Imagens: Assessoria de Coomunicação de Vicentinho Júnior, governador eleito do Tocantins Vencer uma eleição é finalizar os quatro anos de gestão, olhar para trás e ver que cumprimos com o que propusemos na campanha”, disse Amélio durante a comemoração Porto Nacional (TO) – Eleito vice-governador do Tocantins ao lado de Vicentinho Júnior [governador eleito do Tocantins com 562 mil votos], Amélio Cayres destacou a humildade, a responsabilidade e o compromisso com a população como princípios da futura gestão estadual. Durante a comemoração da vitória, realizada na noite de domingo (25/10) em Porto Nacional, ele agradeceu aos eleitores e afirmou que pretende colocar sua experiência de 28 anos na vida pública a serviço do novo governo. “Espero poder contribuir com minha experiência, como prefeito de cidade pequena, deputado e presidente da Assembleia. Nós faremos um governo com muita humildade, olhando para a situação de cada município e de cada pessoa. O povo do Tocantins nos entregou a missão de trazer a mudança e vamos fazer isso com muita responsabilidade”, afirmou. O vice-governador eleito também ressaltou que o resultado das urnas representa uma responsabilidade que vai além da vitória eleitoral. “Vencer uma eleição não é só ter os 240 mil votos de frente, é finalizar os quatro anos de gestão, olhar para trás e ver que cumprimos com o que propusemos na campanha. E, se Deus quiser, vamos atingir esse objetivo”, declarou. Durante a comemoração em Porto Nacional, Amélio agradeceu aos eleitores que acompanharam a campanha e atribuiu a vitória à mobilização popular em torno do projeto político. “Que alegria estar aqui comemorando essa vitória que é de vocês, do povo. Gratidão a cada um que acreditou no nosso projeto e levaram, ao longo dos dez meses, a nossa campanha nos braços. Vocês fizeram história”, disse. “Nós vamos fazer por merecer, vamos trabalhar por esse estado com seriedade. E vamos retribuir a vocês o mesmo carinho, a mesma recepção que vocês tiveram conosco, a partir do dia 6 de janeiro. Eu não quero ver aquele Palácio Araguaia isolado, sem ninguém. Eu quero vocês lá no Palácio junto com a gente”, completou. Questionado sobre como a futura gestão pretende conduzir o diálogo com a oposição eleitoral, Amélio destacou o respeito como marca da campanha. “O mais importante é a forma como a nossa campanha foi feita, com respeito e sem ataques. O Tocantins tem que ser governado para todos. Todos serão incluídos neste projeto”, respondeu Amélio Cayres.
Eleito vice-governador do Tocantins, Amélio Cayres destaca responsabilidade e diálogo na gestão ao lado de Vicentinho Júnior
Virada de Lula é improvável, mostra calculadora do Poder360
Na imagem, arte com Lula e Flávio; presidente terminou 1º turno em 2º lugar e precisa virar para ter reeleição O presidente Lula teria de reduzir abstenção de forma inédita e ainda ter alta conversão de votos nulos e dos candidatos que não passaram ao 2º turno Uma virada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno da eleição de 2026 é matematicamente muito improvável. Para conseguir o feito, o petista precisaria ter uma conversão altíssima de votos brancos/nulos e de candidatos que não passaram ao 2º turno (também chamados de 3ª via), além de reduzir abstenção de forma inédita. O candidatos que ficaram atrás de Lula e Flávio tiveram 9.316.747 de votos (ou 7,81% dos votos válidos). A maioria desses apoios foi para candidatos de perfil idelógico de direita ou de centro-direita, como Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD). O Poder360 testou alguns cenários para explicar de forma mais clara esse desafio: Mobilização baixa – com queda de 1 ponto percentual na abstenção, Lula recebendo 45% dos votos da 3ª via e 25% dos brancos e nulos passando a votar em candidatos (divididos igualmente entre os 2), Flávio ficaria à frente por 2,7 milhões de votos; Mobilização moderada – com queda de 1,5 ponto percentual na abstenção, Lula recebendo 55% dos votos da 3ª via e 25% dos brancos e nulos passando a votar em candidatos (sendo 55% deles no petista), Flávio ainda teria vantagem de 536 mil votos; Mobilização elevada –mesmo com queda de 2,2 pontos percentuais na abstenção, Lula recebendo 55% dos votos da 3ª via e 35% dos brancos e nulos passando a votar em candidatos (sendo 55% deles no petista), Flávio ainda ficaria à frente por 222 mil votos. Para ultrapassar o adversário, o petista precisaria de um cenário extremo e improvável até agora, segundo as pesquisas: Mobilização elevada e alta conversão de votos – com queda de 2,2 pontos percentuais na abstenção, Lula recebendo 60% dos votos da 3ª via e dos novos eleitores que compareceriam às urnas, além de metade dos brancos e nulos passando a votar em candidatos (sendo 60% deles no petista), Lula ultrapassaria Flávio por 934 mil votos, com 50,37% dos válidos contra 49,63%.Os números foram generalizados para facilitar a compreensão do leitor, mas há mobilizações regionais que podem influir no resultado. Por exemplo: se a abstenção cair só no Nordeste, Lula sai fortalecido. O mesmo para Flávio Bolsonaro no Sul.
Michelle Bolsonaro se afasta de Flávio, na reta final do segundo turno
Imagem: CdB Michelle Bolsonaro expôs situação complicada no relacionamento com Flávio Bolsonaro. A senadora eleita chegou a considerar visitas a quatro ou cinco capitais para pedir votos ao enteado, mas acabou concentrando seus esforços na candidatura de Celina Leão (PP) ao governo do Distrito Federal Por Redação, com BdF – de Brasília – Distrito FederalA ausência da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) nos principais eventos da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ou filho ’01’ como também é conhecido, chamou a atenção dos analistas políticos, na reta final do segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Embora tenha participado de atividades regionais em apoio ao enteado, a ex-primeira-dama e senadora eleita pelo Distrito Federal não acompanhou o candidato nas viagens pelo país e não executou o plano de mobilização nacional que havia sido discutido por sua equipe. A senadora eleita chegou a considerar visitas a quatro ou cinco capitais para pedir votos ao enteado, mas acabou concentrando seus esforços na candidatura de Celina Leão (PP) ao governo do Distrito Federal e na permanência em Brasília, onde acompanha o marido, Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. DebateO distanciamento ficou evidente na noite passada, durante o último debate presidencial realizado pela TV Globo. Aliados de Flávio Bolsonaro tentaram articular a presença da ex-primeira-dama no evento, com a expectativa de que Michelle Bolsonaro chegasse à emissora ao lado do candidato e acompanhasse o confronto com Lula na plateia. A iniciativa, entretanto, não teve resultado. A ausência ocorre em um momento decisivo para a candidatura bolsonarista, que busca conquistar votos entre mulheres e evangélicos, segmentos nos quais Michelle mantém influência política e religiosa. A ex-primeira-dama era considerada uma das principais possibilidades de mobilização desse eleitorado em favor do senador.
Quaest no Tocantins, votos válidos: Vicentinho Júnior, 59%; Professora Dorinha, 41%
Vicentinho Júnior (PSDB) e Professora Dorinha (União) — Foto: Arte g1 Pesquisa divulgada neste sábado (24/10) é a última antes do 2º turno, neste domingo, e foi encomendada pela TV Anhanguera A pesquisa Quaest divulgada neste sábado (24/10), véspera do 2º turno, mostra como está a disputa pelo governo do Tocantins. A pesquisa aponta que Vicentinho Júnior tem 59% dos votos válidos e Professora Dorinha, 41%. Entre os eleitores que declaram voto, 88% dizem que a decisão é definitiva. Votos válidosVicentinho Júnior (PSDB): 59%Professora Dorinha (União): 41%O que são votos válidos?É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados aos candidatos. Esse cálculo deixa de fora os votos em branco e nulos e as abstenções. Para vencer no 2º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. Nas pesquisas, as empresas excluem os votos em branco e nulos e os eleitores indecisos para calcular os votos válidos. Como a Quaest calcula os votos válidos?Para estimar os votos válidos, a Quaest leva em consideração as intenções de voto e o perfil de comparecimento. É o modelo likely voter, que considera eleitores com maior propensão a votar. O levantamento foi encomendado pela TV Anhanguera e ouviu 2.154 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número TO-03069/2026. Votos totaisVeja agora o resultado com os votos totais, incluindo votos em branco, nulos e eleitores indecisos. Vicentinho Júnior (PSDB): 51% (eram 49% na pesquisa anterior, em 14/10)Professora Dorinha (PSDB): 36% (eram 42%)Branco/nulo/não vai votar: 11% (eram 4%)Indecisos: 2% (eram 5%) Pesquisa espontâneaVeja agora a pesquisa espontânea, em que os eleitores respondem sem ter acesso a uma lista de candidatos. Esses resultados ajudam a medir o grau de consolidação do voto. Quanto maior o número de indecisos na véspera, menos consolidado está o voto e maior a possibilidade de mudanças em relação ao resultado de domingo. Vicentinho: 43% (eram 42% na pesquisa anterior, em 14/10)Dorinha: 28% (eram 33%)Indecisos: 19% (eram 22%)Branco/nulo/não vai votar: 9% (eram 3%) Decisão do votoEntre os eleitores que declaram voto em um candidato, 88% dizem que a decisão é definitiva. Outros 11% afirmam que ainda podem mudar de ideia. Escolha é definitiva: 88% (eram 82%)Pode mudar: 11% (eram 17%)Não sabe/não respondeu: 1% (era 1%) Interesse pela eleiçãoMuito interessado: 54% (eram 54%)Pouco interessado: 30% (eram 31%)Nada interessado: 14% (eram 14%)Não sabe/não respondeu: 2% (era 1%)
Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula marca 49% na última pesquisa
Arte Metrópoles/Otávio Augusto O resultado representa um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (24/10), véspera do segundo turno da eleição, aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 51% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) marcou 49% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro (PL): 51% (+ 0,46 p.p)Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 49% (- 0,54 p.p)O resultado representa um empate técnico, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Voto válido é o critério adotado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na divulgação dos resultados do pleito. O modalidade exclui os votos em branco e nulos e, na pesquisa, os indecisos. Nos votos totais, Flávio tem 48% dos votos contra 47% de Lula. Brancos e nulos são 3% e indecisos marcam 2% Votos válidos com propensão ao votoA pesquisa Datafolha também divulgou número de votos válidos somados à propensão ao voto, que considera distância do local de votação e comparecimento declarado dos eleitores no primeiro turno. O segmento com alta chance de votar, segundo a Datafolha, representa 76% dos eleitores. Com estes, o resultado seria o seguinte: Flávio Bolsonaro (PL): 52%.Lula (PT): 48%Já no segmento de baixa ou média propensão a votar, que representa 24% dos eleitores, o resultado foi o seguinte: Lula (PT): 52%.Flávio Bolsonaro (PL): 48% MetodologiaA pesquisa foi realizada na sexta-feira (23/10) e neste sábado (24/10) e ouviu 4.050 brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o código BR-09540/2026.
Flávio Bolsonaro é desmentido ao vivo por Renata Lo Prete
Imagem: Revista Fórum Durante a conversa com Flávio Bolsonaro, a jornalista precisou intervir para corrigir uma declaração do candidato do PL sobre a política de combate ao desmatamento do governo Lula Após o debate presidencial da TV Globo, na noite desta sexta-feira (23/10), os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) concederam breves entrevistas à jornalista Renata Lo Prete. Durante a conversa com Flávio Bolsonaro, a jornalista precisou intervir para corrigir uma declaração do candidato do PL sobre a política de combate ao desmatamento do governo Lula. O episódio ocorreu quando Renata questionou Flávio sobre a possibilidade de manter as políticas ambientais adotadas pela atual gestão federal. Renata Lo Prete: “O senhor pretende manter a política de combate ao desmatamento do atual governo?” Flávio Bolsonaro: “O atual governo deixa a Amazônia pra lá, a quantidade de focos de incêndio neste mês de outubro, com expectativa de superar todos os recordes da história.” Diante da resposta, a jornalista interrompeu o candidato para esclarecer que sua pergunta tratava especificamente do desmatamento, e não das queimadas, e mencionou dados recentes que apontam uma redução histórica na devastação ambiental. Renata Lo Prete: “Só pra esclarecer […] eu não estava falando de queimada, eu estava falando de desmatamento e saiu um dado desse mês de recorde de baixa de desmatamento.”
Quem foi Adriano da Nóbrega, amigo de Flávio Bolsonaro e chefe do Escritório do Crime
Imagem: Fórum Em 2003, Flávio concedeu uma moção de louvor ao ex-PM, Adriano Magalhães da Nóbrega. Dois anos depois, foi pessoalmente ao Batalhão Especial Prisional (BEP) para entregar a ele a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria da Alerj Adriano Magalhães da Nóbrega, ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), morreu em fevereiro de 2020 durante uma operação policial na Bahia. Ele estava foragido desde janeiro de 2019 e era apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como chefe do Escritório do Crime, grupo suspeito de cometer assassinatos por encomenda, e líder da milícia de Rio das Pedras. A trajetória do ex-policial se cruzou com a de Flávio Bolsonaro em diferentes ocasiões. Quando era deputado estadual no Rio de Janeiro, o atual senador homenageou Nóbrega e manteve familiares dele em cargos comissionados em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Em 2003, Flávio concedeu uma moção de louvor ao ex-PM. Dois anos depois, foi pessoalmente ao Batalhão Especial Prisional (BEP) para entregar a ele a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria da Alerj. Acusação Na época, Nóbrega estava preso preventivamente sob acusação de homicídio. A mãe do ex-policial, Raimunda Veras Magalhães, e sua ex-esposa, Danielle Mendonça da Costa, também trabalharam no gabinete de Flávio. Os repasses financeiros relacionados aos cargos foram investigados no contexto do suposto esquema de “rachadinha”, em que parte dos salários de assessores seria devolvida ao parlamentar. Em depoimento ao Ministério Público, em 2020, Flávio admitiu ter feito aulas particulares de tiro com Nóbrega. As relações entre os dois também foram discutidas no contexto das investigações sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco. Nóbrega era investigado por sua suposta ligação com grupos criminosos, mas as conexões mencionadas não comprovam, por si só, participação dele no crime. Flávio Bolsonaro afirmou que homenageou Nóbrega quando ele era considerado um policial reconhecido e declarou que não poderia prever o que ele faria anos depois. Sobre as contratações de familiares do ex-PM, sua defesa afirmou que não havia irregularidades e que a mãe de Nóbrega fazia a intermediação entre movimentos de defesa de policiais militares e o gabinete. Adriano da Nóbrega morreu durante a tentativa de captura na Bahia, em fevereiro de 2020. Segundo o então secretário de Segurança Pública do estado, Maurício Teles Barbosa, os policiais tentaram prendê-lo, mas ele reagiu a tiros.
Daniel Vilela lança competição que reunirá pilotos de 25 países em Goiânia
Daniel Vilela anuncia competição internacional de motociclismo e motocross, que será realizada em dezembro, em Goiânia – Goiás. Fotos: André Saddi Com provas de motociclismo e motocross, FIM Intercontinental Games Goiás será disputada de 11 a 13 de dezembro, no Autódromo Internacional de Goiânia O governador Daniel Vilela lançou, nesta sexta-feira (23/10), a segunda edição do FIM Intercontinental Games Goiás, marcada para os dias 11 a 13 de dezembro, no Autódromo Internacional de Goiânia Ayrton Senna. A competição reunirá 72 pilotos de 25 países, de cinco continentes, em provas de motociclismo e motocross. “Esse tipo de evento é um importante vetor de desenvolvimento econômico e social da nossa cidade e do nosso estado. Estamos preparados para receber as pessoas e promover grandes eventos, com segurança e infraestrutura”, declarou o chefe do Executivo goiano. Durante o lançamento, o governador defendeu que a realização de competições internacionais contribui para movimentar a economia e projetar Goiás no cenário mundial. Como exemplo, mencionou o sucesso da etapa brasileira de MotoGP, realizada em abril deste ano em Goiânia. A edição atraiu cerca de 150 mil pessoas, entre turistas nacionais e estrangeiros, e movimentou mais de R$ 1 bilhão, segundo levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A etapa goiana está confirmada no calendário pelos próximos quatro anos. Daniel Vilela também destacou os investimentos do Governo de Goiás em infraestrutura para consolidar Goiânia como sede de grandes eventos esportivos e culturais no circuito internacional. “Temos o melhor autódromo da América Latina. Não estou dizendo isso por ufanismo: são palavras de especialistas, como o presidente da Fórmula Indy, que veio conhecer o autódromo e declarou que, de fato, este é o melhor autódromo da América Latina”, afirmou ao lado do ex-governador Ronaldo Caiado. Organizado pela Federação Internacional de Motociclismo (FIM), o Intercontinental Games chega à segunda edição após a realização da primeira, em 2024, em Jerez de la Frontera, na Espanha. Nesta edição, o público poderá acompanhar as provas de motociclismo na pista do autódromo e as disputas de motocross em uma estrutura montada em área anexa ao complexo. O secretário-geral de Governo, Gean Carvalho, falou da importância da realização de competições internacionais para a economia local. “Evento não é só entretenimento. Evento é desenvolvimento, emprego e renda. É com esse enfoque que o governador Daniel pensa, promovendo um calendário que cresce a cada dia, para que Goiás tenha eventos de janeiro a janeiro, trazendo progresso e renda para o estado”, afirmou. Na véspera do aniversário de 93 anos da capital, celebrado neste sábado (24/10), o prefeito Sandro Mabel defendeu a capacidade de Goiânia para sediar eventos e a parceria entre o município e o Estado na organização. “Junto com o governo estadual, temos toda uma estrutura de segurança, acolhimento e transporte. Somos uma cidade capaz de receber eventos de 100 mil, 200 mil ou até 300 mil pessoas, hoje com cada vez mais tranquilidade”, disse. Também presente no evento, o subsecretário de Esporte e Lazer, Nilton Moreira, destacou a recente modernização do complexo. “Temos um equipamento com condições de sediar grandes eventos. Já recebemos a MotoGP e, agora, estamos anunciando mais um evento internacional, coroando os grandes investimentos realizados pelo Estado de Goiás”, afirmou.
Amigos morrem em acidente na BR-070 após assistirem a um jogo
Amigos morrem em acidente na BR-070, em Goiás — Foto: Reprodução/Instagram de Doroteu Alves João Pedro Dias Doroteu Alves de Freitas, de 32 anos, e João Pedro Dias, de 26, estavam de moto quando o acidente aconteceu. A Polícia Civil solicitou perícias para investigar as causas do acidente Dois amigos morreram após um acidente na BR-070, em Jussara. Ao g1, Simão Pedro Marques de Freitas, conta que o primo dele, Doroteu Alves de Freitas, de 32 anos, e o amigo, João Pedro Dias, de 26, estavam assistindo a um jogo de futebol antes de saírem de moto e se acidentarem. Os dois morreram no local. O acidente aconteceu nesta quarta-feira (21/10), mas os corpos só foram encontrados no dia seguinte. De acordo com Simão, a casa de João Pedro, que fica no assentamento Albino Vieira, próximo ao povoado de Estação Floriano. “Eles eram muito amigos. Estavam na casa do João Pedro, foram assistir ao jogo e por volta de 21h30 saíram de moto”, contou Simão. Segundo ele, o acidente aconteceu próximo ao “trevo de Santa Fé”, por volta das 22 horas. “Tudo aparenta que foi um caminhão que bateu neles, mas a gente não sabe quem que foi, nem nada. Só sabe que o caminhão é branco. O farol dele e um pedaço de para-choque ficaram lá”, explicou. Ao g1, a Polícia Civil informou que instaurou um inquérito policial para investigar o caso e solicitou perícias médica, criminal e papiloscópica. HomenagensDoroteu trabalhava em uma fazenda com o pai e João Pedro era operador de máquinas agrícolas. Nas redes sociais, os dois receberam homenagens de amigos e familiares, que lamentaram as perdas.“Descansem em paz, meus irmãos. Que Deus conforte a família de vocês nessa hora tão triste. Vocês estarão sempre em nossos corações. Vou sentir muitas saudades de vocês”, escreveu um deles. João Pedro e Doroteu — Foto: Reprodução/Instagram de Doroteu Simão conta que Doroteu era uma pessoa alegre, brincalhão muito humilde e gostava de jogar futebol. Sobre o amigo João Pedro, ele conta que o jovem estava feliz, pois havia acabado de construir sua casa e era muito trabalhador. João foi sepultado em Fazenda Nova enquanto Doroteu foi enterrado em Jussara.
Flávio Bolsonaro, 47%; Lula, 46% no 2º turno, aponta pesquisa Datafolha
Flávio Bolsonaro, 47%; Lula, 46% no 2º turno, aponta pesquisa Datafolha – Foto: Reprodução Em votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula, 50%. Pesquisa foi encomendada pela Globo e pela Folha Uma pesquisa Datafolha mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 47% das intenções de voto, e Lula (PT) com 46%, em empate técnico. Brancos e nulos somam 5%, os indecisos são 2%. A pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira (22), a três dias do segundo turno. Em votos válidos, que exclui brancos, nulos e indecisos, Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula, 50%. O número de votos válidos é o que a Justiça Eleitoral usa para determinar os resultados das eleições. O levantamento foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo. O Datafolha ouviu 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é BR-09709/2026. Os números da pesquisa: Flávio Bolsonaro (PL): 47% (eram 47% na pesquisa do dia 15 e 49% na pesquisa do dia 8)Lula (PT): 46% (eram 45% nas duas pesquisas)Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 6% no dia 15 e 5% no dia 8)Indecisos: 2% (eram 2% no dia 15 e 1% no dia 8) RejeiçãoA pesquisa mostra também que Flávio Bolsonaro tem uma rejeição de 46% (eram 44% na pesquisa anterior), enquanto a rejeição de Lula é de 45% (eram 46%). Segundo a pesquisa, 3% dos eleitores dizem rejeitar ambos, e 6% não rejeitam nenhum dos dois. Motivação do votoO Datafolha também apontou que 81% dos eleitores de Lula dizem que votam nele por considerá-lo o melhor candidato, e 13% dizem que é para derrotar Flávio Bolsonaro. No caso de Flávio Bolsonaro, 65% dos eleitores consideram o senador a melhor opção, e 23% votam nele para derrotar Lula. Aprovação do governo LulaAprovam: 49% (eram 48%)Desaprovam: 48% (eram 50% na pesquisa anterior)Não sabe: 2% (eram 3%) *com informações de g1














