O cantor, que ficou conhecido no grupo Fundo de Quintal, teve um AVC em 2017 e, desde então, passou a viver com dificuldades Nesta sexta-feira (8/8), morreu o sambista Arlindo Cruz, aos 66 anos, na Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro. Em 2017, Arlindo Cruz sofreu um AVC isquêmico, e lidava com sequelas graves causadas pelo derrame. Internado no começo do mês de julho, o cantor parou de responder aos estímulos e não apresentava mais avanços, mesmo após seguintes cirurgias. Além disso, o sambista também era portador de uma doença autoimune e precisava usar uma sonda alimentar. Carreira no Samba Arlindo Cruz era conhecido por ser um dos maiores compositores da geração do samba, com mais de 700 músicas gravadas. A carreira do cantor foi marcada por diversos sucessos musicais como Meu Lugar, O Bem, Será Que É Amor e O Show Tem Que Continuar. A carreira do artista despontou no início do ano de 1980, quando passou a participava de rodas de samba do bloco Cacique de Ramos ao lado de nomes como Jorge Aragão e Beth Carvalho. Em 1981, o sambista entrou para o Fundo de Quintal, depois da saída de Jorge Aragão. Lá, compôs canções como O Show Tem Que Continuar e Só Pra Contrariar, e consolidou seu nome como intérprete. Em 1993, Arlindo deixou o grupo para lançar-se em carreira solo. O último projeto artístico do cantor foi Pagode 2 Arlindos, feito em 2017 com o filho Arlindinho. Ele não deixou, no entanto, de ser uma figura emblemática para o samba carioca: em 2023, a Império Serrano transformou a história do músico no enredoLugares de Arlindo. O músico deixa a esposa, Babi Cruz, com quem mantinha uma união há mais de 26 anos, e os filhos Arlindinho e Flora Cruz.
Morre o sambista Arlindo Cruz
Governadores de oposição falam em “marcha da insensatez” e pedem distensão
“Estamos muito preocupados com a escalada da crise, com a marcha da insensatez e com os efeitos deletérios do tarifaço”, afirmou Tarcísio de Freitas Governadores de oposição ao governo do presidente Lula (PT) se reuniram nesta quinta-feira (7/8), em Brasília, para discutir as tarifas aplicadas pelos Estados Unidos contra o Brasil e o atual relacionamento entre os Três Poderes. Na reunião, estiveram presentes governadores de nove estados, como São Paulo (Tarcísio de Freitas, do Republicanos), Rio de Janeiro (Cláudio Castro, PL), Goiás (Ronaldo Caiado (UB), Santa Catarina (Jorginho Mello, do PL), Paraná (Ratinho Júnior, do PSD) e Amazonas (Wilson Lima, do União Brasil). O encontro ocorreu na residência do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). “Estamos muito preocupados com a escalada da crise, com a marcha da insensatez e com os efeitos deletérios do tarifaço”, afirmou Tarcísio, na saída do encontro. Desde quarta-feira (6), está em vigor um tarifaço dos EUA contra uma série de produtos brasileiros. A medida foi tomada pelo presidente americano, Donald Trump, em meio a investigações de seu país contra práticas comerciais brasileirPix – e críticas contra a atuação do Judiciário em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a redes sociais e plataformas americanas. Embora produtos como aviões, suco de laranja e petróleo tenham ficado isentos do tarifaço, há “setores específicos” importantes para os estados cujos governadores se reuniram em Brasília que ainda são afetados pela medida, segundo Tarcísio. “Notadamente, café, proteína animal, máquinas e equipamentos e pneus”, acrescentou, citando exemplos que mexem com as economias de Minas Gerais, Mato Grosso (respectivamente, Romeu Zema, do Novo, e Mauro Mendes, do União Brasil, também estiveram presentes) e São Paulo. Cobrança Falando pelos governadores, Tarcísio cobrou que o governo federal, além de atuar com “energia nas negociações” com os EUA, compartilhe mais com estados e setores afetados como estão as tratativas com os americanos. Outra questão demandada pelos governadores é que o governo federal anuncie, “assim como outros estados já fizeram”, ações de “mitigação” aos setores afetados peMagnitsky. Moraes é relator do processo que coloca Jair Bolsonaro no banco dos réus por integrar o que seria um plano de golpe contra o resultado da eleição de 2022. Também foi o ministro quem mandou abrir um inquérito para investigar a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Foi no âmbito do inquérito contra Eduardo que Moraes ordenou prisão domiciliar contra Jair Bolsonaro, no início desta semana, por considerar que o ex-presidente infringiu cautelares que o impediam de utilizar redes sociais, seja por perfis próprios ou de terceiros. A prisão domiciliar contra Bolsonaro deflagrou um movimento de obstrução da oposição no Congresso. As mesas diretoras da Câmara e do Senado chegaram a ser ocupadas por parlamentares, em busca de pressionar pela tramitação de projetos que anistiem os presos pelos ataques do 8 de Janeiro e pela abertura de um processo de impeachment contra Moraes. Quanto a isto, os governadores falaram na necessidade de ocorrer uma “harmonia institucional”. “Entendemos que os Poderes têm papéis
Caiado critica falta de ação do governo federal sobre taxação dos EUA
Governador de Goiás reúne-se em Brasília com governadores de oito estados para discutir impactos do tarifaço O governador de Goiás Ronaldo Caiado (UB) expressou, nesta quinta-feira (7/8), sua insatisfação com as ações do governo federal para minimizar os impactos decorrentes da tarifação imposta pelos Estados Unidos ao Brasil. A declaração foi feita durante reunião do chefe do Executivo goiano com governadores de outros oito estados, em Brasília. “Durante todo esse tempo, nós governadores procuramos saídas alternativas para tentar minimizar essa crise”, enfatizou Caiado, ao lembrar que diferente de Goiás, o governo federal ainda não anunciou medidas de auxílio aos setores afetados. Ele demonstrou indignação diante da inércia do presidente da República aos fatos. O presidente Lula disse na quarta-feira (6/8) que “não tem nada a falar com o presidente dos Estados Unidos”. “Isso é algo que mostra a total insensatez de um presidente que, ao invés de se preocupar com a economia do país, com o emprego, com as empresas e investimentos internacionais, quer é antecipar o processo eleitoral. É isso que nos causa indignação”, disse o governador goiano. Segundo Caiado, os governadores não foram consultados por Lula e estão sendo diretamente impactados pelas tarifas. “Nós queremos é ampliar o mercado e não conviver com alguém que se acha no direito de fechar o Brasil e penalizar o setor produtivo nacional. Isso é inadmissível neste momento”, sublinhou. O encontro foi proposto pelo governador Mauro Mendes, de Mato Grosso, que destacou a importância de reunir gestores estaduais que reúnem grande parte do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. “O que nos une é a preocupação, que eu sei que permeia grande parte desse país, com as consequências dessa crise institucional com os Estados Unidos.” O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, lembrou que os EUA é parceiro histórico e um grande investidor estrangeiro direto do Brasil. “Vamos cobrar energia do governo federal nas negociações, que precisam ser efetivas”, comentou. A reunião teve ainda as participações dos governadores Jorginho Mello (SC), Cláudio Castro (RJ), Romeu Zema (MG), Ratinho Júnior (PR), Ibaneis Rocha (DF) e Wilson Lima (AM). Medidas Assim que ocorreu o anúncio do tarifaço, Caiado interrompeu uma missão internacional e retornou a Goiás para acompanhar de perto os efeitos da medida e articular ações para mitigar os impactos na economia goiana. Desde então, o governador tem trabalhado junto ao secretariado para compreender as demandas das empresas mais penalizadas, visando a manutenção de empregos e renda no estado. Em paralelo, ele tem mantido contato direto com um representante da Embaixada Americana no Brasil para buscar a exclusão de itens essenciais, para às exportações da economia goiana, da lista de produtos taxados. Goiás foi o primeiro estado brasileiro a anunciar medidas emergenciais para auxiliar as empresas atingidas. Em 5 de agosto, Caiado anunciou a abertura do Programa de Crédito para o Desenvolvimento de Goiás – na Bolsa de Valores de São Paulo, a B3 – uma nova linha de crédito destinada a empresários que pretendem injetar capital no Estado, que também contemplará os segmentos atingidos pela tarifa de 50% dos EUA. Neste fundo devem ser investidos R$ 800 milhões em créditos a taxas competitivas, com juros de 10% ao ano, valor abaixo de linhas subsidiadas por programas federais. O fundo será constituído com 50% em créditos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) junto a empresas goianas exportadoras, e os outros 50% captados no mercado financeiro. Além disso, Caiado colocou à disposição o Fundo de Estabilização Econômica do Estado de Goiás, uma reserva financeira estadual destinada a momentos de crise econômica, e o Fundo de Equalização para o Empreendedor (Fundeq), um fundo público de natureza financeira criado durante a pandemia de Covid-19 para conceder recursos financeiros para subsidiar o pagamento de encargos em operações de crédito. Também foi criado um comitê para garantir um contato diário e permanente do governo estadual com empresários, para acompanhar o cenário. “Eu já tomei as minhas medidas e fiz minha parte. Agora estou aguardando as do Lula”, concluiu Caiado.
Caiado lança edital para novo polo industrial em Aparecida
Fotos: Wesley Costa Com capacidade para cerca de 200 empresas, Governo de Goiás selecionará empreendimentos para se instalarem no novo complexo, projetado para ser o segundo maior distrito agroindustrial do estado O governador Ronaldo Caiado lançou, nesta quinta-feira (7/8) o edital de seleção que vai definir os primeiros empreendimentos do Distrito Agroindustrial Norberto Teixeira (Dianot), que tem capacidade para abrigar cerca de 200 empresas e está em fase final de construção. O processo seletivo marca o início da ocupação do complexo. “É mais uma obra tida como impossível que nós estamos resolvendo”, disse o chefe do Executivo goiano, que projeta a inauguração para o ano que vem. “Ninguém acreditava que pudesse acontecer. E hoje estamos lançando o edital em uma área de 2 milhões de metros quadrados. É o segundo maior polo de Goiás. Isso mostra o potencial de crescimento de Aparecida”, sublinhou Caiado. O documento será publicado no Diário Oficial do Estado nos próximos dias. Caiado enfatizou a preocupação da atual gestão em investir na infraestrutura e logística, dando competitividade aos empresários que se instalam no território goiano. O Dianot foi projetado para ser o segundo maior polo industrial do Estado, atrás somente do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia). “Vai gerar emprego, ICMS e renda. Vai fazer o Estado crescer no cenário nacional. Será uma área de transformação e produção”, concluiu o governador. Quando estiver em pleno funcionamento, a expectativa é que sejam criados 30 mil empregos diretos e indiretos. “Aparecida é hoje uma das cidades que alavanca o crescimento do nosso estado, e precisa ter, na mesma proporção do que ela oferece a Goiás, os investimentos por parte do governo”, afirmou o vice-governador Daniel Vilela (foto avaixo). O Governo de Goiás aplicou mais de R$ 500 milhões no novo polo industrial, sendo R$ 100 milhões em infraestrutura e R$ 476 milhões no valor da área do empreendimento. Segundo o secretário de Infraestrutura, Adib Elias, esse montante está sendo viabilizado em etapas. “Nós estamos acabando de fechar os primeiros 40 milhões de reais e vamos já mandar para a Secretaria da Economia e para a Assembleia Legislativa os outros 60 milhões que vão ser investidos aqui”, informou. Transparência O presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás (Codego), Francisco Júnior, explicou que o edital de seleção das empresas atenderá a critérios técnicos, com igualdade de condições a todos os participantes. “Será objetiva, transparente e com toda a segurança jurídica, como jamais houve no Brasil até hoje”, destacou. O processo terá fases como cadastramento, apresentação de documentação e de projeto, com uma pontuação em espécie de ranking. “A empresa que gerar mais emprego, vai pagar mais barato. A empresa que tem mais pressa, vai pagar menos. A empresa que tem melhor visão socioambiental, também. Todos esses itens, que estão bem explicados no edital, vão valorizar a boa prática empresarial”, explicou. O subsídio no valor da área será de até 75%. Com isso, o preço do metro quadrado varia entre R$ 50 e R$ 260. O Dianot terá uma atuação abrangente, contemplando também setores como comércio e serviços. Além disso, a localização estratégica da região de Aparecida favorece a instalação de centros logísticos. Estrutura Aguardado há cerca de duas décadas, o Dianot é construído a partir de uma parceria entre Estado e município. A prefeitura de Aparecida garantiu a isenção tributária das áreas, até que sejam transferidas para as empresas. “Entregar um distrito com toda essa infraestrutura é realmente para quem pensa grande, em desenvolvimento, geração de emprego, renda e mais. Isso vai proporcionar com que a renda per capita das famílias seja elevada, para que as pessoas tenham uma vida mais digna e melhor”, ressaltou o prefeito Leandro Vilela. A obra conta com três frentes de trabalho: terraplanagem e pavimentação; implantação das redes de abastecimento de água e esgoto; e instalação da rede elétrica. A construção do complexo também envolve melhorias estruturais ao redor. É o caso, por exemplo, da modernização da malha viária, com a duplicação da rodovia que liga o distrito à GO-020, e da criação de um espaço para micro e pequenas empresas. O parque industrial abarca a área onde funcionava o semiaberto do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, cuja remoção era pleiteada por moradores e empresários da cidade. Este será o segundo polo industrial em Aparecida de Goiânia administrado pelo Governo de Goiás – o outro é o Distrito Agroindustrial de Aparecida de Goiânia (Daiag), que tem mais de 1,1 milhão de metros quadrados e conta com 43 empresas instaladas dos mais diversos segmentos, como de construção civil, produtos de higiene e limpeza, alimentício.
Amélio Cayres cumpre agenda em Brasília com ministros
Fotos / Créditos: Thiago Cruz/Governo do Tocantins Em agenda com ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho para ampliação do Minha Casa Minha Vida O presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), deputado estadual Amélio Cayres (Republicanos), participou quarta-feira (6/8) em Brasília (DF) de uma série de reuniões nos ministérios das Cidades, dos Transportes, da Agricultura e da Saúde, defendendo, juntamente com a comitiva do Governo do Estado liderada pelo governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), a ampliação de parcerias e investimentos para atender as demandas da população tocantinense. As reuniões foram realizadas com os respectivos ministros de cada pasta com foco na ampliação do programa habitacional no Estado; na proteção do setor produtivo diante do cenário de comércio exterior impactado com as taxas tarifárias impostas pelos Estados Unidos (EUA); na melhoria da infraestrutura de transportes, como a entrega da nova ponte JK que integra os estados do Tocantins e Maranhão; e na realização de campanhas e ações de saúde. Amélio Cayres avaliou que os ministros têm sinalizado positivamente para o atendimento das demandas dos setores sociais e econômicos do Estado. “Enquanto representante do Poder Legislativo, estamos buscando formas de melhorar, de fato, a vida dos tocantinenses. Sabemos que é necessário o apoio do Governo Federal para que possamos avançar, por isso fico muito satisfeito em ter a oportunidade de colocar à mesa, junto com o governador Wanderlei, as demandas que diariamente recebemos na Assembleia”, disse. Habitação Durante a manhã da quarta Amélio participou da reunião com o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho, para dialogar sobre a ampliação de unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida no Tocantins. Na ocasião, o governador formalizou pedido para mais de 1,4 mil moradias, atendendo às cidades de Palmas, Araguaína, Porto Nacional, Gurupi e Paraíso do Tocantins. “Nosso objetivo é contemplar o maior número possível de cidades com a construção de moradias, reduzindo o déficit habitacional que, hoje em dia, atinge mais de 44 mil tocantinenses sem residência própria. Essa é uma pauta prioritária e tudo o que conseguimos conquistar para o estado tem grande importância para a nossa população”, alegou Wanderlei Barbosa. Agricultura A Comitiva tocantinense também teve reunião com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, para vislumbrar meios de amparar o agronegócio no Tocantins, diante da nova tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre determinados produtos brasileiros. “Falamos sobre novos mercados para exportação agropecuária tocantinense, mesmo porque temos como destaque a nossa exportação de carne bovina e precisamos pensar juntos em como evitar os prejuízos”, comentou o presidente da Aleto. Ponte JK no Bico Outra pauta prioritária encaminhada pelo Governo do Estado e Aleto é o andamento das obras de construção da nova ponte JK, no Bico do Papagaio. Conforme o ministro dos Transportes, Renan Filho, a entrega segue prevista para dezembro deste ano. “Estamos empenhados em cumprir o cronograma. Vamos entregar a ponte de Estreito até Aguiarnópolis e garantir os recursos para o anel viário de Axixá. Essa parceria com o governador Wanderlei é importante para avançarmos nas obras, amenizar os transtornos causados na região e impulsionar ainda mais o desenvolvimento do Tocantins”, reforçou o ministro. Saúde Também apresentadas algumas ações prioritárias do Governo do Tocantins ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, com foco no apoio do Governo Federal para fortalecer a saúde pública estadual, tendo como demandas principais o financiamento da média e alta complexidade, bem como a habilitação de 11 leitos de UTI Adulto Tipo II no Instituto Sinai, em Palmas, além do apoio federal para ações de enfrentamento ao Sarampo no Tocantins. Com estas ações e amparo do Ministério da Saúde, a expectativa é dobrar a capacidade de atendimento no Tocantins nos anos que se seguem. Presenças A agenda oficial da comitiva do Tocantins em Brasília/DF segue até esta quinta-feira (7/8). As reuniões contam com a participação de secretários e técnicos do Estado, e de parlamentares da bancada federal, como o senador Eduardo Gomes (PL) e os deputados federais Ricardo Ayres (Republicanos) e Alexandre Guimarães (Republicanos), além do deputado estadual Luciano Oliveira (PSD).
‘Show do Século’ reúne grandes nomes do sertanejo em Goiânia (GO)
Foto: Divulgação Evento acontecerá neste sábado (9/8), no Estádio Serra Dourada em Goiânia No próximo sábado (9/8), Goiânia – Goiás recebe o ‘Histórias – O Show do Século’, com show das lendas do sertanejo Chitãozinho & Xororó, Leonardo, Zezé Di Camargo & Luciano e Daniel. O evento tem início a partir das 16h, no Estádio Serra Dourada. Criado em 2018, o projeto “Histórias” celebra a trajetória da música sertaneja, desde suas raízes até os sucessos contemporâneos. Em 2025, o espetáculo passará ainda por outras capitais brasileiras, como São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba, com apresentações programadas para grandes estádios. “Um festival que celebra ícones da música sertaneja, unindo gerações por meio de canções atemporais que marcaram vidas. Mais que um evento, é uma viagem nostálgica, reacendendo emoções e reafirmando o poder da música em conectar pessoas e criar memórias eternas”, disse a organização, em comunicado. O evento oferece diferentes setores e modalidades de ingressos, com opções que vão desde cadeiras simples até áreas premium com open bar e atendimento exclusivo. As mesas já estão esgotadas, mas ainda há ingressos disponíveis para outros espaços. Ingressos As entradas podem ser adquiridas no site tourhistorias.com.br. Confira os setores com disponibilidade: Cadeira (sem Open Bar) – a partir de R$ 140 Arena Open Bar (cerveja e água) – a partir de R$ 290 Frontstage Open Bar Premium (whisky, vodka, gin, cerveja e água) – a partir de R$ 550 Lounges para grupos (últimas unidades): capacidade para 12 pessoas, open Bar completo, serviço de garçom exclusivo e móveis no espaço lounge Histórias – O Show do Século – Goiânia – Goiás Data: 9 de agosto Local: Estádio Serra Dourada Horário: a partir das 16 horas Ingressos: tourhistorias.com.br
“Sistema penitenciário de Goiás é referência nacional”, afirma Daniel Vilela na entrega do Plano Pena Justa ao STF
Fotos: André Costa Documento cumpre determinação do Supremo e consolida avanços já adotados pelo Estado, como controle absoluto dos presídios, ampliação de vagas e remuneração a apenados Presídios sem facções, cinco anos sem rebeliões e dois anos e meio sem registro de armas. Esses foram alguns dos dados de Goiás destacados pelo vice-governador Daniel Vilela nesta quarta-feira (6/8) durante a solenidade de entrega simbólica do Plano Estadual Pena Justa, que será enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF). O documento foi construído por meio do Comitê Estadual de Políticas Penais e consolida avanços já implementados pelo Estado, com metas divididas em quatro eixos: entrada e gestão de vagas, ambiência e infraestrutura, reintegração social e prevenção à reincidência. Representando o governador Ronaldo Caiado, Daniel afirmou (foto acima) que o controle dos presídios goianos é resultado de uma gestão técnica, com investimentos contínuos e decisões firmes, que colocam Goiás como referência nacional. “Antes de 2019, a direção da Polícia Penal era alvo de barganhas políticas. Hoje, temos instalações com dignidade, tecnologia de ponta e servidores qualificados. Isso também é segurança pública”, declarou. Ele ressaltou ainda a parceria com municípios para o trabalho remunerado de apenados em serviços urbanos: “Já foram investidos cerca de R$ 5 milhões em remuneração e a demanda dos prefeitos por esse tipo de convênio só cresce”. Harmonia Segundo o presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Leandro Crispim, a elaboração do plano demonstra a harmonia e o diálogo entre as instituições envolvidas. “Foi um exercício de escuta plural e técnica, com participação do Judiciário, do Executivo, da Defensoria, do Ministério Público, da sociedade civil e dos próprios familiares de apenados. Superar o estado de coisas inconstitucionais no sistema prisional exige mais que boas intenções. Exige estrutura, planejamento e coragem”, declarou. Para tratar das questões atinentes ao sistema prisional é necessária uma visão humanista, na opinião do corregedor-geral de Justiça do Estado de Goiás, desembargador Marcus da Costa Ferreira. “Quer-se conhecer a evolução de um povo? Visite seus presídios. Todos podemos, em algum momento, estar do outro lado. Não podemos tratar seres humanos como objetos descartáveis. Goiás já foi exemplo negativo e hoje é referência nacional. Esse plano é uma obra coletiva que cuidará de quem, mesmo punido, ainda pode ser útil à sociedade”, defendeu o magistrado. Diretor-geral da Polícia Penal, Josimar Pires destacou que Goiás já cumpre parte substancial do que prevê o plano: “Nos últimos anos, o Estado investiu mais de R$ 200 milhões no sistema prisional. Só em 2024 foram abertas 2 mil novas vagas, com entregas como a do complexo de Aparecida. Até o fim deste ano, mais 750 estarão disponíveis”, explicou.
Alcolumbre trava impeachment de Alexandre de Moraes e avisa: “nem com 81 assinaturas”
Brasil 247 A declaração do senador Alcomubre (foto) representou um duro revés para os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que, no mesmo dia, anunciaram ter reunido as 41 assinaturas exigidas para formalizar o pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes O presidente do Senado Davi Alcolumbre (União-AP), foi direto ao ponto: descartou completamente a possibilidade de dar seguimento ao pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. “Nem se tiver 81 assinaturas, ainda assim não pauto impeachment de ministro do STF para votar”, afirmou Alcolumbre, segundo relatos do encontro ouvidos pela Coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo. A frase, segundo a reportagem, foi dita com visível irritação, a ponto de ele mesmo se incluir simbolicamente na totalidade do Senado para reforçar que, mesmo com o apoio unânime da Casa, não aceitaria abrir o processo. O Senado é composto por 81 senadores. A declaração representou um duro revés para os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que, no mesmo dia, anunciaram ter reunido as 41 assinaturas exigidas para formalizar o pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes. A estratégia é uma reação da ala bolsonarista às decisões do ministro, relator de diversos inquéritos contra membros do grupo, inclusive envolvendo os ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. Entre os presentes na reunião estavam nomes de peso da oposição, como os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Tereza Cristina (PP-MS) e Marcos Rogério (PL-RO). Apesar da negativa de Alcolumbre, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) reagiu com firmeza e traçou um paralelo com o caso de Dilma Rousseff (PT). “Um processo de impeachment não é fruto de vontade do presidente da Casa. É um movimento de maturação e tempo. O ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, também não ia votar o impeachment de Dilma Rousseff. Mas uma hora o vento muda”, declarou. Portinho também indicou que o grupo continuará pressionando. “Uma coisa de cada vez. Agora tem 41 assinaturas. Depois conseguiremos apoio para ter 54 votos. Vamos comemorar a vitória de hoje”, disse. De acordo com o rito previsto, cabe ao presidente do Senado avaliar se aceita ou não a denúncia. Caso aceite, ela é lida no plenário da Casa na sessão seguinte. Em seguida, forma-se uma comissão especial composta por 21 senadores para análise preliminar do caso. Esse colegiado tem até dez dias para emitir um parecer sobre o prosseguimento do processo. Se o relatório for favorável, a abertura do processo é submetida à votação em plenário, onde é necessário o apoio de maioria simples — 41 dos 81 senadores — para que o pedido avance. Superada essa etapa, inicia-se formalmente o processo, com prazos regimentais definidos, sendo exigida então uma maioria qualificada de dois terços (54 senadores) para a cassação do ministro. Apesar de a Constituição prever essa possibilidade em casos de crimes de responsabilidade, jamais um ministro do STF foi afastado por decisão do Senado Federal. Em 134 anos de história da Corte, apenas um episódio pode ser citado como precedente: em 1894, o Senado rejeitou a indicação de Cândido Barata Ribeiro, médico de formação, por não considerá-lo detentor do “notório saber jurídico” exigido pela Constituição para exercer a função de ministro do Supremo.
China declara ‘apoio firme’ à Lula contra contra Trump e sua tarifa ‘intimidatória’
Foto: Marcio Batista/MRE O das Relações Exteriores da China, Wang Yi (foto) telefonou a Celso Amorim O governo Xi Jinping manifestou nesta quarta-feira (6/8) um apoio firme ao governo Luiz Inácio Lula da Silva, contra o que chamou de “interferência externa injustificada” nos assuntos internos do Brasil e “imposição intimidatória de medidas tarifárias”, pela administração de Donald Trump. A manifestação da China foi oficializada pelo chanceler Wang Yi, durante um telefonema direto ao Palácio do Planalto, com o assessor especial da Presidência, Celso Amorim. Este foi o gesto mais explícito da China em suporte ao Brasil, na reação ao tarifaço de Trump e às medidas de sanção anunciadas por Washington com fundo político. O governo Xi Jinping disse que aprofundar laços com o Brasil poderá “compensar incertezas externas”. “A China apoia firmemente o Brasil na salvaguarda de sua soberania e dignidade nacionais e se opõe à interferência externa injustificada nos assuntos internos do Brasil”, diz um comunicado atribuído ao ministro Wang Yi, divulgado pela chancelaria chinesa. “A China apoia firmemente o Brasil na defesa de seus direitos e interesses de desenvolvimento e na resistência à imposição intimidatória de medidas tarifárias.” Conforme o governo chinês, o ministro afirmou na chamada com Amorim que “usar tarifas como arma para reprimir outros países viola a Carta da ONU, enfraquece as regras da OMC e é impopular e insustentável”. Governo Lula aciona os Estados Unidos na OMC contra tarifaço de Trump, diz Itamaraty. Além de ministro, Wang Yi é membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista Chinês e diretor do Gabinete da Comissão Central de Relações Exteriores. O chanceler afirmou ainda que a China dará suporte ao Brasil no “fortalecimento da solidariedade e cooperação” entre os países do Sul Global, por meio do Brics, e também na “promoção da solidariedade e autossuficiência” entre os países em desenvolvimento. “A China está disposta a trabalhar com o Brasil para aprofundar a cooperação bilateral e compensar efetivamente diversas incertezas externas com a estabilidade e a complementaridade da cooperação bilateral”, disse o Wang Yi. Pequim também publicou nas redes sociais uma comparação entre as decisões do governo americano e chinês, em relação ao café brasileiro, um dos produtos que estão no topo da pauta comercial com ambos países. Enquanto o café do Brasil foi sobretaxado com 50% nos EUA a partir desta quarta-feira, a China anunciou que habilitou exportações de 183 novos produtores brasileiros, desde 30 de julho. “China e Brasil trabalham juntos para promover a construção de uma comunidade com um futuro compartilhado, visando um mundo mais justo e um planeta mais sustentável. Isso reflete a visão compartilhada e o senso de responsabilidade da China e do Brasil, como importantes países em desenvolvimento, na promoção de um mundo multipolar, na manutenção das regras e da ordem internacionais e na defesa da equidade e da justiça globais”, afirmou Jian.
Caiado destaca expansão do Corpo de Bombeiros de Goiás em Congresso no Ceará
Fotos: Júnior Guimarães No maior evento de bombeiros da América Latina, governador apresenta ações que ampliaram a presença da corporação e reduziram impactos de desastres naturais Com destaque para os mais de R$ 100 milhões investidos nos últimos três anos em equipamentos, viaturas e ampliação da estrutura do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO), o governador Ronaldo Caiado participou, nesta quarta-feira (6/8), do 1º Congresso Nacional de Bombeiros (Conabom), realizado em Fortaleza (CE). O evento é o maior da categoria na América Latina, que reúne 32 expositores, 300 empresas e cerca de 3 mil profissionais de todo o Brasil e de outros países do continente. Durante a palestra “Expansão e Modernização do CBMGO frente às Ocorrências de Desastre”, Caiado apresentou as estratégias adotadas pelo Governo de Goiás para prevenção e resposta a desastres, com destaque ao projeto Capilaridade. A iniciativa amplia a estrutura operacional da corporação em pontos estratégicos do estado e garante agilidade no atendimento a emergências. “Essa ação permite aos bombeiros estarem presentes em todas as regiões e atender os 246 municípios do nosso Estado. É o que existe de mais moderno no combate a situações emergenciais e no apoio à população. Temos que aproximar ainda mais uma instituição tão bem avaliada pela sociedade”, afirmou o governador. Caiado também destacou os resultados das operações Nordeste Solidário e Goiás Alerta e Solidário, iniciadas em 2021 e coordenadas pelo Goiás Social. As ações envolvem 17 secretarias e órgãos estaduais, com a implantação de 11 postos de apoio em municípios estratégicos, garantindo atendimento imediato a comunidades vulneráveis. Os números são expressivos: 35 municípios atendidos, mais de R$ 76,5 milhões investidos, 30 mil donativos distribuídos e obras de recuperação de infraestrutura executadas. Sem essas medidas, os prejuízos materiais poderiam ter ultrapassado R$ 52 milhões, afetando cerca de 50 mil pessoas, segundo o CBMGO. “Em momentos dramáticos como os vimos no Nordeste goiano, em Mariana, Brumadinho ou no Rio Grande do Sul, são os bombeiros militares que se fazem presentes na primeira linha. Sempre estimulo a equipe que comanda a corporação em Goiás a exercer criatividade diante dos desafios. Um projeto que não chega ao cidadão não resolve o problema”, pontuou Caiado. “Construímos coisas com rapidez ímpar, com simplicidade e eficiência foram do comum. É isso que traz resultados à população”, acrescentou. A atuação do CBMGO reforça o papel essencial dos Corpos de Bombeiros em situações de crise — tema central do Conabom, que visa promover integração, atualização técnica, inovação operacional e fortalecimento da cooperação entre instituições da América Latina. Reconhecimento Presidente do Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (LIGABOM), o comandante-geral do CBMGO, coronel Washington Luiz Vaz Júnior, entregou ao governador uma comenda concedida pelo Conselho Nacional de Comandantes-Gerais (CNCGBM), que reúne representantes das 27 unidades federativas. “É um reconhecimento ao apoio do governador ao fortalecimento das corporações de bombeiros”, afirmou. O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo, coronel Alexandre dos Santos Cerqueira, também destacou a presença de Caiado no evento como um sinal do compromisso com a segurança pública. “É o líder máximo do Estado e comanda o desenvolvimento de Goiás pela área da segurança pública. É de se destacar essa capitalização de quartéis. O principal inimigo do bombeiro é o tempo de resposta. Se você tem mais unidades, diminui esse prazo. Essa primeira resposta, quando feita de forma rápida, salva vidas. É uma entrega direta ao povo”, enfatizou.














