gov.br/. “Mais do que um dia de inscrições, o Dia D do Cotec é uma ação para aproximar a população mais vulnerável de oportunidades de qualificação e renda. A capacitação abre portas no mercado de trabalho, incentiva o empreendedorismo e contribui para transformar a vida das pessoas”, destaca o secretário da Retomada, César Moura.
Irã executa homem acusado de enviar informações para os EUA e a Israel
© Walking Archive O homem foi identificado como Mojtaba Kian e acusado de repassar dados sobre a indústria de defesa do Irã ao que as autoridades iranianas descreveram como “o inimigo” O Judiciário do Irã informou no domingo (24/5) que executou um homem acusado de enviar informações aos Estados Unidos e a Israel durante a guerra. A Reuters, citando a agência de notícias Mizan, ligada ao Judiciário, informou que o homem foi identificado como Mojtaba Kian e acusado de repassar dados sobre a indústria de defesa do Irã ao que as autoridades iranianas descreveram como “o inimigo”. O comunicado foi breve, mas chamou atenção imediatamente por causa do momento em que foi divulgado. Ele veio enquanto a guerra continua ativa e a diplomacia em torno do conflito mais amplo segue em curso, o que torna o caso algo além de uma rotina criminal dentro do Irã. O caso faz parte de uma repressão mais ampla à segurançaA execução parece fazer parte de um endurecimento mais amplo da resposta de segurança interna do Irã. A Reuters informou em 21 de maio que o país também executou duas pessoas sob acusações relacionadas à segurança nacional, mostrando que as autoridades seguem aplicando punições severas em casos apresentados como ameaças ao Estado. No início de maio, a Reuters também informou que o Irã executou outros homens acusados de espionagem para Israel ou para os serviços de inteligência dos EUA e de Israel, sugerindo um padrão mais amplo de processos por espionagem durante o conflito. Por que o momento importaO momento importa porque execuções em tempo de guerra passam uma mensagem que vai além do tribunal. Elas podem ser usadas para mostrar que o Estado tenta projetar controle, dissuadir supostos vazamentos de inteligência e alertar contra a cooperação com potências estrangeiras enquanto o país está sob pressão militar e política. Essa é uma interpretação com base no momento do caso e na recente sequência de execuções ligadas à segurança relatadas pela Reuters. Nesse sentido, o caso também faz parte da frente interna da guerra. Ele mostra como o conflito não afeta apenas as operações militares e a diplomacia, mas também a forma como as autoridades iranianas monitoram a lealdade interna e a dissidência. Crescem as preocupações com direitos humanosA execução também deve aumentar a preocupação de autoridades internacionais de direitos humanos. O escritório de direitos humanos da ONU disse em 29 de abril que pelo menos 21 pessoas haviam sido executadas e milhares presas desde o início da guerra, incluindo duas pessoas acusadas de espionagem, ao mesmo tempo em que alertava para o uso de alegações de segurança nacional e para preocupações com o devido processo. Isso não define a verdade da acusação contra Kian. Mas significa que a análise externa provavelmente vai se concentrar em como casos como esse são investigados, julgados e executados em condições de guerra. O que vem a seguirPor enquanto, o caso se apresenta tanto como uma punição legal quanto como um sinal político. Enquanto Teerã acreditar que espionagem e vazamentos internos fazem parte da guerra maior, novos processos de segurança com enquadramento mais duro podem surgir. Isso torna esta execução relevante para além de um único réu. Ela mostra como a guerra está remodelando o ambiente de segurança interna do Irã e intensificando o debate sobre até onde pode ir a justiça em tempo de guerra.
Huck ataca novamente os mais pobres
Imagens: Fórum Não há nada de inesperado nas bobagens de Huck Luciano Huck criticou o Bolsa Família. Ignorou o fato de ela ser responsável por mobilidade social e disse que os beneficiários usam de subterfúgios para não deixar o programa. A Nath Finanças destruiu seus argumentos. Não há nada de inesperado nas bobagens de Huck. Ele é o atual representante de assistencialismo na televisão brasileira. Menos tosco que Sílvio Santos e os aviõezinhos, mas o mesmo tipo. Não há nada de bom a se esperar de Luciano Huck Ele começou fazendo sucesso explorando a fetichização do corpo feminino, com a Feiticeira e a Tiazinha. Em 2014, queria encontrar um príncipe encantado para as mulheres brasileiras entre os turistas que vinham para a Copa. Foi acusado de incentivador de turismo sexual. Em 2015, um torcedor espanhol jogou uma banana em Daniel Alves. O fato criou revolta e ocasionou a campanha #somostodosmacacos. Ele viu oportunidade de lucros e colocou à venda camisetas com a frase, por R$ 69. Luciano Huck, enfim, e quem disse acreditar que Jair Bolsonaro poderia ressignificar a política brasileira. Então. tá bom. Quem não te conhece, que te compre.
A piloto de combate que salvou vidas de 148 passageiros
-Imagens: © US Navy/PH2 Thomas P. Milne/Getty Images Tammie Jo Shults ‘nervos de aço’ foi uma das primeiras pilotos de caça da Marinha dos EUA ammie Jo Shults sonhava em pilotar aviões de caça. Ela cresceu na década de 1960 em um rancho perto da Base Aérea Holloman, no Novo México (Estados Unidos), e adorava ver os aviões rugindo sobre o celeiro da família. Voar parecia algo mágico para ela. Ela trabalhava duro na fazenda e, aos nove anos, já dirigia um trator. Seus pais não faziam distinção entre homens e mulheres na hora do trabalho e a incentivaram a encontrar uma carreira de que gostasse. Então Shults disse à mãe: “Quero pilotar aviões de caça”. A mãe respondeu: “Tammy, essas pessoas são muito inteligentes”. Foi o primeiro sinal para Shults de que o caminho para se tornar piloto não seria simples. Os obstáculos Em um dia de orientação profissional no ensino médio, ela foi à aula de aviação e o coronel responsável disse: “Este é um dia de orientação profissional, não de hobbies: você precisa encontrar algo que uma garota possa fazer”. Mesmo assim, Shults se sentou e, enquanto ouvia, seu entusiasmo aumentava. “Foi empolgante até o fim. E percebi que… não tinha ouvido nada que estivesse além da compreensão da mente feminina”, contou. Ela saiu da aula mais determinada do que nunca a se tornar piloto militar. Ao terminar a universidade, bateu à porta de um recrutador da Força Aérea. “Ele me ouviu. E então disse: ‘Sinto muito, mas não recrutamos mulheres’”, lembrou Shults. Foi a primeira de muitas portas fechadas na sua cara. Shults teve de suportar várias rejeições antes de conseguir assumir o comando de um avião de caça – © Tammie Jo Shults Ela decidiu tentar a sorte em outros ramos das Forças Armadas dos EUA que também operam aviões, incluindo o Exército — onde disseram que ela não se encaixava — e depois a Marinha, onde ao menos permitiram que ela fizesse o teste. “O recrutador me disse: ‘Sinto muito, você tirou uma nota alta o suficiente para um homem, mas não para uma mulher. Você precisa tirar uma nota mais alta se quiser ser piloto’”, relatou Shults. Ela voltou à universidade para cursar pós-graduação, mas sabia que precisava tentar mais uma vez. Após concluir os estudos, em 1985, foi a outro escritório de recrutamento da Marinha e disse ao recrutador que não havia obtido nota suficientemente alta “para ser mulher” e que queria refazer a prova. “E ele me disse: ‘Do que você está falando? Não temos notas diferentes para homens e mulheres’. Então disse: ‘Vou verificar sua nota’. E verificou. ‘Sua nota está boa’, garantiu.” Alguns meses depois, com a cabeça raspada, ela fazia flexões na Escola de Candidatos a Oficiais de Aviação, na Flórida. Voar era tão mágico quanto Shults havia sonhado. Ela se qualificou como piloto e se tornou instrutora, especializando-se em “voos fora de controle”. Isso consistia em levar a aeronave a cerca de 9.140 metros de altitude e fazê-la entrar em parafuso. O aluno então tinha a responsabilidade de recuperar o controle; caso não conseuisse, Shults assumia os comandos. As ações de Shults chamaram a atenção da mídia e renderam reconhecimento das autoridades em seu país – © Disney General Entertainment Content via Getty Images Tudo aquilo foi um excelente treinamento para o que viveria um dia, há oito anos, quando o motor de seu próprio avião de passageiros explodiu. Naquele momento, ela já tinha uma carreira de uma década como piloto da Marinha dos EUA, período em que conheceu o marido. Na década de 1990, ambos deixaram a farda e formaram uma família. Os dois encontraram trabalho como pilotos comerciais na companhia aérea americana Southwest Airlines. Em 17 de abril de 2018, o voo 1380 estava abastecido para uma longa viagem entre La Guardia (Nova York) e Dallas (Texas). Todos os assentos estavam ocupados e, quando o avião atingiu 10.060 metros de altitude, Shults ouviu uma explosão. A primeira coisa em que pensou foi que tinham sofrido uma colisão no ar. “(O avião) deslizou lateralmente, inclinou-se abruptamente em mergulho e fez uma curva repentina para a esquerda”, contou Shults. Ela recuperou o controle da aeronave, mas ela começou a tremer com tanta intensidade que não conseguia ler os instrumentos. Apelando aos instintos A cabine se encheu de fumaça e ouviu-se um estrondo tão forte que Shults e seu primeiro oficial não conseguiam se escutar. O que ela não sabia era que um pedaço de uma das pás do ventilador havia se soltado, penetrando no motor e provocando sua explosão. Só depois descobriu que a carenagem do motor havia ficado em pedaços. “[Ela estava] aberta como uma banana, mas ainda presa à base da asa”, relatou. Uma das janelas foi atingida pelos destroços e cedeu, causando uma rápida perda de pressão na cabine. “Nessa altitude, os seios da face não conseguem equalizar a pressão atmosférica tão rapidamente quanto a pressão do ar. Então dói muito”, explicou Shults. Ela sentia dor das orelhas até o pescoço. Apesar de tudo, seus instintos e seu treinamento prevaleceram. Assim, conseguiu seguir para o aeroporto mais próximo, o da Filadélfia. “Lembro de pensar: ‘Não tenho certeza de que vamos conseguir chegar à pista a tempo’. Isso me fez pensar que talvez fosse o dia em que encontraria meu criador”, disse. Shults conseguiu pousar um avião comercial que perdeu parte do motor no ar, salvando a vida de quase todos os passageiros e tripulantes – © Getty Images No entanto, nas gravações em que fala com os controladores aéreos, Shults soa tranquila. “Sim, estamos sem uma parte do avião, então vamos precisar reduzir a velocidade”, é possível ouvi-la dizer. Depois, quando a pista apareceu à vista, ela pode ser ouvida sussurrando “Pai Celestial” no gravador da cabine. O avião voava inclinado, com apenas um motor, e Shults havia passado da pista. Ela precisou usar todos os recursos ao seu alcance para alinhar a aeronave e pousar sem problemas, salvando os 148 passageiros e tripulantes. Uma passageira, Jennifer














