Veja o preço de cada etapa Além de reduções em taxas, novas regras e o fim da obrigatoriedade das autoescolas tornaram a CNH bem mais barata – Fotomontagem: Gabriel Fernandes | AutoPapo No Brasil, para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), é preciso que o candidato cumpra vários passos, como exames médicos, psicológicos e toxicológicos, aulas teóricas e práticas, além das provas teórica e de direção. Até 2025, esse processo poderia custar em média de R$ 2 mil até R$ 5 mil, no entanto, a nova legislação da habilitação reduziu esse custo em até 80%. As regras atualizadas que já estão em vigor foram publicadas oficialmente pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) na Resolução nº 1.020, de 1º de dezembro de 2025. O texto prevê uma série de mudanças como o curso teórico gratuito e online, a regularização de instrutores autônomos, o fim da obrigatoriedade das autoescolas, nova lista de critérios para o exame de direção veicular, entre outras alterações. Com essa transformação surge o questionamento: afinal de contas, quanto custa tirar a CNH em 2026? A resposta para essa pergunta pode variar bastante de acordo com as escolhas do candidato no caminho para se tornar um condutor. Você pode escolher se vai gastar mais ou menos para tirar sua CNHAgora, quem quiser tirar a habilitação não tem um caminho único para seguir, pois existem algumas opções com diferentes formatos de aprendizagem e preços. Na prática, isso não necessariamente significa que tirar carteira ficou mais barato para todo mundo, tudo vai depender das escolhas do candidato. De forma geral, com a flexibilização do modelo e a redução de exigências mínimas em algumas fases, a CNH pode sair por algo perto de R$ 700 a R$ 900 em muitos cenários, mas continua com grande variação. Quem tem facilidade e opta por fazer o mínimo permitido pode gastar bem menos, mas quem precisa de mais aulas, passa por reprovações ou vive em locais onde o mercado cobra mais, ainda paga pode pagar caro. Aqueles que preferem fechar o pacote completo com a autoescola à moda antiga ainda vão pagar um valor elevado, que deve variar entre R$ 2.000 e R$ 3.500 a depender da cidade, da demanda e das condições do aluno. Quem optar por seguir por conta própria pode economizar bastante em passos como o curso teórico, as aulas práticas e o aluguel do veículo, mas ainda terá que arcar com as taxas obrigatórias que em Minas Gerais, por exemplo, somam cerca de R$ 527,40. Custo de cada etapa para tirar a CNH em 2026Confira a seguir quais os custos de cada etapa para tirar a carteira de motorista. Curso teóricoApesar das autoescolas oferecerem aulas em formato presencial e à distância, uma das principais mudanças da nova legislação foi a disponibilidade do curso teórico de forma online e gratuita. É possível acessá-lo por meio do aplicativo CNH do Brasil, onde o candidato encontra aulas gravadas e outros tipos de conteúdos. Prova teóricaPara fazer a prova teórica ainda é necessário quitar uma das taxas obrigatórias do processo, independente se o condutor optou por fazer o processo com um centro de formação de condutores ou por conta própria. O preço do teste é definido pelo Detran e pode variar de acordo com o estado. Por exemplo, em tabela divulgada pelo Sindicato dos Centros de Formação de Condutores de Minas Gerais (Sindicfc – MG), o valor para fazer o exame de legislação em 2026 é de R$ 115,80. Exame médico e avaliação psicológicaA avaliação psicológica e o exame de aptidão física e mental passam a custar R$ 90,00 cada. Os procedimentos médico e psicológico serão pagos diretamente para a clínica, no dia do atendimento. O governo federal já está exigindo o cumprimento dessa norma pelos Detrans e caso isso não aconteça o candidato pode acionar a ouvidoria ou o ministério público do estado. Aulas práticas de direçãoAté 2025, quem quisesse tirar a CNH teria que realizar um curso prático de direção veicular de 20 horas/aula. Mas, a partir deste ano, os candidatos já podem cumprir a etapa com a carga horária reduzida de duas horas. Isso pode ser feito por meio de uma autoescola ou pela contratação de um instrutor autônomo. Nesta etapa os preços variam muito de acordo com vários fatores como localidade, demanda, estabelecimento, profissionais, etc. Aluguel de veículo ou carro particularO aluguel do veículo é um dos custos que mais podem ser reduzidos em todo o processo. Isso acontece pois as novas regras permitem que o candidato faça as aulas e o teste de direção em carros particulares, isso inclui modelos automáticos, híbridos e elétricos. O preço para aluguel do veículo no dia do exame é em média de R$ 230. Agora, é possível utilizar carro próprio, desde que atenda às exigências do Detran: veículo deve contar com faixa branca removível de 20 cm de largura com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. A faixa magnética feita de acordo com as determinações pode ser encontrada à venda na internet. No Mercado Livre, por exemplo, uma faixa magnética custa a partir de R$ 78, enquanto o kit com quatro faixas está disponível por R$ 294. Prova de direçãoA prova prática do Detran também é uma das etapas que dependem do pagamento de uma taxa obrigatória, independente se o condutor optou por fazer o processo por meio de uma autoescola ou por conta própria. O preço do teste é definido pelo Detran e pode variar de acordo com o estado. Por exemplo, em material veiculado pelo Sindicato dos Centros de Formação de Condutores de Minas Gerais (Sindicfc – MG), o valor para fazer o exame de direção em 2026 é de R$ 115,80. Reteste em caso de reprovação – 1º é de graçaOutra mudança positiva para todos candidatos é a gratuidade do primeiro reteste. Caso você tenha sido reprovado na primeira tentativa, tanto no exame teórico como no prático, poderá realizar a segunda sem pagar as taxas obrigatórias.
Quanto custa tirar a CNH em 2026?
Celina Leão assume governo do DF nesta segunda – Feira (30/3) após renúncia de Ibaneis
A troca no comando do Governo do Distrito Federal acontece em cerimônia na Câmara Legislativa do DF marcada para as 9 horas desta segunda-feira (30/3) Até então vice-governadora, Celina Leão (PP) assume o governo do Distrito Federal, nesta segunda-feira (30/3), após a renúncia de Ibaneis Rocha (MDB). O emedebista deixou o cargo no último sábado (28/3) para abrir caminho a uma candidatura nas eleições deste ano. A troca no comando do Governo do Distrito Federal acontece em cerimônia na Câmara Legislativa do DF marcada para as 9 horas desta segunda-feira (30/3), quando a vice-governadora Celina Leão assume oficialmente o cargo após a renúncia de Ibaneis Rocha. Em mensagem à Câmara Legislativa que comunicou a renúncia, Ibaneis expressou “gratidão à população do Distrito Federal pela confiança que me foi conferida, bem como à Câmara Legislativa, pela parceria institucional respeitosa e pelo compromisso com o interesse público ao longo do exercício dos mandatos.” A transição ocorre em meio à repercussão política do escândalo envolvendo o Banco Master e operações ligadas ao BRB, que elevaram a pressão sobre o cenário local. O Banco de Brasília chegou a tentar comprar o Banco Master, mas a operação foi rejeitada pelo Banco Central. Em depoimento à PF (Polícia Federal) divulgado em março, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirmou que se reuniu com o governador Ibaneis Rocha para tratar da venda do Banco Master ao BRB. Segundo ele, os encontros ocorreram entre 2024 e 2025, tanto em sua residência quanto na casa do governador, em Brasília. pesar dos revezes, Ibaneis é cotado para disputar uma vaga ao Senado Federal. Como mostrou a CNN, o governador também enfrenta um cenário de dificuldades para fazer a sucessão no governo, o que abre espaço para que Celina possa ser substituída na corrida eleitoral ao Palácio do Buriti.
Primeiro acidente da F1 no ano gera debate sobre motores híbridos
Oliver Bearman da Haas, retorna ao paddock após sofrer um acidente durante o Grande Prêmio do Japão de F1 no Circuito de Suzuka, em 29 de março de 2026 – © Toshifumi KITAMURA O primeiro acidente da temporada de Fórmula 1, ocorrido durante o Grande Prêmio do Japão, e que envolveu o jovem piloto britânico Oliver Bearman, gerou uma polêmica neste domingo (29/3) a respeito dos novos motores híbridos, que já eram um tema controverso dentro do paddock. Bearman, de 20 anos, corria com o acelerador no fundo, pilotando seu carro da Haas a mais de 300 km/h no circuito de Suzuka, enquanto o Alpine de Franco Colapinto trafegava 50 km/h mais devagar. O britânico conseguiu desviar do piloto argentino, mas acabou colidindo com uma barreira de segurança. Bearman sofreu uma contusão no joelho, e seu carro ficou seriamente danificado. Carlos Sainz Jr, piloto espanhol da Williams e representante de seus companheiros junto aos órgãos dirigentes do automobilismo, manifestou imediatamente seu protesto: “Nós havíamos alertado que acidentes desse tipo aconteceriam, mais cedo ou mais tarde”. “Felizmente, havia uma área de escape. Mas imagine só um acidente como esse contra um muro em Baku, Singapura ou Las Vegas”, observou ele, se referindo a circuitos expressamente adaptados para corridas de Grande Prêmio bem no coração de uma cidade, tal como Mônaco. Em um comunicado, Bearman afirmou estar “perfeitamente bem”, mas ressaltou que “a enorme diferença de velocidade, cerca de 50 km/h, decorre, em parte, dos novos regulamentos” referentes aos motores, que são 50% elétricos e 50% de combustão interna. “É preciso um certo tempo para se adaptar, mas sinto que não tive espaço suficiente na pista, dada essa enorme diferença de velocidade”, explicou ele. Os novos regulamentos da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) exigem um tipo diferente de motor híbrido para 2026, com o objetivo de incentivar as ultrapassagens durante as corridas. No entanto, essa medida dividiu a comunidade da F1 devido à complexidade da gestão da energia da bateria e às significativas diferenças de velocidade que ela pode gerar. Os carros contam com um modo de “ultrapassagem” e um botão de “impulso” projetado para aumentar a potência elétrica e facilitar as ultrapassagens. Porém, isso gera o risco de descarregar a bateria, levando a uma perda de velocidade e de ser ultrapassado durante a frenagem para recarregar. Na quinta-feira (26/3) a FIA anunciou “ajustes” na gestão da potência elétrica durante as sessões de classificação e alertou neste domingo que “quaisquer ajustes adicionais [para a corrida] em relação à gestão de energia exigem simulação e análise técnica meticulosas” por parte dos engenheiros. Segundo o site Motorsport.com, a FIA, a F1, as equipes e os pilotos devem aproveitar o mês de abril, período em que os GPs na região do Golfo foram cancelados devido à guerra, para realizar reuniões sobre segurança e esses novos motores híbridos.
Irã abate avião militar dos EUA de R$ 1,4 bilhão
Aeronave AWACS atingida em base saudita; ataque deixou 12 militares americanos feridos, 2 em estado grave. Foto: UGC/AFP Veja imagens do avião militar dos EUA de R$ 1,4 bilhão destruído por ataque do Irã na Arábia Saudita Imagens divulgadas neste domingo (29/3) e verificadas pela AFP trazem um novo desdobramento do conflito entre Estados mostram uma aeronave americana modelo E-3 Sentry (AWACS), destruída após um ataque à Base Aérea Príncipe Sultan, na Arábia Saudita. O avião é usado em missões de espionagem e vigilância. O ataque feriu 12 militares dos EUA, deixando 2 em estado grave. Segundo a Força Aérea estadunidense, o custo do avião está em torno dos US$ 270 milhões, o equivalente a R$ 1.414.476,00 (considerando o dólar a R$ 5,23). O episódio havia sido inicialmente revelado na sexta-feira, 27, pelo The New York Times e pelo The Wall Street Journal, que relataram, com base em autoridades americanas, que um ataque iraniano com mísseis e drones feriu militares dos EUA. Imagens verificadas mostram aeronave AWACS atingida em base saudita; ataque deixou 12 militares americanos feridos, 2 em estado grave. Foto: UGC/AFP Na ocasião, as informações indicavam também danos a aeronaves de reabastecimento KC-135, mas não havia confirmação visual da extensão total dos estragos. O E-3 Sentry, conhecido como AWACS, é uma plataforma essencial de comando e controle aéreo, equipada com radar de longo alcance capaz de monitorar alvos a centenas de quilômetros e coordenar operações militares em tempo real. Aeronaves desse tipo funcionam como centros de vigilância e gestão do espaço aéreo, sendo fundamentais para operações de guerra modernas. O ataque à base saudita foi descrito como uma das falhas mais significativas das defesas aéreas americanas desde o início da guerra, há cerca de um mês. Embora a maioria dos projéteis iranianos venha sendo interceptada, a combinação de mísseis balísticos e drones, especialmente modelos de baixo custo e difícil neutralização, tem conseguido, em alguns casos, superar os sistemas de defesa. O episódio ocorre em meio à escalada do conflito, marcada por bombardeios americanos e israelenses contra alvos no Irã e no Líbano, e por ataques de retaliação iranianos contra bases dos EUA na região. Ao mesmo tempo, o governo do presidente Donald Trump alterna entre ameaças de intensificação militar e declarações sobre negociações de paz em andamento, cuja efetividade é contestada por Teerã.
Caiado inaugura nova sede do Agrocolégio de Goianésia e reforça compromisso com a educação
Caiado, Gracinha e Daniel Vilela inauguram nova sede do Agrocolégio Estadual Maguito Vilela, em Goianésia – Fotos: Hegon Correia e Remisson Sales Na última entrega de sua gestão, governador destaca importância do centro de formação, que vai preparar uma nova geração para o futuro do campo O governador Ronaldo Caiado, a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, e vice-governador Daniel Vilela inauguraram neste domingo (29/3) a nova sede do Agrocolégio Estadual Maguito Vilela, denominada Centro Ricardo Fontoura Siqueira, em Goianésia. Fotos: Hegon Correia e Remisson Sales “Essa é a minha última entrega como governador e uma entrega à altura de encerrar esse ciclo. Aqui nós transformamos um espaço em um centro de formação para jovens, com capacidade de atender até 400 alunos, preparando uma nova geração para o futuro do campo”, escreveu o governador de Goiás Ronaldo Caiado. A entrega reforça o compromisso do Estado com a educação profissional e tecnológica, especialmente voltada à formação de estudantes do ensino técnico em agropecuária. Fotos: Hegon Correia e Remisson Sales “Essa é a minha última entrega como governador e uma entrega à altura de encerrar esse ciclo. Aqui nós transformamos um espaço em um centro de formação para jovens, com capacidade de atender até 400 alunos, preparando uma nova geração para o futuro do campo”, destacou Caiado. Com investimento superior a R$ 3 milhões em recursos estaduais, a unidade passou por ampla reestruturação, incluindo pintura geral, instalação de vidros e forro, substituição de calhas e rufos, adequações elétricas e paisagismo. A nova estrutura garante um ambiente moderno, seguro e adequado ao desenvolvimento das atividades educacionais. Gracinha Caiado ressaltou o impacto social da iniciativa. Fotos: Hegon Correia e Remisson Sales “Quando unimos agro e educação, estamos construindo um futuro melhor. Esse colégio representa oportunidade, dignidade e transformação de vidas”, disse. Para Daniel Vilela, o Agrocolégio representa um avanço estratégico na formação de mão de obra qualificada no setor rural. Fotos: Hegon Correia e Remisson Sales “Aqui estamos formando a sucessão no campo. Estamos preparando jovens para dar continuidade ao trabalho das famílias, com conhecimento, tecnologia e profissionalismo”, afirmou. Modelo pedagógico O modelo pedagógico adotado é o da alternância, com opções de internato e semi-internato, ensino integral e atividades práticas no campo, focadas na sucessão familiar rural. Segundo a secretária de Educação, Fátima Gavioli, a estrutura fortalece o ensino técnico no estado. “Criamos um modelo que alia ensino médio à formação profissional, respeitando a vocação dos alunos e preparando-os para o mercado”, explicou. O prefeito de Goianésia Renato de Castro, destacou o simbolismo da obra para o município. “Em vez de um espaço que teria outra finalidade, hoje temos aqui um centro que forma jovens e representa o futuro da nossa região e do país”, afirmou. Além da entrega da nova sede, o Governo de Goiás tem ampliado investimentos na área educacional no município. Desde 2019, Goianésia recebeu mais de R$ 23 milhões em recursos para educação, incluindo aquisição de equipamentos, modernização de escolas, programas sociais e apoio ao ensino técnico. Revista Durante a solenidade de inauguração do Agrocolégio, a secretária da Educação fez a apresentação de uma revista que traz um balanço das principais realizações da pasta nos sete anos e três meses do governo de Ronaldo Caiado. Após entregar um exemplar para o chefe do Executivo, Fátima Gavioli disse que o informativo vai ser distribuído em todas as escolas do Estado, além de outros órgãos públicos, como forma de prestação de contas.
Discurso de Flávio Bolsonaro nos EUA revolta esquerda
Reprodução/YouTube Fala de Flávio Bolsonaro nos EUA sobre terras raras revolta a esquerda brasileira Uma fala do senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre terras raras e mineirais críticos do Brasil no evento americano de conversadores CPAC sábado (28/3), está causando revolta em políticos de esquerda, que rechaçaram o posicionamento do senador. “O Brasil é a solução para que os Estados Unidos não dependam mais da China em terras raras e minerais críticos”, disse o pré-candidato a presidente, em evento no Texas. O filho mais velho de Jair Bolsonaro, durante o discurso, também pediu para que os países do mundo monitorem as eleições brasileiras e “exerçam pressão diplomática para que as nossas instituições funcionem adequadamente”. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro também esteve presente no evento. Governistas criticamO ministro da Secretaria Geral do da Presidência, Guilherme Boulos (Psol) afirmou neste domingo (29/3) que a fala de Flávio é o “fato mais grave das eleições de 2026 até aqui”. “Flávio Bolsonaro se comprometeu publicamente a entregar as Terras Raras e minerais críticos do Brasil aos EUA se for eleito presidente. Este cidadão está oferecendo as riquezas e o futuro do povo brasileiro a uma potência estrangeira em troca de apoio. Entenderam o que vai estar em jogo em outubro?”, afirmou o deputado federal Guilherme Boulos. O deputado federal Lindbergh Farias (PT) chamou Flávio de “traidor da pátria” e “vendilhão de Trump”. “Ataca o presidente do seu país, acena para a entrega da Amazônia, trata minerais raros e riquezas naturais como ativos disponíveis aos estrangeiros e se comporta como operador de um projeto de submissão nacional na defesa dos interesses dos EUA e não do Brasil”, afirmou Lindbergh neste domingo. A ministra da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula, Gleisi Hoffman, também criticou as falas de Flávio Bolsonaro. “Os vendilhões da pátria não tomam jeito”, disse Gleisi se referindo a Flávio e Eduardo Bolsonaro. O que são terras rarasAs chamadas terras raras são um grupo de 17 elementos químicos essenciais para a produção de tecnologias modernas, como computadores, smartphones, carros elétricos. São elementos fundamentais também para o desenvolvimento de ímãs de alta potência, um componente essencial para o funcionamento de turbinas para a produção de energia eólica. O Brasil abriga a segunda maior reserva de terras raras do mundo, ficando atrás apenas da China.
Caiado recupera contas, viabiliza R$ 23,7 bilhões em investimentos e entrega governo com caixa robusto
Trabalho para recompor as contas públicas, tratado como prioridade, desde 2019, pelo governador Ronaldo Caiado, viabilizou R$ 23,7 bilhões em investimentos ao longo dos dois mandatos – Fotos: Secom / Governo de Goiás Equilíbrio fiscal conquistado nos últimos sete anos possibilitou construção de novos hospitais, escolas, moradias, infraestrutura viária e fortalecimento das políticas sociais O dinheiro público bem administrado se transforma em benefícios à população com mais recursos para áreas essenciais como saúde, educação, políticas sociais e obras. É o que mostra o trabalho para recompor as contas públicas, tratado como prioridade, desde 2019, pelo governador Ronaldo Caiado, que viabilizou R$ 23,7 bilhões em investimentos ao longo dos dois mandatos. O montante garantiu melhorias na infraestrutura pública, desde novos hospitais, rodovias e escolas, à consolidação de uma ampla frente de serviços de impacto direto na vida do cidadão como área social, mobilidade urbana, habitação, entre outros. Além dos investimentos, o Estado chegou a R$ 9 bilhões em disponibilidade de caixa. A virada de chave, detalhou o governador, foi motivada pelo compromisso de restituir a presença do Governo junto à população. A crise financeira, constatada no primeiro dia de governo, comprometia o orçamento público. “O cidadão estava rifado. Goiás não era mais dos goianos, era dominado pela bandidagem e pela negociata para assaltar os cofres públicos que chegou ao total colapso, com uma dívida consolidada de cerca de R$ 20 bilhões”, criticou Caiado. O cenário afetava diretamente a continuidade de políticas públicas nos 246 municípios. Os atrasos nos repasses constitucionais aos municípios herdados somavam R$ 221 milhões, sendo R$ 138,6 milhões para a saúde e R$ 82,4 milhões para a educação, incluindo transporte e merenda. A inadimplência também chegava aos contratos junto a 4,6 mil fornecedores. “Tivemos de encarar as dificuldades com muita coragem, pensando nos 7 milhões de goianos”, acrescentou o governador, ao lembrar que a disponibilidade de caixa era de R$ 11 milhões. Além disso, havia restrição ao crédito e risco de rebaixamento da Capag (de C para D). A mudança estratégica levou Goiás a alcançar, em 2025, nota B + no Capag, indicador do Tesouro Nacional que avalia a saúde fiscal das unidades da federação. O reequilíbrio fiscal combinou reforma administrativa, contenção de despesas, além do fortalecimento de mecanismos de governança, transparência e integridade, incluindo o programa de Compliance Público. Fotos: Secom / Governo de Goiás “Isso reflete a solidez do nosso reequilíbrio fiscal. Não foi apenas um corte de custos, mas uma reforma estrutural que priorizou a governança e a integridade das despesas. Com uma gestão eficiente, conseguimos transformar Goiás em uma referência positiva para todo o país”, afirmou o vice-governador Daniel Vilela (foto acima). Regularização A adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), em 2021, permitiu liquidez do Tesouro com a suspensão temporária do pagamento do serviço da dívida. No mesmo ano, o Estado firmou um termo de ajuste de gestão (TAG) para regularizar os débitos junto aos municípios relativos às contrapartidas. Em 2022, o Estado conseguiu autorização para trocar uma dívida antiga adquirida em 2013, com custo baseado na variação cambial, por um empréstimo junto ao Banco Mundial na ordem de US$ 510 milhões. A economia estimada com a transação chegou a R$ 700 milhões. Em 2025, Goiás foi o primeiro estado a aderir ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados e do Distrito Federal (Propag) e encerrou a permanência no RRF. Comparado às regras anteriores, o novo enquadramento deve gerar economia líquida de R$ 28 bilhões em três décadas. “Teremos mais recursos para investir em áreas essenciais como saúde, educação, segurança e infraestrutura. Isso demonstra que a seriedade na gestão faz o dinheiro aparecer para o que realmente importa”, reforçou Daniel Vilela. Daniel Vilela assumirá o Governo na próxima terça-feira (31/3) e vai comandar R$ 4,49 bilhões estimados no orçamento de 2026 para infraestrutura rodoviária, obras públicas e manutenção viária. Em paralelo, o Goiás Social conta com R$ 1,6 bilhão para iniciativas de proteção e emancipação de famílias em vulnerabilidade. A Proposta de Lei Orçamentária Anual estima receita e fixa despesa total de R$ 53,4 bilhões para este ano. Incentivos O saneamento das contas públicas assegurou ainda a desoneração de tributos de forma estratégica, com concessão de benefícios fiscais que contemplem a população e ainda segmentos que impulsionam o desenvolvimento local. Um exemplo é a isenção de IPVA, via Lei nº 23.287/2025, para mais de 260 mil proprietários de motocicletas, ciclomotores, triciclos e motonetas com até 150 cilindradas e mais de seis anos de uso no Estado. Estes veículos representam 36% da frota de duas rodas em circulação. Já o ICMS para operações internas com sorgo destinado à indústria e produção de biomassa para energia elétrica foi isento pela lei, com respaldo do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A medida, que estimula a produção de energia limpa, depende de regulamentação por decreto, em elaboração pela Secretaria da Economia. Outra medida adotada foi a redução da carga de ICMS sobre bens e equipamentos utilizados na construção de linhas de transmissão de energia elétrica mediante convênio do Confaz. O objetivo é estimular investimentos no setor em solo goiano.
Família da PM Gisele cria abaixo-assinado para coronel Geraldo Leite perder patente
Arquivo pessoal Geraldo Leite Rosa Neto foi preso acusado de feminicídio contra Gisele Alves Santana. Comando da PM avaliará expulsão A família da soldado Gisele Alves Santana, morta em São Paulo no dia 18 de fevereiro, criou um abaixo-assinado para que o tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto perca a patente. O oficial, ex-companheiro de Gisele, é acusado da morte da soldado. Ele está preso por feminicídio e fraude processual — quando há adulteração da cena do crime. No mesmo dia em que ela morreu, caso passou a ser investigado como morte suspeita “Quanto mais assinaturas nós conseguirmos, melhor”, afirmaram os pais da soldado em vídeo publicado nas redes sociais. Conforme publicado pelo Metrópoles, o comando da PM avalia a expulsão ou demissão de Geraldo Leite Rosa Neto. Tenente-coronel evitou família de GiseleO tenente-coronel evitou encontrar a família de Gisele Alves Santana após a morte da esposa. O tema foi explorado pelo delegado responsável pelo caso, que questionou se Neto quis ver o corpo de Gisele após a confirmação da morte. “Não [quis ver], porque até a orientação das psicólogas e do meu comandante era de que os familiares da Gisele estavam vindo para o Hospital das Clínicas. E temíamos a atitude do pai e da mãe dela em relação a mim se nos encontrássemos pessoalmente. Que, na cabeças deles, eu que teria matado a filha deles“, respondeu Prisão do coronelA prisão de Neto foi solicitada pela Polícia Civil no dia 17 de março, após o resultado dos laudos descartar a hipótese de suicídio sustentada por ele. O coronel foi preso na manhã do último dia 18, em um condomínio residencial de São José dos Campos, interior de São Paulo, exatamente um mês após a morte da esposa. Ao chegar às dependências do Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte de São Paulo, na tarde de quarta-feira (18/3), o tenente-coronel foi recebido com abraços por colegas de farda. Perícia recupera mensagens apagadasNeto teria apagado as últimas mensagens trocadas com a soldado Gisele Alves Santana um dia antes da morte dela. A perícia feita no celular da vítima, segundo relatório concluído nessa quarta-feira (25/3) e obtido pelo Metrópoles, conseguiu recuperar as conversas entre o casal. Os diálogos desmentem a versão sustentada por Geraldo Leite Rosa Neto de que a esposa não aceitava o fim do casamento e que teria sido esse o motivo do suposto suicídio. Isso, segundo relatório do 8º Distrito Policial (Brás), “demonstra, mais uma vez, que o indiciado manuseou o celular da vítima, apagando as conversas para sustentar a versão de que seria o responsável pelos pedidos de separação, e não a vítima”. Horas antes de ser baleada, Gisele escreveu que concordava com o divórcio. “Tem todo o direito de pedir o divórcio […] Pode entrar com o pedido essa semana”, afirma, não deixando margem para dúvida sobre a decisão. Cerca de oito horas e meia após essas mensagens, como indica investigação da Polícia Civil, ela foi baleada na cabeça, com a arma do tenente-coronel, na sala do apartamento em que moravam, no centro da capital paulista. Relembre o casoA policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada gravemente ferida na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento onde vivia com o marido no Brás, região central de São Paulo.Ela foi socorrida por equipes do Corpo de Bombeiros e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois, em decorrência de traumatismo cranioencefálico provocado por disparo de arma de fogo, conforme o atestado de óbito. Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio consumado, mas depois foi alterado para morte suspeita, com “dúvida razoável” de tratar-se de suicídio.Com o avanço das análises periciais e a reconstituição da sequência de acontecimentos dentro do imóvel, a Polícia Civil concluiu que a dinâmica do disparo não corresponde à hipótese de suicídio inicialmente apresentada. Com base nesse conjunto de elementos, a Justiça autorizou a prisão do tenente-coronel, que passou a responder pela morte da policial militar. A Polícia Civil solicitou à Justiça, em 17 de março, a prisão preventiva do tenente-coronel. O pedido sucedeu a conclusão, com base em perícia técnica, de que ele seria o principal suspeito pela morte da esposa. A Justiça Militar do Estado de São Paulo decretou a prisão preventiva do tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto nessa quarta-feira (18/3). Ele foi preso no mesmo dia em um condomínio residencial de São José dos Campos, no Vale do Paraíba.
Nova variante da Covid se espalha e já atinge 23 países
Imagens: © DR A variante foi identificada inicialmente na África do Sul, em novembro de 2024, a partir de uma amostra de swab nasal de um menino de 5 anos. Em março de 2025, apareceu em Moçambique e posteriormente, na Holanda e na Alemanha. Após um período de baixa incidência, os registros voltaram a crescer a partir de setembro do ano passado A variante foi identificada inicialmente na África do Sul, em novembro de 2024, a partir de uma amostra de swab nasal de um menino de 5 anos. Em março de 2025, apareceu em Moçambique e, posteriormente, na Holanda e na Alemanha. Após um período de baixa incidência, os registros voltaram a crescer a partir de setembro do ano passado. Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, a BA.3.2 passou a representar cerca de 30% das sequências semanais em três países europeus: Dinamarca, Alemanha e Holanda. Até 11 de fevereiro, já havia sido identificada em 23 países, incluindo Austrália, Reino Unido, China e Estados Unidos, segundo análise dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). O Brasil ainda não registrou casos dessa linhagem. Amostras Nos Estados Unidos da América (EUA) a variante foi encontrada em amostras de viajantes de diferentes países, em esgoto de aeronaves, em pacientes — incluindo dois hospitalizados — e em amostras de esgoto de 25 estados. A BA.3.2 possui entre 70 e 75 mutações na proteína Spike em comparação com a JN.1 e a LP.8.1, atualmente as mais comuns. Segundo a OMS, a variante apresenta um “escape substancial de anticorpos em comparação com variantes anteriores”, mas não demonstra vantagem clara de crescimento. Além disso, “não há estudos clínicos ou epidemiológicos publicados indicando que BA.3.2 esteja associada a maior gravidade da doença em comparação com outros descendentes (da Ômicron) em circulação”. A entidade também afirma: “Até o momento, não há sinais de aumento de hospitalizações, admissões em UTI ou mortes atribuíveis à BA.3.2 nos locais onde ela foi detectada”. A OMS conclui que a BA.3.2 “não parece representar riscos adicionais à saúde pública além daqueles associados às outras linhagens descendentes da Ômicron atualmente em circulação, embora seu perfil acentuado de escape imune justifique monitoramento virológico e epidemiológico contínuo”. A principal recomendação segue sendo manter a vacinação em dia. Desde 2024, a vacina contra a Covid-19 integra o calendário nacional para gestantes, idosos e crianças no Brasil. Gestantes devem receber uma dose a cada gravidez, enquanto idosos com 60 anos ou mais devem ser vacinados a cada seis meses. Crianças entre 6 meses e 5 anos devem completar o esquema primário, que varia conforme o imunizante. Outros grupos prioritários continuam recebendo reforços: imunocomprometidos a cada seis meses e os demais anualmente. Entre eles estão indígenas, profissionais da saúde, pessoas com comorbidades, população privada de liberdade e pessoas em situação de rua. Para quem não se enquadra nesses grupos, não há recomendação atual de novas doses.
EUA: milhares protestam em todo o país contra o governo Trump
Reprodução/No Kings A guerra no Irã e as operações repressivas do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) são os principais pontos que motivaram os manifestantes a irem às ruas neste sábado (28/3) Milhares de pessoas protestam neste sábado (28/3) nos Estados Unidos da América (EUA) contra o governo de Donald Trump. A iniciativa “No Kings” (Sem Reis) está na terceira edição, e reuniu manifestantes em diversas cidades do país. A guerra no Irã e as operações repressivas do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) são os principais pontos que motivaram os manifestantes a ir às ruas. “Polícia secreta mascarada aterrorizando nossas comunidades. Uma guerra ilegal e catastrófica que nos coloca em perigo e aumenta nossos custos […] Trump quer nos governar como um tirano. Mas isto é a América, e o poder pertence ao povo — não a aspirantes a reis ou seus comparsas bilionários”, diz o texto da organização convidando a população aos protestos. São mais de 3.200 pontos de protestos em todo o país, segundo a organização. Reprodução/No Kings Em Minnesota, estado palco da maior repressão do serviço de imigração americano, o evento principal da manifestação No Kings reuniu uma multidão no Capitólio estadual, na cidade de Saint Paul. O evento conta com a participação dos cantores Bruce Springsteen, Tom Morello, Joen Baez e Maggie Rogers, além de políticos locais, incluindo o governador do estado, Tim Walz, e o senador Bernie Sanders, uma das principais lideranças do partido democrata. Em janeiro deste ano, duas pessoas foram mortas a tiros por agentes do ICE na cidade de Mineápolis, em Minnesota: Renee Good e Alex Pretti. Os dois eram cidadãos americanos de 37 anos, e tiveram as mortes registradas em vídeos, o que aumentou a repercussão dos casos. Milhares se reúnem em grandes cidades como São Francisco, Washington, Seattle, Boston e Albuquerque. Reprodução/No Kings Segundo a organização, os protestos de hoje ganharam dimensão, também, longe de grandes centros – segundo a organização do protesto, um aumento considerável em relação à última edição. Em West Palm Beach, na Flórida, é possível ver cartazes contra o secretário de guerra dos EUA, Pete Hegseth, e criticando Trump pela relação com o bilionário Jeffrey Epstein.














