Nesse compasso, cresce a pré-candidatura de Amélio Cayres ao Governo do Estado — uma candidatura que se fortalece justamente por ser feita de solidez, não de espetáculo A política costuma ser barulhenta. Muitas vezes, é feita de gestos espalhafatosos, promessas ruidosas e disputas de vaidade. Mas o Tocantins, em sua essência, tem outro ritmo. É um estado que valoriza o trabalho discreto, a palavra cumprida e a liderança que escuta mais do que impõe. Nesse compasso, cresce a pré-candidatura de Amélio Cayres ao Governo do Estado — uma candidatura que se fortalece justamente por ser feita de solidez, não de espetáculo. Neste final de semana, dois importantes nomes da Assembleia Legislativa — os deputados Vilmar e Gipão — declararam apoio a Amélio. E esse movimento não é casual. É reflexo de algo mais profundo: a confiança que Amélio inspira por sua trajetória coerente, por sua forma respeitosa de fazer política, e por sua capacidade de agregar sem anular, de liderar sem atropelar. Amélio Cayres conquista pela competência silenciosa Não precisa de holofotes para mostrar serviço. Ele entrega, e entrega com consistência. E entrega porque conhece o Tocantins como poucos. Foi prefeito de Esperantina, no Bico do Papagaio — uma das regiões mais esquecidas nos grandes debates, mas que pulsa com a força do Tocantins real. Lá, no Tocantins profundo, Amélio aprendeu o valor da escuta e da gestão pragmática, onde cada recurso conta e cada ação precisa fazer diferença. Na Assembleia, com quatro mandatos como deputado estadual e dois como presidente da Casa, Amélio consolidou um estilo de liderança raro: colegiado, inclusivo, democrático. Ouve seus pares, compartilha decisões, divide os méritos Não há imposição, há construção conjunta. É esse espírito que o torna capaz de unir correntes distintas, aproximar grupos diversos e formar uma base que cresce porque se sente parte do projeto. A pré-candidatura de Amélio não é movida por ambição pessoal. É movida por um senso de responsabilidade com o Tocantins que trabalha, que precisa de presença, de estabilidade e de equilíbrio. É uma alternativa que carrega a cara do povo tocantinense: simples, mas firme; humilde, mas visionária. É por isso que a base cresce. Porque Amélio representa um tipo de liderança cada vez mais rara — a que não precisa gritar para ser ouvida, porque fala com verdade. E o Tocantins está ouvindo.
Amélio Cayres: a força silenciosa que unifica o Tocantins
Qual “Democracia”?
Divulgação EUA usam métodos considerados desumano para executar homem condenado de pena de morte p/ Raimundo Lira Qual vejo milhares de brasileiros, aplaudirem de pé as investidas do presidente norte-americano Donald Trump (Republicanos) contra o “Judiciário Brasileiro”, (Em carta dirigida a Lula, Trump ataca ações no STF contra Jair Bolsonaro, em nome da democracia e na defesa dos direitos humanos), eu percebe perfeitamente que o povo brasileiro – além dele não entender nada de “democracia” desconhece totalmente os absurdos, praticados – acredito – por vários governos americanos. Os assassinatos de presidentes (Assassinato de John Kennedy é alvo de teorias da conspiração) de lideres ( Assassinato de Martin Luther King ) atentados contra os direitos humanos (policiais dos EUA espancam homem negro até a morte / EUA usam métodos considerados desumano para executar homem condenado de pena de morte), são na maioria das vezes ignorados pelos governos dos EUA. Agora neste momento em que Trump ataca de frente as ações do Supremo Tribunal Federal (STF), por conduzir legalmente um processo contra agressões ao ” Estado de Direito” – Bolsonaro (Pesquisa mostra que país quer julgar Bolsonaro) e alguns de seus assessores. E, para contemplar a ignorância dos de tolos fanáticos fascistas, grande parte da sociedade brasileira aplaude a dinastia trumpista e cospe na “Soberania Nacional” – gentinha sem respeito próprio e sem amor à Pátria! Não tenho dúvidas! Raimundo Batista Lira é Jornalista, Bacharel em Relações Internacionais e Presidente a Associação Brasisleira dos Blogues e dos sites (AbbWebSites) em Brasília (DF).
Salas Lilás: espaço criado para acolher vítimas de violência é reconhecido com aprovação de mais de 90%
Foto: Divulgação/ SPTC Pesquisa de satisfação realizada pelo Governo de Goiás ouviu crianças, adolescentes, mulheres e pessoas LGBTQIAPN+ atendidas no local O Governo de Goiás, por meio das secretarias de Estado da Saúde (SES) e da Polícia Científica, registrou índice de aprovação superior a 90% em um dos quesitos da pesquisa de satisfação realizada com o público atendido nas Salas Lilás. O espaço é especializado no acolhimento humanizado a mulheres vítimas de violência, integrando, em um mesmo local, os serviços de saúde e de perícia médico-legal. A pesquisa inédita foi realizada entre os dias 21 de março e 22 de julho deste ano, por meio de um QR Code disponibilizado nas unidades da Polícia Científica que contam com Salas Lilás. O levantamento mostra que 87,9% das atendidas declararam-se “totalmente satisfeitas” com o atendimento médico recebido; 90,9% avaliaram como “totalmente satisfatório” o atendimento de outros profissionais da saúde; e 84,8% aprovaram totalmente o espaço físico. Além disso, 42,5% das respondentes registraram elogios espontâneos ao atendimento prestado, reforçando a importância da atuação sensível e especializada das equipes envolvidas. “Essas unidades desempenham um papel fundamental no combate à revitimização e no acolhimento digno das vítimas em momentos de grande vulnerabilidade e esse estudo vem para atestar a excelência dessa iniciativa”, pontuou o titular da SES, Rasível Santos. Para o superintendente de Polícia Científica, Ricardo Matos, ao promover acolhimento e escuta qualificada, o programa contribui para o fortalecimento das redes de proteção e para a responsabilização dos agressores. “A Polícia Científica segue comprometida com a proteção dos direitos das mulheres, crianças e adolescentes, garantindo procedimentos importantes não somente para a investigação policial, mas também para o amparo às vítimas”, destacou. Sala Lilás O projeto conjunto da SES e Segurança Pública é operacionalizado no âmbito das unidades de Medicina Legal da Polícia Científica. O objetivo é oferecer atendimento humanizado, acolhedor e integrado a mulheres, crianças, adolescentes e pessoas LGBTQIAPN+ vítimas de violência. Desde o início, em 2021, já foram atendidas 8.129 pessoas. A cor lilás foi escolhida por seu simbolismo histórico na luta contra a violência de gênero e em defesa dos direitos das mulheres. A atuação nas Salas Lilás é realizada por uma equipe multidisciplinar, composta por médicas legistas, policiais femininas da corporação, além de profissionais da saúde vinculados à SES, como assistentes sociais, psicólogas, enfermeiras, técnicas e auxiliares de enfermagem. Atualmente, 44 servidoras da Saúde atuam no programa, designadas por meio da Gerência de Atenção às Populações Específicas (GERPOP).
EUA preparam centenas de protestos contra Donald Trump
Nathan Howard / Reuters Os protestos devem ocorrer em grandes centros urbanos como Nova York, Los Angeles, Atlanta e Houston, além de cidades menores e capitais estaduais Várias cidades dos Estados Unidos da América (EUA) se preparam para um dia de protestos contra o governo do presidente Donald Trump neste sábado (2/8). Batizado de “Rage Against the Regime” (Raiva Contra o Regime), o movimento é organizado pelo coletivo 50501 e promete mobilizar dezenas de milhares de pessoas em centenas de protestos espalhados por diferentes estados do país. O movimento 50501, cujo nome faz referência à ideia de realizar 50 protestos em 50 estados em um único dia, tem sido uma das principais forças por trás das manifestações que vêm ocorrendo desde o retorno de Trump à presidência, em janeiro. Desde então, o grupo já organizou oito dias nacionais de ação coletivas, incluindo os protestos “No Kings”, em 14 de junho, que coincidiram com o aniversário de 79 anos de Trump e um desfile militar em Washington, e as homenagens ao congressista e ícone dos direitos civis John Lewis, em 17 de julho. Mobilização A mobilização deste sábado tem como foco a oposição a uma série de políticas e ações do governo Trump. Em comunicado oficial, os organizadores afirmam que o objetivo é transformar a raiva coletiva em ação coordenada contra o que classificam como a militarização da agência de imigração ICE e a construção em uma região de pântanos do “Alligator Alcatraz”, como estão sendo apelidados os centros de detenção para migrantes criados em apenas alguns meses. Os manifestantes também protestam contra o encobrimento de arquivos ligados ao caso Jeffrey Epstein, os ataques aos direitos da população trans e o desmonte de programas e agências públicas do país. “A exaltação do neofascismo americano pelo governo Trump nos deu motivos de sobra para nos revoltarmos”, declarou Hunter Dunn, coordenador nacional de imprensa do movimento 50501, que acusa o chefe da Casa Branca de construir campos de concentração e financiar genocídios. Manifestantes defendem protestos sem violência Os protestos devem ocorrer em grandes centros urbanos como Nova York, Los Angeles, Atlanta e Houston, além de cidades menores e capitais estaduais. Um mapa interativo com os locais das manifestações foi disponibilizado no site oficial do movimento. Ao todo, 278 grupos locais estão envolvidos na organização dos eventos, que incluem não apenas marchas e discursos, mas também ações comunitárias como mutirões de limpeza e arrecadação de alimentos. “Nosso movimento é enraizado na não violência, mas está longe de ser passivo. Estamos unidos, fortes e determinados a mostrar ao mundo a força irresistível de comunidades que se levantam contra a injustiça”, diz um trecho do manifesto publicado no site da campanha. A escolha do nome “Rage Against the Regime” é uma referência à banda de rock Rage Against the Machine, conhecida por suas letras de protesto e postura anti-autoritária, embora não haja qualquer envolvimento oficial do grupo musical com os protestos. A expectativa é de que este seja um dos maiores dias de mobilização popular do ano nos Estados Unidos, refletindo o crescente clima de tensão política no país. (Site www.oknewsbr.com.br c/ agências)
Caiado apresenta avanços de Goiás em segurança, educação e sustentabilidade no “Diálogos – O Globo 100 anos”
Governador de Goiás participou de debate com o prefeito do Recife João Campos, em comemoração aos 100 anos do jornal O Globo. Segurança pública, sustentabilidade no agro, equilíbrio fiscal e educação foram os principais temas O governador Ronaldo Caiado foi um dos convidados do evento “Diálogos – O Globo 100 anos”, realizado nesta sexta-feira (1º/8), no Rio de Janeiro, promovido pelo O Globo como parte da celebração do centenário do jornal. Em um painel mediado pela jornalista Vera Magalhães, Caiado participou ao lado do prefeito do Recife, João Campos, em um debate que reuniu lideranças políticas de diferentes espectros ideológicos com o objetivo de discutir o futuro do Brasil com foco em resultados, diálogo e civilidade. O governador também fez duras críticas ao governo federal e à condução da política externa, especialmente em relação à recente crise comercial com os Estados Unidos. “O governante precisa ter autoridade moral para liderar. Foi assim que reconstruímos Goiás e é isso que falta hoje ao país”, afirmou. Ao longo da entrevista, Caiado destacou os avanços que Goiás tem alcançado em áreas estratégicas da gestão pública, com ênfase em segurança, educação, sustentabilidade ambiental e equilíbrio fiscal. Colega de Caiado no debate, João Campos elogiou a gestão do goiano, mesmo estando em espectro político oposto. “O governador Caiado tem feito um trabalho que o Brasil reconhece, com resultados importantes e, mesmo estando em campos políticos diferentes, a gente pode reconhecer o trabalho um do outro e fazer um bom debate”, afirmou. Segurança pública Um dos principais temas da fala de Caiado foi a segurança pública, área em que Goiás tem se destacado nacionalmente. Ele ressaltou que, quando assumiu o governo, muitas cidades da região do Entorno de Brasília, como Valparaíso, eram dominadas por facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho. “Hoje, você pode tomar café às 4 da manhã em qualquer padaria, jantar em qualquer lugar, passear com a família e pegar ônibus de madrugada sem preocupação. Não há mais nenhuma área do estado sob domínio de facções. Nós resgatamos a autoridade do Estado e, por isso, somos o estado mais seguro do país”, afirmou. Na última semana, o governador também apresentou dados concretos que mostram quedas expressivas na criminalidade: em relação a 2018, os homicídios dolosos caíram 62%, os latrocínios 95%, e os roubos a transeunte e a comércio registraram redução superior a 90%. Em 145 municípios goianos, nenhum homicídio foi registrado no primeiro semestre de 2025, reforçando o avanço da segurança pública no estado. Desenvolvimento sustentável Durante o debate, Caiado também abordou as transformações que Goiás tem promovido no setor agropecuário com foco na modernização e na sustentabilidade ambiental. O governador ressaltou que o Brasil possui o Código Florestal mais rigoroso do mundo e é o único país que preserva todos os seus biomas, ao contrário de países europeus que já destruíram suas florestas nativas. “Querem nos impor regras quando sequer têm bioma para mostrar. Enquanto lá tudo é mata plantada, aqui preservamos a natureza de verdade e produzimos com responsabilidade”, afirmou. Caiado destacou que Goiás lidera iniciativas concretas, e é o único estado brasileiro que remunera produtores rurais para manter a vegetação nativa e proteger nascentes. “Pagamos até R$ 680 por hectare ao cidadão que decide não desmatar e preservar sua propriedade. Isso é política ambiental séria, feita com incentivo, não com discurso vazio”, afirmou. O governador também mencionou o protagonismo de Goiás na exploração sustentável de terras raras pesadas, ao criar uma autoridade estadual para o setor, e o avanço do biometano e de tecnologias alternativas como o pó de rocha na agricultura. “Nós mostramos que é possível produzir mais, proteger mais e respeitar o meio ambiente — sem aceitar imposições de quem já destruiu o seu.” Economia e enfrentamento ao tarifaço Caiado também comentou a imposição de tarifas pelos Estados Unidos da América (EUA) sobre produtos brasileiros, classificando a medida como política e injusta. Ele detalhou as ações que o governo estadual adotou para proteger o setor produtivo de Goiás, como o lançamento de um fundo creditório baseado no ICMS que será apresentado na B3, em São Paulo. “Temos mais de R$ 700 milhões prontos para amparar o setor produtivo, mais R$ 400 milhões em taxa de equalização e ainda um fundo de estabilização com quase R$ 4 bilhões. Goiás está preparado para reagir, porque fez o dever de casa”, afirmou. Caiado também se disse otimista quanto à reversão das tarifas, citando articulações com a diplomacia americana. “Estamos em diálogo com o governo dos EUA e esperamos que prevaleça o bom senso. Goiás tem hoje investimentos estratégicos em minerais críticos, que interessam diretamente aos americanos”, pontuou. Educação Outro ponto de destaque na entrevista foi a educação. Caiado explicou que montou uma equipe técnica, sem apadrinhamentos políticos, com foco em resultados. Goiás ocupa hoje o primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino médio e o segundo lugar na alfabetização na idade certa. Caiado também destacou os investimentos feitos na infraestrutura escolar e na valorização dos alunos. “Todos os estudantes do nono ano ao terceiro do ensino médio têm uniforme, material didático completo, alimentação de qualidade e um chromebook. Investimos R$ 8,5 bilhões para reformar as escolas, que agora contam com laboratórios de física, química, biologia, informática e até robótica”, comemorou. Para Caiado, o impacto da educação vai além das salas de aula. “Quando assumi, havia 1.073 adolescentes no sistema socioeducativo. Hoje, são apenas 178. Isso é resultado direto da integração entre segurança e educação. Em Goiás, a referência para os jovens não é facção criminosa nem traficante ostentando arma — é o estudante, o empreendedor, o cidadão que constrói um futuro.”
Moraes sobre ação dos Bolsonaro em sanções: “Traição ao Brasil”
Bruno Peres/Agência Brasil O Ministro do STF criticou aqueles que atuam sob “modus operandi golpista” O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reagiu, nesta sexta-feira (1º/8), às sanções econômicas impostas pelo governo dos Estados Unidos a ele, com base na Lei Magnistky. O magistrado disse que a ação do clã Bolsonaro para convencer a potência estrangeira a adotar medidas contra o país caracteriza “traição ao Brasil”. “Temos visto recentemente ações de diversos brasileiros que estão sendo processados ou investigados. Estamos constatando condutas dolosas, conscientes (…) de uma verdadeira organização criminosa, que atua de forma jamais vista em nosso país, de maneira covarde e traiçoeira”, começou o magistrado, durante a sessão extraordinária que marcou o retorno do Judiciário após o recesso. Segundo Moraes, as sanções são consequência das ações de pessoas que agem contra o país. Ontem, o presidente Donald Trump assinou o decreto que oficializava as tarifas contra países parceiros – o Brasil tem a maior alíquota, de 50%. “Agem, repito, de maneira covarde e traiçoeira. Covarde porque esses brasileiros, pseudo patriotas, encontram-se foragidos e escondidos fora do território nacional. Não tiveram coragem de permanecer no país e atuam por meio de atos hostis”, disse o ministro. Moraes ainda afirmou que a implementação dessas sanções tem por objetivo instaurar uma crise econômica no Brasil. “Com isso, buscam gerar pressão política e social que possa interferir no andamento das ações penais, muitas já na fase de alegações finais. O modus operandi golpista é o mesmo”, seguiu. O magistrado repudiou a postura daqueles que assumem a autoria de tais negociações e se nomeiam interlocutores do tarifaço. “Como se houvesse glória na traição, principalmente nas redes sociais, assumem a autoria de uma verdadeira intermediação com um governo estrangeiro para a imposição de medidas econômicas contra o próprio país, que resultaram na taxação de 50% dos produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos da América”, disse. “Não estão só ameaçando e coagindo as autoridades públicas, mas também amedrontando os familiares. Essas condutas caracterizam claros atos executórios de traição ao Brasil”, acrescentou. Sem citar nomes, Moraes fez referência a articulações realizadas por autoridades brasileiras no exterior, uma possível alusão ao deputado Eduardo Bolsonaro(PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro(PL-RJ), que está nos Estados Unidos da América (EUA). Eduardo tem pressionado não só o Judiciário, como também o Congresso, para anistiar o pai e os presos após os atos de 8 de janeiro. O deputado defende que a anistia seria a “moeda de troca” para que as sanções não entrassem em vigor. Para o ministro, essas movimentações pretendem aprofundar a crise econômica no país e abrir espaço para novas investidas contra a democracia. “Eu aqui afirmo, sem medo de errar: não houve no mundo uma ação penal com tanta transparência e publicidade como essa. O STF está atuando dentro da Constituição, dentro dos princípios republicanos e garantindo o devido processo legal. Não é possível aceitar pressões ou coações. Não é possível substituir o devido processo legal por um tirânico arquivamento para beneficiar determinadas pessoas que se acham acima da Constituição, acima da lei, acima das instituições”, concluiu. A Lei Magnitsky, base das sanções impostas ao magistrado, prevê medidas como o bloqueio de bens e investimentos em território americano, além da suspensão do uso de cartões de crédito vinculados a instituições financeiras dos EUA. A legislação foi criada para punir violações de direitos humanos e casos graves de corrupção ao redor do mundo. Moraes, no entanto, afirmou que não possui no Brasil qualquer ativo sujeito a essas restrições.
Imprensa internacional repercute briga de Trump com o Brasil
Provided by Deutsche Welle Jornais citam “assalto à democracia” e “pressão contra o Estado de Direito”. Tarifas de 50% impostas por Trump contrariariam interesses estratégicos dos EUA na região, empurrando o Brasil para o colo da China The Guardian: “Trump exporta para o Brasil seu assalto à democracia” “Nos últimos seis meses, Donald Trump foi acusado de arrastar rapidamente a maior democracia das Américas rumo ao autoritarismo. Agora, o ex-presidente dos EUA parece decidido a minar também a segunda maior democracia da região”, afirmou o The Guardian nesta quinta-feira (31/07), ao comentar a tarifa de 50% imposta pelo presidente americano às exportações do Brasil no dia anterior. O tarifaço e as sanções ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes são, nas palavras do jornal britânico, um “ataque extraordinário às instituições brasileiras”, “em parte como retaliação pelo que ele [Trump] chamou de perseguição política ao seu aliado Jair Bolsonaro”, réu no caso da trama golpista. “O esforço de Trump para ajudar Bolsonaro a escapar da justiça […], pressionando o governo e o STF, empolgou os apoiadores do ex-presidente”, afirma o Guardian, “mas enfureceu milhões de brasileiros […] que estão indignados com o que chamam de manobra estrangeira intolerável para subverter sua democracia 40 anos depois de ela ter sido restaurada, após duas décadas de ditadura”. Frankfurter Allgemeine Zeitung: “Tarifas contrariam interesses estratégicos de Trump na América Latina” “Que Trump não persegue apenas objetivos econômicos com suas tarifas, isso já se viu algumas vezes”, afirma o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung em comentário publicado nesta quinta-feira (31/7). Se, nas mãos de Trump, as tarifas viram “uma espécie de arma de uso geral na política externa, situada em algum lugar entre a diplomacia clássica e os meios militares”, elas só funcionam se “o consumidor americano estiver disposto, a longo prazo, a arcar com os custos”, e se os “governos visados se deixarem impressionar”, o que não parece ser o caso do Brasil. “Politicamente, resistir aos EUA é até vantajoso para o presidente Lula. Afinal, trata-se da América Latina.” “As tarifas também contradizem os objetivos estratégicos de Trump. Ele quer expulsar a China do hemisfério ocidental – vide Panamá e Groenlândia. Mas se agora ele busca o confronto por causa de seu velho amigo Bolsonaro, acaba apenas empurrando ainda mais o Brasil, membro do Brics, para os braços de Pequim.” The New York Times: “Sinal claro de que o governo Trump está pronto para um confronto com o Brasil” “Lula disse ao NYT na terça-feira [29/07] que seu governo vinha estudando tarifas retaliatórias sobre alguns produtos americanos caso Trump cumprisse suas ameaças. Agora, ele terá que decidir se lança ou não uma guerra comercial contra o segundo maior parceiro comercial do Brasil”, escreveu o jornal americano. “Dadas as amplas isenções tarifárias, as medidas de quarta-feira podem acabar sendo menos prejudiciais do que parecem – mas são um sinal claro de que o governo Trump está pronto para um confronto com o Brasil.” Tagesschau: “Tarifas são instrumento de pressão contra o Estado de Direito do Brasil” “O tom está se tornando mais áspero, a pressão aumenta. Os Estados Unidos da América (EUA) e o Brasil enfrentam a pior crise diplomática em décadas – e não há fim à vista”, observou o portal alemão Tagesschau. “Pouco antes de o governo Trump cumprir sua ameaça tarifária na quarta-feira, ele também impôs sanções contra o ministro do STF que se tornou o rosto do processo contra Bolsonaro: Alexandre de Moraes.” “Lula, por sua vez, mostrou-se inflexível – e combativo […]. O ataque de Trump e a firme defesa da soberania brasileira deram a Lula um impulso inesperado de popularidade […].” “E mesmo que as tarifas atinjam duramente o Brasil, o país é economicamente menos dependente das exportações para os EUA do que outros da região. Quem mais se beneficiará será justamente o país que Trump mais combate: a China, que hoje já é o principal parceiro comercial do Brasil.”
Homenagem da Aleto: Siqueira Campos e os 97 anos de sua memória viva
“Não há como falar em política no Tocantins sem falar deste nobre e grande líder, que acreditou nafundação de um Estado que ainda não existia, em um futuro novo para mais de 1,5 milhão de moradores tocantinenses. Siqueira também lutou incessantemente pelo nosso Bico do Papagaio e chamou a atenção de todos para o grande potencial das cidades da região. Ele deixou o seu legado de determinação e esperança de que é possível fazer diferente”, ressaltou Amélio Cayres Nesta sexta-feira (1/8) o Estado do Tocantins celebra a memória e o legado de José Wilson Siqueira Campos, que completaria 97 anos. Falecido em 4 de julho de 2023, Siqueira Campos é reconhecido como o grande articulador e construtor da autonomia tocantinense. Sua figura central na história do Estado e sua data de nascimento são marcadas por homenagens em todo o território tocantinense. Dessa forma, a Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto) se une às celebrações, exaltando sua visão e perseverança. O presidente da Aleto, Amélio Cayres (Republicanos), expressou seu sentimento em relação a Siqueira. “Não há como falar em política no Tocantins sem falar deste nobre e grande líder, que acreditou na fundação de um Estado que ainda não existia, em um futuro novo para mais de 1,5 milhão de moradores tocantinenses. Siqueira também lutou incessantemente pelo nosso Bico do Papagaio e chamou a atenção de todos para o grande potencial das cidades da região. Ele deixou o seu legado de determinação e esperança de que é possível fazer diferente”. O impacto de Siqueira Campos no Tocantins perdura. Nesse sentido, diversos deputados da Aleto se manifestaram sobre a importância de seu legado. Deputado Vilmar de Oliveira (Solidariedade): “Mais que uma figura visionária, Siqueira fez escola e permanecerá como referencial político para as gerações que o sucederem. Hoje temos um misto de saudade egratidão, pois sua história se entrelaça de forma inseparável com a história do nosso Estado”. Deputado Jair Farias (UB): “Com seus ideais visionários, Siqueira Campos foi o grande responsável pela criação do Estado do Tocantins e pela fundação da nossa capital, Palmas, motivo de orgulho para todos ostocantinenses. Ele foi um homem de coragem, trabalho e determinação, que carregava no coração o sonho da liberdade para o povo do norte goiano. Seu legado é imenso e continuará vivo na história do nosso Estado. A ele, nossa eterna gratidão”. Deputado Olyntho Neto (Republicanos): “Um dos maiores estadistas da história do Brasil, Siqueira Campos acreditou nesta terra e batalhou comtodas as forças para que ela conquistasse a sua autonomia e independência. Tive a honra de trabalhar e aprender muito com ele. Visionário, empreendedor, determinado e implacável na luta pelodesenvolvimento do Tocantins, ele deixou um legado inestimável, que nos serve de inspiração e jamais será esquecido”. Deputado Marcus Marcelo (PL): “Siqueira Campos sempre será referênciapolítica da autonomia do nosso Estado, da sua pujança e seu crescimento. O Estado reflete a força de seus líderes; e Siqueira sempre será esse líder precursor”. Ao celebrar o aniversário de José Wilson Siqueira Campos, a Assembleia Legislativa do Tocantins reafirma seu compromisso com os valores eideais que pautaram sua vida. Desse modo, sua dedicação à causa do povo e sua capacidade de transformar um sonho em realidade continuam inspirando os trabalhos do Poder Legislativo em prol de um Estado cada vez mais próspero e justo.
Governo de Goiás prorroga inscrições para o programa Aluguel Social em 20 municípios
Fotos: Octacílio Queiroz e Edgard Soares Famílias em situação de vulnerabilidade têm novo prazo para se cadastrar no site ou aplicativo: até 15 de agosto O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Habitação (Agehab) e do programa Goiás Social, prorrogou o prazo de inscrições para o programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social em 20 municípios goianos. As famílias interessadas têm agora até o dia 15 de agosto para realizar a inscrição gratuita no site aluguelsocial.agehab.go.gov.br ou no aplicativo “Aluguel Social”. A prorrogação vale para os municípios de Acreúna, Água Limpa, Águas Lindas de Goiás, Anápolis, Aragarças, Aurilândia, Cachoeira Alta, Cachoeira de Goiás, Fazenda Nova, Formosa, Goiatuba, Itauçu, Jaraguá, Jataí, Montes Claros de Goiás, Mossâmedes, Novo Brasil, Palminópolis, Senador Canedo e Valparaíso de Goiás. O objetivo é garantir que mais famílias em situação de vulnerabilidade tenham acesso ao benefício, que concede mensalmente R$ 350 para custeio do aluguel de moradia. A primeira-dama e coordenadora do Goiás Social, Gracinha Caiado, reforça o compromisso do Governo do Estado em apoiar quem mais precisa. “Este programa é uma resposta direta e eficaz às dificuldades enfrentadas por famílias que vivem em situações extremamente delicadas. Com o Aluguel Social, elas têm mais dignidade e segurança para essas pessoas, especialmente em um momento em que tantas ainda lutam para conquistar estabilidade”, afirma. O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, explica que a prorrogação é uma forma de ampliar o alcance da política habitacional em Goiás. “Estamos trabalhando com total dedicação para garantir que nenhuma família que necessita fique de fora. O programa tem sido fundamental para reduzir o déficit habitacional e oferecer uma solução imediata às famílias que não têm onde morar ou vivem de forma precária”, destaca. Já o secretário de Estado da Infraestrutura, Adib Elias, enfatiza a união de esforços para fazer o programa chegar a todos os cantos do Estado. “Estamos fortalecendo parcerias com os municípios e otimizando o processo de seleção para atender com agilidade quem realmente precisa. O governador Ronaldo Caiado tem sido firme em sua determinação de transformar vidas por meio da habitação”, afirma o secretário. O programa Pra Ter Onde Morar, no qual está inserido o Aluguel Social, faz parte da maior iniciativa habitacional da história de Goiás e já beneficiou milhares de famílias com moradias, escrituras e auxílio-aluguel em diversas regiões do Estado. Serviço Assunto: Inscrições prorrogadas para o programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social Novo prazo: Até 15 de agosto de 2025 Inscrições gratuitas: site aluguelsocial.agehab.go.gov.br ou aplicativo “Aluguel Social”
Caiado articula com governo americano exclusão de itens da tarifação de Trump
Fotos: Secom Governador tem mantido contato direto com representante da Embaixada Americana para reduzir os impactos na economia de Goiás e garantir sobrevivência de indústrias e manutenção de empregos O governador Ronaldo Caiado anunciou em suas redes sociais nesta quinta-feira (31/7) que está em articulação direta com o governo dos Estados Unidos para minimizar, no mercado goiano, os efeitos do tarifaço imposto pelo presidente norte-americano Donald Trump ao Brasil. O objetivo do gestor é buscar que novos itens sejam excluídos da lista de tarifação, garantindo condições mais favoráveis aos empresários goianos. Na última quarta-feira (30), o governo norte-americano anunciou a exclusão de mais de mais de 600 itens da tarifa de 50% imposta aos produtos brasileiros. Caiado lembrou que, desde que tomou conhecimento da situação, tem trabalhado junto ao secretariado estadual para atender as empresas que serão mais penalizadas, visando cuidar da sobrevivência dos negócios e a manutenção dos empregos dos goianos. O governador ressaltou que realizou uma audiência por videoconferência com o encarregado direto de negócios da Embaixada Americana, Gabriel Escobar, para tratar do assunto. “Sempre existiu uma parceria do Governo de Goiás com os Estados Unidos. É fundamental que tenhamos esse nível de parceria, pois é isso que o setor também espera por parte do governo americano”, disse o chefe do Executivo goiano ao manifestar sua insatisfação com o fato de setores importantes para a economia goiana, como o de carnes e açúcar, terem sido mantidos na tarifação. Caiado afirmou que Gabriel Escobar recebeu bem a solicitação do Governo de Goiás e irá “trabalhar intensamente neste sentido” com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, visando reduzir os impactos no setor goiano. Enquanto não há uma posição definitiva entre os dois países em relação às taxas, o Governo de Goiás anunciou uma série de medidas para amparar as empresas goianas atingidas. No dia 22 de julho, o governador anunciou a abertura de linhas de créditos aos empresários. Ajuda efetiva Entre as medidas está a criação do Fundo Creditório, que visa apoiar os 18 segmentos da economia goiana que mais exportam para os Estados Unidos. Com ele, devem ser investidos R$ 628 milhões em créditos de Imposto sobre Circulação de Bens e Serviços (ICMS) passíveis de utilização como garantia para acesso às linhas de crédito. Outra opção é a utilização do Fundo de Equalização para o Empreendedor (Fundeq), um fundo público de natureza financeira criado durante a pandemia de Covid-19 com o objetivo de fornecer recursos financeiros para subsidiar o pagamento de encargos em operações de crédito. Já o Fundo de Estabilização Econômica do Estado de Goiás, uma reserva financeira destinada a momentos de crise econômica, também pode ser utilizado para amenizar o impacto das tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos goianos. A medida tem como objetivo garantir a continuidade de serviços considerados essenciais. Veja o anuncia feito pelo governador no link: https://www.instagram.com/reel/DMydmVnOEIb/?igsh=bHdkYmJvYjR1NHBh














