Foto: Miguel Schincariol/AFP ” Não dá para fazer as coisas na base da pancada”, repreende Bolsonaro O ex-presidente Jair Bolsonaro deu uma bronca no pastor Silas Malafaia por atacar o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara. No último domingo (6/4), durante ato na Avenida Paulista, em São Paulo, o religioso afirmou que o parlamentar “envergonha o povo da Paraíba” por não se manifestar claramente sobre o projeto de lei da anistia. “Malafaia é duro com muita gente. O movimento em São Paulo, em grande parte, se deve a ele. Ele tem o seu comportamento, e eu, comparado ao Malafaia, sou bombeiro. Ele fica indignado com muita coisa”, afirmou Bolsonaro em entrevista ao podcast Direto de Brasília, da Folha de Pernambuco. Jair Bolsonaro – líder de extrema-direita – elogiou o aliado pastor Silas Malafaia pela mobilização pró-anistia, mas afirmou que ele não sabe como funcionam as negociações no Congresso Nacional. Para o ex-presidente, o pastor tenta buscar apoio ao texto “na base da pancada”. “Malafaia é bastante verdadeiro e objetivo, mas ele não sabe como funciona o Parlamento, com todo respeito. É um líder evangélico, cristão, psicólogo, mas não teve a vivência que eu tive de 28 anos de parlamento, dois como vereador e quatro na presidência. Não dá para fazer as coisas na base da pancada”, prosseguiu. Só que na presidência da República, Jair Bolsonaro não teve este comprtamento. Ele foi muito trucumento, agredia a imprensa, afrontava a justiça e chegou ao cúmulo do rídiculo de desafiar a ciência durante a crise na saúde provocada pelo Covid-19 – observam vários criticos e cientistas políticos.
Bolsonaro puxa a orelha de Malafaia: ‘Não dá para resolver na pancada”
Goiás deve colher safra recorde em 2025
Fotos: Wenderson Araujo Expansão da área plantada e ganho de produtividade impulsionam produção de cereais, leguminosas e oleaginosas em 19% no estado A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas em Goiás deve atingir 38,4 milhões de toneladas na safra de 2025, segundo estimativa divulgada quarta-feira (10/4) no Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O volume representa um crescimento de 19% em relação ao registrado em 2024, quando foi produzido pelo estado 32,3 milhões de toneladas, e gera uma perspectiva de maior produção já observada na série histórica da pesquisa. O resultado positivo é impulsionado por dois fatores principais: o aumento da área plantada e a melhora no rendimento médio das lavouras. A área colhida passou de 7,8 milhões de hectares em 2024, para 8,1 milhões de hectares em 2025, avanço de 3,7%. Já a produtividade média das principais culturas também apresenta tendência de alta, consolidando a perspectiva de uma safra robusta. Entre os destaques da estimativa estão os aumentos na produção de feijão primeira e terceira safras (21,9% e 8,3%, respectivamente), milho primeira e segunda safras (14,2% e 25,1%), soja (17,3%) e trigo (8,6%). Já o trigo teve recuo nas áreas plantadas, mas com investimento em tecnologias e manejos eficientes dos agricultores goianos, o levantamento mostra uma estimativa de aumento no rendimento médio do cereal de 25%. Além disso, todos os grãos mencionados apresentam expectativa de rendimento superior ao registrado na safra anterior. “É uma estimativa bastante positiva para Goiás, que confirma o bom desempenho do agro goiano e os resultados dos investimentos em tecnologia, gestão e infraestrutura no campo. Seguimos fortalecendo nossa produção com sustentabilidade e inovação”, avalia o secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leonardo Rezende. Para o secretário, o avanço nas estimativas consolida a vocação agrícola do estado e sua crescente participação no cenário nacional. “Goiás vem se destacando ano após ano no ranking de produção de grãos do país. Esse crescimento expressivo mostra a confiança do produtor, a força do nosso agro e o impacto direto na geração de renda e empregos em todo o estado”, conclui.
“Casa não cai do céu”: Vicentinho Júnior volta a cobrar responsabilidade e agilidade na aplicação dos recursos públicos
“Não aceito que coloquem no meu Tocantins a dúvida sobre um recurso. Não sou dono de construtora, de farmacêutica, não vendo asfalto, não vendo maquinário. O que trago para cá são as angústias dos gestores que represento”, pontuou Vicentinho Júnior Brasília, 10 de abril de 2025 – Durante a instalação da Comissão Mista de Orçamento (CMO) no Congresso Nacional, o deputado federal Vicentinho Júnior (PP-TO) fez um discurso contundente, reforçando a necessidade de coragem política e responsabilidade na destinação dos recursos públicos. Em sua fala, o parlamentar voltou a frisar uma de suas expressões mais recorrentes: “Casa não cai do céu”, agora ampliada com força simbólica para ilustrar a urgência das demandas da população. “Casa não cai do céu, asfalto não cai do céu, UBS não cai do céu, escola não cai do céu, creche não cai do céu, máquina não cai do céu, ponte não cai do céu, benefícios sociais não caem do céu”, declarou Vicentinho. “Mas se chegam no dia a dia de um tocantinense, de um brasileiro, é porque é aqui nessa comissão que ela é discutida, trabalhada com zelo”, completou. O deputado criticou duramente o atraso na liberação de recursos. Segundo ele, muitos prefeitos têm buscado os gabinetes em Brasília com demandas urgentes de saúde, infraestrutura e assistência social, mas se deparam com entraves burocráticos que impedem as soluções de chegarem na ponta. “Não aceito que coloquem no meu Tocantins a dúvida sobre um recurso. Não sou dono de construtora, de farmacêutica, não vendo asfalto, não vendo maquinário. O que trago para cá são as angústias dos gestores que represento”, pontuou. Durante a fala, Vicentinho ainda fez um apelo à responsabilidade do Governo Federal, para que contribua com agilidade nos trâmites que envolvem a liberação de verbas. Destacou que, mesmo com a disposição e o compromisso dos parlamentares em entregar o Orçamento de 2026 ainda neste ano, há um limite que depende da boa vontade do Executivo. “Foguete não dá ré. Se depender da vontade e da pressa desta comissão, nós vamos entregar. Mas para isso, é preciso que o Governo Federal também faça a sua parte”, afirmou, dirigindo-se ao presidente da Comissão. A fala do deputado foi encerrada com mais um chamado à ação: “Para ter vontade, antes tem que ter coragem. E coragem não vai faltar nessa comissão”, finalizou. Vicentinho Júnior segue como uma das vozes mais ativas na defesa dos municípios tocantinenses, cobrando celeridade e respeito ao pacto federativo, com foco nos resultados concretos para a população. Seu discurso foi bem recebido por parlamentares presentes, que reconheceram a firmeza e a coerência de sua atuação.
STF publica decisão que torna Bolsonaro (foto) e mais sete réus por golpe de Estado
A data para esse julgamento ainda não foi marcada O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta sexta-feira (11/4) a decisão tomada pela Primeira Turma, no fim de março, que tornou réus o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete denunciados por uma tentativa de golpe de Estado no fim de 2022.©STF. O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta sexta-feira (11) a decisão tomada pela Primeira Turma, no fim de março, que tornou réus o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete denunciados por uma tentativa de golpe de Estado no fim de 2022. Assim, a publicação do acórdão – nome dado às decisões tomadas em conjunto por um tribunal – marca o início formal da ação penal. Ou seja: agora, Bolsonaro e os outros sete são réus oficialmente no STF pelo caso. Agora, os advogados dos oito réus serão notificados e terão prazo para questionar ou contestar trechos do julgamento de março. Relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes pode decidir sozinho ou submeter essas perguntas à análise da Primeira Turma. Vencida essa etapa, começa a fase de instrução do julgamento. Neste momento, há coleta de provas, depoimento de testemunhas, interrogatórios e apresentação de novos argumentos da defesa. Com isso, ao fim de todo esse procedimento, Bolsonaro e os demais réus irão de fato a julgamento – e serão considerados culpados ou inocentes pelos crimes listados pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A data para esse julgamento ainda não foi marcada.
Datena (foto) dá bronca em repórter ao vivo e gera climão: ‘Depois você reclama”
Foto: Reprodução de vídeo / SBT Datena não gostou de ser corrigido ao vivo pela repórter Nicole Bonetti Datena causou uma gafe no programa Tá na Hora, que foi ao ar ao vivo nesta quinta, 10. Ele errou o nome da repórter Nicole Bonetti e, após ser corrigido por ela, disparou: “Por gentileza, Daniele [nome de outra repórter], quando você ouve o apresentador te chamar, depois você reclama”. “Fala primeiro a notícia que você tem que dar […] O mais importante é a notícia, o apresentador fica em segundo plano”. A repórter seguiu com a notícia após a “bronca” de Datena, mas teve o nome trocado por “Daniele” novamente. Em um vídeo exclusivo para o portal Leo Dias, o apresentador pediu desculpas: “Estava escrito na lauda um nome diferente do dela, e ela corrigiu. Você tem, por tendência, ler o que está escrito ali, porque são centenas de nomes ditos todos os dias”. “Não estou querendo tirar a minha responsabilidade, mas erros acontecem. Me desculpe, Nicole, você tem uma carreira brilhante pela frente”, completou. No Instagram, Nicole deixou uma nota agradecendo o carinho do público e disse que não imaginava tamanha repercussão. “Minha chateação foi nada perto de tanto apoio. Estou bem. Verdadeiramente em paz e muito grata por tantas pessoas terem entendido que, de fato, eu não sabia que ele estava falando comigo e por isso o corrigi pela segunda vez”, desabafou. Nas redes sociais, usuários debateram a questão: “O mais importante é saber tratar as pessoas com educação, Datena”, disse uma. “Os dois estão errados, você não deve nunca corrigir um superior ou colega em público, reclamasse depois no privado. E ele é grosso demais”, finalizou outro internauta.
Caiado anuncia devolução de R$ 31 milhões em ICMS cobrado sobre energia solar
Fotos: Rômullo Carvalho Estado vai restituir aos contribuintes o valor arrecadado de setembro a dezembro do ano passado; novas cobranças seguem suspensas por decisão judicial Após o Estado deixar de cobrar, em janeiro deste ano, o Imposto sobre Circulação de Bens e Serviços (ICMS), aplicado aos geradores de energia solar pelo uso da estrutura da rede de distribuição, o governador Ronaldo Caiado afirmou, nesta sexta-feira (11/4), que todo o valor anteriormente pago será restituído. A medida vai beneficiar 256.782 mil contribuintes com a devolução de R$ 31 milhões. “Não deixamos apenas de cobrar, estamos dando um passo a mais: a devolução do dinheiro. É uma diminuição da conta de energia do gerador, que pagou um valor a mais em dezembro. Ele terá esse crédito até que seja quitado 100% do valor”, explicou o governador. “Essa ação valoriza cada vez mais a utilização da energia fotovoltaica, fonte limpa de energia, que deve ser ampliada no dia a dia”, acrescentou. A medida vale ainda para os retroativos dos meses de novembro, outubro e setembro, cobrados junto com a conta de dezembro. O objetivo é evitar que esses geradores sejam penalizados com a cobrança excessiva de tributos e fortalecer o segmento. “Estamos atentos no sentido de, cada vez mais, construir um ambiente favorável para esses investimentos aqui no Estado”, disse o vice-governador Daniel Vilela ( foto acima). Desde dezembro de 2024, o governo vinha recolhendo o ICMS por força da Lei Federal nº 14.300/2022, conhecida como Marco Legal da Microgeração e Minigeração Distribuída, mecanismo que obrigava a cobrança. No entanto, uma ação judicial movida pelos partidos União Brasil e MDB resultou em uma liminar, no Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), garantindo a suspensão do imposto a partir deste ano. O argumento levado ao Judiciário é de que não há transação comercial na utilização da rede da concessionária, uma vez que a mesma é feita apenas para armazenamento da produção excedente. O secretário Geral de Governo (SGG), Adriano da Rocha Lima, informou que embora o Estado deixe de arrecadar, haverá compensação com o ganho para os produtores residenciais e empresariais, gerando emprego e renda no setor. Para o presidente da Frente Goiana de Geração Distribuída, João Felipe Prado, a iniciativa torna o Estado um exemplo no Brasil. “O Governo de Goiás escutou nossa reivindicação, com atendimento imediato. Para todo o setor, é uma ação muito importante e única, pois em nenhum outro Estado o governo teve tanta participação para suspender o tributo cobrado de forma indevida”, ressaltou. Diversos estados brasileiros realizam a cobrança do ICMS sobre a energia solar. A alíquota é aplicada sobre a Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD), equivalente ao custo do uso da rede de distribuição de energia, que inclui postes, transformadores e subestações. Regulada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), possui como agente arrecadador, em Goiás, a concessionária Equatorial. Crescimento Conforme informações da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Goiás conta hoje com 1.867,8 GW de potência instalada em sistemas solares fotovoltaicos, posicionando-se em sexto lugar no ranking nacional. Em 2022, o Estado era o sétimo do Brasil. Já Goiânia ocupa atualmente a quinta posição no país em produção de energia solar.
Esquema de manipulação de jogos movimentou R$ 11 milhões em vários estados
Foto: Divulgação/Polícia Civil Saiba como funcionava esquema. Grupo realizava apostas nas casas de apostas online, com a certeza do resultado combinado com os clubes O esquema de manipulação de jogos que movimentou R$ 11 milhões em vários estados era articulado por três núcleos de atuação: os financiadores (empresários e apostadores), os aliciadores e os profissionais do esporte (jogadores, técnicos e presidentes e outros), informou a Polícia Civil. O delegado responsável pela investigação Eduardo Gomes explicou que o aliciador que oferecia altos valores em dinheiro para cada clube que topasse a participar do esquema, informou a Polícia Civil. A polícia não divulgou os nomes suspeitos que integram o grupo investigado na operação e, por isso, o g1 não obteve um posicionamento da defesa até a última atualização desta reportagem. “Eles pegam os valores investidos pelos financiadores e com a certeza de que o resultado vai acontecer, realizam grandes apostas nas casas de apostas online, tendo um retorno até três vezes maior que o valor investido”, diz o delegado. Segundo o delegado, o aliciador ofereceu quantias elevadas para que o ex-presidente do clube de futebol, Goianésia, interferisse em partidas do próprio time no campeonato goiano, ou que conseguisse algum time goiano que disputasse a série D do campeonato brasileiro. Como esquema foi descoberto O esquema foi descoberto após um dos aliciadores tentar convencer o então presidente do Goianésia Esporte Clube, Marco Antônio Maia, a participar do esquema, sem saber que ele também era delegado. Marco informou ao g1 que os valores variavam de R$ 300 mil a R$ 500 mil por resultado de jogos do Goianésia em que ele conseguisse interferir. O ex-presidente do clube disse à reportagem que os valores variavam conforme a época e com quanto a organização criminosa conseguisse arrecadar. Além disso, haveria uma comissão caso o ex-presidente indicasse outros times para participar do esquema. Operação Operação da Polícia Civil de Goiás mira grupo suspeito de manipular resultados de jogos de futebol em seis estados Intitulada “Jogada Marcada”, a operação da Polícia Civil de Goiás foi deflagrada na manhã de quarta-feira (9/4) ao cumprir 16 ordens judiciais contra grupo suspeito de manipular resultados em partidas de futebol. Ao todo, foram expedidos nove mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão temporária. Entre os investigados, estão jogadores, treinadores e dirigentes de clubes. Um ex-jogador envolvido é considerado foragido, segundo a corporação. Entre os presos, a polícia revelou que está o ex-árbitro de futebol Dguerro Batista Xavier, preso em João Pessoa. Os outros presos são um ex-presidente de um clube que recebeu R$ 200 mil para participar do esquema, dois ex-jogadores e dois aliciadores. Um empresário de Goiás também está entre os alvos, mas a polícia não forneceu mais detalhes sobre ele até a última atualização desta reportagem para não comprometer as investigações. A operação foi realizada em diferentes estados, como Espírito Santo, Paraná, Maranhão, Ceará e Pernambuco. A operação é conduzida pelo Grupo Antirroubo a Banco (GAB), da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic).
Senador Eduardo Gomes articula com Governo do Tocantins projetos em tecnologia e meio ambiente
“Essa articulação entre o Senado, o Governo do Estado e os órgãos técnicos é essencial para que o Tocantins avance com projetos sólidos, modernos e sustentáveis. Nosso foco é garantir que a bancada atue de forma coesa em favor dos interesses do estado e da população”, afirmou o senador Eduardo Gomes. O vice-presidente do Senado e presidente do PL Tocantins, senador Eduardo Gomes, recebeu nesta quinta-feira (10/4) em seu gabinete, representantes do Governo do Tocantins para discutir a construção de uma pauta conjunta a ser apresentada à Bancada Federal. A reunião teve como foco a definição de projetos prioritários nas áreas de meio ambiente, inovação e tecnologia, fortalecendo o compromisso com o desenvolvimento sustentável e a modernização da gestão pública no estado. Participaram do encontro o presidente da Agência de Tecnologia da Informação (ATI), Hiram Gomes; o secretário da Secretaria Extraordinária de Representação em Brasília (SERB), Carlos Manzini Jr.; o presidente do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Cledson Lima; e o vice-presidente do órgão, José Aníbal. Durante a reunião, foram debatidas iniciativas estratégicas voltadas à sustentabilidade ambiental, à transformação digital dos serviços públicos e à ampliação do uso de tecnologias para otimizar a gestão governamental. As propostas serão apresentadas aos demais membros da Bancada Federal do Tocantins, com o objetivo de garantir apoio político e financeiro para sua execução. “Essa articulação entre o Senado, o Governo do Estado e os órgãos técnicos é essencial para que o Tocantins avance com projetos sólidos, modernos e sustentáveis. Nosso foco é garantir que a bancada atue de forma coesa em favor dos interesses do estado e da população”, afirmou o senador Eduardo Gomes.
Governo de Goiás entrega primeiras escrituras do programa Casas a Custo Zero
Fotos: Edgard Soares e Octacílio Queiroz Beneficiários de Palmelo e Orizona receberam documentos de posse sem custo; meta é alcançar 10 mil famílias até 2026 O Governo de Goiás iniciou, nesta quinta-feira (10/4), uma nova etapa do programa Para Ter Onde Morar – Casas a Custo Zero, com a entrega das primeiras 60 escrituras gratuitas a famílias beneficiadas em Palmelo e Orizona, sendo 30 em cada município. A ação marca a ampliação dos benefícios oferecidos pelo Estado, garantindo, além da casa própria sem custo, a documentação definitiva do imóvel, sem qualquer cobrança. A iniciativa é executada por meio do Goiás Social, da Agência Goiana de Habitação (Agehab) e da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra). Anteriormente, o custo com a obtenção da documentação de propriedade era das famílias. Coordenadora do Goiás Social, a primeira-dama Gracinha Caiado pontuou que a política habitacional está ampliando os benefícios aos contemplados. “Goiás é o único estado em que a casa é faixa zero, ou seja, sem custo algum para o beneficiário. Aquelas famílias que realmente precisam passam a ter acesso à sua casa própria e, agora, também às escrituras”, destacou. Presidente da Agehab, Alexandre Baldy ressaltou que a meta é entregar escrituras a todas as mais de 3,4 mil famílias já contempladas com moradias a custo zero em todo o estado. “No passado, as pessoas pagavam pela casa e ainda tinham que arcar com os custos da escritura. Agora, não. Além das casas sem qualquer boleto ou promissória, as escrituras também são entregues sem custo nenhum aos proprietários”, reforçou. O secretário de Infraestrutura, Adib Elias, acrescentou que a meta estabelecida pelo governador Ronaldo Caiado é alcançar 10 mil famílias contempladas com moradias dignas totalmente gratuitas até o fim de 2026. “Vamos intensificar parcerias e acelerar obras para alcançar esse objetivo. É um projeto social com alcance real e impacto direto na vida das pessoas”, afirmou. A entrega das primeiras escrituras emocionou moradores como Zélia Maria da Conceição, de 66 anos, beneficiária em Palmelo. Ela comemorou o fim da insegurança quanto à posse do imóvel. “Hoje é um dia muito importante para nós. Receber essa escritura é a consagração de um sonho. Agora ninguém pode me tirar da minha casinha. Estou feliz demais”, comemorou.
‘Não nos interessa redução de pena, mas anistia ampla, geral e irrestrita’, diz Bolsonaro
Foto: Guilherme Caetano / Estadão A declaração do ex-presidente foi dada durante um almoço fechado em evento organizado por um grupo de advogados de direita que critica a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Judiciário O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quinta-feira (10/4) que não está interessado na redução de penas dos presos do 8 de Janeiro, mas sim uma anistia “ampla, geral e irrestrita”. Bolsonaro disse ter havido um “ponto de inflexão” na articulação pela anistia com o voto do ministro Luiz Fux no julgamento que o tornou réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. Na sessão, Fux falou da possibilidade de as penas serem reduzidas. A declaração do ex-presidente foi dada durante um almoço fechado em evento organizado por um grupo de advogados de direita que critica a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Judiciário. “Agora, tivemos um ponto de inflexão. Enchendo a bola da minha esposa aqui, que falou muito bem na Paulista, dirigindo-se ao ministro Fux. Ali, no meu entender, foi uma fissura que apareceu. Um outro lado que parecia impossível. A modulação não nos interessa. Redução de penas não nos interessa. O que nos interessa, sim, é anistia ampla, geral e irrestrita”, afirmou Bolsonaro aos convidados. O comentário se referiu a uma cena na manifestação organizado por aliados de Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo, no último domingo, 6. Michelle discursou para mais de 40 mil pessoas que ministros do Supremo têm agido com injustiça ao definir as penas e pediu a Fux que não deixasse “mães” na cadeia. No almoço desta terça, Bolsonaro também afirmou que a bancada do PL “está muito próxima, talvez já tenhamos até alcançado”, o número mínimo de assinaturas para o requerimento de urgência para votar o projeto da anistia em plenário. O líder do partido, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ) deixou, no entanto, de divulgar os nomes da lista de apoiadores do projeto de anistia. Segundo Placar da Anistia do Estadão, há 200 deputados a favor da proposta. Mais cedo, ele se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para tratar do assunto. O ex-presidente também reafirmou que, se não tivesse fugido do País em 30 de dezembro de 2022 — o que impossibilitou que passasse a faixa para o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) —, ele teria sido preso ou até mesmo morto pela Polícia Federal. E aproveitou para mandar um recado para o STF. “Quando eu falo em ter 50% da Câmara e 50% do Senado que eu mudo o destino do Brasil, eu quero Senado forte não para perseguir, mas para que, caso necessário, ele possa fazer com que alguém ou outro Poder se rebaixe e se coloque em situação de igualdade com os demais. Somente com esse equilíbrio podemos ter certeza que atingiremos nossos objetivos”, declarou, referindo-se a um desejo para para o resultado das eleições de 2026. Além de Bolsonaro, o almoço teve discursos de aliados como a deputada federal Bia Kicis (PL-DF), do desembargador Sebastião Coelho, que defende o ex-assessor de Bolsonaro Filipe Martins perante o STF, o senador Magno Malta (PL-ES) e o ex-ministro do Turismo Gilson Machado (PL-PE). Houve ataques à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ao Judiciário e um clamor pela “resistência” perante o Supremo Tribunal Federal (STF).














