Imagem: Brasil247 “A CONTA É SUA? Celina quer pegar empréstimo de quase 7 bilhões e empurrar para o POVO PAGAR as fraudes no BRB”, denunciou Ricardo Cappelli A tentativa do Governo do Distrito Federal de obter aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para um empréstimo bilionário ao Banco de Brasília (BRB) provocou reação do presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e pré-candidato ao governo local, Ricardo Cappelli (PSB). Em publicação nas redes sociais, ele criticou a iniciativa e levantou questionamentos sobre os impactos da operação. De acordo com o Metrópoles, a governadora Celina Leão (PP) pretende encaminhar ofício ao Palácio do Planalto solicitando o aval do Tesouro Nacional para viabilizar crédito de até R$ 6,6 bilhões ao BRB, em meio à crise financeira enfrentada pela instituição. Críticas diretas e questionamentosNa postagem, Cappelli fez críticas contundentes à proposta e à condução do caso. “A CONTA É SUA? Celina quer pegar empréstimo de quase 7 bilhões e empurrar para o POVO PAGAR as fraudes no BRB. Quer ainda que LULA seja o fiador. O procurador geral do DF pediu DEMISSÃO porque disse que isso é ilegal, que o GDF não tem limite para isso. Cadê o dinheiro DESVIADO?”, escreveu. A manifestação acrescenta pressão política ao debate sobre a estratégia do governo distrital para enfrentar a crise no banco público. Pedido de aval e defesa do governoA governadora Celina Leão tem defendido a necessidade do empréstimo para preservar a estabilidade financeira do BRB. “A gente espera que ele tenha a sensibilidade”, afirmou ao comentar a expectativa de apoio do presidente Lula. Ela também ressaltou que o processo segue trâmites institucionais. “Cabe a mim como governadora encaminhar o ofício e pedir uma audiência para discutir a situação. É um gesto formal, mas a gente espera que seja acatado também pelo presidente. Até pela formalização, porque tudo está sendo seguido conforme aquilo que nós havíamos encaminhado para o Banco Central. Eu tenho certeza que nós seremos atendidos”, disse. Crise histórica no bancoO BRB enfrenta a maior crise financeira de sua história após prejuízos associados a operações com o Banco Master. Auditoria interna apontou que cerca de R$ 13,3 bilhões em carteiras adquiridas estavam “total ou majoritariamente desprovidos de lastro”. Diante desse cenário, o banco busca reforçar capital e liquidez, com a tentativa de captação de recursos via Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ou consórcio de instituições financeiras, além da venda de ativos. Articulação institucionalO presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, demonstrou confiança em um entendimento entre o governo distrital e o federal. “Tem algo que eu tenho defendido com muita veemência: creio que, com a sensibilidade e o protagonismo da Celina e do presidente Lula, eles possam chegar ao entendimento para que ele possa dar aval. Os interesses do sistema financeiro nacional e do BRB em especial – porque envolve muito aspecto social – precisam estar acima dos interesses políticos. Pelo que conheço os dois, creio que vão chegar ao entendimento para o aval do Tesouro”, afirmou ao Metrópoles.
Celina quer que o povo pague fraudes no BRB, critica Cappelli
STF torna deputado Gustavo Gayer réu por injúria contra Lula
Vinicius Schmidt/Metropoles A Primeira Turma do STF aceitou denúncia contra o deputado federal por injúria após imagem manipulada que associou Lula ao nazismo A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) por injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No caso, o parlamentar exibiu em seu perfil na rede X uma montagem de Lula que o associa ao nazismo. A denúncia foi apresentada em fevereiro de 2025, mas o sigilo só foi retirado nesta terça-feira (28/4), data do julgamento. À época da postagem, a Advocacia-Geral da União (AGU) emitiu notificação extrajudicial ao X (antigo Twitter) requerendo à plataforma a imediata remoção do post divulgado pelo deputado federal. Na imagem manipulada, o presidente Lula aparecia com um fuzil nas mãos, com uma bandana do grupo Hamas e com uma suástica nazista tatuada no rosto e exposta em uma braçadeira. Logo abaixo da foto, havia um texto com o seguinte conteúdo: “ATENÇÃO: Lula já mandou trocar a sua foto de presidente em todos os ministérios e estatais”. Na notificação, a AGU destacou que houve clara intenção do parlamentar em associar o presidente da República ao terrorismo, ao nazismo e a posições antissemitas. Nesse sentido, sustentou que a conduta do deputado configurou difamação, além de também apresentar indícios da ocorrência de calúnia, crimes previstos, respectivamente, nos artigos 139 e 138 do Código Penal. O STF, no entanto, aceitou a denúncia contra Gayer por injúria, conforme a denúncia da PGR. O relator do caso é o ministro Flávio Dino.
Amigo de Vorcaro, Ciro Nogueira diz que é difícil jogar o escândalo Master no colo do Lula ou do Flávio Bolsonaro
Imagem: Revista Fórum Presidente nacional do PP, que foi classificado pelo banqueiro Daniel Vorcaro como “amigo da vida”, Ciro Nogueira reapareceu em evento do grupo Esfera segunda-feira (27/4) e tentou minimizar os efeitos da investigação sobre o caso Master nas eleições presidenciais. Em jantar com empresários promovido pelo grupo, presidido por João Camargo, o ex-ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro (PL) afirmou que o escândalo financeiro não deve colar em Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e nem em Lula, como a mídia liberal tenta fazer – mais especificamente com o caso PowerPoint da Globonews. O cacique piauiense, que tentará a reeleição ao Senado Federal, afirmou que “é difícil jogar o escândalo Master no colo do Lula ou do Flávio” e que as investigações sobre o banqueiro “remetem a todo o quadro político do País”. “Eu não vejo isso como decisivo para a eleição. Eu acho que o que vai ser decisivo é alguém que possa vender (um projeto com) o futuro do País, alguém que olhe para frente, que pare de governar olhando para o retrovisor e passe uma imagem de que vai unificar o Brasil”, afirmou ao lado da presidenta nacional do Podemos, Renata Abreu, e da presidenta nacional do PSOL, Paula Coradi. Ao analisar o cenário, Nogueira afirmou ainda que essa “é uma eleição que vai ser definida na margem de erro”. “Não pode errar”. Unificação Entusiasta da terceira via, projeto que tinha Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos) como candidato e que naufragou após Bolsonaro ungir o filho, o presidente do PP afirmou que o colega de Senado tem que “unificar o Brasil” e que pode “jogar isso fora” se ficar falando apenas com a base da ultradireita radical, que levou o clã Bolsonaro ao poder. “Se ele vier como candidato com a proposta de unificar o Brasil, com um discurso de que não vai perder tempo com o Lula – assim como perdemos tempo com Lula falando do Bolsonaro -, mas, sim, olhar para a frente e unir o país, então ele tem tudo para ganhar a eleição, porque fala com a maioria. É isso que as pessoas realmente querem”, disse. Nogueira ainda descartou qualquer possibilidade de surgimento de uma terceria via, desejada pela mídia liberal e pela Faria Lima. “Não existe possibilidade disso acontecer (da terceira via vencer a eleição). Se você for ver, fatalmente, acho que a eleição de 2022, as pessoas voltaram para o Lula para derrotar o Bolsonaro e agora estão voltando, claro, para derrotar o Lula. É uma eleição de rejeição”, analisou.
Daniel Vilela libera pista do Autódromo para ciclistas e anuncia construção de Centro Aquático
Imagens / Produção: oknewsbr.com.br Aberto para ciclistas, Autódromo Internacional de Goiânia vai receber novo Centro Aquático – Fotos: Rômullo Carvalho Espaço volta a receber atletas após reforma, e governo autoriza obra de R$ 8,8 milhões para ampliar estrutura esportiva O governador Daniel Vilela reabriu, nesta terça-feira (28/4), o Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna para receber treinos de ciclismo. O evento foi marcado pela retomada das atividades esportivas e pela assinatura de uma ordem de serviço para a construção de um Centro Aquático no local. Durante a solenidade, o chefe do Executivo destacou o papel do Estado na promoção do esporte e na ampliação do acesso a estruturas adequadas para a prática esportiva. Fotos: Rômullo Carvalho “O Autódromo de Goiânia tem uma característica única no Brasil, que é o uso diário por atletas de alto rendimento e também por quem pratica o ciclismo. Fizemos um grande investimento, que atraiu os olhares do mundo com o MotoGP, e agora precisamos garantir funcionalidade e uso contínuo desse espaço. O esporte é uma política pública essencial, e nosso objetivo é oferecer um ambiente seguro e estruturado para que mais pessoas possam praticar atividades físicas”, afirmou o governador. Fechado para reforma visando a etapa do MotoGP 2026, o autódromo volta a receber atletas com uma estrutura completamente renovada. Foram investidos cerca de R$ 250 milhões na modernização, que incluiu a requalificação total da pista, ampliação do traçado e melhorias nos sistemas de segurança, garantindo mais qualidade para a prática esportiva e realização de grandes eventos. A reabertura foi comemorada por atletas e praticantes da modalidade. O engenheiro civil Paulo Silveira, de 42 anos, destacou a importância do autódromo para a rotina de treinos. “Esse é um espaço único dentro da cidade, com estrutura para todos os níveis, do iniciante ao profissional. Sem ele, muitos precisam treinar na estrada, o que aumenta muito o risco de acidentes. Aqui, o treino é mais seguro e permite focar no desempenho”, relatou. Fotos: Rômullo Carvalho A atleta olímpica Janildes Fernandes também elogiou a iniciativa do Governo de Goiás. “Como atleta olímpica por três ciclos olímpicos, fico muito feliz por esse investimento que vocês fizeram neste local, que é de extrema importância não só para a gente atleta de alto rendimento, como para a iniciação desportiva. É algo que em poucos lugares do Brasil se tem, e a gente tem esse privilégio aqui. Isso aqui é motivo de orgulho e gratidão”, ressaltou. “Os atletas tinham uma expectativa muito grande pelo retorno do autódromo para os treinos de ciclismo. É uma satisfação ver a alegria de todos em poder praticar suas atividades aqui com qualidade e em segurança”, comemorou o secretário de Esporte e Lazer, Nilton Moreira. Novo Centro Aquático Durante o evento, o governador assinou a ordem de serviço para a construção do novo Centro Aquático do Autódromo, com investimento superior a R$ 8,8 milhões. A estrutura será implantada em uma área de mais de 11 mil metros quadrados e contará com piscina olímpica, arquibancadas, vestiários, bloco administrativo e estacionamento, com capacidade para sediar competições e atender desde atletas de alto rendimento até projetos de iniciação esportiva. Fotos: Rômullo Carvalho Daniel Vilela ressaltou que o novo equipamento amplia a vocação do autódromo como complexo esportivo multifuncional. “Vamos implantar um parque aquático completo, integrado à pista, permitindo que atletas tenham, em um único espaço, estrutura para ciclismo, corrida e natação. Isso fortalece o triatlo, amplia a formação de atletas e atrai esportistas de todo o país para Goiás”, destacou. A presidente da Agência Goiana de Infraestrutura (Goinfra), Eliane Simonini, afirmou que a obra consolida o autódromo como centro poliesportivo e atende a uma demanda crescente de usuários. “A estrutura será completa, atendendo tanto atletas de alto rendimento quanto o público que utiliza o espaço diariamente. A proposta é ampliar o uso do autódromo e oferecer melhores condições para diversas modalidades”, explicou. Fotos: Rômullo Carvalho Além do alto rendimento, o Centro Aquático também será voltado para crianças e jovens da rede pública e projetos sociais, com ações inclusivas, como programas de natação adaptada. A iniciativa reforça a proposta de consolidar o autódromo como polo esportivo multifuncional e impulsionar o turismo esportivo em Goiás.
Fracassos de Trump e Milei podem ajudar Lula a se reeleger em 2026
Imagens: Brasil247 p / André Jacobina “Vocês da extrema direita não apoiam o Milei? Não acham o governo do Milei maravilhoso? Querem trazer a experiência do Milei para cá?”, sugeriu Jacobina, como forma de questionamento ao eleitorado O avanço de crises políticas, econômicas e sociais nos governos de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos da América (EUA) e de Javier Milei, na Argentina, pode se transformar em um ativo eleitoral relevante para o presidente Lula nas eleições de 2026. A avaliação foi feita pelo historiador André Jacobina durante participação no programa Boa Noite 247, exibido na TV 247. Ao analisar o cenário internacional, Jacobina destacou que o desempenho desses governos de extrema direita fornece ao eleitor brasileiro um exemplo concreto dos efeitos de políticas neoliberais radicais e autoritárias. Segundo ele, esse contraste pode favorecer Lula ao evidenciar diferenças entre projetos políticos. Efeito demonstração e desgaste da extrema direitaJacobina afirmou que Trump e Milei atuam como uma espécie de “cabo eleitoral indireto” para Lula, por meio do que chamou de efeito demonstração. “Tanto Milei quanto Trump podem funcionar como cabos eleitorais pelo efeito demonstração, ou seja, quando você demonstra para a população o que é que os governos deles produziram sobre sua população”, disse. No caso argentino, ele citou o avanço da precarização social e trabalhista. “Nós estamos discutindo redução de jornada de trabalho e o Milei aprovou uma reforma que aumenta a jornada de trabalho diária para 12 horas por dia”, afirmou, apontando o contraste com o debate brasileiro sobre o fim da escala 6×1. Para Jacobina, esse tipo de comparação pode ser explorado politicamente. “Vocês da extrema direita não apoiam o Milei? Não acham o governo do Milei maravilhoso? Querem trazer a experiência do Milei para cá?”, sugeriu, como forma de questionamento ao eleitorado. Crise econômica e impopularidade de TrumpO historiador também destacou o momento delicado vivido por Donald Trump nos Estados Unidos. Segundo ele, o presidente enfrenta níveis historicamente baixos de aprovação, especialmente na economia. “O Trump conseguiu a pior aprovação na economia nesse momento do mandato da história dos Estados Unidos”, afirmou. Ele atribui esse cenário a medidas como o aumento de tarifas e tensões internacionais, que elevaram os preços e pressionaram o custo de vida. Ainda de acordo com Jacobina, a deterioração das condições econômicas e sociais pode ter impacto político direto. “Ele disse que ia tornar as coisas mais baratas e aplicou um tarifaço que tornou as coisas mais caras”, disse. Soberania nacional ganha centralidadeOutro ponto abordado no programa foi a retomada do debate sobre soberania nacional no Brasil. O tema voltou ao centro das discussões após episódios recentes envolvendo os Estados Unidos, como a expulsão de um delegado brasileiro e a disputa em torno de recursos estratégicos, como as terras raras. Para Jacobina, a postura do governo Lula não deve ser interpretada apenas como cálculo eleitoral. “Eu não acredito que Lula está fazendo esse cálculo. Acho que ele está reagindo por princípios, porque acredita na soberania brasileira”, afirmou. Ainda assim, ele reconhece que o posicionamento pode gerar dividendos políticos. “Pode beneficiar o Lula no contraste com um Bolsonaro que era um lambibotas dos Estados Unidos da América (EUA) e o Lula que encara o Trump e não abaixa a cabeça”, disse. Justiça tributária e agenda econômicaDurante a entrevista, Jacobina também defendeu que a campanha de Lula deve priorizar propostas de justiça tributária. Ele apontou a necessidade de aprofundar reformas que reduzam a carga sobre trabalhadores e ampliem a tributação sobre os mais ricos. “É fundamental propor uma tributação dos super ricos, dos lucros das grandes corporações empresariais e isenções tributárias sobre o consumidor, sobre a classe trabalhadora e a classe média”, afirmou. Segundo ele, esse tipo de agenda tem forte potencial eleitoral. “Se Lula conseguir comunicar que a isenção do imposto de renda de quem ganha até 5 mil foi só o começo, isso é muito poderoso”, avaliou. Escala 6×1 e disputa política no BrasilO debate sobre o fim da escala 6×1 também foi destacado como central na disputa política. Jacobina criticou a resistência de setores da direita à proposta e afirmou que o tema expõe claramente os interesses em jogo. “Só é favorável à manutenção do 6×1 quem nunca trabalhou no 6×1”, disse. Ele também acusou a direita de tentar barrar o avanço da pauta enquanto mantém discurso ambíguo em público. Além disso, apontou o papel da mídia tradicional no debate. “A mídia corporativa mostrou a sua posição com absoluta clareza”, afirmou, ao comentar críticas ao fim da jornada atual. Comunicação e disputa de narrativaJacobina ressaltou ainda a importância da comunicação política para consolidar avanços sociais. Segundo ele, a esquerda precisa reforçar o vínculo histórico com conquistas trabalhistas. “A esquerda precisa comunicar que direitos como férias e redução da jornada de trabalho foram conquistados pela luta da classe trabalhadora”, disse. Ele também defendeu estratégias para ampliar o alcance junto a trabalhadores precarizados, como motoristas de aplicativos, propondo políticas públicas específicas. Cenário eleitoral e desafiosPor fim, o historiador avaliou que, embora Trump e Milei contribuam indiretamente para o fortalecimento de Lula, a eleição será decidida principalmente pela capacidade do governo de apresentar propostas concretas.” Para vencer de forma grande, você tem que ter projeto de transformação da sociedade e melhoria da vida das pessoas”, afirmou. Segundo ele, pautas como redução da jornada de trabalho, justiça tributária e defesa da soberania podem ser determinantes no pleito de 2026, especialmente se combinadas com uma comunicação eficaz junto à população. André Jacobina é historiador
Mãe e filho brasileiros morrem em ataque de Israel no Líbano
Stringer/Anadolu via Getty Images Segundo o Itamaraty, mãe e filho brasileiros morreram domingo (26/4), durante ataque no distrito de Bint Jeil, no sul do Líbano Dois brasileiros morreram durante ataques de Israel contra o Líbano nesse domingo (26/4). A informação foi divulgada segunda-feira (27/4) pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE).mEm nota, o Itamaraty informou que as vítimas são mãe e filho. A criança tinha 11 anos de idade. O pai da família – cidadão libanês – também foi morto durante o ataque das Forças de Defesa de Israel (FDI). Outro filho do casal, de cidadania brasileira, encontra-se hospitalizado após o bombardeio. As identidades das vítimas não foram reveladas. Segundo o governo brasileiro, a família estava em casa, localizada no distrito de Bint Jeil, no sul do Líbano, no momento em que o Exército de Israel atacou o local. O ataque é mais uma violação ao cessar-fogo anunciado em 16 de abril e prorrogado por mais três semanas na última quinta-feira (23/4). Desde o início da guerra no Irã, Israel retomou os ataques contra o Líbano, alegando que o foco seriam posições da organização xiita Hezbollah. Em resposta, o grupo, apoiado por Teerã, passou a lançar mísseis em direção ao território israelense. Até o momento, as Forças de Defesa de Israel (FDI) não se pronunciaram sobre a morte das duas brasileiras no Líbano.
Gleisi detona Globo nas redes: “A Globo chegou ao cúmulo”
Gleisi Hoffmann – Foto: Agência Brasil Gleisi Hoffmann, pré-candidata ao Senado pelo Paraná, do PT (Partido dos Trabalhadores) detonou a Globo e O Estadão domingo, 26 de abril. A beldade rebateu os editoriais de ambos, publicados quase de forma conjunta domingo (26/4). A deputada chamou os dois de ultrapassados e fora da realidade social brasileira. Isso porque a Globo defendeu aumentar a carga horária no lombo do trabalhador e o Estadão criticou o “lulopetismo”. Gleisi utilizou as redes sociais para detonar o posicionamento conservador da mídia. “Já estamos no segundo quarto do Século XXI, mas os editoriais deste domingo parecem ter sido escritos no Século XIX”, disparou. Gleisi Hoffmann critica o “sistema” Gleisi Hoffmann e Lula – Foto: PT “Globo chega ao cúmulo de dizer que a jornada de trabalho no Brasil deveria aumentar, e não ser reduzida de 44 para 40 horas semanais, com o fim da escala 6×1, que o jornal considera um horror”, detonou a política. Ela também comentou que o Estadão repudia toda e qualquer participação do estado no desenvolvimento do país, passando a borracha na história para defender o que chamou de “a selvageria mercadista“. Ela sugeriu que daqui a pouco vão defender a volta do trabalho escravo e a abolição do estado nacional.
Daniel Vilela reafirma parceria com setor industrial para impulsionar economia de Goiás
Governador Daniel Vilela participa de fórum com empresários goianos e destaca importância da parceria com o Governo de Goiás – Fotos: Hegon Correa Governador destaca diálogo com entidades na formulação de políticas públicas durante reunião com representantes da Fieg e de 20 sindicatos O governador Daniel Vilela reforçou, nesta segunda-feira (27/4), a parceria entre o Governo de Goiás com o Fórum Empresarial Goiano e seus diversos setores em prol do crescimento do Estado. A declaração foi dada durante reunião, em Goiânia, com a diretoria da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) e representantes de mais de 20 sindicatos. “O Fórum Empresarial sempre teve atuação e importância muito grande na criação das políticas públicas do nosso estado ao longo dos anos. Tem grande relevância na criação, na formulação das políticas que fizeram com que Goiás chegasse à condição de referência, de um estado industrializado, que tem um ambiente para atração de investimentos muito forte”, declarou Daniel Vilela, ao acrescentar que na condição de governador “reforço a continuidade dessa ótima relação que já acontecia sob a liderança do ex-governador Ronaldo Caiado”, continuou. Fotos: Hegon Correa O gestor goiano destacou a atuação das entidades para o desempenho da economia goiana e se colocou à disposição para conhecer as demandas do setor. “O segredo do sucesso de Goiás é a boa interação entre o setor produtivo e o setor público. Nosso governo tem a determinação de estar, de forma permanente, ouvindo as entidades representativas e classistas, para construir soluções. Vocês que vivem as dificuldades e sabem o que é preciso ser feito por parte do Estado”, sublinhou Daniel Vilela. Para o governador, entender as demandas é essencial para ampliar a relação institucional com as entidades. “Por meio da experiência de cada setor, definimos as inovações e políticas a serem adotadas para que o Estado continue avançando. Nosso governo vai buscar sempre induzir e fomentar, para que possamos alcançar sucesso”, frisou. “Vamos seguir uma relação de transparência, de forma republicana, sempre levando os interesses de Goiás à frente e, naturalmente, sendo referência como um governo correto”, finalizou. Para o presidente da Fieg, André Rocha, “o segredo do desenvolvimento do Estado de Goiás foi justamente essa interação entre o poder público e a iniciativa privada, discutindo de forma clara, transparente, democrática as melhores políticas públicas para trazer o desenvolvimento ao Estado”. Para ele, Goiás é uma ilha no Brasil que cresce acima da média nacional. “Estamos conseguindo trazer investimentos para todas as regiões de Goiás. Sempre fomos muito bem recebidos pela gestão estadual e vamos continuar aprofundando cada uma dessas parcerias para o melhor desenvolvimento de Goiás”, assegurou.
Vidente faz previsão preocupante sobre Bolsonaro: ‘Sérios problemas’
Jair Bolsonaro – Foto: Agência Brasil/Governo “Infelizmente Bolsonaro pode não chegar até o final desse mês, pelos problemas que está acontecendo. A situação dele é muito precária em termos de saúde”, disse o vidente O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL-RJ) tem enfrentado alguns problemas de saúde nos últimos anos. Famoso por suas previsões, Carlinhos Vidente, que soma mais de 127 mil seguidores no Instagram, revelou uma previsão preocupante envolvendo o futuro do marido de Michelle Bolsonaro. Segundo ele, é preciso que Bolsonaro se atente à sua saúde. “Infelizmente Bolsonaro pode não chegar até o final desse mês, pelos problemas que está acontecendo. A situação dele é muito precária em termos de saúde”, disse o vidente. Além disso, Carlinhos comentou sobre a repercussão negativa caso algo de ruim acontecesse com o ex-presidente. O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro tem enfrentado alguns problemas de saúde nos últimos anos. Seguidores Famoso por suas previsões, Carlinhos Vidente, que soma mais de 127 mil seguidores no Instagram, revelou uma previsão preocupante envolvendo o futuro do marido de Michelle Bolsonaro. Segundo ele, é preciso que Bolsonaro se atente à sua saúde. “Infelizmente Bolsonaro pode não chegar até o final desse mês, pelos problemas que está acontecendo. A situação dele é muito precária em termos de saúde”, disse o vidente. Além disso, Carlinhos comentou sobre a repercussão negativa caso algo de ruim acontecesse com o ex-presidente. “Eu acredito até que Alexandre de Moraes vai ter sérios problemas, caso Bolsonaro, infelizmente, Deus leve embora… Você pode ter certeza”, pontuou. Prisão domiciliarBolsonaro segue em prisão domiciliar desde 27 de março. O juiz do STF Alexandre de Moraes decidiu que o ex-presidente permanecesse inicialmente por um período de 90 dias cumprindo pena em casa após a sua recente internação. Ele não poderá usar celular, ter acesso às redes sociais e receber visitas. Atualmente, o ex-presidente está sendo assistido de perto pela esposa, Michelle Bolsonaro, e equipe médica responsável por cuidar de sua saúde. Desde o evento da facada durante campanha política, ele tem enfrentado idas constantes ao hospital em decorrência de problemas ocasionados pelo ferimento. Prisão domiciliarBolsonaro segue em prisão domiciliar desde 27 de março. O juiz do STF Alexandre de Moraes decidiu que o ex-presidente permanecesse inicialmente por um período de 90 dias cumprindo pena em casa após a sua recente internação. Ele não poderá usar celular, ter acesso às redes sociais e receber visitas. Atualmente, o ex-presidente está sendo assistido de perto pela esposa, Michelle Bolsonaro, e equipe médica responsável por cuidar de sua saúde. Desde o evento da facada durante campanha política, ele tem enfrentado idas constantes ao hospital em decorrência de problemas ocasionados pelo ferimento.
Zema compra briga com o agro, aponta Zé Dirceu
Zema defende privatização da Petrobras e Banco do Brasil e ex-ministro questiona impacto no crédito rural e no custo de combustíveis e alimentos O ex-ministro José Dirceu (PT) afirmou nesta segunda-feira (27/4) que o ex-governador Romeu Zema (Novo) compra briga com o agro ao defender a privatização do Banco do Brasil e da Petrobras, levantando dúvidas sobre o financiamento do setor e os efeitos nos preços de combustíveis e alimentos. A declaração foi publicada por Dirceu em suas redes sociais, onde ele questionou diretamente como Zema pretende explicar suas propostas ao agronegócio e às famílias brasileiras diante das possíveis consequências econômicas. “Zema diz que vai privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil. Como ele vai contar isso ao agronegócio, que tem como maior financiador o BB? Ou para as famílias brasileiras que vão ver o transporte e alimentos ficarem mais caros quando nosso combustível estiver totalmente nas mãos de monopólios internacionais?”, escreveu o ex-ministro. Plano econômico e críticas ao governo LulaPré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema tem defendido um programa econômico baseado na redução do tamanho do Estado e na ampliação da participação da iniciativa privada. “Meu plano para fazer o Brasil prosperar é implacável. E ele começa dizendo a você a verdade: o governo Lula gasta mais do que arrecada. Para fechar a conta ele pega muito dinheiro emprestado, e isso cria uma dívida que cresce sem parar”, afirmou. Zema também declarou que o governo paga “juros de agiota” e propôs como solução um conjunto de privatizações e medidas de contenção de gastos públicos. Privatizações no centro da propostaEntre as principais promessas do ex-governador está a venda de estatais estratégicas. Ele afirmou que pretende privatizar tanto a Petrobras quanto o Banco do Brasil, além de reduzir despesas consideradas excessivas na administração pública. “Eu vou privatizar a Petrobras. Eu vou privatizar o Banco do Brasil. E vou passar a faca nos super salários, mordomias e esquemas que sustentam os intocáveis de Brasília”, disse Romeu Zema














