Edital GO.IA foi lançado nesta quinta-feira (20/11), reforçando aposta do governo em tecnologia, transparência e impacto social Fotos: Lucas Diener “Hoje damos mais um passo decisivo para consolidar Goiás como a grande referência nacional em inteligência artificial. O lançamento do Prêmio GO.IA não é apenas um edital de fomento, é uma demonstração clara de que o Estado escolheu trilhar um caminho de inovação aberta, ética e com impacto real na vida das pessoas”, afirma o secretário-Geral de Governo, Adriano da Rocha Lima. O Governo de Goiás lançou, nesta quinta-feira (20/11), o Prêmio Goiás Aberto para Inteligência Artificial (GO.IA), iniciativa que injeta R$ 1 milhão em soluções tecnológicas com alto impacto social, econômico ou ambiental, alinhadas a princípios de transparência, ética, inclusão e sustentabilidade. O edital foi apresentado nas solenidades de abertura do Etos.IA e da Campus Party Goiás 2025 – dois palcos estratégicos para afirmar o protagonismo do Estado no debate nacional sobre inovação. O prêmio vai reconhecer três propostas baseadas em IA, preferencialmente construídas em modelos open source ou software aberto, fortalecendo o compromisso do governo com inovação aberta e colaboração entre academia, setor produtivo e sociedade civil. O primeiro colocado receberá R$ 500 mil, o segundo R$ 300 mil e o terceiro R$ 200 mil. Fotos: Lucas Diener Prêmio Goiás Aberto integra Política Estadual de Fomento à Inovação em Inteligência Artificial Criado pela Fundação de Amparo à Pesquisa de Goiás (Fapeg), em parceria com as secretarias Geral de Governo (SGG) e de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), o edital integra a Política Estadual de Fomento à Inovação em Inteligência Artificial, instituída pela lei complementar nº 205/2025. O recurso deve ser aplicado no desenvolvimento, validação, testes em campo, escalabilidade e eventual disponibilização aberta da solução. O lançamento também reforça a estratégia do Estado em se posicionar nacionalmente como referência em tecnologia e inovação – movimento liderado pelo governador Ronaldo Caiado, que tem colocado a transformação digital no centro da agenda pública. “Hoje damos mais um passo decisivo para consolidar Goiás como a grande referência nacional em inteligência artificial. O lançamento do Prêmio GO.IA não é apenas um edital de fomento, é uma demonstração clara de que o Estado escolheu trilhar um caminho de inovação aberta, ética e com impacto real na vida das pessoas”, afirma o secretário-Geral de Governo, Adriano da Rocha Lima. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, José Frederico, a iniciativa representa um marco para políticas públicas baseadas em evidências e tecnologia. “Goiás tem acelerado esforços para se tornar a principal referência em inteligência artificial do Brasil. Este é o segundo edital que lançamos para fomentar iniciativas nesta área em menos de quatro meses, somando mais de R$ 3 milhões em investimentos. Assim, mostramos que nosso estado está, de fato, em modo turbo.” Fotos: Lucas Diener O presidente da Fapeg, Marcos Arriel (foto/centro) afirma que o prêmio consolida a visão de que a inteligência artificial precisa servir ao interesse público e produzir resultados mensuráveis para a população. “Goiás demonstra que inovação não é discurso: é política pública com impacto direto na vida das pessoas. Ao estimular IA aberta, transparente e auditável, o governo reafirma uma escolha estratégica de futuro”, destaca. Segundo Arriel, o edital reforça a responsabilidade da Fapeg em impulsionar soluções que reduzam desigualdades, melhorem serviços essenciais e ampliem o acesso à tecnologia. Participantes Poderão participar startups, empresas, instituições de ensino e pesquisa, organizações da sociedade civil e pessoas físicas com atuação comprovada em Goiás. As propostas devem ser submetidas pela plataforma Sparkx-Fapeg até as 17 horas do dia 29 de dezembro. As soluções devem apresentar uso de IA voltado a desafios reais das áreas de saúde, educação, segurança pública, inclusão digital, meio ambiente, agronegócio sustentável, gestão pública e mobilidade urbana. O edital também destaca o conceito de IA aberta, que estimula transparência, auditabilidade e compartilhamento de resultados – mesmo quando modelos fechados são utilizados, desde que o processo seja aberto e reprodutível. O Governo de Goiás reforça que o prêmio é parte de uma estratégia ampla para consolidar o Estado como referência em inovação de alto impacto, articulando investimentos, governança e desenvolvimento tecnológico com visão nacional e ambição de futuro. O edital estará disponível no site da Fapeg: goias.gov.br/fapeg em acesso rápido/editais.
Líder em IA no Brasil, Goiás lança prêmio de R$ 1 milhão durante Etos.IA e Campus Party
Carlos teme pela morte de Jair Bolsonaro
Carlos e Jair Bolsonaro – Foto: Instagram “Estou com meu pai e jamais o vi como está. Está soluçando dormindo e fico com medo de refluxo nesse estado, o que pode de fato se tornar fatal caso broncoaspire o que vomitar“, contou ele O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) voltou a falar sobre o real estado de saúde do seu pai, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL-RJL). O político segue em prisão domiciliar e sem poder ter acesso as redes sociais após ser condenado a 27 anos de prisão pelos atos do Dia 08 de Janeiro. Diante da situação e seu grave estado de saúde, Carlos rompeu o silêncio e publicou a verdade sobre o seu estado, confirmando que teme pela morte do pai, Jair Bolsonaro. “Estou com meu pai e jamais o vi como está. Está soluçando dormindo e fico com medo de refluxo nesse estado, o que pode de fato se tornar fatal caso broncoaspire o que vomitar“, contou ele. Adiante, Carlos afirmou: “Se acordado, vomita constantemente; dormindo, fico com calafrios só de olhar. Como gostaria de expor o que vejo, mas estou impossibilitado por medidas ilegais de assim fazê-lo. Meu Deus!“, declarou o vereador, preocupado com o estado de Jair. Confira a publicação: Post de Carlos – Foto: Reprodução O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) deve ficar sob observação médica por dez dias se for ingresso no sistema penitenciário, como o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. A prisão de supervisão sobre as condições de saúde é prevista na Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984) e nas diretrizes da Política Nacional de Atenção à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional.
Mãe invade tribunal, atira várias vezes e mata assassino de sua filha
©Foto: X A mulher sacou uma pistola Beretta 70 escondida na bolsa, aproximou-se dele e disparou sete vezes — seis tiros acertaram o assasino que caiu morto no local Uma cena chocante em Lübeck, Alemanha Ocidental: em 6 de março de 1981, a mãe Marianne Bachmeier entrou em uma sala de audiência do tribunal — arma escondida — e abriu fogo contra o homem acusado da morte de sua filha de sete anos. O alvo era Klaus Grabowski, quem estava em julgamento por estupro e homicídio da menina Anna Bachmeier. Grabowski estava sendo julgado, mas ainda não havia sentença; a ação de Bachmeier interrompeu o processo. Ela sacou uma pistola Beretta 70 escondida na bolsa, aproximou-se dele e disparou sete vezes — seis tiros o acertaram e ele caiu morto no local. O fato provocou enorme repercussão midiática e social na Alemanha: muitos simpatizaram com a mãe destroçada, outros viram o ato como perigoso precedente de justiça com as próprias mãos. Bachmeier foi julgada por homicídio culposo (“manslaughter”) e porte ilegal de arma, condenada inicialmente a seis anos de prisão, embora tenha sido libertada após cerca de três anos. O episódio gerou reflexões profundas sobre trauma, responsabilização do criminoso, fragilidade do sistema de justiça e os limites entre vingança e justiça — especialmente quando uma família enfrenta uma perda irreparável.
Caiado destaca protagonismo da inovação na abertura da 1ª Cúpula Internacional de Ética e IA
Fotos: Lucas Diener Promovido pelo Governo de Goiás, evento reúne especialistas para debater inteligência artificial sob diversas perspectivas O governador de Goiás Ronaldo Caiado (UB) abriu, nesta quinta-feira (20/11), a 1ª Cúpula Internacional de Ética e Inteligência Artificial – Etos.IA, promovida pelo governo do estado na Campus Party Goiás. Durante três dias, o evento reunirá especialistas para discutir como alinhar ética, ciência e sociedade ao uso consciente de tecnologia. “Teremos aqui as maiores autoridades do mundo palestrando. Isso é Goiás se destacando no cenário mundial, como sendo um centro de referência na evolução e na pesquisa da IA”, disse o chefe do Executivo goiano. Caiado destacou o protagonismo da inovação na atualidade, e fez uma retrospectiva de toda a trajetória de Goiás desde 2019, quando assumiu o Estado e desenvolveu uma série de ações em prol do segmento. “É algo que iniciou sete anos atrás, quando ninguém discutia o assunto. Trouxemos a Campus Party, avançamos na parceria com a Universidade Federal de Goiás para a criação do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia), somos o único Estado com lei que regulamenta a IA e que prevê essa matéria no currículo escolar dos colégios”, citou. Fotos: Lucas Diener Caiado destaca que inteligência artificial é uma ferramenta impossível de definir limites, por isso a importância de se fazer bom uso dela Ao mencionar a relevância do Etos.IA, o governador declarou que a inteligência artificial é uma ferramenta impossível de definir limites, por isso a importância de se fazer bom uso dela. “Ao apoiar a pesquisa, a ciência, a inovação e a tecnologia, nós vamos cada vez mais melhorar a vida das pessoas, tornar nossos jovens mais competitivos e transformar Goiás”, argumentou Caiado. “Estamos à frente do governo federal e de outros estados”, concluiu. O Etos.IA vai até 22 de novembro, no Shopping Passeio das Águas, em Goiânia. A expectativa é atrair cerca de 10 mil visitantes durante toda a programação, que inclui mais de 60 horas de palestras. A participação é gratuita, mas o interessado deve se cadastrar antecipadamente pelo site 2025.etosgoias.org . Entre os temas de destaque estão o impacto da IA nas profissões e mercado de trabalho, o marco regulatório e o limite entre liberdade, controle e direitos individuais. O titular da Secretaria-Geral de Governo (SGG), Adriano da Rocha Lima, definiu o Etos.IA como resultado de uma política pública de longo prazo, que reconhece o protagonismo da inovação. “Quando falamos de um evento que trata de ética e inteligência artificial, estamos juntando duas pontas. De um lado, usando o conhecimento da técnica, que deve vir a serviço da sociedade, e a discussão de como essa tecnologia tem que se relacionar com a sociedade”, explicou Adriano que está à frente da secretaria responsável pela realização do evento. Um dos especialistas confirmados na programação do evento, o professor Clóvis de Barros Filho declarou que “Goiás sai na frente” ao propor uma cúpula para discutir a relação entre ética e IA. Para ele, a ferramenta deve ser “um trampolim para o nosso desenvolvimento pleno, e não a instância de achatamento das nossas competências”. “É fascinante ver a presença de pessoas curiosas para entender um pouco melhor sobre um assunto de extraordinária atualidade, mas que ainda conta com muita dúvida, incerteza e insegurança”, Sobre o evento Considerado o maior encontro de Ética e Inteligência Artificial do Brasil, o Etos.IA será uma cúpula de três dias com o propósito de provocar reflexões sobre o uso consciente da tecnologia. Serão debatidos temas diretamente ligados à IA, como ética, educação, justiça e regulação. Tido como um ponto de partida para o Marco Civil da IA no Brasil, o evento conta com a organização do Instituto Campus Party e com o apoio Institucional do Centro de Excelência em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Goiás (CEIA/UFG). Estão confirmados grandes nomes da tecnologia da informação e da comunicação. Entre eles, o filósofo, escritor e ex-ministro da Educação da França Luc Ferry Filósofo; o pioneiro da internet, cofundador dos protocolos TCP/IP e vice-presidente do Google, Vint Cerf; o especialista em governança de IA e autor do Regulamento Europeu de IA, Gabriele Mazzini; o filósofo, escritor e professor universitário estadunidense Michael Sandel; e o jurista Ronaldo Lemos, coautor do Marco Civil da Internet e membro do Oversight Board da Meta. Fotos: Lucas Diener São esperadas mais de 100 mil pessoas até o dia 23 de novembro, no Passeio das Águas Shopping O Etos.IA acontece dentro da Campus Party Goiás, um dos maiores festivais de tecnologia e inovação do mundo, promovido pelas secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e SGG, com o tema Goiás em Modo Turbo: inteligência artificial aplicada ao dia a dia. São esperadas mais de 100 mil pessoas até o dia 23 de novembro, no Passeio das Águas Shopping – região norte de Goiânia.
Globo confirma morte da jornalista Júlia Guerra
Júlia Guerra – Foto: Instagram A Globo confirmou nesta última quarta-feira (19/11) a morte da jornalista Júlia Guerra Monteiro. O falecimento da profissional aconteceu na tarde de terça-feira (18/11) depois dela ser atropelada por um ônibus biarticulado da linha Ligeirão Norte/Sul em Curitiba (PR). De acordo com a empresa Transporte Coletivo Glória, responsável pela linha envolvida no atropelamento, a vítima estava atravessando na canaleta, quando ‘entrou repentinamente na frente do veículo’. Conforme a empresa, o motorista não teve tempo de reagir para evitar a batida. “A empresa manifesta sua solidariedade aos familiares e amigos da vítima neste momento de profunda dor“, diz a nota. Júlia chegou a ser socorrida, mas morreu a caminho do hospital. A jornalista, que tinha 35 anos, deixa o marido e um filho de cinco anos. Ela, vale lembrar que, morava em São Paulo e estava em Curitiba a trabalho, conforme a Universidade de São Paulo (USP), onde o esposo da vítima estuda. Marido confirma morte de Júlia GuerraNas redes sociais, o marido da vítima confirmou: “Amigos, infelizmente é verdade. Acabei de sair do hospital. A Júlia Guerra Monteiro, o amor da minha vida, faleceu. […] E estou aqui junto com a mãe e o irmão dela, e família próxima. Estou devastado”, disse o marido da jornalista. Ainda nas redes, os internautas falaram sobre os casos de aumento de atropelamentos e acidentes em Curitiba. “Durante esse ano estou indo com más frequência para Curitiba e sempre fico impressionada com a velocidade e a sensação de surpresa que esses ônibus causam, todo cuidado é pouco inclusive em cruzamento com carros! Meus sentimentos a Família“, contou uma.
Lula inaugura ponte entre TO e PA que custou mais de R$ 230 milhões
Lula e governadores inauguram ponte entre Tocantins e Pará — Foto: CanalGov/Reprodução Inauguração aconteceu na orla de Xambioá, na região do Bico do Papagaio. A estrutura liga as cidades de Xambioá (TO) a São Geraldo do Araguaia (PA) O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), inaugurou a ponte que liga Xambioá (TO) a São Geraldo do Araguaia (PA) terça-feira (18/11). O evento aconteceu na orla de Xambioá, às 11h30. A nova ponte teve um investimento de R$ 230 milhões. Foto: Secom / Governo do Tocantins “Nós tocantineses, sabendo da importância que têm o nosso estado e a região sul do Pará para o desenvolvimento, vemos essa obra com a certeza de que iremos desenvolver muito mais, diminuindo os custos do transporte e melhorando a saúde. Vai mudar o destino de muita gente, facilitando a vida do trabalhador, do empresário e de quem produz. Lembrando as balsas que ficavam aqui atravessando e hoje a gente vê uma ponte dessa moderna”, sublinhou Laurez Moreira (foto/centro). A inauguração contou com a presença do prefeito de Xambioá, Mayck Feitosa (Republicanos), do governador do Tocantins em exercício, Laurez Moreira (PSD), governador do Pará, Helder Zahluth (MDB) e senador Irajá Filho (PSD). Moradores da região e caravanas de movimentos sociais também foram para a inauguração. Na entrega da ponte, o presidente Lula relembrou o uso da balsa para travessia do rio Araguaia e citou que pagar pelo serviço foi injusto. “Eu sei o sacrifício que essa balsa causava a todo mundo, mas seria injusto da minha parte fazer críticas a essa balsa e não reconhecer que tinha uma balsa para atravessar as pessoas quando o estado não cumpria com a sua função. Não era justo alguém pagar para atravessar a balsa. Agora o estado está garantindo o direito do povo de ir e vir”, disse. O governador em exercício do Tocantins falou, durante o discurso, sobre os benefícios que a ponte deve promover aos trabalhadores e empresários. “Não tem nada melhor do que ver o sonho de muitos tocantinenses realizado. Nós tocantineses, sabendo da importância que têm o nosso estado e a região sul do Pará para o desenvolvimento, vemos essa obra com a certeza de que iremos desenvolver muito mais, diminuindo os custos do transporte e melhorando a saúde. Vai mudar o destino de muita gente, facilitando a vida do trabalhador, do empresário e de quem produz. Lembrando as balsas que ficavam aqui atravessando e hoje a gente vê uma ponte dessa moderna”, sublinhou Laurez Moreira. Ponte sobre o rio AraguaiaA ponte liga os estados do Tocantins e Pará pela rodovia BR-153. São 2.010 metros de extensão, sendo 1.700 metros no Tocantins e 310 metros no Pará. A obra deve beneficiar mais de 1,5 milhão de pessoas, principalmente o ecoamento da produção agrícola do Matopiba, já que a travessia só era possível por meio de balsas. Segundo o governo do Tocantins, a ponte deve reduzir custos de transporte, ampliar a competitividade regional e fortalecer a integração. A nova infraestrutura deve facilitar também a integração com a Ferrovia Norte-Sul e a Hidrovia Tocantins-Araguaia, fortalecendo toda a cadeia logística dos mercados da região Norte para chegar a outros consumidores. Os acessos foram feitos com plataformas de 12 metros de largura de pista e acostamento, além de calçadas com 1,50 metro de largura para cada lado. Esses acessos também contam com a implantação de vias marginais à rodovia. Contrato e disputa judicialO contrato para construção da ponte foi assinado em 2017, durante o governo do Michel Temer (MDB). Em 2018, foi feita a primeira previsão para o início da construção, com estimativa de três anos de entrega. Apesar disso, a obra foi alvo de disputa judicial e a ordem de serviço foi assinada pelo DNIT somente em 2020. O valor da construção também sofreu alterações ao longo dos anos. Quando anunciada pelo governo Temer, a obra estava orçada em R$ 132 milhões. Quase três anos depois, a ordem de serviço previa o valor de R$ 157 milhões. Por último, segundo o DNIT, os valores poderiam ultrapassar R$ 232,8 milhões.
Programas para a juventude do Goiás Social são destaques na Campus Party Goiás 2025
Jovens atendidos pelo Centro da Juventude Tecendo o Futuro da OVG participam pela primeira vez da Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada. Programa Universitário do Bem contará com estande institucional no evento Uma iniciativa do Goiás Social, os programas para a juventude da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) serão destaques na 5ª edição da Campus Party Goiás, considerado o maior festival mundial de tecnologia, inovação, ciência e cultura digital, que acontece entre os dias 19 e 23 de novembro, no Passeio das Águas Shopping, em Goiânia. Jovens atendidos pelo Centro da Juventude Tecendo o Futuro participarão da final da Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada e o Programa Universitário do Bem (ProBem) contará com um estande institucional para divulgação das ações. Fotos: Diego Canedo e OVG Beneficiários do Centro da Juventude Tecendo o Futuro participarão do desafio final da Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada durante a Campus Party Goiás 2025 A coordenadora do Goiás Social e presidente de honra da OVG, primeira-dama Gracinha Caiado, afirma que a participação do ProBem na Campus Party fortalece a missão de preparar os jovens goianos para um mercado de trabalho em constante evolução, além de incentivar o desenvolvimento de habilidades. “Essa participação reforça o compromisso que o governador Ronaldo Caiado tem com a redução das desigualdades e de abrir portas para um futuro melhor aos jovens, principalmente os que vivem em situação de vulnerabilidade social, além da promoção do desenvolvimento social e econômico do nosso estado”, acrescenta Gracinha Caiado. Pela primeira vez, jovens beneficiários do Centro da Juventude Tecendo o Futuro da OVG e do Goiás Social participarão da etapa final e presencial da 2ª edição da Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada (OIAA). A competição é promovida pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), em parceria com o Centro de Excelência em Inteligência Artificial da Universidade Federal de Goiás (UFG) e busca popularizar e democratizar o conhecimento em inovação na educação básica. A equipe composta por Theo Negreiros, de 14 anos, Pedro Augusto Pena Barros, de 14 anos, e Victor Emanuel Mendes Moreira Alvarenga, de 15 anos, se destacou entre mais de 500 inscritas e garantiu classificação entre as três melhores equipes após duas etapas online, avançando para a fase final e presencial. A Olimpíada distribuirá prêmios de até R$ 5 mil em dinheiro por cada aluno que faz parte da equipe vencedora. Estande Interativo Ao longo dos quatro dias de evento, o Programa Universitário do Bem (ProBem) contará com um estande institucional totalmente dedicado à divulgação das ações, critérios de participação e oportunidades oferecidas pelo programa. No local, serão oferecidas dinâmicas, como o Quiz Interativo, para que os visitantes tenham a oportunidade de testarem seus conhecimentos sobre a iniciativa. Em parceria com a Secti, o ProBem disponibilizará ingressos “Daily” gratuitos para jovens em situação de vulnerabilidade social, garantindo a participação de quem, historicamente, tem menos acesso a ambientes de inovação tecnológica. Além disso, considerando a programação de palestras, painéis técnicos e atividades de capacitação, a participação dos beneficiários do ProBem renderá 20 pontos no Banco de Oportunidades, fortalecendo a trajetória de desenvolvimento profissional.
Polícia Penal lança operação integrada para reforçar segurança dos presídios no fim do ano
Fotos: PMGO / Divulgação Operação Comando Integrado de Segurança Penitenciária intensifica monitoramento, controle das unidades prisionais e marca transição para um modelo de gestão estratégica do sistema penitenciário em Goiás Pelo segundo ano consecutivo, a Polícia Penal de Goiás (PPGO) realiza uma ação integrada para reforçar a segurança nos presídios durante o fim de ano. A Operação Comando Integrado de Segurança Penitenciária (Ocispe/2025) tem como foco ampliar o monitoramento, fortalecer a estabilidade e assegurar o controle de todo o sistema prisional goiano entre 20 de novembro e 5 de janeiro. De acordo com o diretor-geral da Polícia Penal de Goiás, Josimar Pires, a iniciativa representa um avanço na forma de gerir o sistema prisional. “Esta operação marca a transição de um modelo tradicional — baseado exclusivamente em segurança reativa — para um modelo de gestão estratégica integrada, que incorpora protocolos de monitoramento em tempo real, modernização administrativa, sustentabilidade predial e desenvolvimento contínuo de competências”. A Ocispe atuará com ações preventivas, remoções de presos para equalizar índices de lotação, reorganização de processos de gestão com abordagem integrada entre as áreas e promoção de ambientes mais seguros e controlados para servidores, pessoas privadas de liberdade e toda a sociedade. Ainda segundo Pires, “ao consolidar a ordem, a estabilidade e o controle das unidades prisionais por meio da Ocispe, a Polícia Penal de Goiás reafirma seu compromisso com uma segurança pública de excelência, contribuindo para manter Goiás como referência nacional em segurança pública integrada e gestão penitenciária de qualidade”. Como novidade desta edição, a operação contará com novas formações específicas para servidores, ministradas pela Escola Superior de Polícia Penal (ESPP). O objetivo é levar, até o fim do ano, capacitações em noções básicas de inteligência prisional para diretores e chefes de equipe, além de treinamentos em comunicação eficiente nos registros de ocorrências nos sistemas informatizados. Operação Dominatus Realizada no fim de 2024, a Operação Dominatus foi considerada um sucesso. Entre 21 de novembro e 5 de janeiro, a PPGO realizou 166 revistas gerais nos presídios goianos, sem a apreensão de armas de fogo ou drogas. Ao todo, 2.331 servidores penitenciários participaram das ações, que também movimentaram 572 presos entre unidades prisionais.
PT convoca Dirceu para coordenar ações até as eleições
CdB José Dirceu comandou o PT por sete anos e foi chefe da Casa Civil no primeiro mandato de Lula. Deve a Dirceu a aproximação dos petistas com partidos de centro no espectro político Prestes a completar 46 anos, o PT promoverá o seu 8º Congresso Nacional, com o objetivo de definir os rumos da campanha de 2026 e rever o seu programa para a próxima década, abrindo caminho para a era pós-Lula. Ex-ministro e quadro histórico da legenda, José Dirceu foi chamado, a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para conduzir a discussão sobre a plataforma partidária. Dirceu comandou o PT por sete anos e foi chefe da Casa Civil no primeiro mandato de Lula. Deve-se a ele a aproximação dos petistas com partidos de centro no espectro político. Em 2005, no entanto, após o escândalo do chamado ‘mensalão’, Dirceu retornou à base do partido, com o mandato de deputado cassado. Nesse ínterim, foi preso três vezes As condenações que pesavam contra o ex-ministro na ‘Lava Jato’, porém, foram todas anuladas no ano passado e em 2026 ele concorrerá novamente a uma cadeira na Câmara. EnfrentamentoDiante do confronto iminente com a extrema direita, Lula chama o aliado de primeira hora para que se dedique à construção da nova face da legenda. Coordenador-geral da campanha de Lula ao quarto mandato, o presidente do PT, Edinho Silva já deixou clara sua intenção de partir para o enfrentamento às hostes do neofascismo, que cresceram exponencialmente no país ao longo dos últimos anos. Aos 80 anos, Lula sabe que, se for reeleito, terá o último mandato à frente do Palácio do Planalto e precisará de um sucessor à altura. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT); o chefe da Casa Civil, Rui Costa; e o titular da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL) estão entre os primeiros de uma lista não muito extensa.
Cinco municípios de SP investiram R$ 218 milhões no Banco Master com dinheiro de previdência
Existem denúncias – não confirmadas pela PF – de que alguns municípios dos estados de Goiás e do Tocantins, também investiram no Banco Master Cinco municípios de São Paulo investiram R$ 218 milhões com dinheiro da previdência de servidores no Banco Master, alvo de uma operação da Polícia Federal na terça-feira (17/11). O dono da instituição, Daniel Vorcaro (foto) foi preso no aeroporto de Guarulhos quando tentava fugir do país em um avião particular para a Europa. No mesmo dia da operação, a instituição teve a liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central. Meses antes, em abril deste ano, a Procuradoria do Ministério Público de Contas de São Paulo (MPC-SP) já tinha manifestado preocupação junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) com os vultosos investimentos feitos por institutos de previdência no banco e o risco de perda de patrimônio no caso de possível decretação de falência do banco. Segundo a apuração do MPC-SP, os institutos de previdência de Cajamar, Araras, Santa Rita d’Oeste, Santo Antônio de Posse e São Roque investiram cerca de R$ 218 milhões em títulos de renda fixa do Master, a maior parte dessas aplicações feita em 2024. Do montante total, foram investidos: R$ 87 milhões pelo o Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar; R$ 29 milhões pelo Serviço de Previdência Social do Município de Araras; R$ 2 milhões pelo Instituto de Previdência Municipal de Santa Rita d’Oeste; R$ 7 milhões pelo Instituto de Previdência Municipal de Santo Antônio de Posse R$ 93,150 milhões pelo Instituto de Previdência Social dos Servidores Municipais de São Roque. A reportagem pediu posicionamento à Prefeitura de Cajamar, ao Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar e ao TCE-SP, mas não havia obtido resposta até a última atualização deste texto. Em nota, o instituto de Santo Antônio de Posse afirmou que não é possível “antecipar impactos financeiros” neste momento e que aguarda informações sobre “eventuais recuperações de valores”. O São Roque-Prev informou que a compra foi realizada seguindo os ritos legais e técnicos e que acompanha o cenário econômico para adotar medidas a fim de resguardar os servidores municipais. O instituto de Araras afirmou que “aguarda as orientações e procedimentos que serão definidos pela massa liquidante nomeada pelo Banco Central”. Operação Daniel Vorcaro foi alvo de uma operação que mira a venda de títulos de crédito falsos. A instituição emitia CDBs com a promessa de pagar ao cliente até 40% acima da taxa básica do mercado. No entanto, esse retorno era irreal. Segundo a PF, o esquema pode ter movimentado R$ 12 bilhões. O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um investimento de renda fixa onde você empresta dinheiro para um banco e, em troca, recebe juros sobre o valor investido. Ele funciona com rentabilidade pré-fixada (taxa definida no momento da aplicação) ou pós-fixada (atrelada a um indicador como o CDI). No total, a operação Compliance Zero cumpriu seis dos sete mandados de prisão. Quatro outros diretores do banco também foram presos. Havia ainda 25 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e no Distrito Federal. Após ser preso, Vorcaro foi levado para a Superintendência da PF em São Paulo. A defesa dele nega que ele estivesse fugindo do país. O empresário passou por audiência de custódia e teve a prisão mantida, mesmo diante dos argumentos da defesa de que Vorcaro está afastado da gestão do banco por ordem judicial e de que teve o passaporte apreendido. A prisão aconteceu horas após o consórcio liderado pelo grupo de investimento Fictor Holding Financeira anunciar a compra do Banco Master — e pouco mais de um mês após o Banco Central ter rejeitado a aquisição pelo BRB (Banco de Brasília). Na manhã de terça (18/11) no entanto, o BC emitiu um comunicado decretando a liquidação extrajudicial do Master e a indisponibilidade dos bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição. Com isso, qualquer negociação de compra em andamento é automaticamente interrompida. O negócio com o grupo Fictor teria a participação de investidores dos Emirados Árabes Unidos e previa um aporte imediato de R$ 3 bilhões para reforçar o caixa do Master, que passa por dificuldades financeiras. A compra ainda precisaria da aprovação do Banco Central do Brasil e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A PF tinha uma operação prevista para esta terça, (18/11) mas a prisão de Vorcaro foi antecipada diante da possibilidade de fuga dele. Segundo investigadores, Vorcaro estava no banco na segunda-feira à tarde. Depois que saiu o comunicado da venda, ele pegou um helicóptero e foi para o aeroporto de Guarulhos. Ele seguiu direto do terminal da aviação executiva para pegar um avião particular com destino a Malta. Para a PF, não há dúvidas de que ele estava em fuga – não porque soubesse da operação desta terça, mas porque queria estar longe depois que a notícia da venda do Master fosse tornada pública. O objetivo é combater a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional. As investigações tiveram início em 2024, após requisição do Ministério Público Federal, para investigar a possível fabricação de carteiras de crédito insubsistentes por uma instituição financeira. Esses títulos teriam sido vendidos a outro banco e, após fiscalização do Banco Central, substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada. São investigados os crimes de gestão fraudulenta, gestão temerária, organização criminosa, entre outros. BRB já tentou comprar Antes da proposta da Fictor, o Banco de Brasília (BRB) já havia protagonizado uma tentativa frustrada de adquirir a instituição financeira de Daniel Vorcaro. O BRB e o Master haviam anunciado a operação em março, mas o negócio foi barrado cinco meses depois pela diretoria colegiada do Banco Central — instância máxima do BC, composta pelo presidente da instituição, Gabriel Galípolo, e mais oito diretores. Segundo a decisão, divulgada em setembro, os dirigentes do BC negaram a operação por entenderem que o pedido não contemplava todos os requisitos necessários, indicando a ausência de documentos que comprovassem a














