Marginal Botafogo durante a chuva desta quarta-feira (8/4) — Foto: Reprodução/TV Anhanguera Vento forte e enxurrada foram registrados em vários pontos da capital. A Marginal Botafogo foi fechada A chuva que caiu em Goiânia nesta quarta-feira (8/4) deixou carros ilhados, fechou a Marginal Botafogo e causou acidente. Vídeos gravados por motoristas mostram a enxurrada cobrindo as ruas também em outros pontos da capital. As imagens mostram a ventania que atingiu o terminal Hailé Pinheiro, no setor São José. O volume da chuva também deixou as ruas da região alagadas. No setor Cidade Jardim o trânsito ficou lento e com neblina. Ao longo do dia alertas da chuva chegaram nos celulares da população. Na região onde fica o acesso da Avenida Independência e da Avenida Goiás Norte com a marginal Botafogo, um dos sentidos foi interditado. O trânsito parou por causa das cancelas automáticas que impedem o fluxo de carros à medida que córrego Botafogo atinge um nível crítico. De acordo com Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas do Estado de Goiás (Cimehgo), algumas regiões de Goiânia registraram mais de 20 milímetros de volume de chuva. Veja abaixo os dados divulgados: Região Oeste – Eldorado: 27,4mmRegião Leste – Vila Pedroso: 25mmRegião Oeste – Vera Cruz: 23,6mmRegião Sul – Jardim América: 20,2mmRegião Sul – Jardim Botânico: 20mm AcidentesDe acordo com apuração da TV Anhanguera, um acidente grave foi registrado na Avenida Perimetral e envolveu um ônibus, um caminhão e um carro. Vídeos gravados por motoristas que passavam pelo local mostram o caminhão baú, um ônibus, uma carreta e um carro de passeio que ficou parado no canteiro central. O trânsito na região também ficou lento. Segundo o Corpo de Bombeiros, seis adolescentes que estavam no ônibus ficaram feridas no acidente e duas foram levadas para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol). Os nomes das vítimas não foram divulgados, por isso até a última atualização da matéria não foi possível atualizar o estado de saúde. À TV Anhanguera, a Polícia Militar (PMGO) informou que o motorista do caminhão fez o teste do bafômetro e foi confirmada a embriaguez. Ele foi algemado e levado para a delegacia. O nome do motorista não foi divulgado.
Chuva forte deixa carros ilhados e causa acidente em Goiânia
EUA e Irã declaram vitória após concordarem com trégua de duas semanas
Um estudante iraquiano segura um cartaz do aiatolá Mojtaba Khamenei, durante uma manifestação contra os EUA e Israel, em 7 de abril de 2026, em Bagdá – © Ahmad al Rubaye Os Estados Unidos da América (EUA) e o Irã declararam vitória nesta quarta-feira(8/4), após concordarem com um cessar-fogo de duas semanas que deverá permitir a reabertura do Estreito de Ormuz, mas que, segundo Israel, não se aplicará ao Líbano. “Uma vitória total e completa. 100%. Sem dúvida”, disse o presidente dos EUA, Donald Trump, à AFP por telefone, logo após o anúncio. Ele também afirmou que a questão do urânio iraniano, que os países ocidentais alegam poder ser usado para fabricar armas nucleares, seria “perfeitamente resolvida”. “O Irã alcançou uma grande vitória”, declarou o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, afirmando que “o inimigo sofreu uma derrota inegável, histórica e esmagadora”. As autoridades iranianas anunciaram negociações com representantes de Washington a partir de sexta-feira no Paquistão, que tem desempenhado um papel fundamental como mediador. Mas em Teerã, os iranianos têm dúvidas sobre o futuro. “Meus amigos mais próximos e eu estamos um pouco confusos. Para que serviu tudo isso? Atacaram instalações nucleares e de mísseis para ganhar tempo, mas, na realidade, nada mudou para o povo do Irã”, disse à AFP um corretor da bolsa de 30 anos. “A República Islâmica agora se sente vitoriosa, e não acho que isso dará muitas opções aos americanos nas negociações”, acrescentou. O conflito começou em 28 de fevereiro com a ofensiva conjunta israelense-americana contra o Irã, que, em seu primeiro dia, resultou no assassinato do líder supremo Ali Khamenei. No mesmo dia, Trump pediu a queda da República Islâmica, posição que posteriormente abandonou. Em 2 de março, o conflito se espalhou para o Líbano, onde o exército israelense luta contra o movimento pró-iraniano Hezbollah, apoiado por Teerã. O presidente americano exigiu que o acordo garantisse a abertura “total, imediata e segura” do Estreito de Ormuz, vital para o fornecimento global de hidrocarbonetos, e anunciou na Truth Social que as negociações estão “muito avançadas” para uma paz duradoura. Proposta O Irã propôs a Washington um plano de dez pontos para garantir a paz, que inclui o reconhecimento, por Washington, do programa de enriquecimento de urânio iraniano, além da suspensão de todas as sanções que têm prejudicado sua economia há anos. O documento, publicado pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional e divulgado pela mídia estatal, inclui “o princípio da não agressão, a manutenção do controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz, a aceitação do enriquecimento de urânio e a suspensão de todas as sanções primárias e secundárias”. “O Irã realizará negociações com os Estados Unidos em Islamabad, capital do Paquistão, por um período de duas semanas”, indicou o Conselho, especificando que “isso não significa o fim da guerra” e que esse período poderá ser prorrogado “por mútuo acordo entre as partes”. O ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, confirmou na rede X que os líderes iranianos concordaram em reabrir o Estreito de Ormuz “por um período de duas semanas” “se os ataques contra o Irã cessarem”. O anúncio do cessar-fogo ocorreu uma hora antes de expirar o último de uma série de ultimatos enviados por Trump ao Irã. Desta vez, Trump ameaçou erradicar “uma civilização inteira” caso Teerã não reagisse até a meia-noite GMT de quarta-feira. “Tenho o prazer de anunciar… um cessar-fogo imediato em todos os lugares, incluindo o Líbano e outros, COM EFEITO IMEDIATO”, disse o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, cujo país desempenhou um papel fundamental no acordo. Israel, contudo, negou pouco depois que o cessar-fogo também se aplicasse ao Líbano e, de fato, emitiu uma ordem de evacuação para vários bairros no sul de Beirute, reduto do movimento pró-Irã Hezbollah, com o qual está em guerra novamente desde 2 de março. Desde o início do conflito, pelo menos 1.500 pessoas morreram, segundo uma contagem das autoridades libanesas. Apesar de todos esses anúncios, algumas horas depois, duas pessoas ficaram feridas nesta quarta-feira no Bahrein por um drone iraniano, disseram as autoridades. O exército israelense informou que o Irã lançou três rajadas de mísseis em direção ao seu território logo após o anúncio de Trump. Israel “permanece em alerta máximo, pronto para responder a qualquer violação” do cessar-fogo, afirmou. Após o acordo, os preços do petróleo, tanto WTI quanto Brent, despencaram para menos de US$ 100 (R$ 516), depois de atingirem cerca de US$ 120 (R$ 619)no auge da crise. Na Ásia, as bolsas de valores de Tóquio (+5,4%) e Seul (+7%) fecharam com altas significativas. Apesar do otimismo do mercado, a IATA alertou que levará “meses” para normalizar o fornecimento de combustível e afirmou que um aumento nos preços das passagens aéreas é “inevitável”. No Iraque, onde grupos pró-Irã lançaram ataques contra interesses americanos no país desde o início da guerra, uma aliança de facções anunciou no Telegram a “suspensão de suas operações” por duas semanas.
Caiado minimiza conflito no PSD com apoio de Tarcísio a Flávio Bolsonaro em SP
Ronaldo Caiado (foto) no evento da APM em São Paulo – Foto: Instagram© Foto: Instagram O pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, minimizou a possibilidade de divisão de palanque eleitoral com o pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro, em São Paulo. Nesta terça-feira (7/4), Caiado participou de um evento com prefeitos paulistas no Anhembi, localizado na zona norte de São Paulo. No estado, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) apoia Flávio e tem o partido de Caiado como aliado. “O PSD integra a base do governador Tarcísio de Freitas. Não há dificuldade alguma. Não existe monopólio em uma candidatura. Cada candidato saberá quem realmente consegue mais votos e apoios. Agora, Tarcísio de Freitas é um ponto de convergência, um ponto de concórdia. Não tenho nada contra. Meu presidente, Gilberto Kassab, já declarou apoio a ele e a todos os prefeitos. E eu sou candidato do PSD”. O ex-governador de Goiás também mencionou que não escolhe adversários, mas que vencerá o presidente Lula em um possível segundo turno: “Não sou um candidato de ofensas, não sou um candidato de likes, não sou um candidato de polarização, sou um candidato de entrega, sou um político de resultado. Tenho apenas uma certeza, irei para o segundo turno, e vencerei Lula para governar o Brasil”, afirmou. Caiado ainda ressaltou que a escolha do vice será feita após a realização de pesquisas internas que já foram solicitadas pelo PSD e que, no momento, a campanha ainda está sendo organizada com uma agenda de viagens. O pré-candidato deve visitar Brasília e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, ainda esta semana.
“Uma guerra onde todos perdem”, diz Zé Dirceu sobre agressões dos EUA ao Irã
José Dirceu – Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil Ex-ministro diz que o Oriente Médio, a economia mundial e as democracias são vítimas da guerra A avaliação de que “uma guerra onde todos perdem” se desenha no cenário internacional foi feita pelo ex-ministro José Dirceu ao comentar a escalada de tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Segundo ele, o Oriente Médio, a economia mundial e as democracias figuram como principais vítimas do conflito, em meio ao agravamento das hostilidades e aos impactos globais no setor energético. A análise foi publicada por Dirceu em suas redes sociais nesta terça-feira (7/4), em uma postagem na qual o ex-ministro também abordou os reflexos da crise para o Brasil. “O ultimato de Trump ao Irã e a rejeição do cessar-fogo deixam o mundo em alerta sobre uma guerra onde todos perdem. O Oriente Médio, submetido a ciclos intermináveis de tensão; a economia mundial, sujeita a choques recorrentes; e as democracias, fragilizadas por um ambiente global cada vez mais hostil às normas”, afirmou. O comentário ocorre em meio ao avanço da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, que chega ao 39º dia com intensificação dos ataques e aumento das ameaças envolvendo o Estreito de Ormuz, ponto estratégico para o comércio global de petróleo. A escalada inclui bombardeios a alvos em território iraniano, como aeroportos, universidades e instalações petrolíferas, além de declarações cada vez mais duras por parte das lideranças envolvidas. O presidente dos Estados Unidos da América (EUA) Donald Trump, elevou o tom ao ameaçar a “demolição completa” da infraestrutura estratégica iraniana caso o país não reabra o Estreito de Ormuz dentro do prazo estipulado. Apesar de reconhecer que a resposta iraniana a uma proposta de cessar-fogo foi “significativa”, classificou-a como “insuficiente”. Em reação, autoridades militares iranianas descreveram as ameaças como “delirantes” e associaram a postura norte-americana a um cenário de “vergonha e humilhação” na região. No campo econômico, os desdobramentos do conflito já impactam diretamente os preços da energia e pressionam governos ao redor do mundo. No Brasil, o tema também entrou na agenda do governo federal. Ainda na mesma postagem, Dirceu destacou medidas adotadas para mitigar os efeitos internos da crise. “O Governo federal apresentou um pacote de medidas para conter alta nos preços de combustíveis, reduzindo os efeitos internos e fortalecendo a soberania energética e a segurança do abastecimento no país, garantindo que a população brasileira continue sendo uma das menos afetadas pela crise geopolítica”, escreveu Dirceu. De acordo com o Ministério da Fazenda, cerca de R$ 31 bilhões já foram mobilizados em subsídios e desonerações tributárias com o objetivo de conter a alta dos combustíveis. O ministro Dario Durigan afirmou que o principal desafio é assegurar que esses benefícios cheguem ao consumidor final. Ao ser questionado sobre novas medidas, respondeu: “Ainda não”. Durigan também reforçou a orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de proteger a população brasileira dos efeitos do conflito internacional. “O presidente Lula nos deu uma diretriz, que é a diretriz de que uma guerra que não tem nada a ver com o Brasil, que a gente tem uma série de críticas a essa guerra, que ela não traga prejuízos à nossa população”, declarou. Com o agravamento das tensões no Oriente Médio e a instabilidade nos mercados globais, o cenário permanece incerto, enquanto lideranças políticas e econômicas buscam conter os impactos de uma crise que, como aponta Dirceu, tende a produzir perdas em múltiplas frentes.
Ibaneis falta a CPMI do crime organizado
O ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) Ibaneis Rocha (MDB) foi convocado dia 31/3 por meio de requerimento do relator da CPMI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), mas recebeu do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para não comparecer à reunião. A decisão foi publicada na última quinta-feira. O ex-governador falaria sobre as negociações do banco estatal do Distrito Federal, o BRB, para a compra do Banco Master. O negócio foi impedido pelo Banco Central que, em seguida, liquidou o Master e encaminhou as suspeitas de fraudes no sistema financeiro à Polícia Federal. Na abertura dos trabalhos, o presidente da CPMI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), criticou a forma como o STF vem se manifestando com relação aos trabalhos da CPMI. “Todos somos iguais perante a lei, independentemente de raça, cor, etnia, religião, origem, orientação sexual. Só que, no Brasil, uns são mais iguais que outros”, ciritcou o Senador. ” Quando é para agir de forma contundente contra pobre e preto, vale tudo. As leis funcionam, o Código de Processo Penal funciona, o Código Penal funciona, a Lei de Execução Penal funciona. Às vezes, no pobre, nem à segunda instância vai. É transitado e julgado em primeira instância. Agora, quando a gente tenta fazer a apuração de qualquer conduta que envolva crimes de colarinho branco, crimes de sonegação fiscal, crimes contra a ordem tributária, crimes de sonegação fiscal, corrupção ativa, corrupção passiva, peculato, crimes envolvendo agentes políticos, crimes envolvendo outros agentes de outros poderes, temos decisões” ressaltou. Decisão judicialEm sua fala, Contarato citou que vai se “curvar” à decisão judicial, “porque decisão judicial não se discute, se cumpre”, mas que a advocacia do Senado está recorrendo de todas as decisões que, na avaliação dele, vêm inviabilizando os trabalhos da comissão. “É essa a palavra que a população tem que saber”. A população tem que entender que a CPMI está tentando, e tentando com toda a isenção e responsabilidade, tanto da parte do relator quanto da minha parte, enquanto presidente, que a gente apure. Ninguém está acima da lei – disse, ao avaliar as decisões judiciais como “não razoáveis”. A gente aprova, numa CPMI, oitiva de testemunha e o Supremo vem e fala que a testemunha não é obrigada a comparecer. Convocação? Não é obrigada a comparecer. Transferência de sigilo? Não é obrigado. Ora, então não quer que se apure? Por que não quer que se apure? Isso que tem que ser questionado. Quem nada deve, nada teme”, concluiu o senador Fabiano Contarato (PT-ES)
Governo de Goiás realiza Feirão de Empregos com mais de 5 mil vagas
Entrevistas de emprego serão realizadas durante o feirão, na Central Mais Empregos, em Goiânia – Fotos: Retomada Evento promovido em Goiânia reúne empresas com entrevistas no local e oferece oportunidades para jovens e profissionais com diversos perfis e diferentes níveis de experiência O Governo de Goiás promove, nesta quarta-feira e quinta-feira (8 e 9/4), mais uma edição do Feirão de Empregos, com mais de 5 mil oportunidades abertas em Goiânia e na Região Metropolitana. O atendimento será das 8h às 17 horas, na Central Mais Empregos, onde empresas realizarão entrevistas com os candidatos durante o evento. O feirão reúne vagas em diferentes áreas, como hotelaria, saúde, educação, varejo, serviços empresariais, logística e atendimento. Também haverá oferta de oportunidades de estágio. As vagas são destinadas a profissionais com e sem experiência, ampliando as chances para diferentes perfis. Há oportunidades para recepcionista de hotel (com inglês intermediário a avançado), técnico em análises clínicas, analista contábil, gerente de vendas, gerente de compras, analista de e-commerce, recepcionista de laboratório, operador de eventos, mensageiro, camareira, auxiliar de cozinha, auxiliar de limpeza, além de vagas de aprendiz para consultor de vendas e auxiliar administrativo, entre outras. Fotos: Retomada A iniciativa tem como objetivo agilizar processos seletivos e aproximar empregadores e trabalhadores. As empresas oferecem salário fixo, definido durante a entrevista, além de benefícios como vale-alimentação e assistência médica e odontológica. Para estágio, o feirão disponibiliza mais de 400 vagas a estudantes do ensino médio e dos cursos de Engenharia Civil, Administração, Pedagogia, Ciências Contábeis, Marketing, Relações Públicas, Direito, Farmácia e Educação Física. O secretário da Retomada, César Moura, explica que os feirões são importantes tanto para o trabalhador que procura uma oportunidade como também para a empresa que precisa preencher a vaga. “Nossa missão é destravar esse processo de contratação e contribuir com o crescimento econômico do nosso estado, porque as empresas precisam do trabalhador para aumentar a oferta de vendas e serviços”, destaca. Para participar, os interessados devem comparecer ao local portando documento pessoal com foto e comprovante de endereço. A orientação é chegar cedo para estar entre as primeiras entrevistas. Serviço Assunto: Governo de Goiás realiza Feirão de Empregos Quando: 8 e 9 de abril (quarta e quinta-feira) Horário: das 8h às 17 horas Onde: Central Mais Empregos – Avenida Araguaia, esquina com a Rua 15, Centro, Goiânia (GO)
Preço do petróleo despenca nos EUA após recuo de Trump na guerra do Irã
Divulgação Mudança de postura de Donald Trump reduz tensões no setor de combustíveis e derruba as cotações do barril de petróleo nos EUA O preço do petróleo Brent despencou mais de 10% nesta terça-feira (7/4), após o presidente dos Estados Unidos da América (EUA) Donald Trump, interromper os ataques contra o Irã por duas semanas. No mercado internacional, a cotação está em US$ 93 por barril na cotação mais recente, após registrar US$ 109 no começo da manhã. Na última segunda (6/4), a commodity fechou em US$ 103,43. Já o petróleo tipo West Texas Intermediate (WTI) caiu para pouco mais de US$ 96 por barril, também na cotação mais recente, após o anúncio de Trump. Desde o fim de fevereiro, o conflito entre EUA e Irã provocou forte instabilidade no mercado global de energia, sobretudo porque o Irã chegou a bloquear o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial, reduzindo a oferta e elevando os preços. A queda ocorre com a perspectiva de redução das tensões e de normalização da oferta após o recuo de Trump. “Concordo em suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas”, anunciou ele pelas redes sociais. De acordo com o republicano, a decisão de adiar a ofensiva está “condicionada à concordância da República Islâmica do Irã com a abertura completa, imediata e segura do Estreito de Ormuz”.
Caiado se muda para SP, mira eleitor indeciso e busca vice que torne chapa mais competitiva
“Estou morando na casa das minhas filhas”, afirmou Caiado à GloboNews nesta terça (7/4), durante evento na capital paulista Após renunciar ao governo de Goiás para concorrer à presidência, Ronaldo Caiado (PSD) mudou-se para São Paulo. “Estou morando na casa das minhas filhas”, afirmou à GloboNews nesta terça (7/4), durante evento na capital paulista. São Paulo, maior colégio eleitoral do país, deve ser a principal base de Caiado durante as eleições. Entre os motivos, segundo um aliado, a facilidade de deslocamento para outras cidades e estados e o fato de abrigar a sede de seu partido. Também deve passar parte do tempo em Brasília. Caiado confirmou a candidatura à presidência no dia 30 de março, em evento na sede do partido com aliados. Ocorreu dias após a filiação ao partido, no dia 14 de março, na cidade de Jaraguá, em Goiás. Nesta etapa inicial da corrida eleitoral, a estratégia da campanha será apresentar Caiado aos eleitores que ainda o desconhecem, focando a sua experiência na política e no governo estadual. Querem atrair o que chamam de eleitor “desiludido” e não polarizado, que votaria em Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL) por falta de opção ou rejeição a um dos dois. Colocar-se como uma alternativa à polarização tem sido um dos focos de Caiado. Durante discurso em que anunciou a candidatura, afirmou que a polarização representa um atraso inimaginável e que uma das formas de quebrá-la será oferecendo uma anistia ampla, geral e irrestrita aos envolvidos na tentativa de golpe de 8 de janeiro — seu primeiro ato caso seja eleito, prometeu. Para sustentar o argumento de que não é radical, deve se valer da boa taxa de aprovação no governo estadual: 88%, segundo a Quaest. A estratégia é afirmar que não seria possível alcançá-la se não fosse aberto ao diálogo. O candidato a vice segue em aberto. Questionado sobre qual seria a característica que não poderia faltar no escolhido ou escolhida, Caiado disse que precisa ser alguém que agregue votos. Um aliado defende que seja alguém que ajude com mais tempo de propaganda de TV. O tempo dependerá do arco de alianças a ser formado. Tarefa que será desafiadora, já que o campo da direita conta também com a candidatura de Flávio Bolsonaro. Em maio, serão veiculadas inserções do PSD na televisão. Caiado tem repetido que está pronto para jogar o jogo e tem se mostrado otimista com a disputa. É a segunda vez que entra na disputa para a presidência — a primeira foi em 1989. De acordo com a última pesquisa Quaest, divulgada em março, quando ainda não havia confirmado a candidatura à presidência, Caiado tem 4% das intenções de voto no primeiro turno. No segundo, tem 32% contra 44% de Lula.
Se Caiado tiver 15% dos votos ‘está ótimo’, diz Kassab
Durante participação em painel do 12º Fórum Anual de Investimentos do banco Bradesco BBI, Kassab também destacou é muito importante para o País que tenha a alternativa de votar em Caiado, “nem que fosse para perder” – Foto: Reprodução/PSD Brasil via Youtube “Vão falar: ‘mas não vai para o segundo turno’. Bom, mas se não for para o segundo turno – e eu acho que pode ir e se tiver 15%, ótimo – são 15% com os quais nós vamos chamar alguém, porque essa alternativa é séria, e dizer: ‘olha, nós vamos apoiar porque nós queremos isso, isso, isso’”. Caiado foi escolhido como pré-candidato do PSD após disputar a indicação com os governadores do Paraná, Ratinho Júnior, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Em declarações recentes, Kassab afirma que seu candidato será “a melhor via” da disputa. Ao anunciar a pré-candidatura, o goiano destacou que seu primeiro ato será conceder anistia aos condenados por atos golpistas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “O propósito de quem está com a candidatura do Caiado é, efetivamente, melhorar o País. Não tem nenhuma vaidade”, continuou Kassab. “O voto do Lula e o voto do Bolsonaro têm uma rejeição muito grande. Ambas as candidaturas têm rejeição maior que 40%, é algo muito expressivo.” O presidente do PSD salientou que há um prazo de três meses para Caiado alcançar 10% e avaliou que o desafio é chegar ao fim de junho com esse patamar. Disse ainda que uma candidatura consolidada em 10% no início de julho, quando ocorrem as convenções e a campanha pode efetivamente começar, é um objetivo a ser perseguido e considerado, por ele, factível. “O voto do Lula não é um voto consolidado. Dos 40% e poucos que ele tem, metade é fluido. E do Flávio Bolsonaro é a mesma coisa”, disse Kassab. “Então, como há muita fluidez no apoio deles, é possível, sim. Acho que é uma esperança.” Caiado foi escolhido como pré-candidato por ter mais chances de chegar no segundo turno, diz Kassab. Ele disse acreditar que a carga tributária do País já figurava entre as mais altas do mundo e avaliou que agora de fato se consolidou nesse patamar, com uma perspectiva considerada muito ruim. Defendeu a realização de uma reforma administrativa para reduzir o tamanho do Estado e ampliar privatizações, de modo a liberar recursos sem elevar a carga tributária, com foco em investimentos em infraestrutura e melhorias em saúde e educação, além de um Estado mais enxuto e eficiente. Por fim, criticou novamente o PT, dizendo que o partido promove um Estado cada vez mais “gordo” e arrecadatório, o que classificou como prejudicial ao País.
Daniel Vilela lidera disputa pelo governo de Goiás, aponta Paraná Pesquisas
Daniel Vilela – Foto: Reprodução/X/@DanielVilela15 Pesquisa do Paraná Pesquisas mostra Daniel Vilela na liderança para o governo de Goiás e alta aprovação de Ronaldo Caiado, com 84,7% A mais recente sondagem eleitoral indica que Daniel Vilela (MDB) aparece na liderança na corrida pelo governo de Goiás em 2026, segundo levantamento que também avaliou a gestão do ex-governador Ronaldo Caiado, cuja aprovação alcança 84,7%. Os dados são de pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, realizada entre os dias 1º e 3 de abril de 2026 com 1.310 eleitores em 60 municípios do estado, com margem de erro de aproximadamente 2,8 pontos percentuais e nível de confiança de 95% Liderança consolidada em cenários estimuladosNo principal cenário estimulado, Daniel Vilela registra 43,4% das intenções de voto, mantendo vantagem sobre Marconi Perillo, que aparece com 24,4%. Wilder Morais soma 11,5%, enquanto Adriana Accorsi tem 9,2%. Outros nomes apresentam percentuais residuais Em um cenário alternativo, sem a presença de alguns adversários, Vilela amplia ainda mais a liderança, chegando a 54% das intenções de voto. Nesse caso, Wilder Morais aparece com 15,9% e Adriana Accorsi com 14,3% Já em outra simulação, com a inclusão de Marconi Perillo, Vilela mantém a dianteira com 46,6%, seguido por Perillo, que atinge 26,9%. Wilder Morais aparece com 11,6% Crescimento em relação a 2025A comparação com levantamento anterior, realizado em dezembro de 2025, mostra avanço de Daniel Vilela. No cenário principal, ele passou de 39,3% para 43,4% das intenções de voto, consolidando a posição de liderança na disputa No segundo cenário, o crescimento também é observado, com o candidato saindo de 48,6% para 54% Baixa rejeição entre os candidatosO levantamento também mediu a rejeição dos principais nomes. Daniel Vilela aparece com 11,7%, índice inferior ao de outros concorrentes como Marconi Perillo, que lidera nesse quesito com 37,3%














