Banco Master amplia crise em Brasília e cerco a Daniel Vorcaro atinge todo o sistema de poder – Foto: Reprodução O escândalo do Banco Master poderá reordenar disputas entre os Três Poderes [Executivo, Legislativo e Judiciário] ampliar o desgaste de autoridades e abrir uma nova frente de crise no coração da República A derrocada do Banco Master já ultrapassou o campo estritamente financeiro e passou a ocupar o centro de uma crise política em Brasília. Segundo informações publicadas originalmente pela RT Brasil, o avanço das investigações sobre o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador da instituição liquidada pelo Banco Central, revelou uma ampla rede de relações com integrantes do Judiciário, do Legislativo e do Executivo, além de ex-autoridades e operadores com acesso a diferentes esferas de poder. O caso se tornou especialmente sensível não apenas pela dimensão das suspeitas de fraude financeira, mas pelo alcance das conexões que vieram à tona por meio de mensagens, contratos, reuniões e relatos reunidos pela Polícia Federal. Em ano eleitoral, o temor em Brasília é de que o escândalo deixe de atingir apenas um banqueiro e passe a comprometer personagens influentes de vários polos políticos e institucionais. Prisão de Vorcaro amplia tensão nos bastidoresA preocupação aumentou após a nova prisão de Daniel Vorcaro, mantida por maioria em painel do Supremo Tribunal Federal em 13 de março. A acusação é de que ele teria tentado subornar um ex-diretor do Banco Central com presentes em troca de tratamento favorecido. Antes disso, Vorcaro já havia sido preso em novembro de 2025, num movimento que antecedeu a liquidação do Banco Master pelo Banco Central no dia seguinte. Divulgação Nos bastidores de Brasília, a manutenção do banqueiro na cadeia passou a ser vista como um fator de pressão adicional. A avaliação em setores políticos e institucionais é de que essa situação mantém aberta a possibilidade de novas revelações, inclusive por meio de eventual colaboração com a Justiça. O caso ganhou ainda mais gravidade quando arquivos do celular de Vorcaro, obtidos por parlamentares a partir da investigação federal, passaram a expor uma teia de influência que alcança os Três Poderes. O material já conhecido sugere que o banqueiro circulava com desenvoltura por gabinetes, residências oficiais, escritórios de advocacia ligados a autoridades e eventos frequentados por integrantes da cúpula da República. Relações com autoridades elevam desgaste institucionalAs apurações já produziram efeitos concretos. Dois servidores do Banco Central deixaram seus cargos depois que reguladores identificaram que ambos prestavam consultoria a Vorcaro. Divulgação No Supremo, o ministro Dias Toffoli se afastou da supervisão de uma investigação da Polícia Federal sobre o caso após a revelação de que uma empresa de sua família mantinha vínculos financeiros com o grupo de Daniel Vorcaro. Na ocasião, Toffoli declarou que jamais recebeu pagamentos do Banco Master nem do banqueiro. Outro foco de pressão recaiu sobre o ministro Alexandre de Moraes. Divulgação De um lado, veio à tona o contrato do escritório de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master. Segundo o material reunido na apuração, o acordo previa pagamento de R$ 129 milhões em três anos. Em nota, o escritório informou que prestou serviços ao banco, mas afirmou que não o representou no Supremo. De outro lado, reportagens indicaram a existência de mensagens enviadas por Vorcaro no dia de sua prisão, em novembro. De acordo com informações divulgadas pelo jornal O Globo, o conteúdo teria sido endereçado a Moraes. O ministro negou ser o destinatário das mensagens. O que emerge desse conjunto de informações é a imagem de um banqueiro que buscou construir proteção simultânea em várias frentes do aparelho de Estado. Luxo, eventos e influência políticaDocumentos analisados pela Reuters indicam que, mesmo quando o Banco Master já enfrentava dificuldades para evitar a liquidação, Vorcaro continuava financiando eventos voltados à aproximação com a elite política e institucional do país. Divulgação Em abril de 2024, ele bancou em Londres um fórum que custou US$ 6 milhões, cerca de R$ 31,56 milhões, e reuniu nomes do Supremo e da Polícia Federal. O encontro terminou com uma degustação de uísque Macallan estimada em US$ 640 mil, aproximadamente R$ 3,37 milhões. Entre 2024 e abril de 2025, segundo documentos vistos pela agência, Vorcaro também gastou ao menos US$ 120 milhões, cerca de R$ 631,2 milhões, em viagens e festas. A origem desses recursos ainda não foi esclarecida. Divulgação Ao mesmo tempo, o banqueiro buscava apoio político para enfrentar o isolamento crescente do banco. Um dos principais articuladores citados nas reportagens é o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, apontado como consultor do Master e responsável por aproximar Vorcaro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo os relatos reunidos, Mantega ajudou a organizar uma reunião, em dezembro de 2024, com o presidente Lula e o então futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Em entrevista ao UOL, Lula confirmou o encontro e afirmou ter deixado claro a Vorcaro que não haveria interferência política no caso do banco, apenas “uma investigação técnica conduzida pelo Banco Central”. Congresso entra no radarNo Congresso, a apreensão é ainda maior porque mensagens e relatos mencionam encontros com os presidentes das duas Casas. O presidente da Câmara, Hugo Motta, aparece em referência a um jantar na residência oficial. Já o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é citado em relatos sobre uma reunião que teria ocorrido na residência oficial da Casa. Divulgação Segundo informações apuradas pela Gazeta do Povo, um aliado político de Alcolumbre indicado para gerir um fundo de previdência do Amapá foi preso na investigação do Banco Master. O senador negou ter feito a indicação. O episódio se torna ainda mais delicado porque o mesmo fundo, a Amprev, aplicou R$ 400 milhões em títulos do banco, e o irmão de Alcolumbre é citado como conselheiro do órgão. Mensagens citam Ciro NogueiraO nome de Ciro Nogueira também aparece com frequência nas mensagens citadas pela imprensa. Segundo esse material, Vorcaro o chamava de “grande amigo” e comemorou uma proposta legislativa do senador que ampliaria a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos para bancos com problemas de caixa.
Banco Master amplia crise em Brasília e cerco a Daniel Vorcaro atinge todo o sistema de poder
“Jamais, nunca será solteira”, disse tenente-coronel para a mulher dias antes dela ser morta
Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi morta em 18 de fevereiro com um tiro na cabeça disparado pelo marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 Foto: Reprodução Gisele foi morta com um tiro na cabeça no dia 18 de fevereiro, no apartamento onde o casal vivia, no Brás, região central de São Paulo. Na última quarta-feira (18/3) Geraldo Neto foi preso, suspeito de feminicídio e também pelo crime de fraude processual. Procurada, a defesa do militar, que nega que ele tenha matado Gisele, não retornou aos contatos da reportagem. Segundo o tenente-coronel, Gisele teria cometido suicídio enquanto ele tomava banho. Neto afirma ainda que a mulher teria atentado contra a própria vida após ele declarar a ela o desejo de romper a relação. Contudo, prints de conversas anexados ao relatório final da investigação da Polícia Civil, obtido pelo Estadão, mostram que era Gisele quem demonstrava o desejo de se divorciar. Geraldo resistia e não aceitava o fim do casamento. Os trechos foram extraídos do celular do tenente-coronel pelos investigadores. A Polícia Civil entende que esses diálogos são o “ponto central do relatório” porque revelam “um retrato sombrio e documentado da dinâmica do casal”. Polícia diz que Gisele afirmou querer o divórcioDe acordo com a Polícia Civil, em mensagens enviadas dias antes do crime, Gisele “é categórica e escreve: ‘Quero o divórcio’”, e chega até a pedir para ele mandar os documentos da separação na mesma semana. Segundo a polícia, ele declara: “Se considere divorciado”. Nos dias anteriores, Gisele teria deixado claro que a relação havia acabado, enviando mensagens como: “acabou a admiração”, “acaba tudo”, “vamos separar” e “não tem como viver assim”. Outro exemplo é uma mensagem em que Gisele escreve “praticamente solteira”, à qual Geraldo rebate: “Jamais! Nunca será”. “A reação imediata do tenente-coronel Geraldo é de extrema possessividade e negação”, descreve a Polícia no relatório. Trechos da conversa entre a Policial Militar Gisele Alves e o marido, o tenente-coronel da PM, Geraldo Neto. Foto: Polícia Civil/Reprodução Não é possível saber com precisão a data em que a mulher envia o texto, mas o tenente-coronel a responde no dia 13 de fevereiro, cinco dias antes da morte. “Diferentemente do aventado pelo indiciado, a questão do divórcio é o ponto central do conflito do casal e revela uma contradição gritante entre a versão oficial apresentada por Geraldo e a realidade documentada nas conversas de WhatsApp e depoimentos de familiares”, afirma a polícia, em outra parte do relatório. Machismo, controle e submissãoNo relatório da investigação, a Polícia Civil afirma que o conteúdo extraído das conversas expõe aspectos de “machismo, controle e submissão”. No dia 2 de fevereiro, Gisele escreve: “Acho que ‘vc’ está me confundindo, Neto, eu cansei de tentar conversar com ‘vc’ sobre nós dois”. O tenente-coronel, então, responde no que aparenta ser uma lista de obrigações que a mulher deveria cumprir: “Fotos juntos no perfil; casados na bio (referente ao texto de apresentação nas redes sociais); não cumprimentar homens com beijo no rosto ou abraços; não usar roupas (…) coladas”. Gisele critica a forma como é tratada e fala, mais uma vez, em separação: “Se pensa isso de mim, realmente temos que separar (…)”. Geraldo volta a responder de modo a indicar a maneira como a esposa deveria se comportar: “Mulher comprometida tem que ter foto junto com o namorado ou marido. Para outros machos ver (sic) a foto juntos e já entenderem direto (sic). A mulher comprometida não cumprimenta homem com beijo no rosto”. ‘Toda mulher casada deve ser submissa’, disse tenente-coronel a PM dois dias antes da morte delaEm outra mensagem, Geraldo usa o fato de pagar as principais despesas do casamento como justificativa para impor regras na relação — ato que a polícia descreveu como “mercantilização” do casamento. “Enquanto vc estiver casada comigo e vivendo na minha casa, na minha comanda, as coisas serão do meu jeito”. No dia 16 de fevereiro, dois dias antes do suposto feminicídio, Geraldo disse que tratava a esposa como “todo macho alfa trata esposa”, e cita: “Com amor, carinho, atenção e autoridade de macho alfa provedor e fêmea beta obediente e submissa. Como toda mulher casada deve ser”. Para a Polícia Civil, “Neto demonstra uma personalidade extremamente dominadora e com visões distorcidas sobre o papel da mulher no casamento, exigindo obediência cega e usando termos depreciativos para enquadrar Gisele em um papel de subordinação”. Agressões e ameaçasNos trechos extraídos, os investigadores também encontraram uma fala de Gisele na qual a polícia identificou indícios de agressão física e psicológica. Em um áudio transcrito, ela chega a afirmar, segundo a extração: “Ontem enfiou a mão na minha cara, sim, e você sabe que fez isso. Você estava na pia, eu estava falando com você. Você enfiou as duas mãos assim, com o sinal de ‘joinha’, na minha cara”. Segundo a Polícia Civil, Geraldo também teria atacado a soldado de forma verbal, chamando-a de “lixo”, “sem teto”, “burra” e tratando-a de forma inferiorizada por conta da sua patente. “A análise demonstra uma escalada na violência. Inclusive, Gisele relata episódios de descontrole, dizendo que Geraldo ‘começou a berrar no sofá descontrolado’ e que é ignorante e intolerante”, afirma trecho do relatório. O que diz a defesa de Geraldo NetoA defesa de Geraldo Neto foi procurada para comentar o teor dos conteúdos, mas não quis se manifestar. O espaço segue aberto. Em ocasiões anteriores, os defensores do tenente-coronel afirmaram que informações e interpretações da “vida privada” do militar estão sendo divulgadas “por meio de conteúdos descontextualizados” e que atingem a honra e a dignidade do policial militar. “No momento oportuno, sua equipe jurídica irá reprochar toda e qualquer divulgação ou interpretação que venha a vilipendiar tais direitos em relação ao tenente-coronel”, disse a defesa, em nota.
“Goiânia e Goiás vão se transformar com esse evento”, afirma Daniel Vilela no primeiro dia de MotoGP
Daniel Vilela acompanha o primeiro dia de treinos livres da MotoGP, em Goiânia, e destaca o impacto do evento para o turismo, a economia e a projeção de Goiás no cenário internacional – Fotos: Hegon Corrêa e Cristiano Broges Ao acompanhar os treinos livres nesta sexta-feira (20/3), vice-governador destaca impacto imediato no turismo, na rede hoteleira e na projeção internacional do estado O vice-governador Daniel Vilela acompanhou nesta sexta-feira (20/3), no Autódromo Internacional Ayrton Senna, o primeiro dia de treinos livres do Campeonato Mundial de Motovelocidade (MotoGP) em Goiânia e ressaltou o efeito imediato do evento na economia e visibilidade de Goiás. Segundo ele, a principal categoria da motovelocidade mundial na capital goiana amplia o fluxo de visitantes, movimenta a rede de hotéis e abre caminho para novas oportunidades de negócios e grandes competições no estado. Fotos: Hegon Corrêa e Cristiano Broges “O fluxo no aeroporto aumentou 300%. Todos os hotéis estão lotados, inclusive nas cidades vizinhas. Muita gente está indo para Caldas Novas, Pirenópolis, Brasília, é um grande movimento de turistas conhecendo o nosso estado”, disse. A expectativa é receber 200 mil visitantes nos três dias de evento, sendo que 56% desse público seja composto por visitantes internacionais. Ao comentar o alcance do MotoGP, Daniel mencionou conversa com o responsável pela categoria da Dorna Sports, Carmelo Ezpeleta, que falou do impacto duradouro que a competição pode gerar nas cidades-sede. “Ele me dizia que Jerez de la Frontera, na Espanha, é uma cidade de apenas 200 mil habitantes, e que hoje vive em torno do MotoGP. Isso mostra que Goiânia e Goiás podem se transformar com esse evento e com tantos outros que passam a ter possibilidade de acontecer aqui”. Na avaliação do vice-governador, a estrutura entregue pelo Governo de Goiás coloca a capital em condições de receber competições de padrão internacional. Ao comentar a possibilidade de novas disputas no autódromo, Daniel afirmou que o circuito está preparado para sediar eventos de grande porte. “Estamos prontos e à disposição, oferecendo uma estrutura impecável, que atende muito bem grandes categorias do automobilismo também”, afirmou. Fotos: Hegon Corrêa e Cristiano Broges Sobre a estreia da programação oficial, Daniel disse que a chuva no início do dia não comprometeu a operação e serviu, inclusive, como teste para a pista e para as equipes envolvidas na organização. “O pessoal do evento diz que todo circuito inaugurado com o MotoGP tem chuva, então não há motivo para preocupação. Vai dar tudo certo neste fim de semana e, se Deus quiser, também ao longo dos próximos anos”, declarou. A etapa em Goiânia marca a volta do MotoGP ao Brasil após mais de duas décadas e integra o contrato firmado pelo Governo de Goiás para a realização de cinco edições da prova na capital, de 2026 a 2030. Antes da abertura oficial, a Federação Internacional de Motociclismo aprovou as adequações feitas no autódromo para receber a competição.
Caiado celebra retorno histórico do MotoGP e coloca Goiás no mapa dos grandes eventos internacionais
O governador Ronaldo Caiado acompanha as primeiras sessões de treinos livres das categorias Moto3, Moto2 e MotoGP nesta sexta no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia – Fotos: Cristiano Borges e Hegon Correia Com hotéis lotados e aumento de 300% no fluxo aéreo, evento atrai mais de 150 mil pessoas para Goiânia e Região Metropolitana e movimenta mais de R$ 870 milhões O governador de Goiás Ronaldo Caiado acompanhou a abertura histórica das atividades do Campeonato Mundial de Motovelocidade no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, nesta sexta-feira (20/3) e destacou o esforço para reinserir Goiás no calendário das grandes competições esportivas mundiais. “Nos dedicamos para ter uma pista totalmente reconstruída, com um sistema de monitoramento que é o mais sofisticado, onde cada paddock tem a sua estrutura montada, tem toda a telemetria, todo o acesso às informações e, ao mesmo tempo, também é um lugar aconchegante”, ressaltou com ênfase que a cidade volta a ser a capital da motovelocidade após 37 anos. Apesar da manhã ter começado sob forte chuva, o tempo abriu e o cronograma da pista, a mais rápida do circuito, foi mantido. Fotos: Cristiano Borges e Hegon Correia Acompanhado da coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, o governador seguiu as primeiras sessões de treinos livres das categorias Moto3, Moto2 e MotoGP. Ele ressaltou que a infraestrutura foi planejada para que as motos alcancem marcas históricas no domingo. “Temos a pista mais veloz em termos da reta de 1 quilômetro e 100 metros. Espero que, no domingo, eles [os pilotos] possam bater os 360 e partir para 370 km por hora”, afirmou. Fotos: Cristiano Borges e Hegon Correia Os primeiros treinos livres no Autódromo Internacional Ayrton Senna foram abertos com a Moto3, seguida pela Moto2 e MotoGP, em duas etapas. A principal atração do dia entrou na pista para o primeiro Treino Livre da MotoGP, que tem um segundo treino decisivo marcado para o final da tarde. A etapa já inicia a definição do grid, com os pilotos que avançam diretamente para o Q2 (qualificação 2), que determinará a ordem de largada da corrida Sprint e o Grande Prêmio que acontece no domingo. Segunda etapa do calendário, Goiânia recebe 22 pilotos, divididos em 11 equipes. Pioneira, a capital goiana foi a primeira a receber a categoria entre 1987 e 1989. “A gente está pronto, à disposição, oferecendo essa estrutura aqui que é impecável e que atende muito bem a Fórmula 1 também”, declarou o vice-governador Daniel Vilela. “O fluxo no aeroporto aumentou 300%, todos os hotéis lotados nas cidades vizinhas”, acrescentou. A expectativa é que o Grande Prêmio de Goiás atraia mais de 150 mil pessoas ao longo do final de semana e movimente cerca de R$ 870 milhões nos setores de hotelaria, comércio, alimentação e serviços. Autódromo modernizado e homologado A Federação Internacional de Motociclismo chancelou a estrutura de alto nível construída no autódromo goiano. A homologação foi realizada na quinta-feira (19/3). Fotos: Cristiano Borges e Hegon Correia O Governo de Goiás investiu R$ 250 milhões na reforma e modernização do Autódromo Internacional Ayrton Senna que estava em operação desde 1975. “Esse autódromo de renome foi todo reconstruído e passa a ser agora para frente o estado do motociclismo no Brasil. Aqui é a casa do mundial no Brasil. E Goiás com certeza ganha espaço a nível nacional e internacional, elevando cada vez mais o nosso estado”, afirmou o secretário de Esporte e Lazer, Nilton Moreira.
Lula diz que escândalo do Banco Master é ‘ovo da serpente de Bolsonaro e Campos Neto’
Petista se encontrou com o banqueiro Daniel Vorcaro fora da agenda em dezembro de 2024, antes de o empresário entrar na mira da Operação Compliance Zero – Foto: Taba Benedicto/ Estadão “Vira e mexe eles estão tentando empurrar nas costas do PT e do governo esse Banco Master. Esse Banco Master é ovo da serpente do Bolsonaro e do Roberto Campos destruindo o Banco Central. Nós não deixaremos pedra sobre pedra para apurar tudo que fizeram dando um roubo de R$ 50 bilhões neste País”, afirmou Lula O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (19/3) que o escândalo do Banco Master é o “ovo da serpente” do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto. Segundo o presidente, a oposição está tentando empurrar a crise “nas costas do PT”. “Vira e mexe eles estão tentando empurrar nas costas do PT e do governo esse Banco Master. Esse Banco Master é ovo da serpente do Bolsonaro e do Roberto Campos destruindo o Banco Central. Nós não deixaremos pedra sobre pedra para apurar tudo que fizeram dando um roubo de R$ 50 bilhões neste País”, afirmou Lula, no anúncio da candidatura do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao governo de São Paulo. Procurado, Campos Neto não se manifestou. Como mostrou o Estadão, Campos Neto sabia dos graves problemas de liquidez enfrentados pelo Master durante a sua gestão à frente da autoridade monetária, mas evitou tomar medidas mais extremas contra o banco. Documentos revelam que a instituição de Daniel Vorcaro, que teve crescimento exponencial durante a gestão de Campos Neto, recebeu uma espécie de ultimato do BC um ano antes de ser liquidado pelo atual presidente Gabriel Galípolo, em novembro de 2025. Lula, por sua vez, se reuniu com Vorcaro em dezembro de 2024 fora da agenda, antes de o empresário entrar na mira da operação Compliance Zero. As autoridades investigam fraude de R$ 12,2 bilhões na venda de créditos falsos ao Banco de Brasília e a falta de liquidez para honrar compromissos com credores. Em conversas com a então namorada obtidas pela PF e compartilhadas com a CPI do INSS, Vorcaro disse que o encontro com Lula no Palácio do Planalto “foi ótimo”. Como mostrou o Estadão, há um clima de “delação do fim do mundo” na Praça dos Três Poderes. Vorcaro deu início ao processo de colaboração premiada e, de acordo com informações que chegaram ao Palácio do Planalto, pretende puxar o PT e o governo Lula para o escândalo. O presidente disse ainda no evento em São Paulo que o governo federal também foi o responsável por descobrir o escândalo das fraudes bilionárias em descontos associativos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). “Quem descobriu toda a roubalheira da Previdência Social foi o nosso governo. Foi a Controladoria-Geral da República e a Polícia Federal. Eu era favorável que o PT abrisse uma CPI”, afirmou. CombustíveisLula afirmou também que o governo federal não pode permitir que a guerra do Irã cause prejuízo ao povo brasileiro. Chamando o conflito de “guerra do Trump”, em referência ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Lula voltou a cobrar que governadores aceitam isentar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que o Executivo irá pagar metade dos custos. “A gente não pode permitir que a irresponsabilidade da guerra no Irã cause prejuízo ao povo brasileiro. O governo federal está fazendo tudo, até isenção de impostos de PIS e Cofins. Estamos dispostos a pagar metade da isenção do ICMS para os governadores fazerem, vamos ver se eles vão fazer”, declarou Lula.
STF forma maioria para manter prisão de Daniel Vorcaro no Caso Master
Foto mostra o banqueiro Daniel Vorcaro na prisão – Foto: Reprodução Decisão unânime ocorre após voto de Gilmar Mendes na Segunda Turma do STF A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, manter a prisão preventiva do banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no Caso Master. A decisão foi consolidada após o voto do ministro Gilmar Mendes, último a se manifestar no julgamento realizado no plenário virtual. As informações são do G1. O julgamento teve início no dia 13 de março e já contava com maioria formada antes do voto final. Os ministros Luiz Fux e Nunes Marques acompanharam o relator do caso, André Mendonça, reforçando o entendimento pela manutenção da detenção. Voto de Gilmar Mendes e críticasAo votar, Gilmar Mendes apresentou ressalvas sobre os fundamentos utilizados para decretar prisões preventivas. “Guardo reservas em relação ao uso de conceitos elásticos e juízos morais, como ‘confiança social na Justiça’, ‘pacificação social’ e ‘resposta célere do sistema de Justiça’, como atalhos argumentativos para fundamentar a prisão preventiva”, afirmou. Apesar das críticas, o ministro acompanhou o relator. “Com essas ressalvas e por esses fundamentos, referendo, por ora, a decisão proferida, sem prejuízo de eventual reavaliação das medidas, após a devida manifestação da Procuradoria-Geral da República”, escreveu. O magistrado também criticou vazamentos de investigações e relembrou episódios relacionados à Operação Lava Jato. Investigações e fundamentos da prisãoDaniel Vorcaro foi preso no dia 4 de março por determinação do ministro André Mendonça, relator das investigações. Segundo a Polícia Federal, o banqueiro representaria risco à continuidade das apurações, além de haver indícios de que o grupo ligado a ele continuava atuando para ocultar recursos e articular com agentes públicos. As investigações apontam que o grupo monitorava pessoas para acessar informações sigilosas de sistemas públicos em benefício de uma organização denominada “A Turma”. Mendonça também determinou o afastamento de dois diretores do Banco Central que, segundo a PF, atuavam como consultores de Vorcaro e recebiam propina. Outros investigados e decisões do STFAlém de Vorcaro, o STF manteve a prisão de Fabiano Campos Zettel, cunhado do banqueiro; Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”; e Marilson Roseno da Silva. A decisão também valida a autorização da terceira fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes bilionárias envolvendo o banco Master. Transferência e tentativa de delaçãoNa quinta-feira (19/3), Vorcaro foi transferido da Penitenciária Federal em Brasília para a Superintendência da Polícia Federal. A medida foi autorizada após a defesa firmar acordo de confidencialidade com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República para iniciar tratativas de delação premiada. O pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa foi negado. Suspeição de Dias ToffoliO ministro Dias Toffoli, que inicialmente relatava o caso, não participou do julgamento. Ele se declarou suspeito por razões de foro íntimo após a terceira fase da Operação Compliance Zero. Toffoli deixou a relatoria após relatório da Polícia Federal apontar conexões entre ele e Daniel Vorcaro. O ministro também informou ser sócio de uma empresa familiar que negociou parte de um resort com fundos ligados a uma empresa associada ao banqueiro.
Governo cria força-tarefa contra aumento do preço dos combustíveis
Vinícius Schmidt/Metrópoles Ministério da Justiça anuncia que editou portaria sobre a força-tarefa de monitoramento e fiscalização de postos e distribuidoras O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) anunciou, nesta sexta-feira (20/3), que será publicada uma portaria no Diário Oficial da União (DOU) que institui uma força-tarefa de monitoramento e fiscalizalização do mercado de combustíveis. “Estamos assinando hoje uma portaria que institui uma força tarefa de monitoramento e fiscalização do mercado de combustíveis, unindo, agregando a Senacon, a Senasp, a Polícia Federal, bem como possibilitando e dando o reforço normativo para que outros órgãos dos estados e dos municípios possam participar com o laje institucional adequado desse esforço conjunto”, disse o ministro Wellington César. Segundo ele, a medida tem como objetivo dar base institucional à atuação conjunta dos órgãos envolvidos, definindo atribuições e garantindo a participação coordenada de estados e municípios. O ministro anunciou também que as operações de fiscalização do governo federal contra o aumento abusivo de preços de combustível já notificou mais de 900 postos de gasolina e 115 distribuidoras, desde o dia 9 de março. A ação alcançou 25 estados e 179 municípios diferentes, e foram fiscalizados 1.880 postos de gasolina.
“Tecnologia não pode ser privilégio, precisa ser oportunidade”, afirma Gracinha Caiado ao participar de entregas do Tech é Social
No Teatro Basileu França, Gracinha Caiado recebe novos bolsistas do Goiás Social – Fotos: Rômullo Carvalho Iniciativas do Goiás Social Junto à Secti contemplam estudantes com bolsas mensais e crédito para compra de kits profissionais, fortalecendo a formação técnica e a inserção no mercado de trabalho A coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, destacou nesta quinta-feira (19/3) a importância das políticas públicas voltadas à qualificação profissional, à inclusão digital e ao incentivo à cultura durante a entrega de 500 cartões destinados a estudantes e egressos das Escolas do Futuro de Goiás. Os programas são o Bolsa Profissionalizante e o Crédito Social Tech, executados pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). “Tecnologia não pode ser privilégio, precisa ser oportunidade, acesso e inclusão. Esses programas garantem conhecimento, permanência nos estudos e condições para que mais pessoas tenham acesso a um futuro melhor”, afirmou a primeira-dama Gracinha Caiado. Fotos: Rômullo Carvalho Do total de beneficiários das Escolas do Futuro de Goiás (EFGs), 364 estudantes receberam a Bolsa Profissionalizante e 135 foram contemplados com o Crédito Social Tech. Juntas, as duas iniciativas do Tech é Social, frente do Goiás Social junto à Secti, representam um investimento estimado em R$ 27 milhões, somando os benefícios concedidos em 2025 e neste ano. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico Lyra Netto, ressaltou que a iniciativa busca estimular a permanência dos estudantes nos cursos técnicos e ampliar o interesse pela formação profissional. “Esse recurso é um apoio mensal para quem cursa o ensino técnico e tecnólogo. A proposta é incentivar os estudantes e mostrar que a qualificação profissional abre caminhos para o mercado de trabalho”, afirmou. Também participaram da solenidade de entrega o secretário de Desenvolvimento Social, Wellington Matos, e a diretora-geral da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), Adryanna Caiado. Beneficiária do Bolsa Profissionalizante, a estudante Emilly Kelly Silva de Oliveira, da Escola do Futuro Raul Brandão de Castro, em Mineiros, destacou a importância do benefício para a continuidade dos estudos. “Esse benefício não é apenas financeiro, é um voto de confiança que me motiva a estudar mais e acreditar no meu futuro”, disse. Programas O Bolsa Profissionalizante tem como objetivo ampliar o acesso à educação profissional e tecnológica, incentivar a permanência nos cursos e facilitar a inserção no mercado de trabalho. Os valores variam entre R$ 300 e R$ 400 mensais, conforme a modalidade de ensino. Fotos: Rômullo Carvalho Já o Crédito Social Tech é destinado a alunos concluintes de cursos técnicos e de qualificação profissional, com recursos para aquisição de kits profissionais essenciais ao início da atividade produtiva. Os valores vão de R$ 2.696,07 a R$ 4.449,99, de acordo com a área de formação. Outro benefício do Goiás Social para alunos das Escolas do Futuro é a Bolsa Artista, que oferece auxílio entre R$ 600 e R$ 1.200 para estudantes de 12 a 35 anos nas áreas de Artes Visuais, Circo, Música, Dança e Teatro. O programa fortalece a permanência de alunos em situação de vulnerabilidade social e amplia o acesso à formação artística.
Filho de Nunes Marques (foto) foi pago por consultoria que recebeu R$ 18 milhões do Master e da JBS
Estadão As informações constam numa matéria do jornal O Estado de S. Paulo Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) acendeu o alerta sobre movimentações financeiras envolvendo o Banco Master, a gigante JBS e o advogado Kevin de Carvalho Marques, de 25 anos, filho do ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os documentos revelam que uma empresa de consultoria, com faturamento declarado de apenas R$ 25,5 mil, recebeu repasses que somam R$ 18 milhões em menos de um ano. As informações constam numa matéria do jornal O Estado de S. Paulo. Entre agosto de 2024 e julho de 2025, o Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, transferiu R$ 6,6 milhões para a Consult. No mesmo período, a JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, aportou outros R$ 11,3 milhões. O montante total recebido pela consultoria corresponde exatamente à soma dessas duas fontes, o que levou o órgão vinculado ao Ministério da Fazenda a classificar as transações como “incompatíveis com a capacidade financeira” da empresa. Discrepância e o “caminho do dinheiro”Para os técnicos do Coaf, o volume financeiro indica que os valores podem ter “origem não formal”, sugerindo que a firma poderia estar sendo utilizada apenas para a passagem de recursos. O foco das investigações recaiu sobre o destino desses valores: em uma amostragem de pagamentos realizados pela Consult, foram identificadas 11 transferências para Kevin Marques, totalizando R$ 281.630,00. Os repasses foram feitos diretamente para o escritório de Kevin, do qual ele é o único responsável. Chama a atenção a trajetória meteórica do jovem advogado. Em seu site profissional, que foi retirado do ar recentemente, ele se apresentava no ano passado como um profissional com apenas “um ano de experiência na OAB”, dedicado a entender as “complexidades do sistema tributário brasileiro”. Atuação no TRF-1 e defesaApesar da pouca idade e tempo de registro, Kevin Marques já atua como procurador da Refit (antiga Refinaria Manguinhos) junto ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Vale lembrar que seu pai, o ministro Nunes Marques, era desembargador justamente desta Corte antes de ser indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2020. Em nota, o escritório de Kevin de Carvalho Marques defendeu a legalidade dos pagamentos: “O pagamento citado é lícito e decorrente do exercício regular da advocacia. A atuação para a empresa mencionada foi voltada ao fisco administrativo.” A defesa do advogado pontuou ainda que ele “nunca defendeu nenhum caso” na Suprema Corte e criticou o que chamou de “tentativas de criminalização da advocacia e de interferência no sigilo profissional”. Posicionamento das empresasA JBS, diz o Estadão, justificou a contratação afirmando que, devido à complexidade tributária nacional, utiliza consultores externos como a Consult Inteligência Tributária. Já o Banco Master e o ministro Nunes Marques optaram por não comentar o caso.
Caiado destaca energia limpa como caminho para impulsionar o desenvolvimento de Goiás
Caiado e Daniel prestigiam inauguração de parque solar com mais de 700 mil painéis, na zona rural de Vila Propício – Foto: Wesley Costa e Leandro Braz Governador prestigiou inauguração de usina fotovoltaica no município de Vila Propício; empreendimento das empresas Gerdau e Newave representa aporte de R$ 1,3 bilhão no estado O governador Ronaldo Caiado participou da inauguração, nesta quinta-feira (19/3), do Complexo Solar de Barro Alto, considerado o maior projeto de geração fotovoltaica de Goiás e do Centro-Oeste. Localizado na zona rural de Vila Propício, na região do Vale do São Patrício, o empreendimento foi desenvolvido pela Newave Energia em parceria com a Gerdau e custou R$ 1,3 bilhão. A estrutura ocupa 841 hectares, área equivalente a 1.120 campos de futebol, e abriga cerca de 731 mil painéis solares. Para Caiado, a chegada da usina consolida a energia limpa como um caminho para o desenvolvimento do estado. “Hoje, ainda não temos energia em regiões muito importantes, como o Nordeste, o Vão do Paraná e o Vale do Araguaia, onde os produtores não conseguem expandir os pivôs e a industrialização”, explicou. “Então, esses projetos são muito bem-vindos, como essa verdadeira fazenda, com 841 hectares e mais de 700 mil placas. É energia limpa, para que Goiás evolua em energia fotovoltaica, assim como tem avançado na produção de etanol, de biogás e biometano”, explicou. Caiado também exaltou a agilidade na construção do parque solar, fase em que foram empregados mais de 3 mil trabalhadores. “O Ed [Edgar], CEO da Newave, chegou há mais ou menos uns 20 meses atrás no Palácio, para que eu viesse aqui lançar a pedra fundamental. Pedi que ele me entregasse a obra pronta, então eu fiz questão de vir aqui para inaugurar. Porque o nosso governo é diferente e não fica inaugurando o que não está funcionando”, relatou. Foto: Wesley Costa e Leandro Braz O vice-governador Daniel Vilela ressaltou que Goiás possui boas práticas de governança, que tornam o ambiente seguro para novos negócios. “É resultado de um governo que oferece segurança jurídica, diálogo com os empresários e ambiente favorável a quem deseja investir e gerar emprego”, discursou. “Esse momento representa o Goiás de hoje, depois de sete anos sob a transformação e a liderança do governador Ronaldo Caiado”, acrescentou. Fornecimento Com capacidade instalada de 452 MWp (Megawatts-pico), o parque tem potência máxima de geração em condições ideais de irradiação solar, suficiente para atender o consumo elétrico de uma cidade com cerca de 365 mil habitantes, o que equivale a aproximadamente duas vezes a população de Senador Canedo. A expectativa é de que mais de 45 mil toneladas de dióxido de carbono deixem de ser lançadas na atmosfera anualmente. “Fazer infraestrutura no Brasil não é fácil. Exige coragem, visão, dedicação, disciplina e competência. Preciso fazer um reconhecimento ao governador Caiado e à equipe dele, pela eficiência que nós nunca tínhamos visto antes”, observou Edgard Corrochano, CEO da Newave Energia. “Já executamos mais de R$ 15 bilhões em projetos. Goiás é diferente, pela capacidade de execução, comprometimento e eficiência do Estado, suporte do Estado para gerar renda e emprego. É algo que para nós nos surpreendeu positivamente”, completou. Foto: Wesley Costa e Leandro Braz “Goiás é um estado estratégico para nós, não só para empreendimentos como esse, mas a Gerdau também tem uma participação muito importante aqui no fornecimento de aço para todo o crescimento dos centros urbanos. O agro hoje já representa 40% do nosso negócio, do ponto de vista de fornecimento de aço. A gente tem muito orgulho de estar aqui”, pontuou o diretor de Comunicação, Marca e Relações Institucionais da Gerdau, Pedro Torres.














