Imagens: Assessoria de comunicação de Vicentinho Júnior, pré-candidato a governador do Tocantins Pré-candidato ao governo citou falta de energia no HGP, filas de cirurgias e ausência de UTIs nos hospitais regionais como exemplos da crise na área Durante evento que oficializou sua pré-candidatura ao Governo do Tocantins, o deputado federal Vicentinho Júnior dedicou parte do discurso a um dos temas que classificou como mais urgentes para o estado: a saúde pública. Sem citar diretamente o governador Wanderlei Barbosa, o parlamentar fez críticas indiretas à atual gestão e afirmou que os problemas enfrentados pela população não decorrem de falta de recursos, mas de administração. “Não é falta de dinheiro, é falta de gestão”, declarou Vicentinho, sob reação da plateia que lotou o Centro de Convenções Vicentão, em Porto Nacional. “É falta de ficar dentro dos hospitais, de ouvir os servidores.” Realidade dos hospitais regionais O pré-candidato foi incisivo ao descrever o cenário que afirma encontrar na rede estadual de saúde. Segundo ele, a crise vai além do Hospital Geral de Palmas (HGP), unidade frequentemente citada nos debates sobre o setor. “Olha, a saúde do Tocantins não se resume ao HGP. Isso passa pelo agente comunitário de saúde, pelo motorista de ambulância, pelo técnico de enfermagem, pela enfermeira, pelo médico”, afirmou. Vicentinho relatou episódios que classificou como emblemáticos da má gestão, como a falta de energia elétrica no HGP por uma semana. “E a justificativa foi uma peça de um aparelho. Planejem, planejem”, ironizou. O deputado também criticou os custos operacionais de unidades públicas em comparação com hospitais privados. “Não posso ouvir de um médico amigo meu que o Dona Regina, em Palmas, gasta mais do que dois hospitais particulares fazendo muito menos procedimentos”, declarou. Compromissos para a área O parlamentar afirmou que, em um eventual governo, o secretário estadual da Saúde será alguém com experiência prática na rede pública. “O secretário de Saúde vai passar no mesmo corredor que o tocantinense passa para entender o que é ficar uma semana sem energia”, disse. Vicentinho também reforçou promessas apresentadas anteriormente pelo pré-candidato a vice-governador Amélio Cayres, como a ampliação de leitos de UTI nos hospitais regionais e a instalação de centros de hemodiálise no interior do estado, reduzindo o deslocamento de pacientes para tratamento. “Quero ver uma saúde que abrace, que acolha, que aqueça o tocantinense quando ele vai aos corredores dos nossos hospitais regionais”, concluiu.
Vicentinho Júnior critica saúde no Tocantins e garante mudanças: “Não é falta de dinheiro, é falta de gestão”
Eduardo Bolsonaro muda versão e admite que aplicou R$ 350 mil em filme
Vinícius Schmidt/Metrópoles Em novo posicionamento, ex-deputado declarou ser produtor-executivo e admitiu ter investido R$ 350 mil na cinebiografia de Jair Bolsonaro O ex-deputado Eduardo Bolsonaro mudou sua versão sobre a participação no filme Dark Horse (Cavalo Negro) cinebiografia de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O político admitiu ter assinado um contrato com poderes de gestão financeira sobre a obra e também afirmou ter investido R$ 350 mil no longa. O valor, segundo ele, seria proveniente da receita obtida com a venda de um curso, e que posteriormente recebeu de volta essa quantia. Eduardo afirmou que o aporte foi feito para garantir um contrato com o diretor de Hollywood Cyrus Nowrasteh, para que este pudesse elaborar o roteiro e iniciar o projeto. Eduardo Bolsonaro, no entanto, não esclareceu como e quem a pagou a restituição dos valores inicialmente destinados ao projeto. “Próximo ao final do contrato e diante da possibilidade de perder o diretor, surgiu a oportunidade de atrair um grande investidor, que posteriormente se consolidou em um grupo de investidores”, afirmou o ex-deputado nas redes sociais, sexta-feira (15/5). A nova declaração ocorreu menos de 24 horas depois do próprio político afirmar que não exerceu qualquer posição de gestão no filme e que apenas cedeu seus direitos de imagem. “Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo, apenas cedi meus direitos de imagem”, declarou Eduardo Bolsonaro em nota nas redes sociais, omitindo que foi produtor-executivo e que investiu dinheiro no filme. Investimento milionárioSegundo revelou o site The Intercept Brasil, o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) pediu R$ 134 milhões para financiar o filme de Jair Bolsonaro. Desse montante, R$ 61 milhões teriam sido efetivamente pagos por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A produtora do longa-metragem, batizado de Dark Horse, e o deputado Mario Frias (PL-SP), roteirista da obra, disseram que não tiveram acesso à verba do banqueiro. Por meio da Entre Investimentos, Vorcaro repassou R$ 61 milhões para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas, nos Estados Unidos, e controlado por aliados de Eduardo Bolsonaro.
CPMI do Dark Horse é protocolada no Congresso
Bolsonaro – Foto: Reprodução A investigação busca apurar o uso de dinheiro de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e possíveis emendas parlamentares no financiamento da produção Uma CPMI – Comissão Parlamentar Mista de Inquérito – foi protocolada no Congresso Nacional, em Brasília (DF), relacionada à produção do filme Dark Horse – Cavalo Preto – sobre Jair Messias Bolsonaro. O deputado Rogério Correia (PT‑MG) protocolou requerimento para criar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar o financiamento do filme sobre o ex-presidente. A investigação busca apurar o uso de dinheiro de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e possíveis emendas parlamentares no financiamento da produção. Reportagem do The Intercept Brasil mostrou gravações em que Flávio Bolsonaro teria solicitado mais de R$ 61 milhões ao dono do Banco Master para o filme, em contradição com a versão da produtora GOUP Entertainment. A comissão terá 15 deputados e 15 senadores, prazo de 180 dias e orçamento de R$ 200 mil. O caso já é alvo de investigação no STF por supostos repasses irregulares. Cavalo Preto terá CPMIPara instalação da CPMI, são exigidas quatro fases: recolhimento de assinaturas (171 deputados e 27 senadores), protocolo e leitura em plenário, definição da composição proporcional e indicação dos membros. O requerimento enfatiza que não se trata de censura artística, mas sim de investigar a origem dos recursos, a regularidade dos aportes e possíveis usos políticos irregulares do filme como propaganda eleitoral disfarçada. O deputado questiona o valor real do filme (estimado em R$ 134 milhões), o envolvimento de parlamentares e se houve lavagem de dinheiro, cobrando que Flávio Bolsonaro assine a CPMI para provar transparência. “Está protocolada a CPMI, Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, para investigar o filme da vida de Jair Bolsonaro. Está na mesa do Congresso Nacional. Eu quero ver se Flávio Bolsonaro vai assinar. Ele que disse que foi tudo normal, que não há nenhum rolo, nenhum problema. Assine a CPMI e vamos investigar. Porque, realmente, debaixo desse angu, tem muito queijo”, comentou Correia.
Daniel Vilela participa da 23ª Cavalgada Ecológica de Córrego do Ouro
Daniel Vilela durante a 23ª Cavalgada Ecológica de Córrego do Ouro, na região Oeste de Goiás – Fotos: Romullo Carvalho Além da valorização cultural e ambiental, evento fortalece tradições sertanejas e movimenta o turismo e economia da região O governador Daniel Vilela participou, na tarde de sábado (16/5), da 23ª Cavalgada Ecológica de Córrego do Ouro, um dos eventos culturais mais tradicionais da região Oeste de Goiás. A festa reuniu milhares de participantes em um desfile que percorreu o trajeto entre o trevo da GO-324 e o município, valorizando a cultura sertaneja, promovendo a conscientização ambiental e impulsionando o turismo local. Fotos: Romullo Carvalho Durante o percurso, Daniel destacou a grandiosidade da cavalgada e seu papel na preservação da cultura do interior goiano. “Eu ouvia falar muito da cavalgada de Córrego do Ouro, mas confesso que ela é ainda maior do que imaginava. É uma festa maravilhosa, que resgata a nossa cultura e fortalece também o debate ambiental e ecológico, algo que sempre fez parte da realidade dos produtores rurais. O Governo de Goiás tem orgulho de apoiar esse evento tão tradicional”, afirmou. Fotos: Romullo Carvalho Criada há mais de duas décadas, a Cavalgada Ecológica se consolidou como uma das principais manifestações culturais do município, reunindo cavaleiros, amazonas e comitivas de diversas regiões do estado. A edição deste ano contou com cerca de duas mil pessoas e teve como objetivo fortalecer os vínculos culturais da zona rural e incentivar a preservação das belezas naturais da região. O prefeito de Córrego do Ouro Danilo Contador, ressaltou a importância da presença do governador e da parceria com o Governo de Goiás para a realização da festa. “Em 23 edições da cavalgada, é a primeira vez que um governador participa conosco. O apoio do Governo de Goiás, por meio da Secretaria da Retomada, tem sido fundamental para a estrutura e realização dessa festa, que já é considerada a maior cavalgada do estado e uma das maiores do Centro-Oeste brasileiro”, destacou. Fotos: Romullo Carvalho A programação do evento, iniciado na última quinta-feira (14/5), inclui apresentações culturais, shows e encontros de comitivas. O encerramento ocorre neste domingo (17/5), com a escolha da rainha da cavalgada. Além de preservar as tradições sertanejas, a festa movimenta a economia local, com aumento no fluxo de visitantes e fortalecimento do comércio e do setor de serviços do município.
Mais um prefeito da base de Dorinha reforça aliança PSDB/MDB: “Apoio que nasce da confiança e do compromisso com o Estado”, comemora Vicentinho Júnior
Fotos Imagens: Assessoria de comunicação de Vicentinho Júnior, pré-candidato a governador do Tocantins “Agradecemos por unir forças conosco. Gestor experiente, com dois mandatos e bons serviços prestados ao município. Temos em comum o objetivo: melhorar a vida das pessoas”, salientou Vicentinho Júnior “Mais importante que os lados políticos é a união em favor do desenvolvimento do Estado.” Desta forma, o pré-candidato ao governo do Tocantins pelo PSDB, Vicentinho Júnior, celebrou a adesão de David Bento, prefeito de Filadelfia (TO) à aliança PSDB/MDB. Em seu segundo mandato, Bento é do PP, da base aliada do grupo adversário, que tem como pré-candidata Dorinha Seabra. “Agradecemos por unir forças conosco. Gestor experiente, com dois mandatos e bons serviços prestados ao município. Temos em comum o objetivo: melhorar a vida das pessoas”, salientou Vicentinho Júnior. O anúncio foi feito nesse sábado, dia 16, durante agenda na região norte do Estado. Acompanhavam Vicentinho na agenda o pré-candidato ao Senado Alexandre Guimarães e o deputado estadual Jorge Frederico, entre outras lideranças. Reconhecimento Para o pré-candidato, o reconhecimento ao trabalho sério e propostas aproxima lideranças, independentemente de alinhamentos partidários. “O apoio de importantes lideranças desde o início da caminhada demonstra credibilidade nos nomes de Amélio [Cayres, pré-candidato a vice-governador], de Alexandre, do meu e dos demais homens e mulheres que formam nossas chapas proporcionais. Além do diálogo franco e compromisso com as lideranças e a população.” Capacidade de agregar Vicentinho comentou ainda que quando há convergência de ideias e projetos as diferenças partidárias ficam em segundo plano. “A união de lideranças mostra que o projeto político tem capacidade de agregar e construir soluções”, finalizou.
Solteira, Ana Castela faz piada com desilusão amorosa
“O que mata é o amor… a bebida só dá ressaca (que é quase a mesma coisa)”, escreveu Ana nos stories do Instagram A cantora Ana Castela, 22, fez uma piada sobre desilusão amorosa enquanto bebia com os familiares na noite da última terça-feira (12/5). “O que mata é o amor… a bebida só dá ressaca (que é quase a mesma coisa)”, escreveu Ana nos stories do Instagram. Em abril, a Boiadeira abriu o jogo sobre possível futuro ao lado de Zé Felipe, 27, com quem anunciou término do relacionamento em dezembro do ano passado. “[O futuro] a Deus pertence e a mim também, não é mesmo? Pois é, mas já criamos essa relação de amizade, não tem mais nada, e vai continuar dessa forma”, esclareceu a Boiadeira em entrevista ao Fofocalizando. Na última semana, um momento de Zé Felipe em show também viralizou nas redes sociais, após ele revelar que foi bloqueado.
Adriane Galisteu recebe revelação espiritual após morte de Senna: ‘Já foram’
Ayrton Senna e Adriane Galisteu – Reprodução/Instagram Em entrevista para a “Caras”, Isabel Fogaça revelou que o destino de ambos já estava entrelaçado e mesmo com a morte de Ayrton, eles ainda mantêm uma ligação espiritual Adriane Galisteu recebeu uma revelação espiritual feita por taróloga envolvendo o piloto falecido Ayrton Senna. O casal ficou junto por cerca de um ano e meio, quando o brasileiro sofreu um acidente que causou luto nacional e internacional. Em entrevista para a “Caras”, Isabel Fogaça revelou que o destino de ambos já estava entrelaçado e mesmo com a morte de Ayrton, eles ainda mantêm uma ligação espiritual. “O propósito espiritual dos dois juntos foi um propósito de vidas passadas. Eu não digo isso de forma romântica, pois eles não eram almas gêmeas, mas eu sinto que eram almas compatíveis que já cumpriram muitos propósitos juntos, já foram familiares, já foram amigos, já foram namorados e tiveram uma criança entre eles em vidas passadas”, revelou Galisteu. Acidente com o filhoA apresentadora de “A Fazenda”, Adriane Galisteu, usou o seu perfil no Instagram para atualizar o estado de saúde do filho, Alexandre Lódice, após o jovem sofrer uma fratura e precisar iniciar tratamento para se recuperar.
Daniel Vilela oficializa cinco mil novas filiações ao MDB em Goiânia
Daniel Vilela e Haroldo Naves em evento na sede do Diretório do MDB em Goiânia – fotos / Imagens: Secom / Governo de Goiás “As filiações são fruto do entendimento dessas pessoas de que nossa candidatura representa o futuro do estado. A sequência do trabalho do governador Ronaldo Caiado altamente aprovada pelos goianos”, acrescentou Daniel Vilela. Vários Prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças de diferentes regiões do estado participaram nesta sexta-feira (15/05), às 17 horas, em Goiânia, do ato de filiação de 5 mil novos integrantes ao MDB de Goiás, com a presença do governador Daniel Vilela. O evento foi realizado no diretório estadual do partido, no Setor Aeroporto. Filiações Foram recebidos no MDB os prefeitos: Ulisses Alves de Brito (Santa Rosa de Goiás), Fernando Araújo (Itaguaru), Lorena Neri (Taquaral de Goiás), Job Martins de Deus (Santa Bárbara de Goiás), Dr. Dásio (Amaralina), Esmeraldo Guimarães (Campestre de Goiás) e Neguinho da Areia (Baliza), que deixaram o PDT. Já Eduardo Niqturbo (Niquelândia), Dr. Victor (Santa Fé de Goiás), José Ribeiro Araújo (Nova Iguaçu) saíram do Novo, PL e PP, respectivamente. “A gente está chegando no MDB para somar. Temos tudo para evoluir, avançar no estado com o prosseguimento do nosso governador Daniel Vilela”, comentou o prefeito de Niquelândia. Os novos nomes reforçam as bases municipais da legenda em todas as regiões de Goiás. “Estou muito feliz de receber esses prefeitos, novos filiados. Vislumbro um futuro bastante positivo, um MDB revigorado, principalmente com uma base política composta por outros partidos, que é preciso também ser levado em consideração. São quadros importantes que, todos juntos, fazem e farão o futuro de sucesso na gestão pública do nosso estado”, salientou o pré-candidato à reeleição. “As filiações são fruto do entendimento dessas pessoas de que nossa candidatura representa o futuro do estado. A sequência do trabalho do governador Ronaldo Caiado altamente aprovada pelos goianos”, acrescentou Daniel Vilela. Daniel Vilela e Haroldo Naves em evento na sede do Diretório do MDB em Goiânia – fotos / Imagens: Secom / Governo de Goiás Força e tradição O presidente estadual do MDB, Haroldo Naves, reforçou que o crescimento mostra a vitalidade do partido, o mais longevo do país e que, fundado em 1966, continua ganhando capilaridade. “É o único partido no estado e um dos poucos do Brasil que dá conta de filiar 5 mil pessoas num dia, só mostra que tem credibilidade”, destacou. “O legado do MDB, o legado de Iris, de Maguito, de Daniel e de Caiado mostra que a população entende que Goiás não pode parar, tem que continuar crescendo”, defendeu, ao acrescentar que Daniel representa essa continuidade. “Estamos no caminho certo”, disse. O secretário-geral da legenda e ex-conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Paulo Ortegal, reforçou as raízes do partido de atuação com equilíbrio, moderação, pluralismo e respeito. “O MDB é do meio do povo, é das campanhas políticas e eu acho que nós vamos fazer uma campanha saudável e vamos conduzir o Daniel por mais quatro anos de governo”, afirmou. Ortegal foi braço direito de Iris Rezende em seus últimos mandatos e integrou a articulação para que o MDB compusesse a gestão do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD).
Simone Mendes revela intimidade e entrega: “Tenho outras prioridades”
A cantora Simone Mendes fez revelação sobre sua vida pessoal – Imagem/Reprodução/Instagram A dona da música mais ouvida na atualidade se chama Simone Mendes. A cantora segue em alta com a carreira solo e gravou mais um DVD, agora no Maranhão. Em conversa com o portal G1, a famosa revelou o motivo de ter dado um tempo das redes sociais depois de estar muito mais presente. “Acho que era uma questão de ter mais tempo também. Na pandemia, estava todo mundo parado e decidi fazer algo nas redes sociais. Criei um canal no YouTube, gravava stories, mostrava muito minha vida. Hoje tenho outras prioridades”, afirmou a irmã de Simaria. Vale lembrar que Simone tem mais de 40 milhões de seguidores no Instagram e mais de 6 milhões em seu canal no Youtube, com mais de 2 bilhões de visualizações. Vida pessoal da cantora Simone MendesMãe de um casal, Henry de 11 anos e Zaya de 5 anos de idade, Simone Mendes, que completará 42 anos de idade no próximo dia 24, segue casada com o empresário Kaká Diniz com quem está 12 anos de forma oficial.
Contradições sobre contrato e financiamento de filme ampliam pressão sobre filhos de Bolsonaro
Na quinta-feira (14/5) em entrevista à GloboNews, Flávio acrescentou uma nova justificativa para não ter tratado do assunto anteriormente. Segundo ele, o contrato possuía cláusulas de confidencialidade As versões apresentadas por filhos e aliados de Jair Bolsonaro sobre o financiamento do filme Dark horse passaram a ser alvo de novos questionamentos e ampliaram a pressão política em torno da produção. As declarações divergentes sobre contratos, investidores e repasses financeiros levaram a Polícia Federal a aprofundar as investigações sobre a origem e o destino dos recursos utilizados no longa. Segundo reportagem publicada pelo jornal O Globo, a principal linha de apuração busca esclarecer se os valores enviados ao Havengate Development Fund LP, fundo sediado no Texas e ligado ao advogado de imigração de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), foram usados exclusivamente na produção do filme ou também ajudaram a custear despesas do ex-deputado nos Estados Unidos da América (EUA). A crise ganhou força após a divulgação de mensagens atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), nas quais ele cobrava repasses financeiros do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para a conclusão do longa. Desde então, aliados políticos, produtores e empresas relacionadas ao projeto passaram a apresentar explicações diferentes sobre os contratos firmados e a estrutura utilizada para operacionalizar os pagamentos. Inicialmente, Flávio negou ter pedido dinheiro a Vorcaro para o filme sobre a trajetória de seu pai e classificou a informação como “mentira”. Posteriormente, admitiu que buscou patrocínio privado e confirmou a existência de um contrato relacionado ao projeto. “Sim, tinha um contrato”, declarou o senador. Na quinta-feira (14/5) em entrevista à GloboNews, Flávio acrescentou uma nova justificativa para não ter tratado do assunto anteriormente. Segundo ele, o contrato possuía cláusulas de confidencialidade. Divergências sobre o contrato aumentam dúvidasUma das principais lacunas apontadas pelas investigações envolve justamente quem assinou o contrato mencionado por Flávio Bolsonaro e qual foi a estrutura jurídica usada para formalizar os investimentos. Enquanto o senador afirmou que Daniel Vorcaro “tinha um contrato” e deixou de pagar parcelas previstas para o filme, o deputado federal Mario Frias — que atua como produtor-executivo do longa — apresentou outra versão. Segundo Frias, o acordo não foi firmado diretamente com Vorcaro nem com o Banco Master, mas com a empresa Entre Investimentos, descrita por ele como uma “pessoa jurídica distinta”. As declarações conflitantes deixaram em aberto quem eram exatamente as partes envolvidas no contrato, quem autorizou os aportes e qual empresa recebeu oficialmente os recursos. PF tenta esclarecer destino dos recursosOutro ponto central da investigação envolve a efetiva transferência do dinheiro. Flávio Bolsonaro afirmou que Vorcaro realizou pagamentos em “parcelas” e disse que outros investidores precisaram completar posteriormente o financiamento do projeto. A produtora GoUp, responsável pelo longa, adotou uma linha diferente. A empresa sustenta que conversas e negociações não significam necessariamente que houve repasses financeiros efetivos e evita confirmar os valores que teriam sido aportados pelo banqueiro. As declarações entram em choque com a versão apresentada pelo publicitário Thiago Miranda, que afirmou ter intermediado negociações ligadas ao filme e relatou que Mario Frias buscava investidores para concluir a produção. Reportagens já publicadas apontam a existência de documentos que indicariam transferências de cerca de R$ 61 milhões relacionadas ao projeto. Fundo no Texas virou peça central da apuraçãoAo explicar o caminho percorrido pelos recursos, Flávio Bolsonaro afirmou que os valores foram enviados ao Havengate Development Fund LP, fundo sediado no Texas e ligado ao advogado de Eduardo Bolsonaro. Segundo o senador, tratava-se de um fundo “exclusivo” para financiar o filme Dark horse. A Polícia Federal, entretanto, busca esclarecer se a estrutura também teria servido para custear despesas relacionadas à permanência de Eduardo Bolsonaro nos EUA. O ex-deputado nega que recursos do fundo tenham sido utilizados para gastos pessoais. As investigações ganharam novo impulso após a divulgação de documentos e relatos que apontariam Eduardo Bolsonaro como produtor-executivo do longa. Relação entre Flávio e Vorcaro passou a ser questionadaOutro aspecto que passou a chamar atenção dos investigadores envolve o grau de proximidade entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Desde a divulgação das primeiras mensagens, o senador afirmou que conheceu o banqueiro apenas em dezembro de 2024 e que o relacionamento entre ambos se restringia às negociações sobre o financiamento do filme. Na sexta-feira (15/5) porém, Flávio admitiu a possibilidade de surgirem novos registros de contato com o empresário. “Pode vazar novas conversas, pode vazar um videozinho mostrando o estúdio que eu posso ter enviado, algum encontro que eu possa ter tido com ele. Foi tudo exclusivamente para tratar somente do filme”, afirmou o senador em entrevista à CNN Brasil. Questionado sobre quantas vezes teria se encontrado com Vorcaro, Flávio respondeu que não saberia “precisar quantas vezes”, embora tenha afirmado que os encontros foram “poucos”. As novas declarações ampliaram dúvidas sobre a dimensão real da relação entre os dois e sobre até que ponto as tratativas ultrapassaram o financiamento do longa. STF abre nova frente de investigaçãoA crise ganhou ainda outra dimensão após o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar uma apuração preliminar sobre emendas parlamentares destinadas por deputados bolsonaristas a uma ONG ligada à sócia da produtora responsável pelo filme. Segundo informações do STF, deputados do PL destinaram R$ 2,6 milhões em emendas Pix, em 2024, à entidade presidida pela sócia da produtora envolvida no longa. Flávio Dino analisará se houve descumprimento das regras de transparência e rastreabilidade exigidas pelo Supremo para esse tipo de repasse. Embora a investigação não trate diretamente do financiamento privado ligado a Daniel Vorcaro, ela ampliou os questionamentos sobre a estrutura financeira utilizada na produção e sobre uma possível mistura entre recursos públicos e privados em entidades relacionadas ao projeto. Lista de investidores segue sob sigiloOs responsáveis pelo filme afirmam que Dark horse contava com mais de uma dezena de investidores privados. Até o momento, porém, não foi apresentada uma lista detalhada dos financiadores, dos valores investidos ou do modelo de prestação de contas utilizado na produção. O próprio Flávio Bolsonaro afirmou que gostaria que essa relação fosse divulgada. Enquanto as investigações avançam, a sucessão de














