© Walking Archive O homem foi identificado como Mojtaba Kian e acusado de repassar dados sobre a indústria de defesa do Irã ao que as autoridades iranianas descreveram como “o inimigo” O Judiciário do Irã informou no domingo (24/5) que executou um homem acusado de enviar informações aos Estados Unidos e a Israel durante a guerra. A Reuters, citando a agência de notícias Mizan, ligada ao Judiciário, informou que o homem foi identificado como Mojtaba Kian e acusado de repassar dados sobre a indústria de defesa do Irã ao que as autoridades iranianas descreveram como “o inimigo”. O comunicado foi breve, mas chamou atenção imediatamente por causa do momento em que foi divulgado. Ele veio enquanto a guerra continua ativa e a diplomacia em torno do conflito mais amplo segue em curso, o que torna o caso algo além de uma rotina criminal dentro do Irã. O caso faz parte de uma repressão mais ampla à segurançaA execução parece fazer parte de um endurecimento mais amplo da resposta de segurança interna do Irã. A Reuters informou em 21 de maio que o país também executou duas pessoas sob acusações relacionadas à segurança nacional, mostrando que as autoridades seguem aplicando punições severas em casos apresentados como ameaças ao Estado. No início de maio, a Reuters também informou que o Irã executou outros homens acusados de espionagem para Israel ou para os serviços de inteligência dos EUA e de Israel, sugerindo um padrão mais amplo de processos por espionagem durante o conflito. Por que o momento importaO momento importa porque execuções em tempo de guerra passam uma mensagem que vai além do tribunal. Elas podem ser usadas para mostrar que o Estado tenta projetar controle, dissuadir supostos vazamentos de inteligência e alertar contra a cooperação com potências estrangeiras enquanto o país está sob pressão militar e política. Essa é uma interpretação com base no momento do caso e na recente sequência de execuções ligadas à segurança relatadas pela Reuters. Nesse sentido, o caso também faz parte da frente interna da guerra. Ele mostra como o conflito não afeta apenas as operações militares e a diplomacia, mas também a forma como as autoridades iranianas monitoram a lealdade interna e a dissidência. Crescem as preocupações com direitos humanosA execução também deve aumentar a preocupação de autoridades internacionais de direitos humanos. O escritório de direitos humanos da ONU disse em 29 de abril que pelo menos 21 pessoas haviam sido executadas e milhares presas desde o início da guerra, incluindo duas pessoas acusadas de espionagem, ao mesmo tempo em que alertava para o uso de alegações de segurança nacional e para preocupações com o devido processo. Isso não define a verdade da acusação contra Kian. Mas significa que a análise externa provavelmente vai se concentrar em como casos como esse são investigados, julgados e executados em condições de guerra. O que vem a seguirPor enquanto, o caso se apresenta tanto como uma punição legal quanto como um sinal político. Enquanto Teerã acreditar que espionagem e vazamentos internos fazem parte da guerra maior, novos processos de segurança com enquadramento mais duro podem surgir. Isso torna esta execução relevante para além de um único réu. Ela mostra como a guerra está remodelando o ambiente de segurança interna do Irã e intensificando o debate sobre até onde pode ir a justiça em tempo de guerra.
Irã executa homem acusado de enviar informações para os EUA e a Israel
Huck ataca novamente os mais pobres
Imagens: Fórum Não há nada de inesperado nas bobagens de Huck Luciano Huck criticou o Bolsa Família. Ignorou o fato de ela ser responsável por mobilidade social e disse que os beneficiários usam de subterfúgios para não deixar o programa. A Nath Finanças destruiu seus argumentos. Não há nada de inesperado nas bobagens de Huck. Ele é o atual representante de assistencialismo na televisão brasileira. Menos tosco que Sílvio Santos e os aviõezinhos, mas o mesmo tipo. Não há nada de bom a se esperar de Luciano Huck Ele começou fazendo sucesso explorando a fetichização do corpo feminino, com a Feiticeira e a Tiazinha. Em 2014, queria encontrar um príncipe encantado para as mulheres brasileiras entre os turistas que vinham para a Copa. Foi acusado de incentivador de turismo sexual. Em 2015, um torcedor espanhol jogou uma banana em Daniel Alves. O fato criou revolta e ocasionou a campanha #somostodosmacacos. Ele viu oportunidade de lucros e colocou à venda camisetas com a frase, por R$ 69. Luciano Huck, enfim, e quem disse acreditar que Jair Bolsonaro poderia ressignificar a política brasileira. Então. tá bom. Quem não te conhece, que te compre.
A piloto de combate que salvou vidas de 148 passageiros
-Imagens: © US Navy/PH2 Thomas P. Milne/Getty Images Tammie Jo Shults ‘nervos de aço’ foi uma das primeiras pilotos de caça da Marinha dos EUA ammie Jo Shults sonhava em pilotar aviões de caça. Ela cresceu na década de 1960 em um rancho perto da Base Aérea Holloman, no Novo México (Estados Unidos), e adorava ver os aviões rugindo sobre o celeiro da família. Voar parecia algo mágico para ela. Ela trabalhava duro na fazenda e, aos nove anos, já dirigia um trator. Seus pais não faziam distinção entre homens e mulheres na hora do trabalho e a incentivaram a encontrar uma carreira de que gostasse. Então Shults disse à mãe: “Quero pilotar aviões de caça”. A mãe respondeu: “Tammy, essas pessoas são muito inteligentes”. Foi o primeiro sinal para Shults de que o caminho para se tornar piloto não seria simples. Os obstáculos Em um dia de orientação profissional no ensino médio, ela foi à aula de aviação e o coronel responsável disse: “Este é um dia de orientação profissional, não de hobbies: você precisa encontrar algo que uma garota possa fazer”. Mesmo assim, Shults se sentou e, enquanto ouvia, seu entusiasmo aumentava. “Foi empolgante até o fim. E percebi que… não tinha ouvido nada que estivesse além da compreensão da mente feminina”, contou. Ela saiu da aula mais determinada do que nunca a se tornar piloto militar. Ao terminar a universidade, bateu à porta de um recrutador da Força Aérea. “Ele me ouviu. E então disse: ‘Sinto muito, mas não recrutamos mulheres’”, lembrou Shults. Foi a primeira de muitas portas fechadas na sua cara. Shults teve de suportar várias rejeições antes de conseguir assumir o comando de um avião de caça – © Tammie Jo Shults Ela decidiu tentar a sorte em outros ramos das Forças Armadas dos EUA que também operam aviões, incluindo o Exército — onde disseram que ela não se encaixava — e depois a Marinha, onde ao menos permitiram que ela fizesse o teste. “O recrutador me disse: ‘Sinto muito, você tirou uma nota alta o suficiente para um homem, mas não para uma mulher. Você precisa tirar uma nota mais alta se quiser ser piloto’”, relatou Shults. Ela voltou à universidade para cursar pós-graduação, mas sabia que precisava tentar mais uma vez. Após concluir os estudos, em 1985, foi a outro escritório de recrutamento da Marinha e disse ao recrutador que não havia obtido nota suficientemente alta “para ser mulher” e que queria refazer a prova. “E ele me disse: ‘Do que você está falando? Não temos notas diferentes para homens e mulheres’. Então disse: ‘Vou verificar sua nota’. E verificou. ‘Sua nota está boa’, garantiu.” Alguns meses depois, com a cabeça raspada, ela fazia flexões na Escola de Candidatos a Oficiais de Aviação, na Flórida. Voar era tão mágico quanto Shults havia sonhado. Ela se qualificou como piloto e se tornou instrutora, especializando-se em “voos fora de controle”. Isso consistia em levar a aeronave a cerca de 9.140 metros de altitude e fazê-la entrar em parafuso. O aluno então tinha a responsabilidade de recuperar o controle; caso não conseuisse, Shults assumia os comandos. As ações de Shults chamaram a atenção da mídia e renderam reconhecimento das autoridades em seu país – © Disney General Entertainment Content via Getty Images Tudo aquilo foi um excelente treinamento para o que viveria um dia, há oito anos, quando o motor de seu próprio avião de passageiros explodiu. Naquele momento, ela já tinha uma carreira de uma década como piloto da Marinha dos EUA, período em que conheceu o marido. Na década de 1990, ambos deixaram a farda e formaram uma família. Os dois encontraram trabalho como pilotos comerciais na companhia aérea americana Southwest Airlines. Em 17 de abril de 2018, o voo 1380 estava abastecido para uma longa viagem entre La Guardia (Nova York) e Dallas (Texas). Todos os assentos estavam ocupados e, quando o avião atingiu 10.060 metros de altitude, Shults ouviu uma explosão. A primeira coisa em que pensou foi que tinham sofrido uma colisão no ar. “(O avião) deslizou lateralmente, inclinou-se abruptamente em mergulho e fez uma curva repentina para a esquerda”, contou Shults. Ela recuperou o controle da aeronave, mas ela começou a tremer com tanta intensidade que não conseguia ler os instrumentos. Apelando aos instintos A cabine se encheu de fumaça e ouviu-se um estrondo tão forte que Shults e seu primeiro oficial não conseguiam se escutar. O que ela não sabia era que um pedaço de uma das pás do ventilador havia se soltado, penetrando no motor e provocando sua explosão. Só depois descobriu que a carenagem do motor havia ficado em pedaços. “[Ela estava] aberta como uma banana, mas ainda presa à base da asa”, relatou. Uma das janelas foi atingida pelos destroços e cedeu, causando uma rápida perda de pressão na cabine. “Nessa altitude, os seios da face não conseguem equalizar a pressão atmosférica tão rapidamente quanto a pressão do ar. Então dói muito”, explicou Shults. Ela sentia dor das orelhas até o pescoço. Apesar de tudo, seus instintos e seu treinamento prevaleceram. Assim, conseguiu seguir para o aeroporto mais próximo, o da Filadélfia. “Lembro de pensar: ‘Não tenho certeza de que vamos conseguir chegar à pista a tempo’. Isso me fez pensar que talvez fosse o dia em que encontraria meu criador”, disse. Shults conseguiu pousar um avião comercial que perdeu parte do motor no ar, salvando a vida de quase todos os passageiros e tripulantes – © Getty Images No entanto, nas gravações em que fala com os controladores aéreos, Shults soa tranquila. “Sim, estamos sem uma parte do avião, então vamos precisar reduzir a velocidade”, é possível ouvi-la dizer. Depois, quando a pista apareceu à vista, ela pode ser ouvida sussurrando “Pai Celestial” no gravador da cabine. O avião voava inclinado, com apenas um motor, e Shults havia passado da pista. Ela precisou usar todos os recursos ao seu alcance para alinhar a aeronave e pousar sem problemas, salvando os 148 passageiros e tripulantes. Uma passageira, Jennifer
Rede estadual de policlínicas supera 1,5 milhão de atendimentos especializados em Goiás
Rede estadual de policlínicas já ultrapassou 1,5 milhão de atendimentos especializados em Goiás, fortalecendo a regionalização da saúde e ampliando o acesso da população a consultas, exames e tratamentos – Fotos: Braz Silva e Iron Braz Unidades localizadas em Formosa, Goianésia, Goiás, Posse, Quirinópolis e São Luís de Montes Belos contam com 22 especialidades médicas e equipe multiprofissional completa. Três novas policlínicas estão previstas para os municípios de Mozarlândia, Mineiros e Campos Belos O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), já investiu mais de R$ 122,8 milhões em obras, aquisição de equipamentos, ampliação e manutenção das seis policlínicas estaduais em funcionamento. Desde a implantação da rede, em 2020, as unidades já realizaram mais de 1,5 milhão de atendimentos especializados. As policlínicas estão localizadas nos municípios de Formosa, Goianésia, Goiás, Posse, Quirinópolis e São Luís de Montes Belos. A iniciativa fortalece a regionalização da saúde e amplia o acesso da população a consultas, exames e tratamentos em diversas especialidades médicas, reduzindo deslocamentos e garantindo maior resolutividade no Sistema Único de Saúde (SUS). Cada unidade conta com 22 especialidades médicas e equipe multiprofissional completa, com atendimentos realizados por meio da Regulação Estadual. Em média, as policlínicas realizam cerca de 500 atendimentos diários, oferecendo assistência especializada para pacientes de diversas regiões do estado. Expansão O Estado também avança na ampliação da rede de atendimento especializado. Três novas policlínicas estão previstas para os municípios de Mozarlândia, Mineiros e Campos Belos. A medida reforça a estratégia do Governo de Goiás de descentralizar os serviços de saúde e aproximar o atendimento especializado da população do interior do estado. Titular da SES, Rasível Santos destaca que a consolidação da rede de policlínicas representa um avanço importante para o fortalecimento da assistência especializada em Goiás. ” Estamos consolidando uma rede que leva atendimento de alta complexidade para mais perto das pessoas, reduzindo deslocamentos e garantindo mais resolutividade no SUS em Goiás. É um modelo que já demonstra resultados concretos para a população”, afirma. Assistência renal especializada Além das consultas e exames, as policlínicas estaduais também se destacam no atendimento a pacientes com doença renal crônica, ofertando serviços de hemodiálise e diálise peritoneal em diferentes regiões do estado. Na Policlínica Estadual da Região do Entorno, em Formosa, são realizadas cerca de 630 sessões mensais de hemodiálise. Em Posse, a unidade realiza aproximadamente 853 sessões por mês, atendendo 68 pacientes. Já a Policlínica de Quirinópolis contabiliza cerca de 507 sessões mensais, enquanto a unidade de Goianésia registra aproximadamente 156 sessões por mês. A Policlínica Estadual da Região Rio Vermelho, na cidade de Goiás, que está em implantação, terá capacidade para atender até 76 pacientes em hemodiálise. A previsão é de que a unidade realize cerca de 1.026 sessões mensais, ampliando o atendimento especializado na região.
Veja o que aconteceu com Mamma Bruschetta, a rainha das fofocas da TV
Mamma Bruschetta – Foto: Band Mamma Bruschetta (foto) recebeu o título do público de casa de ‘rainha das fofocas’ e, hoje, com 76 anos de idade, muitos se questionam: ‘o que aconteceu com a Mamma?‘ Um dos nomes mais queridos da TV brasileira, a apresentadora Mamma Bruschetta segue afastada da TV aberta desde quando deixou o programa ‘Melhor da Tarde’, exibido pela Band. A artista, vale lembrar, ganhou destaque na mídia nacional ao transmitir para o público muitas fofocas sobre os bastidores da TV e celebridades. Com anos de experiência na televisão, Mamma Bruschetta recebeu o título do público de casa de ‘rainha das fofocas’ e, hoje, com 76 anos de idade, muitos se questionam: ‘o que aconteceu com a Mamma?‘ Divulgação Pois bem, o Área VIP te conta tudo agora! Mamma se encontra muito bem de saúde, mas segue longe da TV aberta, produzindo conteúdos para as plataformas digitais e compartilhando tudo em suas redes. Há poucos dias, aliás, ela falou ao ‘Sobremesa’, sobre sua atuação em programas de TV e os limites da exposição de fofocas. Ela relembrou a fase em que trabalhou com Clodovil e dizia tudo o que ele não podia comentar. A apresentadora afirmou que nunca gostou de inventar informações e que já pediu desculpas quando necessário. Atualmente, Mamma tem um programa na Rede Alto Tietê, chamado ‘Canal da Mamma’. Mamma trabalhou na TV Gazeta, SBT e Rede Bandeirantes (Band). Além disso, realizou participações marcantes e integrou o elenco de programas na TV Cultura.
O Fenômeno do Bolsonarismo: Entre a alienação coletiva e o longo caminho da reconstrução nacional
Imagens: Divulgação p/ Gilson Romanelli Olhar para a história recente do Brasil é confrontar um enigma que desafia a lógica, a ciência política e, para muitos, até a compreensão espiritual. A eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República e a subsequente consolidação do movimento que leva seu nome deixaram marcas tão profundas no tecido social que a sensação de perplexidade continua viva. Como uma nação multicultural, vibrante e historicamente acolhedora permitiu-se seduzir por uma retórica baseada na divisão, no falso moralismo e na negação da ciência? Para muitos observadores, o período recente assemelha-se a uma espécie de carma espiritual ou provação coletiva, um teste de fogo para a maturidade democrática do país. O aspecto mais alarmante desse fenômeno não reside apenas nas limitações técnicas ou na postura do ex-mandatário e de seus familiares — como a persistente movimentação de seus filhos, a exemplo de Flávio Bolsonaro, para se manterem no topo do xadrez dinástico do poder. O verdadeiro cerne da crise está na eficácia da engenharia de alienação que o bolsonarismo implantou. Conseguiu-se criar uma realidade paralela onde a verdade factual foi substituída pela crença individual. No ecossistema dessa vertente política, as leis, as regras institucionais e o pacto social perdem valor diante do “eu acho” e do “eu acredito”. Cientistas políticos e sociólogos apontam que o bolsonarismo logrou êxito em algo que a própria Ditadura Militar — um dos períodos mais sombrios da nossa história — não conseguiu com a mesma capilaridade: a formatação de uma cegueira deliberada em massa. A metáfora do torturado que defende o torturador ilustra com precisão o nível de dissonância cognitiva instalado. Trata-se da entrega voluntária da própria capacidade crítica em nome de um messianismo político que prega o ódio disfarçado de patriotismo e a intolerância sob o manto da moralidade. A farsa dessa estrutura, embora nítida para analistas e defensores dos pilares democráticos, mantém-se resiliente através de uma engrenagem de desinformação contínua. Por essa razão, as projeções mais sóbrias da ciência política deduzem que o Brasil demorará décadas para desinfetar seu cenário público dessa herança extremista. O bolsonarismo ultrapassou as barreiras de um partido ou de um mandato; tornou-se uma subcultura enraizada. Superar essa fase e evitar o risco de retrocessos dinásticos exigirá do Brasil mais do que simples alternância de poder nas urnas. Será necessário um esforço geracional de educação cívica, o fortalecimento das instituições e, acima de tudo, o resgate da empatia e do respeito à verdade factual. O processo de cura de uma nação que flertou de forma tão intensa com o próprio retrocesso será lento, mas fundamental para que o país volte a se reconhecer no espelho da civilidade. Gilson Romanelli é Jornalista e Analista Político
Daniel Vilela destaca apoio do Estado às tradições na abertura das Cavalhadas de Jaraguá
Governador Daniel Vilela participa das Cavalhadas de Jaraguá e percorre ruas do município em desfile da Rainha; festividade segue até a próxima terça-feira (26/5) – Fotos: Hegon Corrêa Governo de Goiás destina R$ 5 milhões para realização das Cavalhadas em 16 municípios. Festa de Jaraguá, realizada desde 1833, deve reunir cerca de 30 mil pessoas até terça-feira (26/5) O governador Daniel Vilela participou, neste sábado (23/5), da abertura das Cavalhadas de Jaraguá, que chegam à 193ª edição em 2026. Fotos: Hegon Corrêa A programação integra o Circuito das Cavalhadas, realizado em 16 municípios goianos com apoio do Governo de Goiás. A expectativa da prefeitura é de que cerca de 30 mil pessoas acompanhem a festa até terça-feira (26/5). “Investimos muito na cultura, nas nossas tradições e na nossa história porque temos orgulho de mostrar ao Brasil as nossas origens e a forma como construímos Goiás”, afirmou o chefe do Executivo goiano. Fotos: Hegon Corrêa Durante o evento, Daniel Vilela destacou o impacto cultural, turístico e econômico das Cavalhadas para os municípios participantes. Segundo o governador, cerca de 500 mil pessoas passaram pelas festividades em Goiás no ano passado. “A cidade inteira se mobiliza, a economia é movimentada e as novas gerações passam a conhecer mais da nossa história. É uma tradição que o Governo de Goiás valoriza e apoia”, garantiu o governador, ao participar do desfile da Entrada da Rainha, que percorreu ruas e avenidas de Jaraguá para marcar o início das festividades. Fotos: Hegon Corrêa A programação começou com a procissão dos cavaleiros que escoltam a Coroa do Divino até a Igreja do Rosário, onde foi realizada a missa solene. A encenação das Cavalhadas em Jaraguá ocorre desde 1833 e integra as celebrações da Festa do Divino Espírito Santo. Desde 2019, o Governo de Goiás já destinou R$ 450 mil para a realização das Cavalhadas de Jaraguá. O investimento estadual garante estrutura para realização da festa, com montagem de cenários e arquibancadas, confecção de vestimentas, divulgação e suporte operacional. Fotos: Hegon Corrêa O prefeito do município e presidente da Federação Goiana dos Municípios (FGM), Paulo Vitor Avelar, ressaltou a importância da parceria com o Governo de Goiás para manutenção da tradicional Cavalhadas. “Jaraguá se destaca entre as cidades históricas que mostram força e mantêm viva a preservação dessa manifestação cultural com apoio do Governo de Goiás”, afirmou o gestor, ao ressaltar que, além dos turistas e visitantes, cerca de 3 mil cavaleiros participam do evento nos três dias de festa. Números Em 2026, o Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), destinou R$ 5 milhões para a realização das Cavalhadas nas 16 cidades que integram o Circuito das Cavalhadas. O recurso representa o maior investimento já realizado pelo Estado no evento. Fotos: Hegon Corrêa “Vamos continuar firme, investindo na cultura, nas nossas tradições e na história do povo goiano”, considerou o governador Daniel Vilela.
Qual é a fortuna de Rubinho Barrichello?
Imagens: © Getty Images Sites especializados publicaram que, patrimônio milionário Barrichello equival a cerca de R$ 560 milhões, após 19 temporadas na Fórmula 1 No imaginário dos brasileiros, poucos nomes do automobilismo são tão instantaneamente reconhecíveis quanto o de Rubens Barrichello. Entre vitórias emocionantes, anos históricos na Ferrari e uma trajetória marcada pela longevidade na Fórmula 1, o ex-piloto chega aos 54 anos neste sábado (23) carregando um legado que ultrapassa as pistas… e também uma fortuna milionária construída ao longo de décadas no esporte! Segundo o site especializado Celebrity Net Worth, Rubinho possui um patrimônio estimado em US$ 100 milhões, o equivalente a cerca de R$ 560 milhões na cotação atual. O portal destaca que o brasileiro se tornou um dos pilotos mais duradouros da história da Fórmula 1, acumulando 322 largadas ao longo de 19 temporadas consecutivas na principal categoria do automobilismo mundial. Rubinho Barrichello é nome histórico da Fórmula 1Nascido em São Paulo em 23 de maio de 1972, Rubens Barrichello começou cedo no automobilismo. Ainda criança, se destacou no kart e rapidamente passou a ser apontado como uma das grandes promessas brasileiras após a geração liderada por Ayrton Senna. Antes mesmo da estreia na Fórmula 1, Rubinho já acumulava títulos importantes nas categorias de base. Foi campeão da Fórmula Opel em 1990 e venceu a Fórmula 3 Britânica em 1991, superando nomes que mais tarde também fariam história no automobilismo europeu. A estreia na F1 aconteceu em 1993, pela Jordan. O talento chamou atenção rapidamente: em 1994, conquistou sua primeira pole position no GP da Bélgica, em Spa-Francorchamps, além de subir ao pódio no GP do Pacífico. Naquele período, Barrichello passou a ser visto como um dos pilotos mais técnicos e velozes do grid. Ferrari, Michael Schumacher e os anos mais marcantes da carreiraO grande salto da carreira veio em 2000, quando Rubinho assinou contrato com a Ferrari para correr ao lado de Michael Schumacher. Divulgação A parceria entrou para a história da categoria! Durante seis temporadas na escuderia italiana, Barrichello conquistou nove vitórias pela equipe e foi peça importante no domínio ferrarista dos anos 2000. O brasileiro terminou como vice-campeão mundial em 2002 e 2004, justamente nos anos em que Schumacher seguia praticamente imbatível. Divulgação Ao mesmo tempo em que viveu o auge esportivo, Rubinho também enfrentou episódios polêmicos na Ferrari. O mais lembrado aconteceu no GP da Áustria de 2002, quando recebeu ordens da equipe para ceder a vitória ao companheiro alemão nos metros finais da corrida. A cena provocou vaias do público e repercussão mundial! Apesar das críticas que recebeu ao longo da carreira – especialmente pela constante comparação com Senna e pelo papel de “segundo piloto” na Ferrari -, Barrichello construiu números impressionantes. Ele encerrou a trajetória na Fórmula 1 com 11 vitórias, 68 pódios, 14 pole positions, 326 GPs disputados e 19 temporadas consecutivas na categoria. Por muitos anos, também foi o piloto com mais corridas disputadas na história da F1. Quanto Rubinho ganhou na carreira?Além dos contratos milionários com equipes históricas da Fórmula 1, Barrichello também acumulou receitas com patrocínios, publicidade, televisão e outras categorias do automobilismo. O Celebrity Net Worth divulgou alguns dos salários recebidos pelo brasileiro nos anos finais da Fórmula 1. Segundo o portal, Rubinho recebeu: US$ 12 milhões pela Honda em 2006;US$ 12 milhões pela Honda em 2007;US$ 9 milhões pela Honda em 2008;US$ 7,3 milhões pela Williams em 2010;US$ 3,1 milhões pela Williams em 2011.O site estima ganhos totais de US$ 44,4 milhões apenas nesses contratos divulgados publicamente. Eita!
Produtora de filme sobre Bolsonaro tentou captar R$ 8,6 milhões via Lei Rouanet
Imagens: Brasil247 A reportagem informou que procurou Karina Gama por mensagem e por email, mas não recebeu resposta. O Instituto Conhecer Brasil também foi contatado e não retornou A empresária Karina Ferreira da Gama, sócia-administradora da Go Up Entertainment, produtora responsável pelo filme “Dark Horse” (Cavalo Negro) , sobre Jair Bolsonaro (PL-RJ), tentou captar R$ 8,59 milhões por meio da Lei Rouanet para quatro projetos culturais, entre eles um festival associado à Marcha para Jesus. Apesar das autorizações, apenas uma iniciativa recebeu recursos: o espetáculo “Rute – o Ballet”, que levantou R$ 107 mil pela legislação de incentivo à cultura, segundo a Folha de São Paulo. Os pedidos foram apresentados pelo Instituto Conhecer Brasil, entidade presidida por Karina. Divulgação A Lei Rouanet, que permite a empresas e pessoas físicas destinarem parte do Imposto de Renda a projetos culturais aprovados pelo governo, foi alvo recorrente de críticas de setores bolsonaristas nos últimos anos. O tema voltou ao centro do debate após o site The Intercept Brasil revelar um áudio em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, pediu ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, recursos para bancar o filme “Dark Horse”, título que significa “azarão” em inglês. Na ocasião, Flávio negou que o projeto tivesse ligação com dinheiro público ou incentivos culturais. “O que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet”, afirmou o senador, em nota divulgada no dia 13, após a publicação do áudio. Lula critica financiamento buscado junto a VorcaroNa quinta-feira (21/5), o presidente Lula defendeu a Lei Rouanet e fez uma crítica às conversas envolvendo Flávio Bolsonaro e o dono do Banco Master. Lula afirmou que seu governo nunca procurou a “lei Daniel Vorcaro” para financiar artistas, em referência ao pedido de patrocínio feito pelo senador. A reportagem informou que procurou Karina Gama por mensagem e por email, mas não recebeu resposta. O Instituto Conhecer Brasil também foi contatado e não retornou. Pedidos foram apresentados entre 2015 e 2019O Instituto Conhecer Brasil tentou captar recursos pela Lei Rouanet para projetos protocolados entre 2015 e 2019. O maior deles foi autorizado durante o governo Bolsonaro: R$ 5,9 milhões para shows ligados à Marcha para Jesus em 15 estados. Apresentado no fim de 2019, o projeto previa atrair 3 milhões de pessoas, com apresentações de artistas de expressão nacional. A pandemia levou o governo a ampliar o prazo de captação até o fim de 2022, mas a entidade não conseguiu obter os recursos. Karina aparecia como coordenadora-geral do chamado “festival itinerante”. No projeto, ela declarou atuar havia 20 anos no desenvolvimento de “planos e projetos estratégicos corporativos, sociais, culturais e econômicos para empresas e governos nacionais e internacionais que promovam o encontro e o intercâmbio de diferentes públicos”. A única captação efetivada pelo Instituto Conhecer Brasil foi para “Rute – o Ballet”, projeto apresentado em 2019 e realizado no ano seguinte. O governo havia autorizado a busca por R$ 157 mil, mas o valor efetivamente obtido foi de R$ 107 mil. A entidade também recebeu aval para captar recursos para o teatro “Turma do Smilinguido” e para a turnê da cantora Hadassah Perez. Cada uma das iniciativas tinha autorização para buscar cerca de R$ 1,2 milhão, mas os valores não foram levantados. Produtora tem outras entidades ligadas a recursos públicosAlém da Go Up Entertainment, Karina Gama possui outras empresas ou entidades do setor cultural que receberam verbas públicas. O Instituto Conhecer Brasil firmou contrato com a Prefeitura de São Paulo, na gestão Ricardo Nunes (MDB), no valor de R$ 108 milhões, para fornecer internet wi-fi em comunidades de baixa renda. O instituto também recebeu R$ 2 milhões em emendas parlamentares do deputado federal Mario Frias (PL-SP), que é produtor e roteirista de “Dark Horse”. Karina já declarou que a contratação pela prefeitura ocorreu de forma regular e sem relação com o filme, assim como os recursos das emendas. Ao justificar os repasses em publicação nas redes sociais, Frias mencionou sua passagem pela Secretaria Especial da Cultura. “Geri bilhões da Lei Rouanet à frente da Secretaria Especial da Cultura e saí do governo com as mãos limpas. Quem não se enriqueceu com bilhões certamente não iria se sujar pelos R$ 2 milhões que a imprensa agora tenta atribuir”, afirmou. Deputados estaduais também destinaram R$ 700 mil a empresas e entidades ligadas à produtora. PF apura possível uso de recursos enviados por VorcaroVorcaro pagou R$ 61 milhões para a produção de “Dark Horse”. De acordo com o The Intercept Brasil, o valor total negociado entre o ex-banqueiro e a família Bolsonaro teria sido de R$ 134 milhões, mas não há comprovação de que todo o montante tenha sido repassado. A PF suspeita que parte do dinheiro transferido por Vorcaro possa ter sido usada para custear despesas do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos, onde ele vive desde fevereiro de 2025. Flávio e Eduardo Bolsonaro negam essa hipótese. Na semana passada, Flávio afirmou que a movimentação pode ser comprovada. “Tem como comprovar. O que eu pedi hoje foi para o fundo privado disponibilizar o contrato ou que houvesse a prestação de contas pela produtora no Brasil”, disse o senador.
Aeromoça goiana viraliza após ‘entrevista de emprego’ com Virginia em Dubai
Aeromoça goiana viraliza após ‘entrevista de emprego’ com Virginia em Dubai — Foto: Reprodução/Instagram de Lorena Cabral Lorena Cabral contou que tudo não passou de uma brincadeira para aproveitar que a empresária está nos Emirados Árabes Unidos. “Vídeo publicado pela aeromoça já acumula mais de 1,7 milhão de visualizações” A aeromoça Lorena Cabral viralizou nas redes sociais com um vídeo contando sobre uma suposta entrevista de emprego para trabalhar com Virginia Fonseca, em Dubai. Ao g1, Lorena contou que tudo não passou de uma brincadeira para aproveitar que a empresária está nos Emirados Árabes Unidos. O vídeo publicado pela aeromoça já acumula mais de 1,7 milhão de visualizações até este sábado (23/5) e mostra o Atlantis The Royal, hotel onde Virginia está hospedada, além de uma imagem gerada por Inteligência Artificial em que a aeromoça e Virginia tomam um café juntas. Nascida em Goiânia (GO) e morando há sete meses em Dubai, Lorena contou que é aeromoça há seis anos, trabalhou no Brasil e na Europa e está procurando uma vaga de emprego como aeromoça no país. “O vídeo que eu faço com a roupa de uniforme é porque eu fui numa entrevista aqui em Dubai semana passada. Então eu juntei tudo: Virginia em Dubai, ela tem avião, eu já fui naquele hotel que ela tá hospedada… então juntei tudo e fiz o vídeo”, contou. “Fui contratada pela Virgínia para ser a nova aeromoça dela! Tomamos um café aqui em Dubai e eu me arrumei como quem vai conhecer um ícone internacional”, brincou a aeromoça. Virginia em DubaiVirginia passou alguns dias com a amiga Duda Freire e os sócios da We Pink em Dubai, nos Emirados Árabes. Divulgação Ela dividiu com os seguidores nas redes sociais algumas experiências luxuosas no país e publicou fotos com um relógio de quase R$ 2 milhões, um celular de R$ 27 mil e um jantar em que experimentou carne de camelo. Durante a estadia no país, a influenciadora mostrou o momento em que escolheu um relógio de luxo, um Richard Mille RM 037 com cravação ‘snow setting’, que pode custar milhões. Nos vídeos, ela pediu ajuda para escolher entre as cores verde, amarela e azul para a pulseira. Ao experimentar a carne de camelo, a influenciadora ficou indecisa, mas resolveu comer a carne e deu a sua opinião: “É uma costela com o tempero deles. O arroz tem muito gosto de erva. Diferente de tudo o que eu já comi”, contou.














