Fotos: Jota Eurípedes Evento marcou os 77 anos de emancipação política do município, maior produtor de melancia do Brasil O vice-governador de Goiás, Daniel Vilela, participou neste domingo (14/9) do encerramento da Festa da Melancia, em Uruana, uma das celebrações mais tradicionais do Estado, que neste ano também marcou os 77 anos de emancipação política do município. Representando o governador Ronaldo Caiado, Vilela destacou a relevância de Uruana para o agronegócio goiano e nacional. “A Festa da Melancia é uma tradição que nasceu na década de 1970 e se transformou em um evento nacional. Mas, para além da festa, temos aqui uma pujança econômica muito grande: Uruana é a maior produtora de melancia do Brasil, com mais de 2.500 hectares plantados. Isso é motivo de orgulho para todos nós e reforça a necessidade de valorizarmos nossos produtores e comerciantes, que têm papel fundamental na economia do Estado”, afirmou. A presença do vice-governador foi celebrada pelo prefeito de Uruana, Nei Canela, que agradeceu o apoio do governo estadual ao município. “Receber o Daniel aqui é motivo de grande alegria. Ele tem compromisso com Goiás e com a nossa cidade, dando continuidade a um trabalho sério, que tem feito o Estado avançar. Estarmos juntos nesta festa só fortalece a parceria entre Uruana e o governo estadual”, destacou. A Festa da Melancia é realizada desde 1978, com entrada gratuita, e reúne milhares de visitantes todos os anos. Além de shows e atrações culturais, o evento valoriza a agricultura familiar e o agronegócio regional, com feira de produtos locais, exposições e a tradicional competição de quem come mais melancia, que diverte o público e já se tornou um dos destaques da programação. Apoio da Polícia Penal Esta edição da Festa da Melancia também contou com o apoio da Polícia Penal de Goiás, que mantém um Termo de Cooperação com a Prefeitura de Uruana. A parceria garante a utilização da mão de obra de detentos em atividades de limpeza, manutenção e serviços comunitários, assegurando benefícios como trabalho, geração de renda e remição de pena. Durante a festa, detentos previamente selecionados pela Unidade Prisional de Uruana atuaram diretamente na organização e limpeza do evento, além de auxiliar na distribuição das melancias. Todo o trabalho foi acompanhado por policiais penais, que garantiram a segurança e a escolta durante as atividades. A supervisora da unidade prisional, Daniele Alves Silva, destacou a importância dessa iniciativa para a sociedade e para os internos. “Esse trabalho é realizado diariamente e, especificamente na Festa da Melancia, conseguimos ampliar a participação dos internos. É uma forma de reintegração, que traz dignidade ao cumprimento da pena. A comunidade nos dá sempre um retorno positivo, reconhecendo o esforço e os resultados”, afirmou.
Daniel Vilela celebra tradição Festa da Melancia em Uruana
Cid rejeita escolta da PF e organiza mudança para os EUA
Mauro Cid – 09/06/2025 (Foto: Ton Molina/STF) Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro pede ao STF devolução de passaportes e defende extinção da pena O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL-RJ), rejeitou a possibilidade de ser acompanhado por escolta da Polícia Federal (PF) e agora concentra esforços para deixar o Brasil e se mudar para os Estados Unidos. Segundo o Metrópoles, os advogados de Cid solicitaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a pena de dois anos em regime aberto, fixada pela Primeira Turma do STF, seja considerada extinta, alegando que o militar já cumpriu medidas cautelares como prisão preventiva e uso de tornozeleira eletrônica. Além disso, foi requisitada a devolução de seus passaportes, o que abriria caminho para a mudança ao exterior. Cid havia firmado acordo de delação premiada com a Polícia Federal no âmbito do inquérito sobre a tentativa de golpe para manter Bolsonaro no poder. Ele acreditava que sua pena seria mais dura, entre seis e oito anos, conforme previa o entendimento inicial das investigações. No entanto, a decisão final do STF estipulou dois anos em regime aberto, o que surpreendeu o militar. Agora, a defesa busca que o tempo em que ele permaneceu submetido às medidas cautelares seja abatido da condenação. O objetivo é encerrar o processo sem que reste qualquer punição em aberto. Planos pessoais e mudança para os EUA Com a possibilidade de encerrar definitivamente sua punição, Mauro Cid manifestou o desejo de se mudar para os Estados Unidos junto da esposa e das filhas. O irmão do tenente-coronel já vive na Califórnia, o que facilitaria a transição. Em junho, a família viajou ao país sem a presença do militar, que permaneceu no Brasil. A decisão do STF diferenciou Cid dos demais réus do chamado núcleo 1 da investigação, já que ele não terá de iniciar pena em regime fechado e não enfrenta julgamento no Superior Tribunal Militar (STM) sobre eventual perda de patente. PGR não recorrerá Outro ponto que favorece o militar é a posição do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Apesar de discordar da pena fixada, por considerá-la branda, Gonet já indicou que não pretende recorrer da decisão da Primeira Turma do STF. Nos bastidores, ele argumenta que, embora tivesse defendido uma condenação maior, não vê espaço para alterar o resultado. Com esse cenário, resta apenas a avaliação do ministro Alexandre de Moraes sobre o pedido de extinção da punibilidade. Caso seja aceito, Mauro Cid ficará livre para retomar sua vida e dar andamento ao projeto de se estabelecer definitivamente nos Estados Unidos da América (EUA).
Caiado defende rigor contra o crime organizado no Rocas Festival em Itu (SP)
Evento contou com participação de lideranças nacionais, como o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e os líderes Valdemar Costa Neto (PL) e Gilberto Kassab (PSD). Leilão beneficente do evento destina fundos para o hospital Cora Fotos: Hegon Correa O governador de Goiás Ronaldo Caiado (UB) apresentou neste sábado (13/9), os resultados da política de segurança pública implementada em Goiás, destacando os avanços na qualidade de vida da população. Durante o Rocas Festival 2025, em Itu (SP), o gestor ressaltou que o estado hoje é referência em tranquilidade e proteção aos cidadãos. “Enfrentamos a violência de frente. Hoje, em Goiás, você pode andar com o celular na mão em qualquer lugar, pode deixar o carro na rua. Temos, inclusive, o seguro veicular mais barato do Brasil”, afirmou, lembrando que a segurança continua sendo uma das maiores preocupações dos brasileiros. Ao lado do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, Caiado integrou o Painel de Governadores, mediado por Rafael Furlanetti, sócio-diretor institucional da XP Investimentos. O encontro reuniu também importantes lideranças políticas nacionais, entre elas Valdemar Costa Neto, presidente do PL, e Gilberto Kassab, presidente do PSD. Para Caiado, a segurança pública é uma questão central de governabilidade e deve ser enfrentada de forma integral, sem fragmentações. “O Estado não pode se curvar ao bandido. Quando se consolida de fato o Estado Democrático de Direito, a população vive em paz, agradece e pode criar seus filhos longe do narcotráfico”, afirmou. Ele destacou ainda o trabalho desenvolvido no sistema prisional goiano para promover a ressocialização dos detentos. “Somos referência. Na semana passada, recebi o embaixador de El Salvador para apresentar o funcionamento dos nossos presídios. Temos galpões de confecção, marcenaria, construção civil e salas de estudo. Lá, eles trabalham e estudam”, acrescentou. Durante o painel, o governador destacou o grande potencial de Goiás na extração e no beneficiamento de terras raras. O estado concentra reservas expressivas em regiões como Minaçu, Nova Roma e Iporá, sendo em Minaçu a única operação comercial desse tipo em funcionamento no Brasil. “O mundo inteiro busca esse recurso, e Goiás é o estado brasileiro com as maiores reservas de terras raras. Por isso, recorri ao Japão para nos apoiar na seleção e na transformação desses minerais em produtos de alto valor agregado”, afirmou, lembrando que o governo japonês já enviou uma comitiva ao estado para avaliar o potencial dessas jazidas. Realizado entre 10 e 14 de setembro, na Coudelaria Rocas do Vouga, o 3º Rocas Festival reúne personalidades e lideranças nacionais para debater temas diversos e promover integração entre política, cultura e esporte. Fundada em 1996, a coudelaria é referência em animais de alta performance e reconhecida por sua contribuição ao aprimoramento do cavalo Puro Sangue Lusitano, voltado para o esporte e a criação. Além dos painéis e debates políticos, a programação inclui exposições, provas e leilões de cavalos. Apoio ao Cora Um dos pontos altos do 3º Rocas Festival será o leilão beneficente em prol do Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora) — o primeiro hospital estadual 100% SUS dedicado ao tratamento oncológico infantojuvenil. Em atividade desde 9 junho, o Cora será oficialmente inaugurado no próximo dia 25 setembro. Pelo segundo ano consecutivo, parte dos lotes arrematados no leilão do festival terá sua receita revertida para o hospital.
Caiado diz confiar na Justiça, promete anistia a Bolsonaro e diz que direita nunca esteve unida
Foto: Assessoria de Imprensa Em entrevista à imprensa, Caiado evitou discutir o mérito da decisão do STF, mas ponderou que o julgamento deveria ter sido realizado no plenário da Corte e não em uma das turmas. Na sequência, afirmou eu concederá anistia para Bolsonaro e demais condenados caso chegue à Presidência.“No primeiro dia, vou assinar anistia ampla, geral e irrestrita para todos [os condenados] do 8 de Janeiro, incluindo o Jair Bolsonaro. […] Eu sei dos compromissos que faço e da responsabilidade que tenho. Eu não uso demagogia, eu falo na anistia para pacificar o Brasil”, afirmou Caiado. O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (União Brasil), reafirmou sua confiança na Justiça, prometeu anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) e demais condenados do 8 de Janeiro caso seja eleito presidente e afirmou que a direita nunca esteve unida. As declarações foram dadas quinta-feira (11/9), em Salvador (BA) após o STF (Supremo Tribunal Federal) consolidar maioria para condenação de Bolsonaro na trama golpista. A Primeira Turma do STF condenou o ex-presidente por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes, sob acusação de liderar uma trama para permanecer no poder. É a primeira vez na história do país que um ex-presidente é punido dessa forma. Em entrevista à imprensa, Caiado evitou discutir o mérito da decisão do STF, mas ponderou que o julgamento deveria ter sido realizado no plenário da Corte e não em uma das turmas. Na sequência, afirmou eu concederá anistia para Bolsonaro e demais condenados caso chegue à Presidência. “No primeiro dia, vou assinar anistia ampla, geral e irrestrita para todos [os condenados] do 8 de Janeiro, incluindo o Jair Bolsonaro. […] Eu sei dos compromissos que faço e da responsabilidade que tenho. Eu não uso demagogia, eu falo na anistia para pacificar o Brasil”, afirmou. Para Caiado, o que aconteceu no 8 de Janeiro não pode ser caracterizado como tentativa de golpe de Estado. Ele argumenta que não havia estrutura nem pessoas armadas para tomar o poder. Na sequência, o governador disse confiar na Justiça, marcando um contraponto ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que nas últimas semanas disse que não confia na Justiça e chamou o ministro do STF, Alexandre de Moraes, de tirano e ditador. “Lógico que confio na Justiça. Eu sou um homem que prezo pela discussão dentro do poder judiciário. Na democracia, você não pode excluir nenhum poder. Se você exclui um poder, não é democracia, é ditadura”, afirmou. Ao avaliar o cenário para as eleições presidenciais de 2026, Caiado afirmou que a direita nunca esteve unida e disse acreditar em uma pulverização, com diversas candidaturas deste campo político. “Nunca houve unificação da direita, nunca existiu. Pelo contrário: para nós enfrentarmos um governo inconsequente como o do Lula, precisamos ter uma pulverização de candidaturas” afirmou Caiado, que disse que Bolsonaro pode ser candidato mesmo com a condenação. “Não muda nada com esse julgamento. Ele [Bolsonaro] pode colocar-se como candidato como Lula fez, buscar alguém para botar na vice. Pode colocar um parente dele, é uma prerrogativa que ele tem”, disse. Bolsonaro está inelegível e em prisão domiciliar por ordem de Alexandre de Moraes, relator do caso e condutor da tese julgadora que acabou vencedora. Nome da corte à frente das diversas investigações relacionadas ao ex-presidente, ele é também o principal alvo de críticas do bolsonarismo. A condenação do ex-presidente, cuja pena pode ultrapassar 40 anos de prisão, se dá em meio à pressão de aliados por uma anistia no Congresso e está inserida em um ambiente de polarização política com implicações na eleição presidencial de 2026.
Daniel anuncia licitação da GO-485, que liga Santo Antônio do Descoberto à BR-060
Fotos: Jota Eurípedes Anúncio foi feito durante assinatura da ordem de serviço de R$ 16,3 milhões em saneamento; obras estruturam a cidade e atraem novos investimentos O vice-governador Daniel Vilela anunciou nesta sexta-feira (12/9) a licitação da pavimentação da GO-485, que liga Santo Antônio do Descoberto à BR-060 e vai abrir um novo eixo de desenvolvimento no Entorno do Distrito Federal. O anúncio foi feito durante a assinatura da ordem de serviço de R$ 16,3 milhões em obras de saneamento e pavimentação no município, que vão atender os setores Parque Santo Antônio e Estrela D’Alva XIII. “Em breve vamos licitar a GO-485, que vai ligar Santo Antônio até a BR-060 por uma nova via, promovendo crescimento e fortalecendo essa região. Estamos recuperando o tempo que foi perdido em Santo Antônio nos governos anteriores a Ronaldo Caiado, que pouco ou nada fizeram por esta cidade tão estratégica para Goiás”, afirmou Daniel. Segundo o vice-governador, a nova rodovia será decisiva para atrair empresas. “Essa estrada vai nos conectar ao maior corredor de investimentos entre Brasília, Anápolis e Goiânia. Ali já estão instaladas grandes cervejarias, outlets e empreendimentos que vão se somar às oportunidades para Santo Antônio do Descoberto”, completou. Daniel lembrou que, após a administração de seu pai, Maguito Vilela, a cidade foi esquecida por sucessivos governos, que só iniciavam obras em período eleitoral e deixavam empreendimentos inacabados. Em contraponto, destacou os avanços recentes: “Hoje Goiás é referência nacional em segurança pública, lidera o Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] na educação estadual e tem 88% de aprovação popular, a mais alta entre os governadores do Brasil”, completou. Obras estruturantes As obras de saneamento, previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), serão executadas pela empresa RR Terraplanagem e Construções Ltda., em parceria com a Prefeitura, a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades. A conclusão está programada para agosto de 2026, beneficiando milhares de famílias e consolidando Santo Antônio do Descoberto como polo estratégico de crescimento. Anfitriã do evento, a prefeita Jessica do Premium ressaltou o impacto imediato das ações. “Os bairros precisam de infraestrutura bem-feita: esgotamento, drenagem e pavimentação para que possamos receber outros investimentos. Esse é um passo importante para melhorar a vida de todo mundo”, disse. Compromissos futuros também foram destacados por parlamentares presentes. “Vamos ampliar a pavimentação, construir grandes galerias pluviais e, com o apoio do vice-governador Daniel Vilela, Santo Antônio terá um futuro de desenvolvimento garantido”, afirmou o deputado federal José Nelto. Para o deputado estadual André do Premium, “nunca Santo Antônio esteve no caminho certo como hoje. Temos obras em cinco pontos diferentes e as coisas estão acontecendo”.
Lula faz ofensiva contra anistia de Bolsonaro e paga R$ 3,2 bilhões a deputados
©Foto: Instagram Durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensificou a liberação de emendas parlamentares, totalizando R$ 3,2 bilhões desde o início da análise do caso. Somente no dia 9 de setembro, quando o STF retomou os votos dos ministros, foram pagos R$ 2,3 bilhões — o maior valor liberado em um único dia em 2025. A movimentação é interpretada como uma estratégia do Planalto para conter o avanço da proposta de anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado, da qual Bolsonaro é o principal alvo. A maior parte dos recursos (91,3%) corresponde a emendas individuais, que garantem retorno político direto aos parlamentares – depuados federais – , enquanto o restante é oriundo de emendas de bancadas, comissões e do relator do Orçamento. Divisão A liberação acelerada dos recursos ocorre em meio a uma divisão no Centrão. Uma ala do grupo quer votar a proposta de anistia para enterrá-la de vez, enquanto outra apoia a oposição na tentativa de aprová-la. O governo aposta no fortalecimento do presidente da Câmara, deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), que é contrário à anistia, para articular a derrota definitiva da proposta. A escassez de emendas nos meses anteriores contribuiu para derrotas do governo, como na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre fraudes no INSS, onde a oposição, em aliança com o Centrão, conseguiu impor seus nomes para os cargos de comando. A expectativa do Planalto é que a liberação contínua de recursos ajude a consolidar apoio no Congresso e evite surpresas na votação da anistia. A movimentação também visa retomar o controle da pauta legislativa e reduzir a influência da oposição em votações-chave.
Ipasgo Solidário chega à 3ª edição com doações de sangue que podem salvar mais de 500 vidas
Fotos: Paulo Manso Iniciativa integra calendário anual do órgão e amplia estoque de sangue do Hemocentro A 3ª edição do Ipasgo Solidário, campanha de doação de sangue promovida pelo Ipasgo Saúde em parceria com o Hemocentro de Goiás (Hemogo), reforçou mais uma vez o papel do plano como aliado da saúde pública. Nos dois dias de mobilização, foram coletadas 139 bolsas de sangue, com potencial para beneficiar até 556 pessoas. Realizada no estacionamento da sede administrativa do Ipasgo Saúde, em Goiânia, a ação mobilizou colaboradores, servidores e voluntários. O objetivo foi reforçar o estoque de sangue do Hemocentro e incentivar a cultura da solidariedade entre os goianos. A enfermeira Thalita Silva Basile, do Hemocentro, destacou a relevância da iniciativa. “O banco de sangue até que está estável, mas temos déficit constante em fatores negativos, como O-, A- e AB-. Por isso, ações como a do Ipasgo Saúde são essenciais. O plano é um parceiro excepcional, ajuda muito na divulgação e na fidelização de doadores”. Thalita também ressaltou que o processo de doação é seguro. “Tudo começa com uma avaliação de saúde, pressão, hemoglobina e hidratação. Se a pessoa estiver preparada, a doação é tranquila. Orientamos apenas evitar exercícios físicos e bebidas alcoólicas nas horas seguintes”, explica. Vozes da solidariedade A campanha também foi marcada por depoimentos de quem participou pela primeira vez ou já é doador fiel. O colaborador do Ipasgo Gabriel Ferreira afirmou que “a gente sai dali pensando que pode estar mudando a vida de até quatro pessoas. Cada doação impacta diretamente. Doe sangue, faça a sua parte, mesmo quem não é colaborador”. A colaboradora do plano de saúde Daniela Vasconcelos, que venceu o medo e fez sua primeira doação, contou de sua sensação. “Sempre tive receio, mas hoje consegui superar e vi como é importante doar. Foi uma experiência transformadora”. Além dos funcionários do Ipasgo Saúde, a mobilização alcançou parceiros institucionais. O servidor da Goiasprev, Rogério Santa Cruz, também aderiu e reforçou a importância da causa. “Doar sangue tem como função principal salvar quem está precisando. Campanhas como essa, em que o Hemocentro vai até os locais de trabalho, ajudam a divulgar que o procedimento é simples e seguro”, disse. “Além disso, estudos mostram que o doador também se beneficia, já que a doação fortalece o sistema imunológico. Não precisamos esperar estar do outro lado, precisando de sangue, para entender o valor desse gesto. É um ato voluntário e altruísta”, reforçou. Gotas homeopáticas Durante o 3º Ipasgo Solidário, também foi realizada uma ação de saúde que integra a programação da Semana de Saúde do Ipasgo Saúde: a aplicação de gotas homeopáticas contra a dengue. A iniciativa alcançou 301 pessoas. A medida ampliou o impacto do evento e reforçou a atenção preventiva do plano de saúde. A parceria entre o Ipasgo Saúde e o Hemocentro já dura nove anos e consolidou o plano como um dos maiores doadores institucionais do estado. A iniciativa confirma o compromisso da instituição com a saúde pública e a cultura da solidariedade em Goiás.
Geraldo Vandré completa 90 anos em dia emblemático para a América Latina
O artista, como se sabe, foi um dos mais perseguidos pela malfadada ditadura militar nos anos 60 e 70 no Brasil Em uma confluência de incríveis coincidências, neste 11 de setembro – data em que aniversariam tenebrosas transações: o golpe militar no Chile dado por Pinochet e os atentados às torres gêmeas e ao Pentágono, nos EUA – o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados foram duramente condenados pela trama golpista. Dia seguinte, com o país em meio a uma enorme ressaca cívica, o cantor e compositor paraibano Geraldo Vandré completa inacreditáveis 90 anos de vida. O artista, como se sabe, foi um dos mais perseguidos pela malfadada ditadura militar nos anos 60 e 70 no Brasil. A causa, como se sabe, foi, sobretudo, a canção “Pra não dizer que não falei das flores”, que ganhou o apelido abreviado de “Caminhando”. Nela, Vandré lembrava os “soldados armados, amados ou não, quase todos perdidos de armas na mão”. Caetano Veloso, colega de profissão, contemporâneo e também participante dos lendários festivais da TV Record, afirmou em entrevista ter ouvido durante a sua prisão pelos militares, que se Vandré fosse encontrado, seria morto. A essas alturas, em 1970, o compositor já havia se exilado em Paris, onde gravou seu último e mais emblemático álbum “Das Terras do Benvirá”. Censurado O disquinho, na época um compacto simples, com a canção “Caminhando”, ficou terminantemente proibido durante anos seguidos. Lembro bem que a gente era obrigado a ouvi-lo baixinho, todos em torno da vitrolinha Sonata do Seu Júlio, como se fosse um hino. E, de fato, foi o que se tornou. A canção era bradada em manifestações que, invariavelmente, acabavam com muita porrada e gás lacrimogêneo. Veio, enfim, a anistia e ela perdeu um pouco a graça, com seus dois acordes e a melodia repetitiva. O restante da obra de Vandré, no entanto, permanece até hoje como uma das belas e seminais da nossa música. Um tanto folclorizada e extremamente politizada, sua música tem sido frequentemente resgatada em novelas, filmes, documentários. São apenas cinco álbuns, todos influenciados pela canção nordestina. Em ao menos um deles, o “Canto Geral”, vale o destaque para a participação do lendário Quarteto Novo, que contava com Hermeto Paschoal, Airto Moreira, Theo de Barros e Heraldo do Monte. Nestes álbuns, canções poderosas como “Réquiem para Matraga”, “Porta Estandarte”, “Aroeira”, “Ventania” e, é claro a inesquecível “Disparada”. Sobre ela, o mesmo Caetano comentou a respeito do empate entre ela e “A Banda”, de Chico Buarque, no 2º Festival de Música da TV Record em 1966. Segundo o compositor baiano, “Disparada”, feita em parceria com Theo de Barros, era de longe a melhor canção de Vandré, enquanto “A Banda” não era nem de longe a melhor do Chico. Com o fim da ditadura, Vandré voltou ao Brasil e passou a ter uma vida discreta, com raras aparições em entrevistas. Nesta sexta-feira, 12 de setembro, em um dia emblemático para a América Latina e para o mundo, ele completa 90 anos. Um artista que tem um legado enorme e, ao mesmo tempo, curto.
Bolsonaristas já admitem derrota na pauta da anistia
A proposta ganhou tração com o julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF), que entrou em sua fase final Parlamentares que integram o séquito bolsonarista e o partido do ex-mandatário neofascista Jair Bolsonaro (PL/RJ) têm admitido, em caráter reservado, que a relatoria do Projeto de Lei (PL) que propõe anistia aos presos e condenados nos ataques golpistas dO 8 de Janeiro ficará sob o comando de um integrante do chamado ‘Centrão’, segundo apurou a mídia conservadora nesta quinta-feira (10/9). A proposta ganhou tração com o julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF), que entrou em sua fase final. A expectativa de bolsonaristas é votar a proposta na próxima semana, no Plenário da Câmara, embora esteja longe ainda de um consenso mesmo entre os integrantes das legendas da direita. A anistia tem sido a principal meta dos bolsonaristas, uma vez que seria a última chance de livrar Bolsonaro da cadeia por um longo período. O réu, condenado no STF por liderar o golpe de Estado fracassado, já se encontra em prisão domiciliar, mas poderá passar a um presídio ou numa carceragem da Polícia Federal, tão logo o processo seja encerrado, sem qualquer chance de recurso à própria Corte. Relatoria O relator, no caso, será o deputado responsável por negociar o texto com os demais parlamentares e demais interessados no PL. Caberá ao parlamentar elabora o parecer e até refazer o conteúdo do Projeto, que depois será submetido a voto. A função é uma das mais importante do Legislativo, por conduzir as negociações no Congresso. Os bolsonaristas tentavam que a matéria ficasse sob a relatoria do deputado Rodrigo Valadares (União Brasil-SE) que, apesar de integrar um partido do ‘Centrão’, é considerado um ‘bolsonarista raiz’ e já foi convidado a migrar para o PL para disputar a próxima eleição.Valadares foi o relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), no ano passado. O próprio Valadares pediu a lideranças partidárias e ao presidente da Câmara federal deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), para atuar nessa função em Plenário. Em um dos pareceres que circulou entre deputados do PL sobre a proposta chegou a constar o nome dele, embora não tenha sido redigido por ele. Sondagem Lideres da oposição, no entanto, têm admitido sob reserva que Motta, quando decidir pautar o projeto, deve optar por um nome mais ao centro, como é de seu feitio. De acordo com relatos, o líder do PP, Doutor Luizinho (RJ), foi sondado por parlamentares aliados de Bolsonaro para a empreitada, mas não aceitou. O deputado Claudio Cajado (PP-BA) também teria sido sondado. Ainda assim, parlamentares envolvidos nas conversas dizem que o nome pode sair de um partido da federação entre União Brasil e PP. Um dos cotados é o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), que visitou Bolsonaro na véspera do julgamento. Do outro lado, o governo Lula (PT) entrou em campo para tentar barrar a proposta, e a ministra Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais) reuniu os ministros de partidos de centro para pedir que atuem nas bancadas da Câmara para frear o projeto.
Governador em exercício Laurez Moreira nomeia presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Estado
Divulgação Na edição do DOE quinta-feira (11/9) também foi nomeado o vice-presidente executivo da agência O governador em exercício do Tocantins, Laurez Moreira, nomeou Paulo Antônio de Lima como presidente da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e Dalvan Santos Oliveira da Silva como vice-presidente executivo do órgão. As nomeações foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) de quinta-feira (11/9). Paulo Antônio de Lima, presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Estado Agropecuarista com mais de 50 anos de atuação, Paulo Lima já presidiu o Sindicato Rural de Alvorada e ocupou a presidência interina da Federação da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Faet). Também exerceu funções no Senado Federal e na gestão do Hospital Regional de Alvorada. À frente da Adapec desde 11 de janeiro de 2021, Paulo Lima promoveu reformas em 38 unidades de atendimento, modernização de serviços e ações de qualificação de servidores. Sua gestão foi marcada pelo fortalecimento da defesa agropecuária, o que assegurou qualidade, segurança e competitividade ao setor produtivo do Tocantins. Dalvan Santos Oliveira da Silva, vice-presidente executivo da Agência de Defesa Agropecuária do Estado Dalvan Santos Oliveira da Silva, natural de Araguatins, é bacharel em Direito pela Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) e em Biologia pelo Instituto Federal do Tocantins (IFTO), além de possuir formação técnica em Agropecuária com habilitação em Zootecnia pela Escola Agrotécnica Federal de Araguatins. É servidor público concursado desde 2006, como Fiscal de Defesa Agropecuária da Adapec. Como autor publicou o livro Direito e Justiça: políticas que garantem a igualdade (AYA Editora, 2023); e o estudo acadêmico: Análise Físico-Química de Mel de Apis mellifera da mesorregião do Bico do Papagaio. Nomeações já publicadas O governador em exercício do Tocantins, Laurez Moreira, realizou uma série de nomeações para as pastas do governo. Ao todo, 29 novos nomes foram oficializados, abrangendo secretarias de Estado e autarquias. Confira a lista completa das nomeações já publicadas: Luiza Rocha Pinheiro para exercer o cargo de secretária de Estado da Comunicação (Secom); Ailton Parente Araújo como chefe de Gabinete do Governador; Coronel Vitor Teles para exercer o cargo de secretário-chefe da Casa Militar; César Hanna Halum como secretário de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro); Josué Pereira de Amorim como procurador-geral do Estado; Vânio Rodrigues de Souza como secretário de Estado da Saúde (SES/TO); Antônio Trabulsi Sobrinho como presidente da Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto); Herbert Brito Barros como presidente do Instituto de Terras do Tocantins (Itertins); Romildo Santos Barbosa como presidente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO); Jairo Soares Mariano como secretário de Estado da Fazenda (Sefaz); Hércules Jackson Moreira Santos como secretário de Estado da Educação (Seduc); Bruno Sousa Azevedo como secretário de Estado da Segurança Pública (SSP); Cledson da Rocha Lima para a presidência do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins); Bárbara Jesuína Mendes Gomes como presidente do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado do Tocantins (Igeprev-TO); Ludimila Rodrigues dos Santos Galvão, secretária-executiva de Comunicação. Larissa Carlos Rosenda, secretária de Estado da Mulher (SecMulher); Cláudio Thomas Coelho de Souza, comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins (PMTO); Flávio Santos Brito, chefe do Estado Maior da PMTO; Thiago Franco Santana, comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO); Maxuell dos Santos de Souza, chefe do Estado Maior da CBMTO; Ana Carina Mendes Souto, secretária executiva do Turismo (Sectur); Raul de Jesus Filho e Neto, secretário de Estado da Governadoria; Manoel Moraes dos Reis Filho, secretário executivo da Administração (Secad); Irana de Sousa Coêlho Aguiar, secretária-chefe da Casa Civil; Murilo Francisco Centeno, secretário-chefe da Controladoria-Geral do Estado (CGE); Lina Ester Barbosa Ribeiro, presidente da Agência de Mineração do Estado do Tocantins (Ameto); Elfas Cavalcante Lustosa Aragão Elvas, subprocurador do Estado do Tocantins em Brasília; Washington Luiz Vasconcelos, secretário executivo da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas); Roberto Jorge Sahium, secretário executivo da Secretaria da Pesca e Aquicultura (Sepea).














