Fotos: Jota Eurípedes Unidade vai atender 22 cidades da região Sudoeste e reforça ações em área com forte potencial turístico; investimento na unidade, somado à construção de casas no município, ultrapassa R$ 20 milhões O governador em exercício, Daniel Vilela, inaugurou sexta-feira (11/7), em Caiapônia, o novo posto avançado do Corpo de Bombeiros Militar. A unidade, ligada ao 13º Batalhão de Jataí, já está em operação com viaturas de resgate, salvamento e combate a incêndios. A ação integra o projeto de capilaridade do Governo de Goiás e garante atendimento emergencial a 22 municípios da região sudoeste. “Caiapônia precisava dessa estrutura. Pela força do turismo, pela beleza natural e também pelo potencial produtivo, é uma cidade que representa o novo momento de Goiás. Tenho raízes verdadeiras aqui e faço questão de retribuir com trabalho e investimento”, afirmou Daniel. “Essa base é símbolo de um governo presente, que conhece a realidade de cada cidade e faz os investimentos certos, no lugar certo”, destacou Daniel (foto acima). “É isso que tem feito de Goiás o estado que mais cresce no Brasil.” Ao lado de parlamentares e lideranças locais, o governador em exercício destacou que só a obra habitacional em curso no município soma 150 casas a custo zero, com recursos estaduais – o que eleva o investimento na cidade para mais de R$ 20 milhões. Ágil e eficiente A nova base segue padrão construtivo mais ágil e eficiente, com estrutura completa para atendimento operacional. “Essa unidade nasce forte. Tem o mesmo potencial de um batalhão, com menor custo e maior velocidade de implantação”, frisou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Washington Luiz. A unidade recebeu também uma ambulância zero-quilômetro, viabilizada por emenda da deputada federal Flávia Morais. O prefeito Argemiro Rodrigues ressaltou a importância da parceria com o Estado: “Essa conquista mostra que ninguém faz nada sozinho. A união com o governador Ronaldo Caiado, com o Daniel e os parlamentares tem trazido grandes resultados para Caiapônia”. Segundo ele, a unidade dos Bombeiros reforça a segurança da população e beneficia toda a região, especialmente no enfrentamento às queimadas e no atendimento aos turistas. Além do reforço à segurança e ao socorro emergencial, a presença dos Bombeiros em Caiapônia protege o patrimônio ambiental da região, especialmente durante a seca, e fortalece ações educativas como o projeto Bombeiro Mirim. A unidade homenageia o jovem Lucas Veloso, da cidade, que integrou a corporação e deixou legado de dedicação e serviço.
Daniel Vilela inaugura posto avançado dos Bombeiros em Caiapônia
Amélio Cayres garante R$ 100 mil para estrutura da praia de São Salvador do TO
Créditos da imagem: Ascom Amélio Cayres/Divulgação “A temporada de praia é um dos eventos mais importantes para o lazer, a geração de renda e a valorização das nossas belezas naturais. Apoiar iniciativas como essa é investir diretamente na economia e na qualidade de vida do nosso povo e eu fico muito feliz em contribuir, principalmente em uma cidade que está sendo tão bem cuidada pelo prefeito e com tantos potenciais, como é o caso de São Salvador”, destacou Cayres, em seu discurso no palco de abertura O presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, deputado estadual Amélio Cayres (Republicanos), marcou presença na abertura oficial da temporada de praia de São Salvador do Tocantins, na noite de quinta-feira(10/7), na Praia da Moreninha. Recepcionado pelo prefeito do município, André Borba, e pelo também deputado estadual Valdemar Junior, Amélio Cayres celebrou o início da temporada, reforçando seu compromisso com o fomento ao turismo nas cidades do interior. Para a estrutura da temporada de praia em São Salvador, o parlamentar destinou R$ 100 mil por meio de emenda parlamentar, já enviado aos cofres da Prefeitura. O recurso foi aplicado na infraestrutura do evento, contribuindo para a organização, segurança e conforto dos visitantes. “A temporada de praia é um dos eventos mais importantes para o lazer, a geração de renda e a valorização das nossas belezas naturais. Apoiar iniciativas como essa é investir diretamente na economia e na qualidade de vida do nosso povo e eu fico muito feliz em contribuir, principalmente em uma cidade que está sendo tão bem cuidada pelo prefeito e com tantos potenciais, como é o caso de São Salvador”, destacou Cayres, em seu discurso no palco de abertura. O prefeito da cidade destacou a importância da emenda destinada. “Fui ao gabinete do Amélio e pedi uma ajuda para nossa temporada porque estávamos precisando, ele se comprometeu a mandar R$ 100 mil e o recurso que já está na conta e sendo usado para garantir a nossa estrutura. Obrigado por ter atendido ao nosso pedido, sabemos que a cada dia queremos melhorar mais e também que o senhor também quer o melhor pro povo”, frisou Borba.
Tarifa de Trump é recado ao Brasil: largue a China e liberte Bolsonaro
Trump sobretaxou o Brasil por questões que vão muito além do comércio: libertação de Bolsonaro p / Blog do Chiquinho Dornas Na mídia e nos meios acadêmicos americanos, especulam-se várias hipóteses para a guerra tarifária de Trump contra diversos países. A melhora do déficit em transações correntes, a reindustrialização dos EUA, as disputas econômicas e geopolíticas com a China, um acordo cambial global, mantendo o dólar como a principal moeda internacional, são as causas apontadas pelos analistas para a cruzada protecionista do presidente americano. Embora haja várias suposições sobre as intenções de Trump, uma coisa é certa: o presidente americano não enxerga as tarifas protecionistas como um instrumento exclusivo de política comercial. Trata-se de uma alavanca para conseguir vantagens em outras áreas, conforme destacado pelo Secretário do Tesouro, Scott Bessent, durante uma entrevista coletiva: “as tarifas foram concebidas para nivelar o campo de jogo a que o sistema de comércio internacional comece a recompensar a engenhosidade, a segurança, o Estado de Direito e a estabilidade, e não a supressão salarial, a manipulação monetária, o roubo de propriedade intelectual, as barreiras não tarifárias, a regulamentação draconiana. O sistema internacional de comércio consiste em uma teia de relações militares, econômicas e políticas”. De fato, a taxação de 50% para os produtos brasileiros só confirma as falas de Bessent. Trump sobretaxou o Brasil por questões que vão muito além do comércio. Embora o presidente tenha justificado a taxação pelas tarifas injustas impostas do Brasil contra os EUA, tal afirmação não se sustenta. Se esse fosse o motivo real, então por que no Liberation Day, no último dia 2 de abril, o Brasil foi taxado no piso mínimo de apenas 10%? Inclusive, a fórmula apresentada para impor a tarifa baseava-se no tamanho do déficit americano contra os demais países. Acontece que os EUA são superavitários em relação ao Brasil. Além disso, de acordo com a Amcham, as tarifas médias efetivas praticadas do Brasil contra os EUA são de 2,7%, enquanto as americanas, para nós, ficam em 2,2%. Esses números mostram que, na prática, há uma relação justa quanto às relações comerciais entre ambos. Os fatos mencionados mostram que as relações comerciais entre EUA e Brasil estão longe de serem injustas, confirmando que a tarifa de 50% imposta por Trump está ligada a outro fator: a nossa aproximação com a China. Antes mesmo de ser eleito, em entrevista para a Fox News, no dia 8 de novembro de 2024, Trump já externaliza sua preocupação com a China. Na ocasião, Trump disse que “a China quer mudar o padrão monetário, e se isso acontecer é como perder uma guerra mundial. Seremos um país de segunda linha”. A visão de que a China é uma ameaça para os EUA é compartilhada pelo Deep State americano, que não admite que nenhum outro país ameace militar ou economicamente a hegemonia americana, conforme destacado no artigo “Revising U.S. Grand Strategy Toward China” escrito em 2015 por Robert Blackwell e Ashley J. Tellis para o Council on Foreign Relations. Sob esse contexto, Trump sobretaxou o Brasil justamente pela aproximação do atual governo com a China por meio dos Brics. Na última cúpula dos Brics, a qual o Brasil presidiu, Lula fez críticas à administração Trump e tocou num ponto muito sensível ao presidente americano: a utilização de outra moeda sem ser o dólar para as transações econômico-financeiras. Nas palavras de Lula: “Obviamente que nós temos todas as responsabilidades de fazer isso com muito cuidado. Os nossos bancos centrais precisam discutir isso com os bancos centrais dos outros países. Mas é uma coisa que não tem volta. Isso vai acontecendo aos poucos, vai acontecendo, até que seja consolidado”. O que Lula disse já havia sido antecipado por Trump na entrevista à Fox News mencionada anteriormente. O presidente americano disse: “Estamos perdendo o Brasil, Colômbia, a América do Sul, o Irã; nós perdemos a Rússia, e a China está ganhando”. “Baseado na própria fala de Trump, taxar o Brasil em 50% é uma forma de distanciar o país da China por conta da ameaça de substituição do dólar via Brics” Além dessa questão, há também o apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Basicamente, Trump disse que o ex-presidente do Brasil é um perseguido político, que sofre nas mãos de uma ditadura do judiciário, e também por isso, taxou o Brasil em 50%. Em resumo, Trump não taxou o Brasil pelas relações comerciais com os EUA, mas principalmente pelo apoio geopolítico e ideológico da administração Lula à China, com risco de não utilizarem mais o dólar como moeda nas transações econômico-financeiras, o que fere frontalmente os interesses norte-americanos. Em menor grau, o aumento também é justificado pelo apoio de Trump a Bolsonaro. Com as tarifas de 50%, o recado de Trump é claro: fiquem longe ideológica e politicamente da China, e libertem Bolsonaro de uma possível condenação injusta. É a Doutrina Monroe aplicada por Donald Trump. Em vez da Europa, agora é impedir a interferência chinesa em assuntos americanos.
Após embate com Trump, Lula usa boné com frase “o Brasil é dos brasileiros”
Após o presidente norte-americano anunciar uma tarifa de 50% a produtos brasileiros a partir de 1º de agosto, o tema passou a dominar os debates, principalmente nas sociais, impulsonando uma batalha de narrativas entre aliados e opositores do governo Lula Em meio ao embate com o presidente norte-americano Donald Trump (Republicanos) , o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apareceu em evento no Espírito Santo, nesta sexta-feira (11/7), usando seu boné personalizado, cujo slogan é: “O Brasil é dos brasileiros”. O acessório personalizado foi utlizado pelo petista pela primeira vez em fevereiro, dias após as eleições para os comandos da Câmara dos Deputados e do Senado. Questionado pela CNN à época, o então ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (que agora chefia a pasta da Saúde), declarou: “É do Brasil. Soberania dos brasileiros. Aqui é o Brasil dos brasileiros. Tem gente que usa outros bonés, a gente usa boné do Brasil. Orgulho do Brasil. Ninguém vai bater continência não”. Após o presidente norte-americano anunciar uma tarifa de 50% a produtos brasileiros a partir de 1º de agosto, o tema passou a dominar os debates, principalmente nas sociais, impulsonando uma batalha de narrativas entre aliados e opositores do governo Lula.
Bolsonaro preso? PGR tem até segunda para entregar parecer do 8/1
Gonet vai apresentar ao STF relatório sobre tentativa de golpe de Estado O procurador-geral da República, Paulo Gonet, tem até segunda-feira (14/7) para apresentar ao Supremo Tribunal Federal( STF) as alegações finais na ação penal que apura a tentativa de golpe de Estado ligada aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Entre os réus estão o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) e mais sete aliados. O relatório faz parte das etapas previstas no procedimento comum ordinário, estabelecidas pelo Código de Processo Penal (CPP). A legislação possibilita que, após o fim da fase de produção de provas, o juiz abra o prazo para que o Ministério Público apresente suas alegações finais por escrito. Pela legislação, o período seria de cinco dias. Entretanto, o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação no STF, defendeu o prazo 15 dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentar as alegações finais, dada a complexidade do caso. Como a defesa também terá direito de resposta, o rito adaptado pelo Supremo aplica prazos sucessivos, sendo permitido por analogia e pela autonomia processual das Cortes superiores. Assim, a PGR e os advogados dos réus ganharam tempo para elaborar as alegações. No parecer, Gonet vai manifestar posicionamento contrário ou favorável à condenação de Bolsonaro e seus aliados. Só depois disso é que a defesa tem outros 15 dias para se manifestar. Esse relatório deve ser apresentado ao responsável pela ação, que, neste caso, é o ministro Alexandre de Moraes, do STF. O prazo foi aberto por Moraes em 27 de junho. Como foram estabelecidos 15 dias para a manifestação da PGR, o limite cairia no sábado (12), mas, por se tratar de fim de semana, a contagem é prorrogada automaticamente para o próximo dia útil. Assim, a PGR segue dentro do prazo legal e Gonet pode apresentar as alegações finais até segunda-feira (14), sem qualquer descumprimento processual. O fim do prazo para a apresentação das alegações finais pela PGR coincidiu com uma ofensiva do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em defesa de Jair Bolsonaro. Na quarta-feira (9/7), Trump enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciando a imposição de uma tarifa de 50% sobre importações de produtos brasileiros. No texto, o líder norte-americano iniciou a justificativa para a medida mencionando o ex-presidente Bolsonaro, a quem afirmou conhecer e respeitar profundamente. O parecer que será apresentado por Gonet compõe a etapa final da fase de instrução no procedimento comum ordinário. Após a produção das provas, como depoimentos de testemunhas, esclarecimentos de peritos e o interrogatório do acusado, o processo avança para as alegações finais. Nesse momento, as partes têm a oportunidade de apresentar suas últimas manifestações antes do julgamento propriamente dito . A regra geral prevista no CPP é que as alegações finais sejam orais. O Ministério Público se manifesta primeiro, seguido pela defesa. Cada parte tem até 20 minutos para apresentar seus argumentos, com possibilidade de prorrogação por mais dez minutos, a critério do juiz. Se houver mais de um acusado, o tempo da defesa é individualizado, ou seja, cada um tem direito a prazo próprio para sustentação. O dispositivo também prevê a figura do assistente de acusação, que atua em apoio ao Ministério Público. Após a fala do MP, o assistente tem direito a 10 minutos para suas alegações e, para manter o equilíbrio do contraditório, a defesa recebe igual tempo adicional. No entanto, em casos de maior complexidade — seja pelo número de réus ou pela natureza das provas —, o CPP permite que o juiz substitua as alegações orais por memoriais escritos. Nesse cenário, o prazo concedido é de cinco dias úteis para cada parte, de forma sucessiva, ou seja, primeiro a acusação, depois a defesa. Após o recebimento dos memoriais, o magistrado tem até dez dias para proferir a sentença. O prazo de 15 dias concedido por Moraes não está no CPP, mas é usado em outras situações processuais, especialmente no rito do STF e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), conforme interpretação subsidiária ou aplicação analógica de outras normas da legislação ou do Regimento Interno da Corte. Diante disso, a PGR foi a primeira a ser intimada e tem até o dia 14 de julho para apresentar sua manifestação. Na sequência, será a vez do tenente-coronel Mauro Cid, delator do caso e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Por ter firmado acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral, o militar tem prioridade e se manifestará antes dos demais réus. Ele também terá 15 dias para apresentar suas alegações finais. Depois dele, os outros sete réus da ação penal terão o mesmo prazo de 15 dias cada para protocolar suas defesas finais, o que pode estender essa fase até agosto, dependendo da ordem e dinâmica adotadas. Concluída essa etapa, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, irá elaborar seu voto e liberar a ação para julgamento. A expectativa é de que o julgamento da ação penal que envolve o primeiro núcleo da tentativa de golpe — chamado de Núcleo Crucial, formado por militares e ex-assessores próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro —, possa ter início até setembro deste ano. O cronograma é considerado viável diante do estágio avançado do processo, que já reúne todos os elementos exigidos pela lei para ser levado a julgamento. O processo será analisado pela Primeira Turma do STF, composta, além de Moraes, pelos ministros Cármen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino. Caberá a esse colegiado decidir se os réus devem ser condenados ou absolvidos pelas acusações ligadas à tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. Caso de Bolsonaro pode ser agravado após ofensiva de TrumpA ofensiva do presidente dos Estados Unidos da América (EUA) Donald Trump, em defesa de Bolsonaro pode ter efeito colateral indesejado para o ex-presidente brasileiro, justamente no momento em que o STF se prepara para julgar a ação penal que o acusa de participação na tentativa de golpe de Estado. O movimento de Trump de atrelar publicamente sua política comercial a uma figura acusada de tramar contra
Governo de Goiás intensifica ações de prevenção e combate às queimadas
Fotos: Secom Entre as iniciativas está o lançamento de uma nova campanha de conscientização, que alerta sobre os impactos negativos das queimadas para a sociedade Com a chegada da estação seca, considerada o período mais crítico para a ocorrência de queimadas, o Governo de Goiás intensifica as ações de prevenção e combate a incêndios por meio de uma força-tarefa composta por diversos órgãos e unidades. O ponto de partida dessa mobilização é o lançamento, neste mês de julho, de uma campanha de conscientização voltada a informar e sensibilizar a população. Utilizando o slogan “Queimadas: uma hora chegam até você”, a campanha adota estratégias de divulgação em mídias tradicionais, como jornais e televisão, e também digitais, como redes sociais. As peças publicitárias trazem personagens feitos de palito de fósforo — um dos principais causadores do fogo. Painéis instalados próximos a escolas e hospitais exibem a imagem de um grande fósforo queimado, com emissão de fumaça cenográfica. Os materiais destacam as consequências negativas das queimadas nas áreas de educação, saúde e economia, com base em notícias veiculadas pela imprensa. As manchetes relembram que, em 2024, a fumaça provocou aumento nas internações por problemas respiratórios e levou à suspensão de aulas em diversas escolas. Na economia, o prejuízo foi estimado em R$ 1,5 bilhão. “De forma simples e visualmente impactante, mostramos que o fogo no Cerrado não é apenas um problema distante, mas uma ameaça real, que afeta diretamente nossas vidas”, explica o superintendente de Publicidade da Secretaria de Comunicação (Secom), Bruno Farias. Ele destaca que a campanha tem como objetivo convocar os cidadãos a agir em defesa da preservação do bioma nas próximas décadas. Cerrado Vivo O Governo de Goiás também executa a Operação Cerrado Vivo 2025, coordenada pelo Corpo de Bombeiros. A ação mobiliza efetivo, viaturas e equipamentos para a prevenção e o combate a incêndios florestais durante o período de estiagem. Entre os reforços deste ano, destaca-se a utilização da nova Unidade Tática Florestal (UTF) — ideal para áreas de difícil acesso — e o uso de drones no monitoramento e apoio tático em campo. A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), por sua vez, atua com ações de monitoramento, fiscalização e contratação de brigadistas. Os órgãos estaduais contam também com a parceria da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), secretarias municipais do Meio Ambiente, sindicatos, associações e produtores rurais. Essa articulação é fundamental para o funcionamento do Comitê Estadual de Gestão de Incêndios Florestais (Cefig), instituído em julho de 2024 pelo governador Ronaldo Caiado (Decreto nº 10.503). Além do Corpo de Bombeiros e da Semad, o grupo reúne representantes das secretarias da Educação (Seduc), Comunicação (Secom), Saúde (SES), Agrodefesa, Goinfra e Segurança Pública. Números Segundo o Relatório Consolidado de Incêndios Florestais de 2024, elaborado pela Semad, o fogo consumiu quase 449 mil hectares no estado no ano passado, com destaque para os municípios de Formosa, Mineiros, Rio Verde e Jataí. O relatório aponta que 51,7% dos focos ocorreram em áreas de produção agropecuária.
Prefeito afastado de Palmas recebe alta após sofrer infarto e passar por cirurgia
Foto: Vilma Nascimento/g1 Tocantins Eduardo Siqueira Campos (Podemos) ficou três dias internado na UTI do Hospital Geral de Palmas (HGP). O político deve continuar o tratamento em casa, segundo boletim médico O prefeito afastado de Palmas, Eduardo Siqueira Campos (Podemos), recebeu alta hospitalar nesta sexta-feira (11/7). Ele ficou três dias internado no Hospital Geral de Palmas (HGP) após infartar e passar por angioplastia. Segundo o boletim médico, Eduardo teve uma evolução clínica favorável e possui condições para continuar o tratamento em ambiente domiciliar. Eduardo teve fortes dores no peito enquanto estava preso no Quartel do Comando Geral (QCG), em Palmas, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é um dos alvos no inquérito que apura suposto vazamento de informações sigilosas no âmbito do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O político passou mal na madrugada de terça-feira (8) e foi levado para o Hospital Geral de Palmas (HGP), onde foi submetido a uma angioplastia. Conforme o boletim, assinado pelo médico cardiologista Andrés Sánchez, divulgado na manhã desta sexta-feira (11/7), a artéria coronariana afetada foi desobistruída por meio de angioplastia e o procedimento aconteceu sem imprevistos. “O paciente apresentou boa resposta ao tratamento instituído e evolução clínica favorável durante o período de internação. Diante da estabilidade do quadro, da recuperação satisfatória e considerando as condições adequadas para continuidade do restabelecimento em ambiente domiciliar, o paciente recebeu alta hospitalar”, diz o documento. Infarto no quartelEduardo, que estava preso em um alojamento na sede do Comando Geral da Polícia Militar do Tocantins, passou mal durante a madrugada, sentindo fortes dores no peito. Ele chegou ao HGP em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ele apresentou “quadro súbito de angina instável de alto risco”, caracterizado por dor torácica intensa, prolongada e sem alívio, além de náuseas, sudorese e mal-estar geral. Após um cateterismo cardíaco de emergência, foi identificada obstrução significativa na artéria principal do coração. O político passou por uma angioplastia com implante de stent para restaurar o fluxo sanguíneo cardíaco. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES), o procedimento transcorreu com sucesso, sem intercorrências. Prisão domiciliarO ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do processo, concedeu prisão domiciliar a Eduardo, após o problema de saúde. Zanin levou em consideração pareceres médicos requisitados antes mesmo da internação, para conceder a prisão domiciliar na terça-feira (9/7). As medidas cautelares impostas na ocasião da prisão foram mantidas: afastamento da função pública; proibição de contato com os demais investigado e proibição para deixar o país. A concessão da prisão domiciliar teve parecer favorável da Procuradoria-Geral da República. O advogado Juvenal Klayber, que atua na defesa de Eduardo, informou que “a próxima etapa será tentar revogar a prisão preventiva do decreto que vive em face do prefeito Eduardo Siqueira Campos”. A decisão não atendeu os outros dois presos na operação, o advogado Antônio Ianowich Filho e policial civil Marco Augusto Velasco Nascimento Albernaz. A defesas deles informaram que não iriam se posicionar. Policial também passou malO policial civil Marco Augusto Velasco Nascimento Albernaz também passou mal, na madrugada desta quinta-feira (10), e foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Sul, em Palmas. A PM informou que ele foi medicado e retornou ao alojamento onde está detido. A causa do mal-estar não foi informada. A Secretaria Municipal de Saúde foi questionada sobre o estado de saúde do custodiado, mas informou em nota que “informações médicas de pacientes são protegidas por sigilo e disponibilizadas apenas aos familiares autorizados ou responsável legal”. Íntegra do boletim médicoO Hospital Geral de Palmas – HGP informa que o Prefeito de Palmas, José Eduardo Siqueira Campos, permaneceu internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde a madrugada de terça-feira, após ter sido acometido por um infarto agudo do miocárdio. A desobstrução da artéria coronariana afetada, realizada por meio de angioplastia, foi conduzida com êxito e em tempo adequado. O paciente apresentou boa resposta ao tratamento instituído e evolução clínica favorável durante o período de internação.Diante da estabilidade do quadro, da recuperação satisfatória e considerando as condições adequadas para continuidade do restabelecimento em ambiente domiciliar, o paciente recebeu alta hospitalar.
Caiado lidera missão internacional ao Japão como foco em atrair investimentos para Goiás
Foto: Secom Goiás Acompanhado de secretários de Estado e representantes do setor produtivo, governador busca fortalecer o comércio bilateral e apresentar as potencialidades goianas ao mercado japonês O governador Ronaldo Caiado embarcou nesta sexta-feira (11/7) para o Japão, onde permanecerá em missão oficial até o dia 21 de julho. Acompanhado da coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, secretários estaduais e representantes do setor produtivo, o chefe do Executivo goiano cumprirá agenda em cidades estratégicas, como Tóquio, Yokohama, Hamamatsu, Okazaki, Osaka e Seki. O objetivo é atrair novos investimentos, fortalecer parcerias comerciais e apresentar as potencialidades econômicas de Goiás ao mercado japonês, no sentido de estreitar as relações de negócios bilaterais. Durante a missão, o governador participará de reuniões com autoridades dos principais ministérios japoneses, incluindo os da Agricultura, Florestas e Pesca; Economia, Comércio e Indústria; e Negócios Estrangeiros. Entre os compromissos com o setor privado, destacam-se visitas à sede da Mitsubishi e à startup Tsubame BHB Ammonia. A multinacional do ramo automobilístico, que possui uma fábrica em Catalão, está em processo de expansão. Já a Tsubame desenvolve tecnologia de produção de amônia verde, que poderá ser implementada em uma usina no município de Mineiros, contribuindo para a inovação na produção de fertilizantes agrícolas. A missão inclui ainda a participação na Expo Osaka 2025, um dos maiores eventos internacionais voltados à inovação, sustentabilidade e intercâmbio entre países. No pavilhão brasileiro, o governador Ronaldo Caiado terá a oportunidade de apresentar Goiás a uma audiência global, reforçando a imagem do estado como polo de desenvolvimento e destino atrativo para negócios. A programação contempla uma palestra do governador em Hamamatsu, durante evento do Consulado-Geral do Brasil, com o tema “Goiás é exemplo de gestão para o Brasil”, e encontros institucionais com autoridades locais, como representantes dos ministérios da Economia, Comércio e Indústria; Agricultura, Florestas e Pesca; Negócios Estrangeiros; e da Prefeitura da cidade de Seki. Comitiva A comitiva goiana contará com os secretários Adriano da Rocha Lima (Geral de Governo), Joel de Sant’Anna Braga Filho (Indústria e Comércio), Pedro Leonardo Rezende (Agricultura e Pecuária), Cesar Moura (Retomada), Wellington Matos (Desenvolvimento Social), Rudson Guerra (Esporte e Lazer), além do presidentes da Goiás Parcerias, Diego Soares, e da diretora-geral da OVG, Adryanna Caiado.
Rogério Correia pede prisão preventiva de Bolsonaro: “Risco de fuga é cada vez mais concreto”
Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Federais “A sucessão de fatos recentes reacendem, ainda com mais força, a possibilidade de fuga do ex-presidente, o que exige das instituições de Justiça atuação célere e hábil para garantir a aplicação da lei”, afirma o deputado Correia O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) apresentou nesta quinta-feira (10/11) uma nova petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a adoção de medidas cautelares e a decretação da prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A reportagem foi publicada pelo site da liderança do PT na Câmara dos Deputados Federais. Na petição dirigida ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito sobre a tentativa de golpe de Estado de 2022-2023, o parlamentar afirma que há elementos suficientes para justificar a prisão do ex-chefe do Executivo. Segundo ele, “as recentes declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criam uma narrativa internacional para justificar um eventual pedido de asilo político por parte de Jair Bolsonaro”. Argumentos para a prisão preventivaCorreia sustenta que os requisitos legais estão configurados: existem provas da prática de crimes contra a ordem democrática, indícios de autoria por parte de Bolsonaro e risco à ordem pública e à aplicação da lei penal caso ele permaneça em liberdade. O documento menciona a possibilidade de fuga como um elemento determinante para a urgência de medidas por parte do Judiciário. “A sucessão de fatos recentes reacendem, ainda com mais força, a possibilidade de fuga do ex-presidente, o que exige das instituições de Justiça atuação célere e hábil para garantir a aplicação da lei”, afirma o Deputado. Tornozeleira para garantir permanência no BrasilRogério Correia defende que o uso de tornozeleira eletrônica é “medida imprescindível para garantir sua presença em solo brasileiro”. Ele relembra que, em 18 de março de 2025, já havia protocolado pedido semelhante junto com o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), também alertando para o “clarividente risco de fuga”. Entre os fatos destacados está a existência de um plano de fuga para os Estados Unidos, revelado em relatório da Polícia Federal. O plano teria começado a ser executado com a viagem de Bolsonaro para Orlando (EUA) em 30 de dezembro de 2022, dois dias antes do fim de seu mandato, onde permaneceu por três meses. Também são citadas declarações públicas do ex-presidente dizendo que mesmo sem passaporte conseguiria sair do país, além de incentivos dados por ele à fuga de envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023 — incluindo sugestões de refúgio clandestino em países como a Argentina. Trump, Eduardo Bolsonaro e ZambelliO deputado também mencionou recentes movimentações no entorno de Bolsonaro que, segundo ele, ampliam o risco de evasão. Entre elas está a decisão do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, de se licenciar do mandato para permanecer nos Estados Unidos, onde tenta mobilizar apoio junto ao governo de Donald Trump por uma anistia aos envolvidos nos atos golpistas. Outro episódio citado é a saída do país da deputada Carla Zambelli (PL-SP) dias após ser condenada a 10 anos de prisão por envolvimento na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça. O caso, de acordo com Correia, reforça o padrão de tentativa de evasão por parte de aliados de Bolsonaro.
Lula diz a Tarcísio para ‘não tentar esconder chapeuzinho do Trump’ após taxação ao Brasil
Reprodução/@tarcisiogdf via X “O senhor Tarcísio pode tirar, não vai tentar esconder o chapeuzinho do Trump não, Tarcísio, pode ficar mostrando para a gente saber quem você é. Está cheio de lobo em pele de carneiro”, disse Lula O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) provocou nesta quinta-feira (10/7) o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que tem responsabilizado a gestão petista pela decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de taxar as importações brasileiras em 50%. Os dois são potenciais adversários eleitorais, já que o governador paulista é cotado para disputar a Presidência da República como sucessor de Jair Bolsonaro (PL-RJ) na eleição de 2026. Em entrevista ao Jornal da Record nesta quinta-feira (10/7) Lula lembrou que Tarcísio publicou vídeo usando boné com o slogan trumpista Make America Great Again (Faça a América grande novamente) quando Trump foi empossado em janeiro. Procurado, o governo de Tarcísio de Freitas não havia se posicionado até a publicação deste texto. O presidente disse que está se sentindo em melhores condições de saúde aos 80 anos do que quando tinha 60, mas ressaltou que a decisão se será candidato à reeleição será tomada no momento certo. “Agora eu vou te contar uma coisa: os loucos que governaram esse País não voltam mais”, disse, se referindo a Bolsonaro. “O senhor Tarcísio pode tirar, não vai tentar esconder o chapeuzinho do Trump não, Tarcísio, pode ficar mostrando para a gente saber quem você é. Está cheio de lobo em pele de carneiro”, disse Lula. Em seguida, o presidente demonstrou indignação com o presidente americano, que pediu o fim da ação penal contra Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado após perder para Lula em 2022. “Essa coisa do Trump começar um parágrafo citando o ex-presidente da República que fez um crime contra esse País? Que tentou dar um golpe? Não tem como. Esses não voltam Se for necessário candidato para evitar isso, estarei candidato”, acrescentou o petista. Tarcísio e outros bolsonaristas buscam atribuir ao governo Lula a responsabilidade pela decisão de Trump, embora o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL) esteja desde fevereiro nos Estados Unidos buscando convencer o governo Trump a adotar medidas contra o País e autoridades brasileiras, notadamente o ministro do STF, Alexandre de Moraes, como resposta a uma suposta perseguição política sofrida por Bolsonaro. Na quarta-feira (09/7) Tarcísio publicou nas redes sociais que Lula colocou a ideologia acima do resultado e que não adianta o presidente “se esconder atrás do Bolsonaro” porque a responsabilidade é de quem governa. Antes, já havia compartilhado nota de Trump que afirma que Bolsonaro deve ser julgado pelo povo brasileiro, durante as eleições, e não pela Justiça. Mais cedo nesta quinta-feira, Tarcísio reconheceu que a tarifa anunciada por Trump terá impactos negativos para o Brasil e especialmente São Paulo, Estado mais industrializado do País. O governador pediu que o governo federal deixe de lado diferenças ideológicas e sente à mesa com o governo Trump para negociar a reversão da medida. “O que a gente vê é que dos países do G-20, o mais afastado da Casa Branca é o Brasil. A gente tem dado demonstrações muito ruins, como foi agora na última reunião dos Brics. Então, nós precisamos estabelecer o consenso e lembrar que os americanos sempre foram aliados de primeira hora do Brasil”, declarou Tarcísio. Depois de falar com a imprensa pela manhã, o governador viajou para Brasília, onde almoçou com Bolsonaro. Ambos publicaram um vídeo do encontro nas redes sociais. Horas depois, o ex-presidente publicou uma nota na qual afirma que recebeu “com senso de responsabilidade” a decisão de Trump taxar o Brasil e disse que respeita e admira o governo dos Estados Unidos. Bolsonaro afirmou que o Brasil caminha para o “isolamento” e a “vergonha internacional” e pediu que os Poderes “ajam com urgência apresentando medidas para resgatar a normalidade institucional”. Uma das cobranças feitas por Eduardo Bolsonaro após a taxação é que o Congresso conceda “anistia ampla, geral e irrestrita”, beneficiando o ex-presidente e os presos pelo ato golpista do 8 de Janeiro.














