Divulgação “É hora de baixar as armas da provocação; cessar os tambores de ofensas e hastear a bandeira do diálogo e da paz”, disse, Michelle em trecho da carta lido publicamente A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro divulgou sábado (12/7) uma carta pública endereçada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em meio à crescente tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos. O episódio ganhou repercussão após o presidente norte-americano Donald Trump anunciar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros — medida que deve entrar em vigor no dia 1º de agosto.Durante evento no Acre, Michelle adotou um tom crítico em relação ao atual governo, mas defendeu que o caminho para a resolução do impasse seja o diálogo. “É hora de baixar as armas da provocação; cessar os tambores de ofensas e hastear a bandeira do diálogo e da paz”, disse, em trecho da carta lido publicamente. ‘Ditadura disfarçada de democracia’Michelle também associou a crise à condução da política externa brasileira, fazendo um alerta sobre a imagem internacional do país. “Essas sanções só foram aplicadas, até hoje, a países reconhecidos como ditaduras”, afirmou. Em seguida, acrescentou: “O Brasil está sendo visto como uma ditadura disfarçada de democracia”. A carta faz um apelo para que o presidente Lula deixe de lado disputas partidárias e polarizações ideológicas. “Lula, você precisa parar de se guiar por ideologias doentias e pelo desejo de vingança. É preciso governar para obter o que é melhor para o povo e para o Brasil. Chega de ódio e de irresponsabilidade”, escreveu. Lula reage à taxação e reforça posição soberanaO posicionamento de Michelle ocorre no momento em que Lula vem se manifestando com firmeza sobre a decisão de Trump. Em publicação nas redes sociais, o presidente declarou: “O Brasil vai adotar as medidas necessárias para proteger seu povo e suas empresas”. Ainda assim, o petista garantiu que seguirá buscando caminhos diplomáticos: “Somos um país grande, soberano, e de tradições diplomáticas históricas com todos os países”, afirmou. Por sua vez, Donald Trump declarou, na sexta-feira (11/7), que pretende conversar com Lula “em algum momento, mas não agora”.
Michelle Bolsonaro publica carta a Lula e pede diálogo: ‘Chega de ódio e de irresponsabilidade’
Alckmin: “Decreto de resposta às tarifas dos EUA sai até terça-feira”
CNN / Divulgação “O Congresso Nacional aprovou a Lei da Reciprocidade, que determina: se houver tarifa lá, haverá tarifa aqui. A regulamentação, que é por decreto, sai amanhã ou até terça-feira”, afirmou Alckmin O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou na manhã deste domingo (13/7), em São Paulo, que o decreto de regulamentação da reciprocidade às tarifas impostas pelos Estados Unidos da América (EUA) deve ser publicado até terça-feira (15/7). A declaração ocorre após o governo norte-americano anunciar tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, em medida que gerou forte reação do Planalto. “O Congresso Nacional aprovou a Lei da Reciprocidade, que determina: se houver tarifa lá, haverá tarifa aqui. A regulamentação, que é por decreto, sai amanhã ou até terça-feira”, afirmou Alckmin. “O governo vai trabalhar porque entendemos que essa medida é inadequada, não se justifica e vamos recorrer à OMC.” Segundo o vice-presidente, os Estados Unidos mantêm um superávit comercial com o Brasil, tanto na balança de bens quanto de serviços, e não há justificativa econômica para o chamado “tarifaço”. “Em reação às tarifas americanas, o Brasil não é problema para os EUA. Superávit Os EUA têm um superávit conosco, tanto de serviços quanto de bens. O déficit comercial deles no ano passado foi de US$ 1,2 trilhão, mas não com o Brasil. O Brasil é superavitário para eles”, disse. Alckmin ainda criticou a decisão unilateral do governo norte-americano, destacando que oito dos dez principais produtos exportados pelos EUA ao Brasil já são isentos de impostos. “Vamos trabalhar para reverter isso porque não tem sentido. Essa medida, inclusive, prejudica o consumidor norte-americano.” Ainda neste domingo, o vice-presidente informou que terá reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir os próximos passos da resposta brasileira. A retaliação anunciada pelos EUA tem sido interpretada pelo governo como motivada por razões políticas, já que o anúncio foi feito por Donald Trump, ex-presidente norte-americano e aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente réu no STF por tentativa de golpe de Estado.
Porto Nacional (TO) tem programação especial em comemoração ao aniversário de 287 anos
Para celebrar o aniversário da cidade, o município receberá artistas regionais e nacionais. A programação acontecerá nas praias de Porto Nacional, orla e na Praça do Centenário Porto Nacional (TO) completa 287 anos de história e 164 de emancipação neste domingo (13/7). Para comemorar, os moradores contarão com uma programação especial cheia de atrações musicais e desfile cívico. A festa começa neste sábado (12/7), a partir das 8h com o tradicional desfile cívico na Praça do Centenário. Farão parte do evento a banda municipal, o Tiro de Guerra, a Guarda Municipal,Fanfarra do Colégio Militar (CMIL), a Fanfarra da Juventude, além do Exército Brasileiro, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. A programação na Praia da Ilha de Porto Real conta com show da banca Kionda. Na Praia de Luzimangues a apresentação musical ficará por conta de Flávio Pizada Quente. No sábado a programoção também contará com atração golpes na Orla Beira Rio. O show ficará por conta de Davi Sacer. Já no domingo (13/7) quando será comemorado o aniversário da cidade, a festa contará com shows de Matheus Fernandes e Forró Sacode na Orla Beira Rio. Veja a programação completaDia 12 de julho Desfile cívco – Praça do CentenárioBanda Kionda – Praia da Ilha de Porto RealFlávio Pizada Quente – Praia de Luzimangues Foto: Divulgação/Secretaria Municipal de Comunicação Vista da orla de Porto Nacional – Tocantins Davi Sacer – Orla Beira Rio Dia 13 de julho DJ Lelis – Praia da Ilha de Porto RealBanda Kionda – Praia de LuzimanguesMatheus Fernandes e Forró Sacode – Orla Beira Rio
Governador Wanderlei Barbosa participa do Taquaruçu Fest com Bell Marques e reforça apoio à cultura e ao turismo no Tocantins
No distrito de Taquaruçu, evento reuniu nomes da música, atrações regionais e ações de fomento à cultura e ao turismo local O governador Wanderlei Barbosa participou, na noite de sexta-feira (11/7) da 2ª edição do Taquaruçu Fest, realizada no distrito de Taquaruçu, em Palmas. Promovido pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), o evento reuniu nomes da música, atrações regionais e ações de fomento à cultura e ao turismo local. Neste ano, a programação contou com a participação especial do cantor Bell Marques, ícone da música baiana e ex-vocalista da banda Chiclete com Banana, que embalou o público com sucessos que marcaram gerações. O evento também teve shows de Viola D’Júnior, Paulinho & Banda e Wglemerson Lima. Durante o evento, o governador Wanderlei Barbosa destacou a importância do investimento em cultura como ferramenta de valorização da identidade tocantinense e de fortalecimento do turismo. “O Taquaruçu Fest é mais uma ação que mostra nosso compromisso com o turismo cultural e com a geração de oportunidades para os empreendedores locais. Estamos promovendo cultura, lazer e também estimulando a economia”, afirmou o Governador. O secretário de Estado do Turismo, Hercy Filho (foto acima) ressaltou que o evento se consolida como um atrativo importante dentro do calendário de férias do Tocantins. “O Taquaruçu Fest é um termômetro dos eventos de veraneio, como a Temporada de Praia, e na Capital vem atraindo turistas, movimentando o comércio e reforçando o protagonismo do Tocantins como destino turístico”, pontuou. Cultura e desenvolvimento local Realizado em formato de um único dia, o Taquaruçu Fest integra o calendário de eventos culturais e turísticos do Governo do Tocantins, que ocorre entre os meses de junho e agosto. A primeira edição, em 2023, contou com a apresentação da dupla Rio Negro & Solimões. Neste ano, a estrutura foi ampliada, com reforço na segurança, apoio à comunidade local e incentivo ao empreendedorismo. A autônoma Edinalva Dias Cardial, participou do evento com sua barraca de alimentos, essa é a sua segunda vez empreendendo no festival e segundo ela é uma ótima oportunidade de renda extra. “Estive aqui em 2023, eu gostei bastante do evento e esse ano eu continuo achando organizado, e é um evento que sempre dá oportunidade para um empreendedor”, afirmou. Localizado em uma área turística, o distrito de Taquaruçu é um dos destinos mais procurados por quem busca o clima de serra como refúgio para lazer e descanso. De férias em Palmas, o médico Sávio Alves Mendes chegou de Goiânia nesta sexta-feira e comemorou a recepção calorosa. Ele e um grupo de amigos aproveitaram a noite usando abadás personalizados especialmente para a apresentação do cantor baiano. “Sempre passo as férias aqui, porque já morei em Palmas. Hoje é um dia especial, pois logo nos primeiros dias já tenho a chance de curtir um show do Bell Marques”, ressaltou. Solidariedade em rede Assim como outros eventos promovidos pelo Governo do Tocantins, o Taquaruçu Fest também foi palco para ações do programa Tocantins Alimenta Quem Precisa, criado em 2024 como parte da Rede Cuidar. A iniciativa arrecada alimentos durante shows e eventos públicos, destinados a famílias em situação de vulnerabilidade. “Também estamos arrecadando alimentos neste evento, pois reconhecemos a importância dessa ação para a nossa comunidade. É gratificante ver que as pessoas estão compreendendo o nosso apelo e contribuindo com doações nos pontos de coleta do Governo”, comentou a primeira-dama, Karynne Sotero. Desde sua criação, o programa já arrecadou centenas de toneladas, como ocorreu na Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins 25 anos), quando mais de 140 toneladas foram destinadas à população em todo o estado.
“Ditadores de Trump no Brasil” são alvo de crítica por apoio à ingerência dos EUA
Segundo o autor, a postura de autoridades e parlamentares alinhados à extrema direita brasileira configura uma “submissão ideológica” aos interesses americanos, em detrimento da soberania nacional p/ Júlio César Cardoso Segundo o autor, a postura de autoridades e parlamentares alinhados à extrema direita brasileira configura uma “submissão ideológica” aos interesses americanos, em detrimento da soberania nacional. “Não tem sentido nem autoridade um governo estrangeiro se posicionar do lado de um ex-presidente rebelde, derrotado nas urnas legalmente, que pretendia dar um golpe no Brasil”, afirma. O texto cita diretamente o governador de São Paulo e parlamentares da ala bolsonarista, classificando-os como os “ditadores de Trump no Brasil”. Para o articulista, esses políticos agem como “impatriotas” e deveriam “arrumar as malas e ir fazer as cortes do governo americano”. Cardoso ainda critica a postura do deputado federal Eduardo Bolsonaro, chamado de “bananinha”, que atualmente reside nos Estados Unidos. “Fujão e traidor igual ao pai”, diz, em referência ao ex-presidente. O autor encerra com um alerta sobre possíveis retaliações diplomáticas: “A taxação das mercadorias brasileiras será respondida na mesma proporção. A recíproca será verdadeira sem nenhum medo.”
Tarcísio abraçou e beijou golpistas na boca
” Não bastasse a bizarra ligação para ministros do STF, Ele se comportou como o mais caramelo dos vira-latas ao “pagar pau” para integrantes do segundo escalão da embaixada norte-americana em Brasília“ p/ Oliveiros Marques “Esdrúxula” foi o adjetivo utilizado por membros do Supremo Tribunal Federal ao comentar a iniciativa do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de entrar em contato com ministros da Corte solicitando autorização para que o inelegível – réu por tentativa de golpe contra o Estado Democrático de Direito – pudesse viajar aos Estados Unidos para uma suposta charla com o bilionário presidente norte-americano. Eu diria que os movimentos patrocinados por Tarcísio são risíveis. Juvenis. Medíocres, até. Importante destacar: ele só começou a se preocupar com o desastre que representa a BolsoTaxa – criada por Trump com estímulo de aliados brasileiros, tendo Eduardo Bolsonaro como porta-voz em solo norte-americano – depois de ser enquadrado pela elite paulista, que, com razão, está preocupada com as perdas bilionárias que a medida causará às exportações de São Paulo: café, suco de laranja, aviões, entre outras. Tarcísio sempre tentou se equilibrar, de um lado segurando a mão dos extremistas, de outro se apoiando nos ombros dos centristas. Agora, me parece, se abraçou de vez com os golpistas – e não apenas abraços: trocou beijos calientes. Não bastasse a bizarra ligação para ministros do STF, comportou-se como o mais caramelo dos vira-latas ao “pagar pau” para integrantes do segundo escalão da embaixada norte-americana em Brasília – que têm tanta influência no processo diplomático quanto o roupeiro tem na escalação do time. Para piorar o constrangimento, seu esforço para correr atrás do prejuízo político – após posar de fã de Trump e ostentar o boné do MAGA – tomou um toco do Bolsonaro-pai, que se recusou a acompanhá-lo ao passeio na embaixada, e ainda rendeu uma puxada de orelha pública vinda dos EUA por parte do filho 03. Em suas redes, Eduardo deixou claro que o verdadeiro objetivo por trás da BolsoTaxa é garantir um salvo-conduto para o papai escapar da Justiça pela tentativa golpistas e por outros crimes pelos quais possa a vir ser condenado. O resumo desses dois últimos dias na imagem do governador de São Paulo? Se havia alguma dúvida sobre a proximidade de Tarcísio com os golpistas, ela se desfez. Suas atitudes deixaram suas digitais de forma muito clara em toda a articulação – presente, e quem sabe pretérita. Também escancarou sua fraqueza como governador de São Paulo, sua pequenez institucional. Diante do ataque à economia paulista, não reagiu de imediato. Preferiu se esconder, aplaudir Trump e assistir passivamente à construção da BolsoTaxa. Só saiu da toca, insisto, após ser pressionado pelos setores empresariais e perceber que o dano político e eleitoral seria grande. Mas calculou mal. Planejou mal. Passou vexame e, no meio da troca de beijos com os golpistas, deixou cair a máscara.
Eduardo Bolsonaro ataca Moraes e diz: “Ele não é macho; Moraes é um frouxo”
Divulgação Em nova ofensiva contra o Supremo Tribunal Federal, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a atacar o ministro Alexandre de Moraes em uma publicação nas redes sociais. Atualmente nos Estados Unidos, ele acusou Moraes de agir com parcialidade no inquérito das fake news e sugeriu que o ex-presidente americano Donald Trump “virá para cima” do ministro e de sua esposa. As declarações foram publicadas em vídeo no Instagram nesta quinta-feira (11). As informações são do O Globo. Eduardo, que é investigado por incitar o governo dos EUA a aplicar sanções contra autoridades brasileiras, usou o vídeo para questionar a ausência de Trump no inquérito conduzido por Moraes: “Por que o senhor (Alexandre de Moraes) não faz a mesma coisa com o Trump que fez comigo? Que fez com Allan dos Santos e Elon Musk… Por que você não coloca o Trump no inquérito das fake news?”Na sequência, o deputado eleva o tom e parte para o ataque direto: “Eu tô apontando isso aqui para provar que o Alexandre de Moraes não é macho. Alexandre de Moraes é um frouxo, Alexandre de Moraes está com medo, Alexandre de Moraes está sem dormir, porque ele sabe que daqui a pouco vai vir a lei Magnitsky”. A “lei Magnitsky” citada por Eduardo é uma legislação dos Estados Unidos que permite ao governo aplicar sanções a indivíduos estrangeiros acusados de corrupção ou violações graves de direitos humanos. Segundo o deputado, Moraes estaria receoso de se tornar alvo dessa legislação, o que, segundo ele, poderia se estender à sua esposa e a membros da Polícia Federal. “Do jeito que o Trump é, (a lei Magnitsky) não vai vir só nele (Alexandre de Moraes), vai vir pegando, provavelmente, a esposa dele, o Fábio Shor e outros atores da Polícia Federal. Não sei… Agora está tudo na mão do Trump… E ele é imprevisível. Pode vir pra cima da PGR”, afirmou, em referência ao delegado da PF Fábio Shor e à Procuradoria-Geral da República. Em maio, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a abertura de uma investigação para apurar se Eduardo atuou para instigar os EUA a sancionar autoridades brasileiras. Nesta semana, Moraes prorrogou a apuração por mais 60 dias, atendendo a pedido da Polícia Federal, que investiga Eduardo por suspeita de coação no curso do processo e obstrução de justiça.
Daniel Vilela inaugura posto avançado dos Bombeiros em Caiapônia
Fotos: Jota Eurípedes Unidade vai atender 22 cidades da região Sudoeste e reforça ações em área com forte potencial turístico; investimento na unidade, somado à construção de casas no município, ultrapassa R$ 20 milhões O governador em exercício, Daniel Vilela, inaugurou sexta-feira (11/7), em Caiapônia, o novo posto avançado do Corpo de Bombeiros Militar. A unidade, ligada ao 13º Batalhão de Jataí, já está em operação com viaturas de resgate, salvamento e combate a incêndios. A ação integra o projeto de capilaridade do Governo de Goiás e garante atendimento emergencial a 22 municípios da região sudoeste. “Caiapônia precisava dessa estrutura. Pela força do turismo, pela beleza natural e também pelo potencial produtivo, é uma cidade que representa o novo momento de Goiás. Tenho raízes verdadeiras aqui e faço questão de retribuir com trabalho e investimento”, afirmou Daniel. “Essa base é símbolo de um governo presente, que conhece a realidade de cada cidade e faz os investimentos certos, no lugar certo”, destacou Daniel (foto acima). “É isso que tem feito de Goiás o estado que mais cresce no Brasil.” Ao lado de parlamentares e lideranças locais, o governador em exercício destacou que só a obra habitacional em curso no município soma 150 casas a custo zero, com recursos estaduais – o que eleva o investimento na cidade para mais de R$ 20 milhões. Ágil e eficiente A nova base segue padrão construtivo mais ágil e eficiente, com estrutura completa para atendimento operacional. “Essa unidade nasce forte. Tem o mesmo potencial de um batalhão, com menor custo e maior velocidade de implantação”, frisou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Washington Luiz. A unidade recebeu também uma ambulância zero-quilômetro, viabilizada por emenda da deputada federal Flávia Morais. O prefeito Argemiro Rodrigues ressaltou a importância da parceria com o Estado: “Essa conquista mostra que ninguém faz nada sozinho. A união com o governador Ronaldo Caiado, com o Daniel e os parlamentares tem trazido grandes resultados para Caiapônia”. Segundo ele, a unidade dos Bombeiros reforça a segurança da população e beneficia toda a região, especialmente no enfrentamento às queimadas e no atendimento aos turistas. Além do reforço à segurança e ao socorro emergencial, a presença dos Bombeiros em Caiapônia protege o patrimônio ambiental da região, especialmente durante a seca, e fortalece ações educativas como o projeto Bombeiro Mirim. A unidade homenageia o jovem Lucas Veloso, da cidade, que integrou a corporação e deixou legado de dedicação e serviço.
Amélio Cayres garante R$ 100 mil para estrutura da praia de São Salvador do TO
Créditos da imagem: Ascom Amélio Cayres/Divulgação “A temporada de praia é um dos eventos mais importantes para o lazer, a geração de renda e a valorização das nossas belezas naturais. Apoiar iniciativas como essa é investir diretamente na economia e na qualidade de vida do nosso povo e eu fico muito feliz em contribuir, principalmente em uma cidade que está sendo tão bem cuidada pelo prefeito e com tantos potenciais, como é o caso de São Salvador”, destacou Cayres, em seu discurso no palco de abertura O presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, deputado estadual Amélio Cayres (Republicanos), marcou presença na abertura oficial da temporada de praia de São Salvador do Tocantins, na noite de quinta-feira(10/7), na Praia da Moreninha. Recepcionado pelo prefeito do município, André Borba, e pelo também deputado estadual Valdemar Junior, Amélio Cayres celebrou o início da temporada, reforçando seu compromisso com o fomento ao turismo nas cidades do interior. Para a estrutura da temporada de praia em São Salvador, o parlamentar destinou R$ 100 mil por meio de emenda parlamentar, já enviado aos cofres da Prefeitura. O recurso foi aplicado na infraestrutura do evento, contribuindo para a organização, segurança e conforto dos visitantes. “A temporada de praia é um dos eventos mais importantes para o lazer, a geração de renda e a valorização das nossas belezas naturais. Apoiar iniciativas como essa é investir diretamente na economia e na qualidade de vida do nosso povo e eu fico muito feliz em contribuir, principalmente em uma cidade que está sendo tão bem cuidada pelo prefeito e com tantos potenciais, como é o caso de São Salvador”, destacou Cayres, em seu discurso no palco de abertura. O prefeito da cidade destacou a importância da emenda destinada. “Fui ao gabinete do Amélio e pedi uma ajuda para nossa temporada porque estávamos precisando, ele se comprometeu a mandar R$ 100 mil e o recurso que já está na conta e sendo usado para garantir a nossa estrutura. Obrigado por ter atendido ao nosso pedido, sabemos que a cada dia queremos melhorar mais e também que o senhor também quer o melhor pro povo”, frisou Borba.
Tarifa de Trump é recado ao Brasil: largue a China e liberte Bolsonaro
Trump sobretaxou o Brasil por questões que vão muito além do comércio: libertação de Bolsonaro p / Blog do Chiquinho Dornas Na mídia e nos meios acadêmicos americanos, especulam-se várias hipóteses para a guerra tarifária de Trump contra diversos países. A melhora do déficit em transações correntes, a reindustrialização dos EUA, as disputas econômicas e geopolíticas com a China, um acordo cambial global, mantendo o dólar como a principal moeda internacional, são as causas apontadas pelos analistas para a cruzada protecionista do presidente americano. Embora haja várias suposições sobre as intenções de Trump, uma coisa é certa: o presidente americano não enxerga as tarifas protecionistas como um instrumento exclusivo de política comercial. Trata-se de uma alavanca para conseguir vantagens em outras áreas, conforme destacado pelo Secretário do Tesouro, Scott Bessent, durante uma entrevista coletiva: “as tarifas foram concebidas para nivelar o campo de jogo a que o sistema de comércio internacional comece a recompensar a engenhosidade, a segurança, o Estado de Direito e a estabilidade, e não a supressão salarial, a manipulação monetária, o roubo de propriedade intelectual, as barreiras não tarifárias, a regulamentação draconiana. O sistema internacional de comércio consiste em uma teia de relações militares, econômicas e políticas”. De fato, a taxação de 50% para os produtos brasileiros só confirma as falas de Bessent. Trump sobretaxou o Brasil por questões que vão muito além do comércio. Embora o presidente tenha justificado a taxação pelas tarifas injustas impostas do Brasil contra os EUA, tal afirmação não se sustenta. Se esse fosse o motivo real, então por que no Liberation Day, no último dia 2 de abril, o Brasil foi taxado no piso mínimo de apenas 10%? Inclusive, a fórmula apresentada para impor a tarifa baseava-se no tamanho do déficit americano contra os demais países. Acontece que os EUA são superavitários em relação ao Brasil. Além disso, de acordo com a Amcham, as tarifas médias efetivas praticadas do Brasil contra os EUA são de 2,7%, enquanto as americanas, para nós, ficam em 2,2%. Esses números mostram que, na prática, há uma relação justa quanto às relações comerciais entre ambos. Os fatos mencionados mostram que as relações comerciais entre EUA e Brasil estão longe de serem injustas, confirmando que a tarifa de 50% imposta por Trump está ligada a outro fator: a nossa aproximação com a China. Antes mesmo de ser eleito, em entrevista para a Fox News, no dia 8 de novembro de 2024, Trump já externaliza sua preocupação com a China. Na ocasião, Trump disse que “a China quer mudar o padrão monetário, e se isso acontecer é como perder uma guerra mundial. Seremos um país de segunda linha”. A visão de que a China é uma ameaça para os EUA é compartilhada pelo Deep State americano, que não admite que nenhum outro país ameace militar ou economicamente a hegemonia americana, conforme destacado no artigo “Revising U.S. Grand Strategy Toward China” escrito em 2015 por Robert Blackwell e Ashley J. Tellis para o Council on Foreign Relations. Sob esse contexto, Trump sobretaxou o Brasil justamente pela aproximação do atual governo com a China por meio dos Brics. Na última cúpula dos Brics, a qual o Brasil presidiu, Lula fez críticas à administração Trump e tocou num ponto muito sensível ao presidente americano: a utilização de outra moeda sem ser o dólar para as transações econômico-financeiras. Nas palavras de Lula: “Obviamente que nós temos todas as responsabilidades de fazer isso com muito cuidado. Os nossos bancos centrais precisam discutir isso com os bancos centrais dos outros países. Mas é uma coisa que não tem volta. Isso vai acontecendo aos poucos, vai acontecendo, até que seja consolidado”. O que Lula disse já havia sido antecipado por Trump na entrevista à Fox News mencionada anteriormente. O presidente americano disse: “Estamos perdendo o Brasil, Colômbia, a América do Sul, o Irã; nós perdemos a Rússia, e a China está ganhando”. “Baseado na própria fala de Trump, taxar o Brasil em 50% é uma forma de distanciar o país da China por conta da ameaça de substituição do dólar via Brics” Além dessa questão, há também o apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Basicamente, Trump disse que o ex-presidente do Brasil é um perseguido político, que sofre nas mãos de uma ditadura do judiciário, e também por isso, taxou o Brasil em 50%. Em resumo, Trump não taxou o Brasil pelas relações comerciais com os EUA, mas principalmente pelo apoio geopolítico e ideológico da administração Lula à China, com risco de não utilizarem mais o dólar como moeda nas transações econômico-financeiras, o que fere frontalmente os interesses norte-americanos. Em menor grau, o aumento também é justificado pelo apoio de Trump a Bolsonaro. Com as tarifas de 50%, o recado de Trump é claro: fiquem longe ideológica e politicamente da China, e libertem Bolsonaro de uma possível condenação injusta. É a Doutrina Monroe aplicada por Donald Trump. Em vez da Europa, agora é impedir a interferência chinesa em assuntos americanos.














