Ronaldo Caiado comenta resultado da disputa pela Presidência da República neste domingo (4/10) — Foto: Reprodução/TV Anhanguera Ronaldo Caiado diz que discutirá com o partido o apoio no 2º turno das Eleições: ‘Não venci, mas caí de pé’ Ronaldo Caiado (PSD) afirmou neste domingo (4/10), após ficar fora do segundo turno da eleição presidencial, que vai discutir com o partido qual será seu posicionamento na próxima etapa da disputa. O ex-governador de Goiás disse que pretende conversar com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, antes de se manifestar. Questionado sobre quem apoiará no segundo turno, Caiado afirmou que aguardaria a definição do resultado e ressaltou que não tomaria uma decisão antes de conversar com Kassab. Ele também agradeceu ao dirigente partidário pelo apoio à sua candidatura à Presidência. “Eu, neste momento, vocês sabem, vou guardar a minha coerência, mas jamais vou me pronunciar sem antes também estar reunido com o presidente do meu partido, Kassab”, afirmou. Ao avaliar a própria participação na disputa, Caiado afirmou que deixa a eleição com orgulho da campanha realizada. O ex-governador disse que apresentou propostas baseadas na experiência à frente do governo de Goiás e criticou a forma como a campanha presidencial ocorreu. “Não venci, mas caí de pé. Caí com orgulho, com honra, com dignidade, com coragem e com responsabilidade daquilo que foi representar o meu povo goiano no cenário nacional”, disse Caiado. Avaliação da campanhaDurante o discurso, Caiado classificou a campanha presidencial como “atípica” e reclamou da falta de debates. Segundo ele, outros assuntos acabaram desviando a atenção de temas que considera importantes para o país, como segurança pública, economia e a relação entre os Poderes. Caiado também citou o endividamento da população e as taxas de juros ao fazer uma avaliação do cenário econômico. As declarações foram feitas ao comentar o resultado da eleição e os temas que tentou apresentar durante a campanha. O ex-governador afirmou que esta foi a 11ª candidatura de sua trajetória política e disse que pretende continuar participando da política mesmo após o resultado da disputa presidencial. “Jamais me acovardei, jamais fugi da luta. E continuarei aqui, ajudando, trabalhando, apoiando tudo aquilo que for possível”, declarou. Futuro políticoAo ser questionado sobre os próximos passos, Caiado afirmou que pretende ajudar o governador Daniel Vilela, Gracinha Caiado e a base do governo em Goiás. Perguntado se pretende disputar novamente algum cargo eletivo, o ex-governador não apontou uma nova candidatura. Ele brincou que as filhas e Gracinha decidiram que deveria descansar por um período, mas afirmou que continuará acompanhando a política. “Não tenho paciência para descansar, mas pelo menos trabalhando um pouco nas minhas coisas, mas sempre atento à política de Goiás e à política nacional”, afirmou. Resultado em GoiásCaiado também comemorou os resultados de aliados em Goiás. Durante o pronunciamento, destacou a eleição de Daniel Vilela para o governo estadual e de Gracinha Caiado para o Senado Federal. Ao falar sobre Daniel, Caiado afirmou que o aliado dará continuidade ao trabalho desenvolvido no estado e citou áreas como saúde, educação, tecnologia e inovação. Sobre Gracinha, disse que ela terá atuação alinhada ao governo estadual, mas ressaltou a independência do mandato no Senado. O ex-governador encerrou o pronunciamento afirmando que espera que o próximo presidente do Brasil adote medidas semelhantes às que implementou durante sua gestão em Goiás.
Caiado dispara: ‘Não venci, mas caí de pé!’
“Vamos buscar esses eleitores que votaram nesses outros candidatos que não são a continuidade do que está aí no Tocantins” Vicentinho Júnior
Vicentinho Júnior falou após definição do segundo no Tocantins — Foto: Kaliton Mota/TV Anhanguera Vicentinho Júnior (PSDB) diz que vai atrás dos eleitores após avançar ao 2º turno no Tocantins Vicentinho Júnior (PSDB) fez sua primeira declaração pública após a confirmação de que disputará o 2º turno para governador do Tocantins. “Vamos atrás de convencimento a esses eleitores que votaram nesses outros candidatos que não são a continuidade do que está aí no Tocantins. Agora com mais oportunidade de eu me apresentar, o nosso plano de governo, as áreas, além da educação, que nós vamos fazer”, disse. Com 100% das seções apuradas, Vicentinho Júnior teve 43,94% dos votos válidos. A Professora Dorinha (União) teve 45,52%. Dorinha liderou durante toda a apuração. Com 20% das urnas apuradas, abriu 8 mil votos de vantagem sobre Vicentinho. A diferença chegou a 13 mil votos aos 41% da apuração e a 16 mil aos 51%. Com 62% das urnas apuradas, Dorinha tinha 46,5% dos votos, contra 43,19% de Vicentinho, uma vantagem de 14.917 votos. Com 74% das urnas apuradas, Dorinha mantinha 46,6% dos votos, contra 43,26% de Vicentinho, com vantagem de 17 mil votos. Aos 80%, a diferença permanecia semelhante, com 45,96% para Dorinha e 43,44% para Vicentinho. Com 90% da apuração, Dorinha tinha 45,9%, contra 44,55% de Vicentinho, e vantagem de 18 mil votos. A definição de segundo turno ocorreu 94,73% das urnas apuradas. Como foi o 1º turnoVicentinho esteve atrás nas pesquisas Quaest divulgadas pela TV Anhanguera. Entre as principais alianças conquistadas pelo candidato estiveram o atual presidente da Assembleia Legislativa, Amélio Cayres (MDB), que tornou seu vice na chapa, e o candidato a deputado federal Alexandre Guimarães, que é o presidente estadual do MDB.
Lula e Flávio Bolsonaro disputam segundo turno em 25 de outubro
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro avançam ao segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubroCrédito: Ricardo Stuckert I Divulgação Presidente busca a reeleição contra o candidato do PL após primeiro turno marcado por vantagem de Flávio e concentração de mais de 92% dos votos válidos nos dois nomes O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) vão disputar o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubro. Com 98,20% das urnas apuradas neste domingo (4/10), nenhum dos candidatos alcançou a maioria absoluta dos votos válidos necessária para encerrar a disputa no primeiro turno. De acordo com os dados da apuração, Flávio Bolsonaro liderava com 47,33%, equivalentes a 55.429.315 votos, enquanto Lula registrava 44,81%, com 52.479.606 votos. A diferença entre os dois era de cerca de 2,95 milhões de votos, ou 2,52 pontos percentuais. Somados, os dois candidatos concentravam 92,14% dos votos válidos. A realização do segundo turno em 25 de outubro está prevista no calendário oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A votação ocorrerá das 8h às 17 horas, pelo horário de Brasília – Distrito Federal. O resultado leva para a etapa decisiva uma disputa que dominou a campanha presidencial. Lula tenta conquistar mais um mandato à frente do Palácio do Planalto, enquanto Flávio Bolsonaro busca levar novamente o PL à Presidência, quatro anos depois da derrota de Jair Bolsonaro para o petista na eleição de 2022. Flávio abre vantagem, mas eleição segue para segundo turnoApesar de aparecer atrás de Lula em parte das pesquisas divulgadas na reta final, Flávio Bolsonaro terminou a apuração parcial à frente do presidente. Levantamentos publicados na véspera da eleição mostravam um cenário apertado, mas em geral indicavam vantagem numérica para Lula. Datafolha apontava 45% dos votos válidos para o petista e 42% para Flávio, enquanto a Quaest registrava 46% a 45%. O desempenho das urnas, portanto, colocou Flávio na liderança do primeiro turno e estabeleceu uma corrida de três semanas para Lula tentar reverter uma diferença de quase 3 milhões de votos. A disputa também confirma uma forte concentração do eleitorado nos dois principais polos políticos. Os demais candidatos, juntos, somavam menos de 8% dos votos válidos na parcial apresentada. Cury fica em terceiro e votos dos demais entram no radarO escritor Augusto Cury (Avante) aparecia em terceiro lugar, com 2,90% e 3.401.000 votos. Em seguida estavam Renan Santos (Missão), com 2,26% e 2.647.362 votos, e Ronaldo Caiado (PSD), com 2,20% e 2.578.991 votos. Romeu Zema (Novo) registrava 0,28%, Samara (UP), 0,10%, Hertz Dias (PSTU), 0,04%, Clariana Barão (DC), 0,03%, Edmilson Costa (PCB), 0,02%, Veterinário Wilson Grassi (Democrata), 0,01%, e Rui Costa Pimenta (PCO), 0,01%. A partir de agora, os eleitores dessas candidaturas passam a ser disputados diretamente pelas campanhas de Lula e Flávio. Cury, Renan e Caiado somam mais de 8,6 milhões de votos, contingente superior à diferença registrada entre os dois classificados na parcial. Cury, sobretudo, já vinha sendo tratado como um nome estratégico para o segundo turno. Na reta final da campanha, tanto integrantes da direita quanto da esquerda acompanhavam o posicionamento do candidato do Avante diante de uma eventual disputa entre Lula e Flávio. O escritor, porém, fez críticas aos dois campos durante a campanha e chegou a afirmar que não pretendia apoiar nenhum dos dois. Campanha recomeça com disputa apertadaO confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro já era apontado pelas pesquisas como potencialmente equilibrado. Na véspera da votação, o agregador do UOL calculava 45,1% para Lula e 44,8% para Flávio em uma simulação de segundo turno, uma diferença de apenas 0,3 ponto percentual. A campanha do segundo turno terá início com um desafio diferente para cada candidato. Flávio tentará preservar e ampliar a vantagem conquistada nas urnas, enquanto Lula precisará avançar sobre o eleitorado que escolheu outras candidaturas e reduzir a diferença registrada no primeiro turno. Durante a reta final da primeira etapa, Flávio já havia direcionado parte de sua estratégia aos eleitores de Ronaldo Caiado e Augusto Cury, apresentando-se como o nome capaz de derrotar Lula. A campanha petista, por sua vez, concentrou ataques ao adversário e buscou mobilizar sua base em torno das políticas sociais do governo e da contraposição ao bolsonarismo. Mais de 32 milhões não foram votarA apuração também registrava uma abstenção de 32.805.985 eleitores, equivalente a 21,06%. Outros 3.595.907 votos foram anulados e 2.265.036 foram depositados em branco. Esse contingente acrescenta outra frente à disputa. Além de conquistar os eleitores dos candidatos eliminados, PT e PL terão três semanas para tentar levar às urnas parte dos milhões de brasileiros que não compareceram no primeiro turno. Segundo o TSE, 158.765.543 eleitoras e eleitores estavam aptos a votar nas eleições de 2026. O segundo turno será realizado no domingo, 25 de outubro, novamente das 8h às 17h pelo horário de Brasília. A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão relativa ao segundo turno está prevista para ocorrer entre 9 e 23 de outubro, segundo o calendário da Justiça Eleitoral. Ao fim dessa nova etapa, o vencedor será escolhido pela maioria dos votos válidos e tomará posse na Presidência da República em 5 de janeiro de 2027, conforme o calendário estabelecido pela Justiça Eleitoral.
Dorinha (União) e Vicentinho (PSDB) vão para o 2º turno no Tocantins
Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PSDB) — Foto: Reprodução/Tv Anhanguera Com 100% das seções apuradas, Dorinha teve 45,52% e Vicentinho, 43,94%. A disputa para o governo do Tocantins será definida no dia 25 de outubro Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PSDB) vão disputar o 2º turno para governador do Tocantins. A votação será realizada no dia 25 de outubro. Com 100% das urnas apuradas, Dorinha alcançou 45,52% dos votos válidos, contra 43,94% de Vicentinho. Ao todo, foram contabilizados 848.629 votos válidos, além de 27.085 brancos e 88.096 nulos. A abstenção ficou em 216.623. Como foi a disputaDorinha liderou durante toda a apuração. Com 20% das urnas apuradas, abriu 8 mil votos de vantagem sobre Vicentinho. A diferença chegou a 13 mil votos aos 41% da apuração e a 16 mil aos 51%. Com 62% das urnas apuradas, Dorinha tinha 46,5% dos votos, contra 43,19% de Vicentinho, uma vantagem de 14.917 votos. Com 74% das urnas apuradas, Dorinha mantinha 46,6% dos votos, contra 43,26% de Vicentinho, com vantagem de 17 mil votos. Aos 80%, a diferença permanecia semelhante, com 45,96% para Dorinha e 43,44% para Vicentinho. Com 90% da apuração, Dorinha tinha 45,9%, contra 44,55% de Vicentinho, e vantagem de 18 mil votos. A definição ocorreu às 19h11, quando 94,73% das seções estavam apuradas. Naquele momento, Dorinha tinha 45,75% dos votos válidos, e Vicentinho, 43,72%. Perfil de DorinhaMaria Auxiliadora Seabra Rezende, tem 62 anos e é natural de Goiânia (GO). Pedagoga, professora universitária e mestre em Educação, ela exerceu cargo de senadora e foi ex-deputada federal por três legislaturas. Em sua trajetória administrativa, comandou a Secretaria de Estado da Educação em diferentes governos antes de construir sua atuação parlamentar no Congresso Nacional. Dorinha permaneceu à frente em todas as pesquisas realizadas pela Quaest e divulgadas pela TV Anhanguera. Ela realizou uma intensa maratona de viagens pelo estado, percorrendo dezenas de municípios de diferentes regiões do estado. Seu plano de governo aponta a baixa industrialização e os déficits de saneamento básico como desafios imediatos e defende o uso de metas técnicas de eficiência e transparência. O plano também cita o apoio de um Escritório Estadual de Projetos para viabilizar parcerias público-privadas e captar recursos. Perfil de VicentinhoVicentinho Júnior é empresário e cumpre seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Tocantins. O candidato iniciou sua trajetória na Câmara dos Deputados ao ser eleito em 2014, tomando posse em 2015. Desde então, foi reeleito nas eleições de 2018 e 2022. Em janeiro de 2023, assumiu a presidência do Progressistas no Tocantins. No início de 2026, Vicentinho Júnior deixou o Progressistas e filiou-se ao PSDB. Vicentinho esteve atrás nas pesquisas Quaest divulgadas pela TV Anhanguera, mas conseguiu levar a disputa para o segundo turno. Entre as principais alianças conquistadas pelo candidato estiveram o atual presidente da Assembleia Legislativa, Amélio Cayres (MDB), que tornou seu vice na chapa, e o candidato a deputado federal Alexandre Guimarães, que é o presidente estadual do MDB. Como foi o 1º turnoA disputa pelo governo do Tocantins teve sete candidatos até praticamente às vésperas da eleição. Após o início da campanha, a Justiça Eleitoral indeferiu o registro de candidatura do candidato do Democratas, mas o partido lançou uma nova chapa com o nome de Siqueira Campos Júnior, filho do político considerado criador do Tocantins. Siqueira Campos Júnior acabou desistindo da candidatura nesta sexta-feira (2/10) e depois declarou apoio à Professora Dorinha.
Leandro Grass supera derrota em 1º turno na eleição passada e vai disputar 2º turno no DF
Leandro Grass (PT), candidato ao GDF em 2026 — Foto: Globo/Ueslei Costa Resultado foi declarado pelo TSE ao longo da apuração em tempo real, quando não era mais possível haver um vencedor em primeiro turno. Segundo turno será em 25 de outubro Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) vão disputar o 2º turno para governador no Distrito Federal. Grass volta a disputar uma vaga no Palácio do Buriti após perder no primeiro turno para Ibaneis Rocha em 2022. Com 100% das seções apuradas, eles tinham 825.530 votos (49,93%) e 569.930 votos (34,47%), respectivamente. O resultado foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao longo da apuração em tempo real, quando não era mais possível que um candidato atingisse a votaçao suficiente para vencer na primeira rodada. Naquele momento, também não era mais possível que os outros dois candidatos alcançassem os votos de Celina e Grass. Nascido em Brasília (DF) há 41 anos, Leandro Grass foi criado no Guará, onde viveu a infância e parte da juventude. Formado em Sociologia pela Universidade de Brasília (UnB), Leandro também possui mestrado em Desenvolvimento Sustentável pela mesma instituição e formação em Gestão Cultural pela Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI). Professor, pesquisador e gestor público, ele construiu sua trajetória profissional ligada à educação, participação social e formulação de políticas públicas. A entrada na política ocorreu em 2018, quando foi eleito deputado distrital pelo Rede. Durante o mandato na Câmara Legislativa, foi autor de 27 leis. Entre as iniciativas aprovadas estão a criação de espaço exclusivo para mulheres no BRT Sul, a reserva de vagas de trabalho para mulheres vítimas de violência e a proibição de sacolas plásticas. Após a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2022, foi escolhido para presidir o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Permaneceu no cargo até março de 2026. Como foi o 1º turnoNa campanha de 2026, Leandro Grass apostou em uma estratégia baseada no contato direto com os eleitores. O candidato prometeu priorizar a população do DF, melhorando os serviços como transporte, saúde e educação. “Eu conheço de perto a Brasília que não funciona, para todo mundo que vive aqui. Passou da hora de tratar quem mora nas cidades como prioridade”, disse na propaganda eleitoral. Na campanha, Grass apareceu ao lado do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Quaest, AtlasIntel, Datafolha, CNT/MDA: confira os resultados das últimas pesquisas para presidente antes do primeiro turno
Imagem: Fórum Seis institutos de pesquisa divulgaram seus últimos levantamentos no sábado (3/10) e na véspera imediata da votação O Brasil chega ao primeiro turno das eleições de 2026, marcado para este domingo (4/10), com a disputa presidencial em aberto. Seis institutos de pesquisa divulgaram seus últimos levantamentos no sábado (3/10) e na véspera imediata da votação, e todos apontam o mesmo cenário: Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) separados por diferenças que, na maioria dos casos, cabem dentro da margem de erro. A convergência dos números, obtidos por metodologias distintas e em períodos de coleta variados, reforça que a definição do pleito, seja no primeiro ou no segundo turno, será decidida por uma fatia estreita do eleitorado. Cenário na véspera: Lula e Flávio Bolsonaro em corrida pelo primeiro turnoInstituto Lula (PT) Flávio Bolsonaro (PL) Margem de erroQuaest 46% 45% 2 p.p.Datafolha 45% 42% 2 p.p.PoderData/Aya 45% 43% 1,5 p.p.CNT/MDA 47,8% 42,1% 2,2 p.p.Veritá 44,65% 45,14% 2,5 p.p.Atlas 46,7% 43,8% 1 p.p.A pesquisa Quaest, encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo e divulgada no sábado (3), sintetiza o quadro geral da corrida presidencial: Lula aparece com 46% dos votos válidos e Flávio Bolsonaro com 45%, uma diferença de apenas um ponto percentual, dentro da margem de erro de 2 pontos. O levantamento ouviu 3.702 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro e foi registrado no TSE sob o número BR-02197/2026. Os demais candidatos somam fatias pequenas do eleitorado. Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) registram 3% cada nos votos válidos. Os outros postulantes não pontuaram. Com os dois líderes concentrando 91% dos votos válidos entre si, a aritmética eleitoral deixa pouca margem para surpresas vindas do campo dos candidatos menores, mas qualquer variação no comparecimento ou na migração de votos pode ser suficiente para alterar o resultado final. Para que a eleição seja definida já neste domingo, um dos candidatos precisará ultrapassar 50% dos votos válidos mais um voto, critério estabelecido pela legislação eleitoral brasileira. Votos válidos excluem brancos, nulos e abstenções. Com os dois principais nomes tão próximos, a possibilidade de um segundo turno permanece concreta e, segundo os próprios levantamentos, também seria disputado no fio do navalha. O Datafolha, encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo, ouviu 4.006 eleitores no próprio sábado (3/10) e chegou a números semelhantes aos da Quaest. Em votos válidos, Lula registra 45% e Flávio Bolsonaro, 42%, uma diferença de 3 pontos percentuais. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos, com nível de confiança de 95%, e o registro no TSE é o BR-01708-2026. Nos votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, o petista aparece com 42% e o candidato do PL com 40%. No Datafolha, Caiado (PSD) registra 4%, enquanto Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo) marcam 3% cada. Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na quinta-feira (1/10), Lula se manteve estável e Flávio cresceu dois pontos percentuais nos votos totais, o que indica movimento de consolidação do eleitorado bolsonarista na reta final. Já a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada neste sábado (3/10), véspera do primeiro turno, mostra Lula (PT) com 46,7% das intenções de voto na disputa pela Presidência da República. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 43,8%. A pesquisa PoderData, realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com parceria de divulgação do Aya Bancah, aponta Lula com 45% e Flávio Bolsonaro com 43% dos votos válidos. A margem de erro desse levantamento é de 1,5 ponto percentual, a menor entre os institutos consultados, o que ainda assim mantém os dois dentro do intervalo de empate técnico. Nos votos totais, Lula tem 42% e Flávio, 41%. Tendências e movimentos na reta finalA pesquisa CNT/MDA, realizada pela CNT em parceria com o Instituto MDA Pesquisa e divulgada no sábado (3/10), apresenta a maior margem de Lula entre os institutos: 47,8% dos votos válidos para o petista contra 42,1% de Flávio Bolsonaro na pesquisa estimulada, diferença de 5,7 pontos. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais. O cenário fica ainda mais próximo de uma definição no primeiro turno quando se recalcula a pesquisa espontânea pelo critério dos votos válidos: nesse caso, Lula chega a aproximadamente 48,6%, ficando a apenas 1,4 ponto dos 50% necessários para vencer já no domingo (4/10). O levantamento da CNT/MDA também traz um dado relevante sobre a consolidação do eleitorado: 87,6% dos eleitores afirmam que sua decisão de voto é definitiva, enquanto 12,4% ainda podem mudar de candidato até a eleição. Entre os eleitores de Lula e de Flávio Bolsonaro especificamente, o grau de consolidação é ainda maior, com 91% declarando o voto já definido. O número indica que o espaço para oscilações de última hora é limitado, embora não desprezível numa disputa tão apertada. O movimento da pesquisa Veritá, contratada pela Rede Brasil de Televisão, também chama atenção pela dinâmica interna. No levantamento anterior do instituto, divulgado em 20 de setembro, Flávio Bolsonaro tinha 45,53% dos votos válidos contra 41,76% de Lula, uma vantagem de 3,77 pontos. No levantamento mais recente, com dados coletados entre 20 e 25 de setembro, Flávio aparece com 45,14% e Lula com 44,65%: a diferença caiu para 0,49 ponto. Lula cresceu 2,89 pontos no período, enquanto o candidato do PL recuou 0,39. Projeções para o segundo turno e fatores decisivosInstituto Lula (PT) Flávio Bolsonaro (PL) Margem de erroDatafolha 47% 46% 2 p.p.CNT/MDA 47,3% 43,1% 2,2 p.p.PoderData/Aya 46% 46% 1,5 p.p.Quaest 42% 44% 2 p.p.Atlas 50,1% 40,9% 1 p.p. As simulações de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro replicam o empate do primeiro. O Datafolha, encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo, aponta Lula com 47% e Flávio com 46% num confronto direto, diferença de um ponto dentro da margem de erro de 2 pontos. Brancos e nulos somam 6% e indecisos representam 2%. Em relação ao levantamento anterior do instituto, Lula recuou um ponto, de 48% para 47%, enquanto Flávio permaneceu estável. A CNT/MDA, realizada pela CNT em parceria com o
Quaest em Goiás, votos válidos: Daniel Vilela (MDB), 57%; Wilder Morais (PL), 20%; e Marconi Perillo (PSDB), 18%
Daniel Vilela, Wilder Morais e Marconi Perillo — Foto: Diomício Gomes, Guilherme Alves e Weimer Carvalho/O Popular Pesquisa divulgada sábado (3/10) é a última antes do 1º turno, neste domingo, e foi encomendada pela TV Anhanguera / Globo Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3/10), véspera do 1º turno, mostra como está a disputa pelo governo de Goiás. O atual governador Daniel Vilela (MDB) aparece na frente com 57% dos votos válidos, seguido por Wilder Morais (PL) com 20% e Marconi Perillo (PSDB) com 18%. Votos válidosDaniel Vilela (MDB): 57%Wilder Morais (PL): 20%Marconi Perillo (PSDB): 18%Luis César Bueno (PT): 5%Danilo Pinheiro Evangelista da Silva (PCO): 0%Luciana Amorim (UP): 0% O que são votos válidos?É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados nos candidatos. Esse cálculo deixa de fora os votos em branco e nulos e abstenções. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. Como a Quaest calcula os votos válidos?A Quaest leva em consideração as intenções de voto da pesquisa e o perfil de comparecimento para estimar os votos válidos. É o modelo likely voter, que considera eleitores com maior propensão a votar. O levantamento foi encomendado pela TV Anhanguera e ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número GO-00674/2026. Eleições 2026: Veja pesquisas eleitorais para governador em GoiásVotos totaisVeja agora o resultado com os votos totais, incluindo votos em branco, nulos e eleitores indecisos. Daniel Vilela (MDB): 47%Wilder Morais (PL): 17%Marconi Perillo (PSDB): 15%Luis Cesar Bueno (PT): 5%Luciana Amorim (UP): 0%Danilo Pinheiro Evangelista da Silva (PCO): 0%Branco/nulo/não vai votar: 7%Indecisos: 9% Pesquisa espontâneaVeja agora a pesquisa espontânea, em que os eleitores respondem sem ter acesso a uma lista de candidatos. Esses resultados ajudam a medir o grau de consolidação do voto. Quanto maior o número de indecisos na véspera, menos consolidado está o voto e maior a possibilidade de mudanças em relação ao resultado de domingo. Daniel Vilela (MDB): 32%Marconi Perillo (PSDB): 6%Wilder Morais (PL): 6%Luis Cesar Bueno (PT): 2%Luciana Amorim (UP): 0%Danilo Pinheiro Evangelista da Silva (PCO): 0%Branco/nulo/não vai votar: 3%Indecisos: 50% Decisão do votoEntre os eleitores que declaram voto em um candidato, 84% dizem que a decisão é definitiva. Outros 16% afirmam que ainda podem mudar de ideia. Escolha é definitiva: 84%Pode mudar: 16%Não sabe/não respondeu: 0%Interesse pela eleiçãoMuito interessado: 40%Pouco interessado: 39%Nada interessado: 20%Não sabe/não respondeu: 1% Cenários de 2º turnoA Quaest simulou também cenários de 2º turno. Veja os números: Daniel Vilela x Marconi Perillo: Daniel Vilela (MDB): 61%Marconi Perillo (PSDB): 21%Em branco/nulo/nenhum: 9%Indecisos: 9% Daniel Vilela x Wilder Morais: Daniel Vilela (MDB): 62%Wilder Morais (PL): 17%Em branco/nulo/nenhum: 11%Indecisos: 10% Marconi Perillo x Wilder Morais: Marconi Perillo (PSDB): 34%Wilder Morais (PL): 34%Em branco/nulo/nenhum: 20%Indecisos: 12%
Igreja Católica fecha as portas para Flávio Bolsonaro
Imagens: Fórum Fiés fecharam as postas da Igreja Católica durante passagem de Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro Uma cena chamou atenção durante o último ato de rua de Flávio Bolsonaro (PL) antes do primeiro turno. Enquanto a motocarreata do candidato passava por uma das ruas de Bangu, pessoas que estavam dentro de uma igreja católica fecharam as portas do templo. Segundo relatos, os fiéis argumentaram a jornalistas incômodo com o barulho e o cheiro de pólvora. Flávio encerrou a campanha neste sábado (3/10) com uma motocarreata de cerca de 11 quilômetros entre Campo Grande e Bangu, na Zona Oeste do Rio. O percurso levou quase duas horas e terminou na Praça da Fé, debaixo de chuva. O candidato estava acompanhado de Douglas Ruas (PL), que disputa o governo do Rio, e dos candidatos ao Senado Carlos Jordy e Carlos Portinho. Flávio não discursou durante o ato e deixou o local pouco depois da chegada a Bangu. Tensão A cena envolvendo a igreja ocorre depois de semanas de tensão entre a campanha de Flávio e setores católicos. No fim de setembro, o candidato acusou sem provas a CNBB de participação na disseminação de uma informação falsa sobre Nossa Senhora Aparecida. A entidade rebateu a acusação e afirmou não ter participado da produção ou divulgação do conteúdo. Flávio também enfrentou dificuldades para obter apoio público de lideranças católicas durante a campanha. Levantamento da Casa Galiléia apontou que oito lideranças procuradas pelo candidato não declararam apoio a ele.
Da estrada aos grandes encontros: campanha de Vicentinho chega à reta final marcada por escuta, propostas e força popular
Imagens: Assessoria de Comunicação de vicentinho Júnior (PSDB), candidato a governador do Tocantins Depois de percorrer os 139 municípios, construir mais de 200 propostas e reunir milhares de pessoas em todas as regiões, Vicentinho encerra uma campanha marcada pela ampliação de apoios e pelo sentimento de mudança Antes dos palanques, das pesquisas e dos debates, teve estrada. A caminhada de Vicentinho Júnior ao Governo do Tocantins começou ainda na pré-campanha, percorrendo os 139 municípios para ouvir moradores, trabalhadores, produtores, empresários, servidores públicos, jovens, prefeitos, vereadores e lideranças das mais diferentes regiões. A pergunta levada a cada encontro era simples: o que precisa mudar para o Tocantins avançar? As respostas foram sendo transformadas em propostas. Quando a campanha oficialmente começou, Vicentinho já carregava um Plano de Governo construído a partir dessa escuta, com mais de 200 propostas e compromissos para áreas como saúde, segurança pública, educação, infraestrutura, agricultura, desenvolvimento econômico, tecnologia, servidores públicos e gestão. Mais do que apresentar um documento, a campanha passou a detalhar compromissos concretos. Entre eles, a descentralização da saúde, novos hospitais regionais, telemedicina, fortalecimento da segurança pública, convocação de policiais e realização de concursos, valorização dos servidores, investimentos em rodovias, apoio ao produtor rural, redução de impostos sobre energia e combustível e ampliação das oportunidades para os jovens. Uma aliança que ganhou as ruas A construção política também começou cedo. Em maio, em Porto Nacional, Vicentinho apareceu ao lado de Amélio Cayres e Alexandre Guimarães em um movimento que mais tarde se consolidaria na chapa formada por PSDB e MDB. Amélio como candidato a vice-governador e Alexandre na disputa pelo Senado passaram a dividir a estrada e a construção do projeto. No dia 5 de agosto, milhares de pessoas participaram da convenção no estacionamento do Ginásio Ayrton Senna, em Taquaralto, que oficializou a candidatura. Foi ali que um imprevisto acabou se tornando uma das imagens simbólicas da campanha. Durante o discurso de Vicentinho, uma interrupção de energia apagou luzes e som. A reunião não terminou. Com um paredão de som, celulares acesos e o público permanecendo no local, Vicentinho continuou seu discurso. Era o começo de uma campanha que ainda enfrentaria muitos outros obstáculos, mas que seguiria nas ruas. Fé no meio da caminhada Antes de mergulhar definitivamente na disputa eleitoral, Vicentinho manteve uma tradição pessoal. Durante cinco dias, percorreu cerca de 180 quilômetros entre Porto Nacional e o Santuário do Senhor do Bonfim, em Natividade. Foi um intervalo diferente dentro da campanha. Sem palanque, foi tempo de oração, reflexão e renovação da fé. A caminhada faz parte de uma tradição mantida por Vicentinho há anos e, a cada quatro anos, o percurso é ampliado, com a saída de Porto Nacional. No dia 16 de agosto, Vicentinho voltou às ruas. E, a partir dali, a campanha acelerou. Propostas no lugar dos ataques Vieram debates, sabatinas, entrevistas, reuniões setoriais, caminhadas e grandes encontros populares. Vicentinho levou para esses espaços uma estratégia que repetiria durante a campanha: responder aos ataques apresentando propostas. Na saúde, assumiu compromissos com a regionalização dos atendimentos, novos hospitais, ampliação de UTIs, hemodiálise e telemedicina. Para os servidores, apresentou compromissos com a valorização das carreiras, atualização dos planos de cargos e salários, cumprimento das progressões e medidas para melhorar as condições dos empréstimos consignados. Na segurança, defendeu reforço do efetivo, concursos, convocação de policiais e combate às facções. Na infraestrutura, compromissos com rodovias e ligações importantes para diferentes regiões passaram a fazer parte dos discursos. Para produtores e famílias, apresentou a redução da carga tributária sobre energia e, na reta final, também defendeu a redução do imposto sobre os combustíveis. Em uma das sabatinas, resumiu o compromisso com uma frase que passou a acompanhar suas propostas: “Anote e cobre”. Uma campanha que foi crescendo com novos apoios Enquanto Vicentinho continuava percorrendo o Tocantins, o grupo político também aumentava. Prefeitos, vereadores, ex-prefeitos, lideranças comunitárias, representantes de categorias profissionais e nomes que inicialmente estavam em outros projetos políticos passaram a declarar apoio. As adesões vieram de diferentes regiões e origens políticas. Na reta final, o movimento se intensificou, com novos apoios em municípios como Paraíso, Pium, Monte do Carmo, Colinas, Caseara, Araguacema, São Félix, Tocantinópolis e outras cidades. A campanha também ganhou manifestações de segmentos organizados, servidores, pescadores, produtores, profissionais da saúde, universitários, lideranças religiosas e representantes de entidades. Enquanto isso, Gil Borba (foto acima com Vicentinho Júnior e seus filhos) ampliou a presença da campanha junto às mulheres por meio da Caravana das Mulheres e também passou a dialogar com outros segmentos da sociedade. Milhares de pessoas e uma campanha espalhada pelo Tocantins As últimas semanas mostraram uma campanha presente simultaneamente em diferentes regiões. Enquanto Vicentinho cumpria agendas em uma parte do Tocantins, Amélio Cayres, Alexandre Guimarães e outras lideranças percorriam outros municípios. Grandes reuniões passaram a reunir milhares de pessoas. Porto Nacional, Dianópolis, Miracema, Araguatins, Gurupi, Araguaína, Palmas e municípios de diferentes regiões registraram mobilizações que deram à reta final um novo ambiente. Em uma mesma etapa da campanha, mobilizações aconteceram simultaneamente em 11 municípios. Em outra, enquanto Vicentinho percorria o Jalapão e Palmas, Alexandre estava no Sul, Amélio no Bico do Papagaio e outras lideranças ocupavam o Sudeste. Foi nesse período que Vicentinho passou a repetir uma das imagens que sintetizaram seu discurso na reta final: a máquina do governo sem o povo é apenas um monte de ferro. Da pesquisa ao sentimento das ruas Ao longo da campanha, diferentes pesquisas registraram cenários distintos da disputa eleitoral, conforme o instituto e o período de realização. Na reta final, levantamentos também registraram Vicentinho na liderança ou em situação de empate técnico. Mas foi nas ruas que a campanha buscou construir sua principal demonstração de força. De reuniões menores nas primeiras viagens aos grandes encontros das últimas semanas, a trajetória foi marcada pelo aumento da participação popular. Vieram caminhadas, cavalgadas, reuniões, encontros com categorias, visitas ao comércio, conversas nas casas e mobilizações que reuniram milhares de pessoas. A reta final também trouxe um contraste que Vicentinho passou a explorar em seus discursos: de um
Caiado afirma que Daniel está preparado para dar continuidade ao trabalho em Goiás
Imagens: Assessoria de comunicação de Daniel Vilela (MDB), candidato a governador de Goiás Última carreata da campanha na capital percorreu avenidas e bairros da Região Noroeste durante quase duas horas e reuniu quase 1,5 mil veículos A última carreata da campanha de Daniel Vilela (MDB) em Goiânia foi realizada neste sábado (3/10), na Região Noroeste, e contou com a participação do ex-governador e candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD). Durante a mobilização, que reuniu quase 1,5 mil veículos, Caiado pediu votos para Daniel e afirmou que o emedebista está pronto e merece ser reeleito para o Governo de Goiás. “Ele está preparado e tem capacidade para dar continuidade ao trabalho realizado até aqui. Ajude Goiás, vote em Daniel Vilela”, afirmou Caiado. Ao justificar seu apoio à reeleição, Caiado associou a escolha de Daniel à continuidade das ações desenvolvidas pelo governo nos últimos anos. “É o que eu peço neste momento. O que nós lutamos para transformar Goiás nesse Estado mais lindo. Olha, por favor, vote 15, vote em Daniel”, declarou. Segundo o ex-governador, a experiência acumulada por Daniel durante o período em que os dois estiveram juntos na administração estadual o credencia a conduzir uma nova etapa do governo. Daniel agradeceu a manifestação de apoio de Caiado e a recepção encontrada na capital ao longo da campanha. “Recebo a confiança do governador Caiado com muita gratidão e, sobretudo, com um enorme senso de responsabilidade. Foram anos trabalhando ao lado dele, acompanhando de perto decisões importantes para Goiás e aprendendo com uma gestão que conquistou reconhecimento. Meu compromisso é corresponder a essa expectativa com muito trabalho, preservando aquilo que deu certo e buscando novos avanços para o Estado”, afirmou. Ao comentar as manifestações recebidas durante as agendas deste sábado, acrescentou: “Feliz demais com a nossa receptividade aqui em Goiânia”. O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), e o candidato a vice-governador Luiz do Carmo (PSD) também fizeram um balanço da campanha. Mabel destacou a parceria entre Estado e município e defendeu a eleição de Daniel. “É fundamental a eleição dele. Goiânia anda bem quando governador e prefeito estão juntos. E já mostrou, nesse tempo que ficou como governador, que tem toda a capacidade para tocar muito bem o Estado”, disse. Luiz do Carmo classificou a campanha como positiva. “Fizemos uma campanha alegre, produtiva. O trabalho foi feito. Eu acredito no resultado do trabalho, e nós trabalhamos muito”, afirmou. A carreata durou quase duas horas e percorreu cerca de 26 quilômetros pela Região Noroeste. O comboio saiu da Avenida Nerópolis e passou pelas avenidas Genésio de Lima Brito, dos Carajás, Fonte Nova, Mangalô, Oriente e Contorno, além de ruas de áreas comerciais e residenciais, até chegar à Avenida do Povo. Durante o percurso, trabalhadores, comerciantes e moradores acompanharam a passagem da mobilização, com registros em celulares, acenos e buzinaços. Pela manhã, Daniel e Caiado participaram de uma caminhada que reuniu cerca de 5 mil pessoas entre a Praça Joaquim Lúcio, em Campinas, e a Praça Botafogo, no Setor Leste Universitário. Após encerrar as agendas em Goiânia, Daniel seguiu para Jataí, sua cidade natal, onde realiza a última carreata de seu último dia de campanha antes da votação de domingo. Também acompanharam a mobilização na Região Noroeste o candidato ao Senado Zacharias Calil (MDB), a deputada federal e candidata à reeleição Silvye Alves (União Brasil), a vice-prefeita de Goiânia, Coronel Cláudia, secretários de Estado, o coordenador da campanha na capital, Paulo Ortegal, e o presidente da SGPA, Gilberto Marques Neto, além de outras lideranças e apoiadores.














