Veja os cenários PCdoB pode perder Ciência e Tecnologia e PSD quer Turismo, que é do União Brasil; afastado do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que foi seu padrinho político, ministro de Minas e Energia se aproxima de bancada de deputados Em meio à busca por ajustar a base e também pavimentar o apoio de partidos de fora da esquerda em sua possível busca pela reeleição em 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começa a traçar alguns cenários para a reforma ministerial que deve realizar nas próximas semanas. Há no mundo político, a expectativa de que Lula faça mudanças no primeiro escalão do governo tanto para trocar ministros com trabalho mal avaliado pela cúpula do Executivo quanto para reorganizar seus partidos aliados. O presidente, porém, tem dado sinais trocados sobre o tema. Segundo apurou a reportagem, ele às vezes indica que fará uma reformulação ampla e, em outras ocasiões, que planeja alterações pontuais. Nesse cenário, só as trocas de ministros muito próximos do presidente da República, como Rui Costa (Casa Civil) e Fernando Haddad (Fazenda), estariam totalmente descartadas. As discussões e especulações sobre a reorganização dos partidos da base do governo têm ainda dois eixos principais: o que fazer com Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e Arthur Lira (PP-AL), que deixam as presidências do Senado e da Câmara no início do mês que vem; e como manter próximos o MDB e o PSD, tidos como os principais aliados do Planalto fora da esquerda. Além disso, Lula tentaria começar a organizar seu grupo político para as eleições de 2026. São esperadas conversas com as bancadas do PSD e do MDB na Câmara nas próximas semanas. Os emedebistas se dizem contemplados pela atual formação do ministério, com Renan Filho (Transportes), Jader Filho (Cidades) e Simone Tebet (Planejamento). Pessedistas, porém, têm dito nos bastidores que o ministério dedicado à bancada do partido na Câmara não atende às suas expectativas. Trata-se do ministério da Pesca, comandado por André de Paula, ex-deputado pela legenda. Uma das mudanças em debate seria o remanejamento do PCdoB, que hoje ocupa o Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTI), para o Ministério da Pesca no provável redesenho de seu primeiro escalão. A ideia seria liberar a pasta hoje comandada por Luciana Santos para uma negociação política envolvendo partidos de fora da esquerda. Também é especulada a ida da ministra para o Ministério das Mulheres, no lugar de Cida Gonçalves. É quase consenso no entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que o MCTI é um ministério grande demais para um partido com apenas 8 deputados, como o PCdoB, e que pode ser uma pasta útil para reacomodar legendas mais poderosas da base do governo. O problema é que o clima na comunidade científica, onde o presidente da República tem apoio, costuma ser contrário a entregar o ministério a partidos do Centrão. Além disso, ao nomear Luciana Santos para a pasta, o presidente da República não teria feito um cálculo sobre a correlação de forças no Congresso, mas recompensado um partido que o apoia há décadas. As especulações sobre o Ministério da Pesca se devem justamente ao descontentamento da bancada do PSD na Câmara, que acha a pasta pequena demais para seu tamanho. A estrutura é comandada por André de Paula, ex-deputado. Ele tem bom trânsito entre os congressistas do partido e deverá continuar sendo ministro caso Lula troque a pasta dedicada ao PSD da Câmara. O partido tem outros dois ministérios, mas ocupados por políticos oriundos do Senado – Carlos Fávaro (Agricultura) e Alexandre Silveira (Minas e Energia). Afastado de Pacheco e com o cargo em risco, Silveira ganhou o apoio agora justamente de parte da bancada do partido na Câmara. O aval pode dificultar uma eventual troca na pasta. Silveira e Pacheco foram aliados próximos por anos. O hoje ministro foi alçado ao cargo por indicação do presidente do Senado. Agora, os dois vivem um afastamento político. Pacheco e Davi Alcolumbre (União-AP), favorito para ser o próximo presidente do Senado, comunicaram ao Planalto semanas atrás que o ministro de Minas e Energia já não contempla o acordo firmado no início do governo. Dessa forma, a permanência de Silveira no primeiro escalão se tornaria cota pessoal do presidente, não mais uma indicação da legenda. Alexandre Silveira, porém, tem atendido aos deputados do PSD, seu partido. A legenda tem bancadas relevantes em Estados onde há muita mineração ou petróleo, como Minas Gerais, Rio de Janeiro e Pará. A força política do Ministério de Minas e Energia é maior em locais com essas características. A capacidade política de um ministério no Rio de Janeiro é especialmente importante para o partido porque o prefeito da capital do Estado, Eduardo Paes, quer ser candidato a governador. Outro motivo que faz a bancada pessedista na Câmara ter interesse no MME é a Comissão de Minas e Energia da Casa, presidida pelo partido. O colegiado serve para discutir projetos para a área e tem emendas de comissão para destinar a projetos executados pelo Ministério de Minas e Energia. Um fator que vai além de acordos entre o governo e os partidos políticos também pesa a favor de Silveira. Ele se aproximou de Lula e da primeira-dama, Janja Lula da Silva, ao longo desses dois anos de governo. Também tem afinidades com o ministro da Casa Civil, Rui Costa. Diante dessas relações, interlocutores do governo avaliam que é possível que Silveira saia da cota partidária e migre para a pessoal de Lula nas próximas semanas. Nos últimos dias, o governo deu início a conversas com partidos de fora da esquerda para entender quais são as demandas das siglas para apoiar a gestão Lula em seus dois anos finais – e em uma eventual reeleição em 2026. Na terça-feira, 21, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, esteve com o deputado Hugo Motta (Republicanos), favorito na eleição de presidente da Câmara, e com o secretário de Indústria e Comércio do Paraná, Ricardo Barros – deputado licenciado pelo PP e um dos políticos mais influentes do
Presidente Lula desenha reforma ministerial
Ivete Sangalo mostra habilidade no surf
Cantora encarou ondas na Bahia Ivete Sangalo surpreendeu os seguidores ao mostrar suas habilidades no surf durante um vídeo publicado. Na última segunda-feira (27), a cantora encarou ondas e ganhou elogios dos seguidores. Nos stories, a apresentadora de 52 anos agradeceu ao professor pela evolução na prática do esporte. “Obrigada ao meu professor fera. O melhor!”, Após o registro, os internautas elogiaram a performance da artista. “Energia de gostosa”, aclamou um fã. “Ela e suas inúmeras facetas”, acrescentou um segundo. “Me ensina? Eu toda vez que tento [surfar] não consigo ficar em pé”, confessou uma terceira. Para o início de 2025, Veveta apostou no projeto musical O Verão Bateu em Minha Porta (Ao Vivo) – EP , que tem 5 faixas com referências às festividades carnavalescas, entre elas a canção Energia de Gostosa.
Cantor sertanejo é indiciado por agredir a namorada
Vítima contou à polícia que sofreu agressões durante os seis meses de relacionamento. Ele responde por lesão corporal praticada contra a mulher O cantor sertanejo Jadson Rodrigues Tiburtino, de 31 anos, foi indiciado por lesão corporal após agredir a namorada, segundo o delegado do caso, Luís Antônio de Jesus Santos. Ele foi denunciado pela vítima depois que bateu a cabeça dela contra a parede durante uma agressão, o que fez com que ela levasse dois pontos na testa. Ele responde por lesão corporal praticada contra a mulher “por razões da condição do sexo feminino”. Caso condenado, a pena é de dois a cinco anos de prisão, de acordo com o delegado. O Inquérito Policial foi remetido ao Judiciário com indiciamento no último domingo (26/1). O g1 solicitou nota de posicionamento ao advogado de defesa do cantor, Daniel Ribeiro Queiroz, que não respondeu até a última atualização deste texto. Quando Jadson foi preso, a defesa disse que não iria se manifestar sobre o ocorrido. O crime aconteceu na madrugada de quinta-feira (16), em Santa Helena de Goiás, no sudoeste goiano. Jadson foi preso no mesmo dia. Durante a audiência de custódia que converteu a prisão dele em preventiva, foram aplicadas medidas protetivas em favor da vítima. De acordo com a decisão judicial, Jadson ficou impedido de se aproximar da vítima, devendo manter uma distância mínima de 300 metros. Ainda ficou proibido de ter qualquer contato com a mulher, inclusive por mensagens ou postagens via telefone ou internet (WhatsApp, Facebook, Instagram, e-mails). A mulher contou à polícia que, na quarta-feira (15/1), passou o dia em um bar da cidade, acompanhada de amigas. Jadson Rodrigues Tiburtino trabalha cantando em bares e pequenos eventos, e foi até o local, onde permaneceu tranquilo. O casal e uma amiga foram embora juntos e, ao chegarem em casa, o suspeito começou a xingar a vítima. Jadson teria dito que ela “não presta” porque “passou o dia no bar”, segundo a polícia. No relato da vítima à PC, ela contou que o suspeito a empurrou contra a cama, a enforcou, a levantou da cama pelos cabelos, deu tapas no rosto e bateu a cabeça dela contra a parede. Ela contou à polícia que teve a cabeça jogada contra a parede por três vezes, enquanto implorava para que ele parasse. A amiga dela e testemunha do ocorrido também tentou intervir, mas não conseguiu. Ela perguntou à vítima se podia acionar a polícia, que aceitou. Mesmo assim, o suspeito só parou quando a namorada disse que ela mesma ligaria para a polícia. O suspeito chegou a tomar o celular da companheira para que ela não conseguisse pedir ajuda, de acordo com o depoimento dela. Histórico de violênciaEm um relacionamento de seis meses, a vítima relatou à polícia que era agredida frequentemente. Segundo o delegado Luís Antônio de Jesus Santos, a vítima relatou que durante todo o relacionamento houve violência: que ele a enforcava e puxava o cabelo dela, além de ofendê-la com xingamentos. Para a vítima, as agressões eram motivadas por ciúmes, conforme contou à polícia. Ela não havia denunciado o homem antes desse episódio, mas, devido ao histórico de agressão, ela decidiu representar criminalmente contra ele e pedir medidas protetivas de urgência.
Caiado entrega equipamentos e viaturas para reforçar segurança penitenciária em Goiás
Com recurso superior a R$ 41 milhões, foram adquiridas picapes, carabinas, munições e materiais químicos. Investimento reforça qualidade operacional e fortalece segurança em unidades prisionais de todo estado Reforçando o compromisso do Governo de Goiás em oferecer melhores condições de trabalho aos agentes da segurança pública estadual, o governador Ronaldo Caiado (UB) realizou, na tarde desta segunda-feira (27/1), a entrega de novas viaturas e equipamentos à Polícia Penal, durante cerimônia realizada no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia. Com investimentos de R$ 41,9 milhões oriundos do Tesouro Estadual, as novas aquisições irão garantir a ampliação do rigor nos procedimentos penitenciários “Estamos trabalhando fortemente para recompensar tudo aquilo que os policiais penais têm feito. Estamos oferecendo todo o aparato necessário para se fazer a segurança plena tanto do cidadão que está ali cuidando da segurança do presídio, como para aqueles que estão nas ruas. Isso é dar condições para que todos possam trabalhar com dignidade”, enfatizou o chefe do Executivo goiano, ao lembrar que, desde 2019, o Governo de Goiás já investiu mais de R$ 17 bilhões na área da segurança pública e, aproximadamente, R$ 350 milhões no sistema penitenciário goiano, com a reforma de unidades, construção de novas celas e compra de equipamentos e armamentos. Caiado ressaltou ainda que os novos equipamentos são de extrema qualidade e os mais sofisticados no mundo hoje, o que garante condições aos agentes de poderem combater a criminalidade dentro e fora do sistema penal goiano. “Graças à atuação da Polícia Penal, atingimos um grau de excelência no Brasil”, afirmou Caiado. Ao todo, foram entregues à força de segurança 86 novas viaturas modelo picape, equipadas com celas, 187 carabinas semiautomáticas, munições diversas e materiais químicos de segurança, como sprays de pimenta, agentes lacrimogêneos e granadas de luz e som. O vice-governador Daniel Vilela (MDB) destacou o sucesso que o estado de Goiás observa na área da segurança pública. “Hoje, temos a tranquilidade de saber que nossa polícia recebe constantes investimentos e faz parte das prioridades do orçamento público”, disse. O secretário de Segurança Pública, coronel Renato Brum, explicou que o controle do sistema penitenciário é fundamental e que “de nada adiantaria a persecução e execução penais se a gente não tiver a parte final, que é a segurança e o cumprimento da pena”. “Hoje, a Polícia Penal cumpre muito bem o seu trabalho”, afirmou. Já o titular da Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP), Josimar Pires, ressaltou que é a primeira vez que todas as viaturas do sistema penitenciário são zero quilômetro e locadas, e que todas as unidades do estado passam a ter, no mínimo, uma arma de alto calibre. “São muitos investimentos voltados para a melhoria das condições das unidades, para a melhoria do processo de trabalho e, consequentemente, para o processo de ressocialização”, pontuou, ao lembrar que Goiás é um dos estados com menores índices de reincidência penitenciária do país em virtude do controle carcerário e dos processos de ressocialização que estão sendo empregados pelo governo estadual.
Caiado inaugura Agrocolégio Maguito Vilela com foco na capacitação rural
Unidade funciona no Centro de Treinamento da Emater Goiás, em Goiânia. Objetivo é preparar jovens para operação, gestão e sucessão familiar no campo Com objetivo de capacitar a nova geração para atuar no campo, o governador Ronaldo Caiado inaugurou, nesta segunda-feira (27/1), em Goiânia, o Agrocolégio Estadual Maguito Vilela. “Os estudantes encontrarão aqui um ambiente aberto para que suas tendências e vocações sejam muito bem direcionadas, e sairão daqui com dois diplomas: ensino médio e profissionalizante”, explicou Caiado. Ele foi acompanhado pela coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, e pelo vice-governador Daniel Vilela. O governador destacou o perfil da escola, que aborda o agro com base na ciência e dá atenção especial à agricultura familiar. “Aqui surgirão não só pessoas que irão praticar a agropecuária, mas que poderão se voltar para a pesquisa, influenciados pelos professores”, disse o governador. Já a coordenadora do Goiás Social, Gracinha Caiado, ressaltou que o modelo de ensino faz com que “o jovem acredite que o campo pode proporcionar renda, e este pode ser o seu futuro”. O primeiro agrocolégio estadual leva o nome do ex-governador Maguito Vilela, que teve suas origens no campo e era um homem ligado ao agronegócio. Filho do homenageado, o vice-governador Daniel Vilela afirmou que a família recebe o tributo com “sentimento de alegria e gratidão”. Também disse que a escola coloca em prática a tendência mundial de aproveitar as vocações dos jovens já no ensino médio. “Aqui, filhos de pequenos produtores ou trabalhadores rurais terão acesso à inovação, pesquisa, tecnologia e uma condição profissional muito melhor que seus pais ou avós”, enalteceu. Parceria Ligado à rede estadual de ensino, sob a gestão da Secretaria da Educação (Seduc), o Agrocolégio Estadual Maguito Vilela está localizado dentro do Centro de Treinamento da Emater Goiás, no Campus Samambaia, em Goiânia. A agência é parceira da secretaria no projeto. “Quando dois gigantes se unem, quem ganha é o povo”, frisou a secretária de Educação, Fátima Gavioli, em referência à parceria estabelecida entre Seduc e Emater. O presidente da Emater, Rafael Gouveia, reforçou que a escola fortalecerá os laços dos adolescentes com suas origens. “A ideia é mostrar que é possível viver no campo, ter renda e qualidade de vida”, comentou. O Agrocolégio Estadual Maguito Vilela já está em funcionamento. Sessenta alunos frequentam aulas desde o dia 20 de janeiro. A metodologia do projeto prevê que os alunos passem um mês na instituição em tempo integral e, depois, o mesmo período no campo para aplicar o conhecimento técnico adquirido. Para os próximos anos, a meta é aumentar gradativamente o número de vagas, passando para 120 em 2026 e 180 em 2027.
“Compromisso com a sustentabilidade”, diz Amélio Cayres sobre acordo do Governo do Tocantins para restauração florestal
Foto / Cédito: Divulgação/Governo do Tocantins O presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), deputado Amélio Cayres (Republicanos), participou da assinatura do Protocolo de Negociação para Restauração Florestal pelo governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, com foco na restauração de 12 mil hectares de áreas degradadas no Estado, o equivalente a 17 mil campos de futebol. A solenidade de assinatura ocorreu em Villars-sur-Ollon, na Suíça, a partir de contrato assinado com o Fundo Silvania, criado pela empresa Mercuria Energy Trading, para aporte inicial de R$ 120 milhões de investimento. “Esse é um projeto piloto que, certamente, se tornará referência mundial porque tem sido feito com muita seriedade e a verdadeira intenção de cuidar do nosso Estado, diminuir o desmatamento e os problemas ambientais que temos visto em todo o mundo, além de envolver as comunidades que vivem no entorno das áreas e serão as mais beneficiadas. Como parlamentar, é muito importante acompanhar esse momento de zelo pelas florestas tocantinenses e ver que o governador Wanderlei está sendo pioneiro em mais um projeto ambiental, demonstrando seu compromisso real com a sustentabilidade no Tocantins”, frisou o chefe do Legislativo. Em seu discurso, o governador Wanderlei afirmou que o Parque do Cantão será a primeira área a ser restaurada a partir de março, por meio da “Tocantins Restaura”, entidade formalizada diante da parceria entre a Tocantins Parcerias (Topar) com o Fundo Silvania e a Geonoma, responsável pela execução das operações táticas de reflorestamento, que trabalhará por meio da supervisão e orientação do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). responsável por todas as unidades de conservação do estado do Tocantins. prio a primeira área a ser restaurada é no Cantão “Queremos que essa iniciativa seja replicada dentro e fora do estado do Tocantins. Acreditamos que estabelecemos o melhor modelo para a restauração de áreas degradadas com participação do capital privado e pleno respeito às comunidades locais. O Tocantins é exemplo em políticas de combate à emergência climática, que trazem desenvolvimento econômico e social. O Estado se destaca também no fortalecimento dos seus órgãos ambientais como o Naturatins, imprescindível para esse processo”, destacou o governador. Conforme o Governo do Tocantins, o projeto envolverá as comunidades locais, absorvendo a sabedoria popular e conhecimentos da região, além de gerar emprego e renda por meio de capacitação ambiental, ecoturismo e práticas sustentáveis.
Quaest: trabalho de Lula é reprovado por 49% dos brasileiros
Índice da avaliação negativa do trabalho do presidente atingiu seu maior patamar após a “crise do Pix”; 47% da população o apoiaO trabalho realizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é reprovado por 49% dos brasileiros, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (27). A taxa de aprovação é de 47%. O resultado demonstra uma queda importante na avaliação do trabalho do petista em relação ao levantamento anterior, de dezembro, quando o mandatário aparecia com 52% de aprovação – ou seja, 5 pontos a mais – e 47% de reprovação. Veja os números: Aprova: 47% (eram 52% em dezembro);Desaprova: 49% (eram 47%);Não sabe/não respondeu: 4% (eram 2%).Avaliação do governoNa avaliação geral, cerca de 37% dos entrevistados reprovam o terceiro mandato de Lula, enquanto 31% o classificam como positivo. Também houve um aumento na percepção negativa em relação à rodada anterior, de dezembro, quando a desaprovação era de 31%. Já a avaliação positiva caiu de 33% para 31%. Entre os que classificam a gestão como ‘regular’, a taxa é de 28% – na pesquisa anterior, era de 34%. Os que não sabiam ou não responderam aumentou de 2% para 4%. Veja os números: Positiva: 31% (eram 33%);Negativa: 37% (eram 31%);Regular: 28% (eram 34%);Não sabem/Não responderam: 4% (eram 2%).Em comparação às duas gestões anteriores, a atual leva a pior avaliação: em 2004, o governo tinha 41% de avaliação positiva e em 2008, 73%, segundo dados do Ibope. Direção certa ou erradaCerca de 50% dos entrevistados consideram que o governo Lula está fazendo o Brasil caminhar na direção errada, enquanto 39% pensam o oposto. Outros 11% não souberam responder. Percepção do BrasilNa visão dos entrevistados da Quaest, os principais problemas do Brasil hoje são: Violência: 26% (eram 20% em dezembro);Questões sociais: 23% (eram 18%);Economia: 21% (eram 21%);Saúde: 14% (eram 15%);Corrupção: 8% (eram 9%);Educação: 8% (eram 8%).Promessas de campanhaPara 65% dos entrevistados, Lula não tem conseguido cumprir o que prometeu em campanha, e 30% disseram o oposto. 5% não sabem ou não responderam. Polêmica do PixSobre as fake news da taxação do Pix, os entrevistados responderam se, na visão deles, o governo acertou ou errou mais diante da polêmica. Para 66%, o governo errou mais, 19% acham que acertou mais e 5% que acertou e errou igual. 10% não souberam ou não responderam. Confira outros recortes como regional, idade, gênero, renda e raça:RegionalA aprovação da gestão Lula caiu no Nordeste, de 67% para 60%, enquanto o índice de reprovação subiu de 32% para 37%. Neste recorte, a margem de erro é de 4 pontos percentuais. Já no Sudeste, a avaliação negativa do presidente segue em 53%, mesmo índice dos dois levantamentos anteriores, e a aprovação caiu de 44% para 42%. No Centro-Oeste/Norte, a reprovação é de 49% (eram 50%) e a aprovação manteve os 48% da pesquisa anterior. A margem de erro é de 5 pontos percentuais. No Sul, Lula é desaprovado por 59% (eram 52%) e aprovado por 39% (eram 46% em dezembro). A margem de erro para esta região é de 6 pontos percentuais para mais ou para menos. GêneroA aprovação de Lula entre as mulheres caiu de 54% em outubro para 49% em janeiro. As que o reprovam somam 47% (eram 44%). Cerca de 52% dos homens entrevistados reprovam Lula (eram 50%) e 45% aprovam o trabalho do presidente (eram 49%). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, tanto entre homens quando entre mulheres. RaçaLula segue aprovado pela maioria dos que se declaram pretos, com índice de 54% (eram 59%). A reprovação é de 42% (eram 39%). Entre os pardos, 51% o aprovam (eram 55%) e 45% o desaprovam (eram 43% na pesquisa anterior). Já entre os brancos, a reprovação é de 60% (eram 52%) e a aprovação, 39% (eram 46%). IdadeA reprovação do trabalho de Lula só não é maior que a aprovação entre os eleitores de 60 anos ou mais. As outras faixas etárias o desaprovam em sua maioria. Confira: Eleitores de 16 a 34 anos: 52% desaprovam (eram 50% em dezembro), e 45% aprovam (eram 48%);Eleitores de 35 a 59 anos: 52% desaprovam (eram 46% na pesquisa passada), e 46% aprovam (eram 52%).Eeitores de 60 anos ou mais: 60% aprovam o trabalho de Lula e 40% reprovam (eram 57% e 40%, respectivamente, em dezembro).RendaCerca de 56% dos entrevistados que têm renda familiar de até dois salários mínimos apoiam o salário de Lula (eram 63%). Ele é reprovado por 39% (eram 34%). A reprovação do presidente é de 54% entre os que ganham mais de 2 salários mínimos até 5 salários-mínimos (eram 50% em dezembro). A aprovação é de 45% (eram 48%).
Documentário “Reconstruindo o Sistema” revela transformação histórica na segurança pública em Goiás
Série documental do ISTV Play desvenda bastidores e estratégias que tornaram o estado referência nacional em segurança pública. Em seis anos, Goiás alcançou uma redução histórica de 97,6% na criminalidade Com uma redução de 97,6% nos índices de criminalidade em seis anos, Goiás consolidou-se como referência nacional em segurança pública. Agora, o público poderá entender os bastidores dessa transformação histórica por meio do documentário “Reconstruindo o Sistema”, lançado no canal do ISTV Play no YouTube. A série documental, dividida em cinco episódios, explora as iniciativas, os desafios e as estratégias que moldaram o sucesso do estado no combate ao crime. Liderado por delegados-gerais, o sistema de segurança pública de Goiás se destaca por sua estrutura de comando integrada e investimentos em tecnologia e inteligência policial. Entre os depoimentos de destaque está o do governador Ronaldo Caiado, que relembra a situação de insegurança que predominava no estado antes de sua gestão. “Os goianos viviam cerceados, com medo de sair de casa, andar de carro ou morar na zona rural. Eu deixei claro desde o início: o bandido muda de profissão ou muda de estado”, declarou Caiado no documentário, ao defender que, sem segurança, não há desenvolvimento econômico nem estabilidade social. O governador também relatou que quando assumiu a gestão, Goiás enfrentava um cenário de “colapso” em várias áreas. Ainda assim, ele priorizou a segurança pública a ponto de anunciar, em seu discurso de posse, que não haveria espaço para facções no território goiano. Ele relatou os investimentos em inteligência policial, ao criar batalhões especializados e estruturado em ações para coibir crimes como assaltos a banco, sequestros e invasões de terra. “Nunca se teve um assalto a banco, nunca houve um novo cangaço, nunca tivemos carro-forte assaltado ou sequestro. Não há invasão de terra”, afirmou. Outro ponto abordado é como o combate direto ao crime organizado impactou positivamente o ambiente econômico, tornando Goiás atrativo para investidores. “O cidadão anda com segurança, e os empresários veem no estado um local estável para investir”, completou Caiado. Além do governador, o secretário de Segurança Pública, Renato Brum, enfatizou a importância da integração das forças de segurança, algo que, segundo ele, foi essencial para os resultados alcançados. “O diálogo e o trabalho conjunto foram fundamentais para reduzir drasticamente os índices criminais. Hoje, Goiás é um estado onde as forças de segurança atuam em plena harmonia”, afirmou Brum. O documentário também destaca números expressivos que ilustram o impacto das políticas adotadas. No terceiro trimestre de 2024, conforme o último levantamento feito pelo Observatório de Segurança Pública da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) foram cumpridos 7.834 mandados de prisão e apreensão, 5.976 foragidos recapturados, 203 quadrilhas desarticuladas e 20 toneladas de drogas apreendidas. Além disso, houve redução de 9,4% nos homicídios dolosos e de 17,4% nos feminicídios em comparação ao ano anterior. Com um olhar aprofundado sobre a atuação dos agentes de segurança pública e o uso de inteligência para enfrentar o crime, “Reconstruindo o Sistema” é um convite a conhecer de perto as histórias e os esforços que transformaram Goiás em um modelo de gestão eficiente e segura. O documentário está disponível gratuitamente no canal do ISTV Play no YouTube, por meio do link: https://www.youtube.com/@istv_play.
“Combustível do Futuro” deve baratear gasolina
Aumento do percentual de etanol na gasolina promete impactos no mercado de combustíveis e no meio ambiente O Brasil prepara mudanças importantes no setor de combustíveis com a Lei Combustível do Futuro(14.993/2024). A proposta busca alterar a composição dos combustíveis utilizados no país, aumentando o percentual de etanol na gasolina de 27,5% para 30%. A nova legislação representa um marco regulatório para o setor sucroenergético. As modificações propostas podem trazer impactos econômicos e ambientais para o mercado brasileiro de combustíveis. Impacto econômico e produtivoA alteração pode reduzir o preço da gasolina, segundo o setor sucroenergético. A mudança ocorre pela menor carga tributária sobre o etanol anidro em comparação com a gasolina pura. A expectativa é de aumento de 1,3 bilhão de litros na produção de etanol anidro. O setor sucroenergético afirma ter capacidade produtiva para absorver a demanda adicional. O Brasil amplia a produção de etanol a partir de duas fontes principais. Na safra 2023/2024, o etanol de milho representou 18,7% do volume total produzido no país. Testes técnicos e impacto ambientalO Instituto Mauá de Tecnologia realiza testes para avaliar o impacto da nova mistura. As análises ocorrem em janeiro e fevereiro de 2025, com foco em diferentes modelos de veículos. Serão testados carros de diferentes anos e tecnologias, como Gol de 1993, Uno Mille, Corolla e modelos mais recentes. O objetivo é verificar possíveis impactos mecânicos. O etanol brasileiro contribui para a redução nas emissões de gases de efeito estufa. Estudos indicam que o biocombustível pode reduzir emissões de CO2 em até 90%. Desafios e perspectivas futurasO Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo em Minas Gerais aponta possível aumento nos preços. O valor do etanol anidro subiu 41,5% em 2024, passando de R$ 2,12 para R$ 3,00. Organizações internacionais reconhecem o potencial do etanol brasileiro na transição energética. O biocombustível é visto como estratégia eficaz para mitigação das mudanças climáticas. O consumo de etanol no Brasil aumentou 31,1% em janeiro de 2024. O crescimento demonstra o potencial do biocombustível no mercado nacional e internacional. Motores mais antigos, fabricados há mais de 15 anos, podem apresentar incompatibilidade. Os testes do Instituto Mauá visam identificar e mitigar esses riscos potenciais. O Ministério de Minas e Energia receberá os resultados preliminares dos testes no primeiro trimestre de 2025. As informações subsidiarão o estudo de impacto regulatório da nova mistura.
Trump impõe sanções à Colômbia após recusa de voos de deportados
As medidas incluem tarifas emergenciais de 25% sobre todas as mercadorias colombianas O presidente dos Estados Unidos da América (USA) Donald Trump anunciou, neste domingo (26/1), a imposição de sanções à Colômbia em resposta à decisão do governo colombiano de recusar voos com migrantes deportados pelos Estados Unidos. As medidas incluem tarifas emergenciais de 25% sobre todas as mercadorias colombianas, que subirão para 50% em uma semana, além de restrições financeiras, bancárias e de viagem. A Casa Branca informou que as sanções se aplicam de forma ampla, atingindo funcionários do governo colombiano, aliados, familiares e apoiadores do atual governo. Entre as ações previstas estão inspeções alfandegárias e de proteção de fronteiras mais rigorosas para cidadãos e cargas colombianas, justificadas como medidas de segurança nacional. Segundo Trump, as sanções refletem a postura dos EUA sobre o retorno de migrantes e servem de advertência para outros países. O presidente colombiano, Gustavo Petro, respondeu à medida afirmando que a recusa em aceitar os voos se deve à falta de garantias de tratamento digno aos migrantes. Em publicação na plataforma X, Petro declarou: “Os EUA não podem tratar os migrantes colombianos como criminosos. Proíbo a entrada de aviões norte-americanos com migrantes colombianos em nosso território. Os EUA devem estabelecer um protocolo para o tratamento digno dos migrantes antes de os recebermos”. Trump, por sua vez, afirmou na rede Truth Social: “Essas medidas são apenas o começo. Não permitiremos que o governo colombiano viole suas obrigações legais em relação à aceitação e retorno dos criminosos que eles forçaram a entrar nos Estados Unidos!”. BrasilEnquanto isso, a questão migratória também gerou repercussões no Brasil. O governo brasileiro protestou contra o retorno de 88 imigrantes deportados pelos EUA para Manaus (AM). A nota oficial do Itamaraty criticou o tratamento dado aos deportados durante o voo, mencionando o uso de algemas, condições precárias da aeronave e violações de acordos bilaterais. Segundo o documento, o Brasil havia acordado voos de repatriação em 2018 para reduzir o tempo de permanência dos nacionais em centros de detenção nos EUA, mas exige o cumprimento de garantias mínimas de dignidade. O governo solicitou esclarecimentos formais às autoridades norte-americanas.














