Fotos: SES Paciente de 45 anos com diagnóstico de anemia falciforme recebeu concentrado de hemácias anti-U após mobilização da rede de hemocentros nacional. No Brasil, apenas 16 pessoas possuem esse fenótipo sanguíneo O Hemocentro Coordenador Estadual de Goiás Prof. Nion Albernaz, da Rede Estadual de Serviços Hemoterápicos – Rede Hemo, realizou nesta terça-feira (16/9), a primeira transfusão de sangue de um tipo sanguíneo raro. O concentrado de hemácias anti-U ajudará no tratamento de um homem de 45 anos, com diagnóstico de anemia falciforme, que é atendido pelo banco de sangue goiano. A transfusão foi possível graças a uma mobilização nacional que envolve toda a rede de hemocentros do país. A partir do momento em que a unidade goiana identificou a necessidade da transfusão, foi feita uma solicitação à Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, por meio do Cadastro Nacional de Sangue Raro. A rede nacional foi acionada e localizou um doador do mesmo tipo sanguíneo em São Paulo. Ele realizou a doação na última quinta-feira (11/9) e as bolsas estão sendo trazidas para Goiânia, em uma operação logística organizada pelo Ministério da Saúde. Segundo o Cadastro Nacional de Sangue Raro (CNSR), apenas 16 pessoas no Brasil possuem esse fenótipo sanguíneo. O antígeno U, ausente em indivíduos com este perfil raro, está presente em quase 100% dos caucasianos e em 99% das pessoas negras. Sua falta pode provocar a formação de anticorpos anti-U, tornando indispensável a compatibilidade total entre doador e receptor. A transfusão incorreta, com sangue U-positivo, pode levar a uma reação hemolítica grave. Compatibilidade O Hemocentro de Goiás mantém um banco de doadores fenotipados e conta atualmente com cinco cadastrados de outros tipos sanguíneos raros, como Kpb negativo e Cellano negativo. Esses voluntários podem ser acionados pelo Ministério da Saúde para apoiar bancos de sangue de todo o país em situações emergenciais. O Hemocentro de Goiás é um dos poucos do Brasil que contam com um programa de fenotipagem de doadores de sangue. A iniciativa é responsável por classificar doadores com características sanguíneas especiais e permite uma abordagem mais avançada na busca por compatibilidade transfusional. A iniciativa reforça a importância da identificação e do cadastro de doadores raros no sistema nacional, garantindo segurança transfusional a pacientes em condições críticas.
Hemocentro de Goiás realiza transfusão inédita de sangue raro
Caiado destaca força do setor supermercadista na abertura da SuperAgos 2025
Fotos: Hegon Correa Governador exalta impacto do segmento na geração de empregos e no crescimento econômico de Goiás durante maior feira de varejo alimentar do Centro-Oeste O governador Ronaldo Caiado destacou a parceria e a pujança do setor de supermercados em Goiás como parte importante para o crescimento da economia e da oferta de empregos no estado, durante a abertura da 22ª edição da SuperAgos, na tarde desta terça-feira (16/09), em Goiânia. Considerado o maior evento anual do setor no Centro-Oeste, e um dos mais importantes do Brasil, a feira reúne empresários, fornecedores, profissionais e lideranças do varejo alimentar de todo o país, no Centro de Convenções da capital. “Sem dúvida nenhuma, é um dos segmentos mais importantes da economia de Goiás. Fatura bilhões de reais e cresce a cada momento. Mostra competitividade e qualidade na oferta e produção do que é produzido em Goiás, tornando o segmento extremamente competitivo e referência para outros estados”, assegurou Caiado, ao destacar que o setor é o maior aliado do governo estadual na geração de empregos no Estado. Fotos: Hegon Correa “O Estado de Goiás reconhece a eficiência do setor em atender os 246 municípios goianos, sendo também o maior gerador de empregos de demanda para o nosso mercado”, destacou. “Damos condições para que os supermercadistas possam manter seus empreendimentos. Diminuímos o chamado Custo Brasil sobre os ombros dos empresários, facilitando as atividades, sem a angústia de serem assaltados diariamente”, pontuou. Fotos: Hegon Correa O vice-governador Daniel Vilela apontou a importância do encontro para o momento econômico brasileiro. “No momento em que o mundo vive, com mudanças bruscas, repentinas e imprevisíveis no comércio e nas relações internacionais, é essencial essa troca de experiência e informações”, sublinhou. Já o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, salientou o crescimento da feira. “Goiânia fica satisfeita ao receber o evento, que cada dia mais cresce. Vamos fazer com que venham mais supermercadistas de outros lugares”, projetou Daniel Vilela ( foto acima). Com o tema “Mais que negócios: inovação, liderança e sustentabilidade”, A SuperAgos 2025 ocorre entre os dias 16 e 18 de setembro e deve reunir mais de 20 mil participantes. Promovida pela Associação Goiana de Supermercados (Agos), a feira de negócios é voltada aos segmentos de supermercados, padarias, confeitarias, restaurantes e hotéis. O presidente da Agos, Sirlei Antônio do Couto, comentou que o evento “celebra a força de um segmento que não apenas abastece lares, mas que move a economia, gera empregos e transforma vidas. E Goiás mostra ao Brasil que não fica para trás e lidera, inova e impulsiona a economia lado a lado com o agronegócio”. Números Considerada uma plataforma estratégica de negócios, relacionamento e inovação para empresas do setor varejista e atacadista alimentar, A SuperAgos 2025 deve superar os números da edição anterior. Em 2024, foram mais de 150 empresas expositoras e mais de 5 mil CNJPs de todo o Brasil, com participantes de 246 cidades goianas e de outros 22 estados. Foram movimentados mais de R$ 200 milhões em negócios, alçando o evento ao posto de maior feira do setor supermercadista e de varejo alimentar do Centro-Oeste.
Caiado participa de missa que marca inauguração da capela do Cora em Goiânia
Fotos: Romullo Carvalho e Wesley Costa Primeiro hospital público oncológico infantil de Goiás será inaugurado oficialmente em 25 de setembro, mas já oferece atendimento gratuito e humanizado a crianças e adolescentes com câncer desde o mês de junho Na fase final da entrega do Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora), o governador Ronaldo Caiado, acompanhado da coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, participou nesta terça-feira (16/9) da missa que marcou a inauguração da capela do hospital. O Cora é a primeira unidade pública exclusiva para o tratamento de câncer infantil no estado, oferecendo atendimento gratuito, humanizado e de alta qualidade. A inauguração oficial está marcada para 25 de setembro. “É uma alegria assistir hoje à primeira missa na capela do nosso hospital, um sonho antigo. Como médico e católico praticante, sempre tive a responsabilidade de priorizar a vida e o cuidado com a população. Este hospital é resultado de muito trabalho e compromisso com a saúde das crianças de Goiás”, afirmou o governador durante a celebração. Para Caiado, a obra representa um dos pontos altos de sua gestão, reunindo uma das maiores estruturas oncológicas do país, com centro cirúrgico ampliado e ambientes equipados com tecnologia de ponta. “O Cora permite que os pacientes sejam atendidos com cuidado humanizado e qualidade. Nada é mais tocante para mim do que acompanhar o olhar de esperança das crianças, que nos lembra da nossa responsabilidade e da importância de garantir o melhor atendimento possível”, destacou. Gracinha Caiado ressaltou o simbolismo da capela, batizada de Sagrado Coração de Jesus, para pacientes e famílias. “Esta capela une fé, medicina e ajuda as famílias a superar a doença. O Cora garante que crianças em vulnerabilidade tenham acesso ao melhor tratamento disponível no mundo e oferece esperança de vencer a doença. Nada é maior ou mais valioso que isso”, disse. O presidente do Hospital de Amor de Barretos e diretor-geral do Cora, Henrique Prata, enfatizou que a nova estrutura coloca Goiás em patamar de referência nacional no cuidado oncológico infantojuvenil. “Este hospital oferece atendimento no nível dos melhores hospitais privados, garantindo que crianças em vulnerabilidade recebam o tratamento necessário. E, com esta capelinha, temos a certeza de que não falta absolutamente nada”, disse. A missa foi celebrada pelo arcebispo emérito de Goiânia, Dom Washington Cruz, que ressaltou a grandeza da obra e abençoou hospital, equipe e pacientes. “Recebam a bênção de Deus e sejam instrumentos de cuidado e cura para as crianças tratadas aqui. Que cada ação seja guiada pela graça divina”, disse. Durante a cerimônia, foi apresentado o capelão responsável pela nova capela do Cora, padre João Batista da Costa, que fará o acompanhamento espiritual de pacientes, familiares e profissionais da unidade. Também participaram os secretários de Estado da Saúde, Rasível Reis; de Desenvolvimento Social, Wellington Matos; e o presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes, Pedro Sales. Início das atividades O Cora iniciou as atividades em 9 de junho, ampliando a rede de atendimento oncológico infantojuvenil de Goiás. Na primeira fase, o hospital opera com 60 leitos, UTI pediátrica, quimioterapia, cirurgias de alta complexidade e unidade de transplante de medula óssea. A unidade está preparada para realizar 26 cirurgias eletivas por mês e 2,5 mil atendimentos entre pronto-socorro, consultas médicas e multiprofissionais, sessões de quimioterapia e exames. Em três meses, atendeu 119 novos casos e diagnosticou 81 casos oncológicos. O hospital foi projetado com suítes para acompanhantes e espaços lúdicos que garantem conforto e bem-estar às crianças em tratamento.
Pressionado por bolsonaristas, Valdemar recua de fala sobre golpe: ‘Eu errei’
Foto: Wilton Junior/Estadão Valdemar foi criticado nas redes por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, por fala sobre planejamento de golpe O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, disse em entrevista à BandNews TV na tarde desta segunda-feira (15/6) que se expressou mal ao reconhecer no sábado, 13, que houve um planejamento de golpe no Brasil. A declaração não foi bem-recebida por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Nunca o Bolsonaro pensou nisso. Eu falei planejamento, eu errei, eu tinha que ter falado movimento. É um movimento desse pessoal, de muita gente que queria que a gente tomasse uma providência contra o Lula”, prosseguiu. “Por exemplo, nós recebíamos cartas, propostas de advogados pela internet, no aeroporto. Todos perguntavam: ‘vocês vão deixar o Lula assumir?’”, disse. Ele acrescentou que só percebeu o “erro” ao assistir a uma gravação de sua participação no evento, e o atribuiu ao fato de estar “muito à vontade” no encontro. Valdemar participou de um painel no Rocas Festival, em Itu (SP), voltado ao setor de cavalos de luxo. Na ocasião, ele também afirmou que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) pela condenação dos oito réus do núcleo crucial da trama golpista teria que ser “respeitada”, o que causou atrito com bolsonaristas. O deputado federal Ricardo Salles (Novo-SP) criticou a declaração do dirigente partidário. “PQP, com um ‘líder’ desse, quem precisa de inimigo?!?”, escreveu o ex-ministro do Meio Ambiente do governo Bolsonaro no Instagram. Já Fabio Wajngarten, ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, criticou a declaração de Valdemar e eventuais tentativas de esclarecimento. “É melhor não tentar corrigir pela enésima vez. Vai dar mais barulho e repercussão negativa. Quando não se tem o que falar, é óbvio que é melhor não falar. Abrir a boca sem mínima preparação vai errar sempre”, disse. O blogueiro bolsonarista Paulo Figueiredo, que articula sanções contra o Brasil ao lado do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos EUA, comentou: “Como eu sempre digo: não estamos nesta merda de dar gosto à toa”, ao compartilhar uma notícia sobre a declaração de Valdemar. De forma indireta, a deputada Caroline de Toni (PL-SC) também rebateu a declaração do presidente do PL sobre ter havido “planejamento de golpe”. “Não houve golpe em 8 de Janeiro. O que existe é uma narrativa criada para perseguir Bolsonaro e criminalizar a direita.” Na entrevista nesta segunda-feira (15/9) Valdemar Costa Neto também reafirmou lealdade ao ex-presidente. “Todo esse pessoal que gosta do Bolsonaro sabe que eu sou fiel a Bolsonaro e serei fiel a ele até o fim. Enquanto eu estiver vivo, eu vou ser fiel ao Bolsonaro”, afirmou. Apesar de articular com os presidentes do PP, Ciro Nogueira, e do União Brasil, Antonio de Rueda, um entendimento com a federação União Progressista para apoios mútuos nos Estados, Valdemar Costa Neto repete que, em nível nacional, caberá a Bolsonaro definir o principal nome da chapa à Presidência.
E agora Trump, de quem é esta droga?
Divulgação Avião com quase 200 quilos de cocaína com inscrição “SpaceX” cai em Alagoas. A droga estava embalada com um símbolo que lembra o logotipo da empresa Spacex, do bilionário Elon Musk, alido de Trump presidente dos EUA Um avião monomotor carregado de quase 200 quilos de cocaína, guardados em forma de tabletes embalados com um símbolo que lembra o logotipo da empresa Spacex, do bilionário Elon Musk, caiu em um canavial em Coruripe, litoral Sul de Alagoas, no último domingo (14/9). Foram, ao todo, 198 kg de cocaína encontrados espalhados pelo local do impacto. O piloto era o único a bordo e morreu no local. Ainda não se sabe se a tentativa foi motivada por pane mecânica ou por uma operação planejada para descarregar a droga. Ele teria sido identificado como o australiano Timothy J. Clark, de acordo com o portal g1. A Polícia Civil de Alagoas abriu investigação para identificar a origem e o destino da cocaína, enquanto o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), da Força Aérea Brasileira, ficará responsável por apurar as causas da queda da aeronave. Possível narcotráfico A presença de quase 200 quilos de cocaína, embalados com uma marca que sugere profissionalismo, somada ao fato de o piloto ser estrangeiro, reforça a hipótese de que a aeronave fazia parte de uma rota internacional de narcotráfico. Em geral, o Brasil é um ponto estratégico para envio da droga a outros países, especialmente pela facilidade de acesso aéreo e marítimo na região Nordeste. O narcotráfico é a atividade criminosa que envolve a produção, transporte, distribuição e comercialização de drogas ilegais, movimentando bilhões de dólares em todo o mundo. Trata-se de um crime organizado de caráter transnacional, que frequentemente se vale de rotas aéreas, marítimas e terrestres para transportar substâncias proibidas, como cocaína, maconha e heroína, burlando fronteiras e autoridades.
Gilmar Mendes diz ter ‘convicção’ de que proposta de anistia não será votada no Congresso
Foto: TV Globo Declaração foi dada durante evento em defesa da democracia no teatro da PUC-SP, na capital paulista, em celebração ao Dia Internacional da Democracia O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou segunda-feira (15/9) ter “convicção” de que a proposta de anistia aos acusados de tentativa de golpe de Estado não será votada no Congresso. A declaração foi dada durante um evento em defesa da democracia e soberania nacional no Tuca, o teatro da PUC-SP, para celebrar o Dia Internacional da Democracia. O evento reuniu artistas, intelectuais e políticos na cidade de São Paulo. “Mas é fundamental perceber que nós estamos unidos em torno da defesa da democracia. O Supremo Tribunal Federal (STF) está unido na defesa da democracia”, apontou. O ministro disse, ainda, que o julgamento do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL) foi “absolutamente regular” e criticou a reação dos Estados Unidos ao processo. A Primeira Turma do Supremo condenou o ex-presidente a 27 anos e 3 meses no julgamento da trama golpista. Gilmar Mendes não participou do julgamento por não fazer parte da Primeira Turma. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que o país vai anunciar nos próximos dias medidas em resposta à condenação de Bolsonaro. Ele não deixou claro quais seriam essas medidas. “Seria absurdo que em uma pauta de negociação comercial o Brasil exigisse que os EUA revelassem os Epstein Files, não faz sentido algum. Seria absurdo, da mesma forma, exigir que nós interrompêssemos, suspendêssemos ou liberássemos qualquer pessoa de um julgamento absolutamente regular”, destacou Mendes. As autoridades presentes falaram sobre a importância da união em torno da defesa das instituições democráticas. Além dos convidados brasileiros, há autoridades vindas de Estados Unidos, Itália, Portugal e Equador. Mais cedo, em outro evento em São Paulo, o ministro havia apontado incoerências no voto do colega Luiz Fux, que se posicionou contrário à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no julgamento da trama golpista. “O voto dele [Fux] está cheio de incoerência. Se não houve golpe, não deveria ter havido condenação de outros nomes. Condenar [o tenente-coronel Mauro] Cid e [o general] Braga Netto parece uma contradição nos próprios termos”, afirmou o decano Gilmar Mendes.
Daniel Vilela anuncia novidades da Campus Party Goiás 2025
Fotos: André Costa Vice-governador acompanha lançamento da sétima edição do evento em Goiânia e define Goiás como estado vanguardista de investimentos e atração em tecnologia O vice-governador Daniel Vilela lançou na noite desta segunda-feira (15/9) a edição 2025 da Campus Party Goiás, no Hub Goiás. Na ocasião, foram apresentadas as novidades do evento, considerado o maior festival mundial de tecnologia, inovação, ciência e cultura digital. A Campus Party Goiás acontece entre os dias 19 e 23 de novembro, no Passeio das Águas Shopping, em Goiânia, e terá como tema “Inteligência Artificial Aplicada ao Dia a Dia”. “A Campus Party tem uma grande importância na consolidação de Goiás como um estado polo de inovação de tecnologia. E, naturalmente, o nosso carro-chefe se tornou inteligência artificial (IA) pela parceria que foi constituída e criou o CEIA, nosso Centro de Excelência e Inteligência Artificial”, destacou Daniel, que representou o governador Ronaldo Caiado no evento, ao afirmar que Goiás, por seu amplo investimento e promoção das discussões na área, também é referência por criar uma legislação sobre a IA. O evento é fruto da parceria do Governo de Goiás, por meio das secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e Geral de Governo (SGG), e o Instituto Campus Party. Realizado em Goiás desde 2019, o evento chega à sua sétima edição, sendo a quinta presencial. Apenas nas edições de 2023 e 2024 mais de 300 mil pessoas passaram pelo evento, que é sempre realizado no Passeio das Águas Shopping. “É uma visão estratégica do governador Ronaldo Caiado, lá de trás, buscar essa inserção como um estado presente nesse circuito mundial da Campus Party. Então, de lá para cá, essa parceria se consolidou e, a cada ano, busca trazer inovações e criar mecanismos para a gente ampliar ainda mais o público participante”, enfatizou Daniel. Congresso Uma das novidades deste ano é o Congresso Internacional de IA by Etos. Projeto encabeçado pela SGG, o congresso vai medir os impactos da IA e a construção de marcos éticos e regulatórios, além de trazer painéis, palestras e oficinas que discutem temas como adolescência digital, educação, saúde, políticas regionais e a relação da IA com sustentabilidade e inovação. O secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, afirmou que hoje o que é feito em Goiás é um ecossistema da inovação. “Nós temos essa condição, não só de conteúdo, como de legitimidade para discutir inteligência artificial em âmbito mundial. Como nós devemos lidar com a inteligência artificial, seja no campo ético, no campo das relações de trabalho, das relações sociais e também na tecnologia”, declarou. Goiás foi o primeiro estado do Brasil a aprovar uma lei para tratar de inteligência artificial. Sancionada em maio deste ano, a Política Estadual de Fomento à Inovação em Inteligência Artificial (IA) tem o objetivo de avançar e estimular o desenvolvimento da ferramenta em solo goiano e já foi reconhecida por autoridades internacionais na área, como o Vice-presidente de Assuntos Governamentais e Políticas Públicas da Google, Doron Avni, e por gigantes da tecnologia como a Meta. Novidades Entre as novidades deste ano está o Desafio de Inovação 60+, onde o público idoso participará de atividades com foco em segurança, privacidade e inclusão digital, visando prevenir golpes, proteger dados e melhorar a qualidade de vida na terceira idade. O desafio está ligado ao Cidadão Tech 60+, programa pioneiro no país promovido pelo Goiás Social, por meio da Secti, e que deve chegar à marca de 1 mil idosos formados até o fim deste ano. Destaque na edição de 2024, a Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada também volta mais forte neste ano, reunindo mais de mil estudantes, três vezes mais do que no ano passado. A competição começou de forma online na semana passada e terá sua final na Campus Party, quando os finalistas se encontrarão presencialmente, em novembro. O vice-governador anunciou, durante o lançamento, que a premiação dos vencedores será a permanência, durante um mês, em um dos campos de universidade na Inglaterra totalmente custeada pelo Estado. A competição é uma iniciativa da Secti, em parceria com o Centro de Excelência em Inteligência Artificial (CEIA/UFG) e o Centro de Competência Embrapii em Tecnologias Imersivas (AKCIT/UFG). “Vai ser um ano que promete muito. Goiás é o primeiro e único estado que tem uma Olimpíada estadual de IA para a educação básica. Então os alunos, a partir do nono ano, de escolas públicas e privadas estão competindo”, salientou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico Lyra Netto. O secretário também reforçou a importância do programa para o público com mais de 60 anos: “A gente tem que respeitar esse pessoal que historicamente é excluído, é um pessoal que cai em golpe cibernético, que às vezes está à margem da tecnologia, e eles podem entrar assim, não tem barreira de idade para aprender tecnologia”, disse. O presidente do Instituto Campus Party, Francesco Farrugia, fez questão de mencionar que o sucesso do evento em Goiás se deve à integração com o governo estadual. “Nós conseguimos porque temos um governo disposto a trabalhar junto para conseguir os resultados. Temos a Escola do Futuro, o Fórum do Futuro do Trabalho e da Educação e esse ano com Etos, que é uma marca do Estado para a ética, e a inteligência artificial, vamos trazer o primeiro congresso internacional do Brasil sobre ética e outras questões de IA”, concluiu. Palestrantes confirmados Estão confirmados na Campus Party Goiás 2025: Gabriela Prioli, advogada, professora, palestrante e apresentadora dos canais CNN e GNT, autora dos best sellers “Política é para todos” e “Ideologias”; Natuza Nery: jornalista, apresentadora e palestrante, com sólida trajetória no Grupo Globo; Luc Ferry: filósofo, escritor e ex-ministro da Educação da França; Ronaldo Lemos: coautor do Marco Civil da Internet, fundador do ITS Rio e integra o conselho do Spotify e o Oversight Board da Meta. Também participam: Gabriele Mazzini: especialista em governança de IA, autor do Regulamento Europeu de IA, atua no MIT Media Lab e é referência no uso responsável da tecnologia; Duda Franklin: pioneira em neurotecnologia e Forbes
Bandeira americana é novo símbolo da direita brasileira, diz New York Times
p/ Thais Carrança Role,Da BBC News Brasil em São Paulo A bandeira dos Estados Unidos é o novo símbolo da direita brasileira, disse o jornal americano The New York Times (NYT) em reportagem publicada na terça-feira (9/9). Em matéria sobre o protesto de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJna Avenida Paulista no último domingo, 7 de Setembro, o jornal destacou que uma bandeira americana “do tamanho de uma quadra de basquete” foi hasteada em várias faixas da principal avenida da capital paulista. “A bandeira foi uma mensagem de agradecimento ao presidente Trump por tentar intervir no caso de Bolsonaro”, afirma o correspondente do NYT no Brasil, Jack Nicas. “Tornou-se a imagem definidora dos enormes protestos do dia, estampada nas redes sociais e nas primeiras páginas dos jornais.”O jornal destaca ainda que o bandeirão americano poderá ser alvo de uma investigação policial, após dois parlamentares brasileiros observarem que ela parecia ter o mesmo tamanho de uma grande bandeira americana usada em campo durante um jogo da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL, na sigla em inglês) em São Paulo, cerca de 36 horas antes. Lindbergh Farias (PT-PB) e Pedro Campos (PSE-PE) alegaram que, se a bandeira tiver sido dada pela NFL ou por outra empresa internacional, violaria as leis brasileiras contra a participação de entidades estrangeiras na política brasileira. Eles pediram à polícia que analisasse as imagens da bandeira e colhesse depoimentos de dirigentes da NFL, destacou a reportagem do NYT, acrescentando que a liga americana refuta as acusações dos parlamentares. Mudança na imagem global da bandeira dos EUA Segundo o NYT, a presença da bandeira americana nos protestos da direita brasileira é parte “da mudança na imagem global da bandeira dos EUA, à medida que Trump transforma a forma como os Estados Unidos são vistos no exterior”. O jornal lembrou que, este ano, manifestantes de direita na Coreia do Sul agitaram bandeiras americanas ao protestar contra o que acreditavam ser uma eleição fraudada. Israelenses conservadores, entusiasmados com o forte apoio dos EUA à guerra em Gaza, também têm penduraram bandeiras americanas em suas janelas. “Mas os apoiadores de Bolsonaro e o movimento de direita no Brasil adotaram as estrelas e listras com particular zelo. Em cidades por todo o país, no domingo, manifestantes de direita se cobriram com a bandeira dos EUA, pintaram o rosto de vermelho, branco e azul e agitaram versões modificadas que combinavam as bandeiras brasileira e americana”, observa o New York Times. Fotos / Créditos: Getty Images A presença da bandeira americana nos protestos bolsonaristas no Brasil foi destaque nas páginas do The New York Times. Apoiadores de Jair Bolsonaro participam de manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, Brasil, em 3 de agosto de 2025 O jornal reportou a polêmica gerada pela presença do bandeirão americano no protesto no Dia da Independência do Brasil, com comentários críticos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e até de pessoas da direita, como o pastor Silas Malafaia, que chegou a aventar a ideia de que a bandeira teria sido plantada no protesto por pessoas de esquerda. O NYT destacou ainda os comentários positivos do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sobre a presença da fâmula americana gigante no protesto. “Somos um povo educado que sabe agradecer àqueles que nos ajudam na guerra para recuperar nossas liberdades e democracia”, escreveu Eduardo no X (antigo Twitter). O site: www.oknewsbr.com.br republicou a matéria ” Bandeira americana é novo símbolo da direita brasileira, diz New York Times”, publicada pela BBC News Brasil em São Paulo. Porém, seus editores – em nome da ” Soberania Brasileira” – não concordam com a linha de pensamente da jornalista editora da matéria.
Trump pode declarar PCC organização terrorista?
Por que governo Lula se preocupa com isso Além das eventuais medidas que os Estados Unidos da América (EUA) podem adotar contra o Brasil após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), uma possibilidade é o governo americano classificar facções criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Essa possibilidade foi citada pela consultoria Eurasia Group em uma lista de sanções potenciais elaborada ainda antes do fim do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Em seu relatório, a Eurasia lembra que a Casa Branca impôs uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros e sancionou o ministro do STF Alexandre de Moraes sob a Lei Global Magnitsky. O presidente dos EUA, Donald Trump, já deixou claro que considera o julgamento de Bolsonaro uma “caça às bruxas” e citou o tratamento ao ex-presidente quando anunciou a sobretaxa às importações brasileiras, que entraram em vigor no mês passado, com algumas isenções. Na segunda-feira (15/09), o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que o país deve anunciar novas medidas contra o Brasil em breve. Na terça-feira da semana passada (09/09), em meio ao julgamento de Bolsonaro, a porta-voz da Casa Branca afirmou que os EUA podem usar seu poder militar e econômico para defender a liberdade de expressão no Brasil e no mundo. O governo brasileiro repudiou a declaração. Entre possíveis medidas citadas pela Eurasia também estão suspensões adicionais de vistos para funcionários do governo brasileiro e a aplicação da Lei Magnitsky para outros ministros do STF além de Moraes. Em entrevista à BBC News Brasil, o diretor-executivo para as Américas do grupo Eurasia, Christopher Garman, disse que a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas não parece ser uma decisão iminente, mas pode ocorrer nos próximos meses. “O desafio de quando você denomina PCC e CV como organização terrorista é que tem que identificar quais grupos estão ajudando essas organizações. E, dado o tamanho, a sofisticação e a entrada desses grupos no setor privado, não é fácil”, observa Garman. “Se estendermos o horizonte nos próximos seis a oito meses, acho que a probabilidade aumenta”, afirma. Tido como a maior organização criminosa do país, o PCC é suspeito de estar por trás do assassinato a tiros, na segunda-feira (15/09), do ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, em Praia Grande, na Baixada Santista. Fontes era tido com um dos principais inimigos do PCC. Governo Trump e o foco no narcotráfico da América Latina O debate no governo americano sobre designar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas não é novo, e uma eventual decisão não seria motivada exclusivamente pelo resultado no STF, apesar de ter relação com o julgamento. “Podemos associar isso como uma sanção relacionada ao julgamento de Bolsonaro”, diz à BBC News Brasil o professor de Relações Internacionais da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisador de Harvard Vitelio Brustolin. “Mas também como uma medida que iria acontecer de qualquer forma, por conta das prioridades dos Estados Unidos”, ressalta, destacando o endurecimento do governo americano em relação ao tráfico de drogas. O governo Trump já inclui em sua lista de organizações terroristas outros grupos criminosos latino-americanos, como o venezuelano Tren de Aragua e seis cartéis mexicanos. Garman, da Eurasia, salienta que o governo Trump está muito focado no combate ao narcotráfico na região, um tema que também é relevante para fins eleitorais domésticos. “A presença naval na costa da Venezuela é sinal disso”, ressalta. Há duas semanas, Trump anunciou que forças americanas atacaram um barco que vinha da Venezuela e transportava drogas ilegais em águas internacionais, matando 11 “narcoterroristas”. Na segunda-feira (15/09), anunciou que houve mais um ataque do tipo. O governo americano também ordenou o envio de 10 jatos F-35 para Porto Rico a fim de realizar operações contra organizações “narcoterroristas” na região do Caribe. Lula condenou recentemente ofensiva dos EUA no Mar do Caribe O sul do Caribe já tem forte presença militar dos EUA incluindo navios de guerra. Na segunda-feira (8/9), em reunião virtual entre líderes do grupo Brics, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o envio de forças militares americanas para o Mar do Caribe. “[O terrorismo] não pode ser confundido com os desafios de segurança pública que muitos países enfrentam. São fenômenos distintos e que não devem servir de desculpa para intervenções à margem do direito internacional”, disse o presidente brasileiro. “A presença de forças armadas da maior potência do mundo no Mar do Caribe é fator de tensão incompatível com a vocação pacífica da região”, afirmou Lula. Em caráter reservado, diplomatas mencionam o temor de que os Estados Unidos utilizem o combate ao narcotráfico e a classificação de grupos como terroristas para justificar operações militares na região. Rejeição do Brasil a pedido de secretário americano Em visita a Brasília em maio, o responsável pelo setor de sanções do Departamento de Estado, David Gamble, solicitou formalmente que o Brasil adotasse a designação. Em reuniões com representantes do Ministério da Justiça, Gamble argumentou que essas facções criminosas têm conexões com cartéis internacionais e representam uma ameaça à segurança dos Estados Unidos da América (EUA). O governo brasileiro, porém, rejeitou o pedido. O argumento citado na época pelo secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, em entrevistas à imprensa, foi o de que facções como PCC e CV não se enquadram na definição de terrorismo da legislação brasileira. A Lei Antiterrorismo (Lei 13.260/2016) brasileira considera terrorismo atos “cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública”. Mas a mesma lei diz que esses atos devem ter “razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião”. A questão da motivação faz com que essas facções, apesar de suas atividades criminais, não se enquadrem na definição, segundo argumentou o governo brasileiro. Esses grupos buscam lucro financeiro por meio de atividades ilícitas, como tráfico de drogas, armas e crimes financeiros, mas não teriam como motivação xenofobia, discriminação ou preconceito. Nessa interpretação, sua finalidade seria
Lula articula estratégia com Motta para barrar projeto de anistia a Bolsonaro
Foto: Wilson Junior/AE Lula e Motta almoçam no Alvorada para tratar de anistia e outras pautas de interesse do Planalto, como isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta segunda-feira (15/9) ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que o governo reforçará a ofensiva contra o projeto de anistia a Jair Bolsonaro, seu antecessor no cargo, e aos demais condenados pelos atos golpistas do 8 de Janeiro. Lula e Motta acertaram uma estratégia para barrar o avanço da proposta durante almoço no Palácio da Alvorada, que também contou com a participação da ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Apesar da pressão do PL de Bolsonaro, o Palácio do Planalto e a cúpula do Congresso avaliam que a oposição não tem apoio suficiente para aprovar o projeto de indulto amplo, geral e irrestrito aos envolvidos nos atos golpistas. Mesmo assim, se a maioria dos líderes partidários decidir que é preciso pautar a votação da urgência da proposta – até mesmo para resolver essa novela –, o governo garante ter votos para derrotar os bolsonaristas em plenário. A reunião de Motta com o colégio de líderes está marcada para esta terça-feira (16/9). Nos últimos dias, o Planalto avisou aos aliados de partidos com apadrinhados no primeiro escalão que quem votar a favor da anistia a Bolsonaro perderá os cargos. O Centrão está nessa lista. Poucas horas antes mesmo da condenação do ex-presidente a 27 anos e três meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na quinta-feira (11/9) Gleisi disse achar difícil que o Congresso compre essa briga com a Corte. “Não cabe anistia a esses crimes que foram praticados, seja por bagrinho, seja por bagrão, seja por tubarão. Somos contra a anistia de qualquer sorte”, afirmou Gleisi ao Estadão. “Pautar esse projeto representa um confronto com o Supremo. É um ataque frontal”, emendou ela. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), adiou a vinda a Brasília para conversar com Motta e dirigentes de partidos e pressionar pela votação do projeto de anistia. Mas Tarcísio pediu ao ministro do STF Alexandre de Moraes autorização para visitar o ex-presidente, que está em prisão domiciliar, ainda nesta terça-feira (16/9). Na prática, o governador tem feito articulações nos bastidores pelo perdão a Bolsonaro. Sabe, porém, que se trata de uma tarefa difícil. O movimento de Tarcísio é visto no PT como uma espécie de pedágio que ele precisa pagar ao padrinho político com o objetivo de ser candidato à sucessão de Lula, em 2026. De qualquer forma, o próprio Motta disse ao governador, recentemente, que não está disposto a se desgastar com o Planalto, com o STF e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para quem a proposta de anistia, do jeito que está, é fadada ao fracasso. Alcolumbre já apresentou a ministros do STF uma minuta de projeto que prevê a redução de penas para aqueles que praticam os chamados “crimes de multidão”, influenciados por outros. Como mostrou o Estadão, magistrados aceitam discutir uma proposta nesses termos, desde que o tema da anistia – considerado inconstitucional – seja engavetado. Além de tratar do projeto sobre o indulto, Lula pediu a Motta que dê prioridade a votações de interesse do governo no Congresso. Fazem parte desse cardápio a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança e a Medida Provisória 1303, que muda normas sobre tributação de investimentos e setores financeiros, incluindo as fintechs. A isenção da cobrança do IR para quem recebe até R$ 5 mil é uma das apostas de Lula para sua campanha à reeleição, no ano que vem.














