16/08/2026 Crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press. Brasil. Brasília – DF – Eleições 2026 – Candidato a reeleição ao estado de Goiás Daniel Vilela. – Crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
Em pesquisa estimulada Daniel Vilela (MDB) lidera e Marconi Perillo (PSDB) aparece em segundo, com 20%, seguido por Wilder Morais (PL) com 12%; levantamento ouviu 804 eleitores
O governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), aparece na liderança da corrida pelo governo estadual, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (27/8). O emedebista registra 37% das intenções de voto no cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. O ex-governador Marconi Perillo (PSDB) aparece em segundo lugar, com 20%, enquanto o senador Wilder Morais (PL) tem 12%. O levantamento foi encomendado pela TV Anhanguera. Na sequência estão Luis Cesar Bueno (PT), com 4%, Luciana Amorim (UP) e Danilo Pinheiro Evangelista da Silva (PCO), ambos com 0%. Outros 7% afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo ou que não vão votar. Os indecisos somam 20%.
Daniel Vilela (MDB): 37%
Marconi Perillo (PSDB): 20%
Wilder Morais (PL): 12%
Luis Cesar Bueno (PT): 4%
Luciana Amorim (UP): 0%
Danilo Pinheiro Evangelista da Silva (PCO): 0%
Branco/nulo/não vai votar: 7%
Indecisos: 20%
Apesar da liderança de Vilela, parte significativa do eleitorado ainda não considera a escolha definitiva. Segundo a pesquisa, 58% afirmam que já decidiram o voto, enquanto 42% dizem que ainda podem mudar de candidato até a eleição, marcada para 4 de outubro. Quando os entrevistados não recebem uma lista com os nomes dos candidatos, Daniel Vilela também aparece na frente, mas com uma vantagem menor. Ele é citado espontaneamente por 17% dos eleitores. Marconi Perillo aparece com 4% e Wilder Morais, com 3%. Outros nomes somam 1%. O percentual de eleitores que não soube responder ou ainda está indeciso chega a 74%.
Pesquisa espontânea
Daniel Vilela (MDB): 17%
Marconi Perillo (PSDB): 4%
Wilder Morais (PL): 3%
Outros: 1%
Branco/nulo/não vai votar: 1%
Indecisos: 74%
A pesquisa também testou dois possíveis confrontos em um segundo turno. Nos dois cenários apresentados, Daniel Vilela aparece à frente. Contra Marconi Perillo, o emedebista teria 53% das intenções de voto, ante 28% do tucano. Outros 8% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, enquanto 11% não souberam responder. Já em uma disputa contra Wilder Morais, Vilela alcança 56%, enquanto o candidato do PL registra 18%. Nesse cenário, 11% optariam por branco, nulo ou nenhum dos candidatos, e 15% permanecem indecisos. A saúde aparece como a principal preocupação dos eleitores goianos. O tema foi citado por 37% dos entrevistados quando questionados sobre o maior problema do estado. A violência vem em segundo lugar, com 15%, seguida por economia (9%), educação (6%) e infraestrutura (6%).
Confira os principais problemas apontados:
Saúde: 37%
Violência: 15%
Economia: 9%
Educação: 6%
Infraestrutura: 6%
Corrupção: 4%
Pobreza/desigualdade: 4%
Desemprego: 3%
Enchentes: 1%
Outros: 5%
Nenhum problema/não tem: 3%
Não sabe/não respondeu: 7%
Eleitorado se divide sobre continuidade do governo
A pesquisa também mediu o que os eleitores esperam da próxima administração estadual. 38% defendem que o próximo governador faça mudanças apenas no que não está funcionando bem, enquanto 36% preferem a continuidade do trabalho atual. Outros 24% consideram necessária uma mudança completa no governo. Dois por cento não souberam ou não responderam. O levantamento avaliou ainda a preferência dos eleitores em relação ao alinhamento político do próximo governador. Um governador independente é a opção escolhida por 37% dos entrevistados. O mesmo percentual, 37%, prefere que o próximo chefe do Executivo estadual seja aliado de Flávio Bolsonaro. Já 20% gostariam de um governador alinhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Quando questionados especificamente sobre o impacto de um eventual apoio de Lula, 17% afirmaram que isso aumentaria a chance de votar no candidato apoiado pelo presidente. Para 43%, o apoio não mudaria a decisão, enquanto 37% disseram que diminuiria a possibilidade de voto. O apoio de Flávio Bolsonaro tem impacto diferente: 35% afirmam que aumentaria a chance de votar no candidato, 39% dizem que não faria diferença e 23% afirmam que diminuiria essa possibilidade. Entre os nomes mais conhecidos da disputa, Marconi Perillo apresenta o maior índice de rejeição. 49% dos entrevistados afirmam conhecê-lo, mas dizem que não votariam nele. Daniel Vilela tem rejeição de 23%, enquanto Wilder Morais aparece com 22%. O cenário muda quando se considera o grau de conhecimento dos demais candidatos: a maioria dos eleitores afirma não conhecer Luis Cesar Bueno, Danilo Pinheiro e Luciana Amorim.





