A banda americana (Los Angeles – Califórnia) Guns N’ Roses anunciou, às vésperas do início da turnê mundial de 2026, a saída da tecladista Melissa Reese Segundo comunicado oficial, a decisão aconteceu por “motivos pessoais imprevistos”, sem mais detalhes divulgados. Melissa fazia parte do grupo desde 2016, quando entrou na turnê de reunião “Not in This Lifetime…”. Ela marcou a história da banda ao se tornar a primeira mulher integrante fixa e tinha papel importante nos shows, atuando nos teclados, sintetizadores, programação eletrônica e backing vocals. A mudança aconteceu poucos dias antes do início da nova série de apresentações, que começou no último sábado (28), no México, e seguiu pela América do Sul. Até agora, não foi informado se a musicista será substituída ou se o também tecladista Dizzy Reed assumirá sozinho as funções durante os shows. No Brasil, a turnê conta com nove apresentações confirmadas a partir de abril. Shows Os shows começam em Porto Alegre, no dia 1º, e passaram por cidades como São Paulo (4), São José do Rio Preto (7), Campo Grande (9), Cariacica (12), Salvador (15), Fortaleza (18), São Luís (21) e Belém (25). A apresentação que aconteceria no Rio de Janeiro, no dia 10, foi cancelada. A banda, liderada por Axl Rose, manteve toda a agenda mesmo com a mudança na formação.
Guns N’ Roses altera formação da banda antes dos shows no Brasil
CNH aos 16 anos e novas regras
Em Brasília, a Câmara dos deputados federais debate as mudanças no CTB O Congresso Nacional iniciou uma série de debates técnicos sobre a atualização do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), com foco na idade mínima para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e na simplificação do processo de formação de condutores. A proposta em análise na comissão especial sugere que jovens a partir dos 16 anos possam iniciar o processo de habilitação. Essa não é a única mudança que pode acontecer: há 270 propostas para alterar o CTB. Esse assunto começou a ser tratado em março de 2026 na Câmara dos Deputados federais por meio de uma comissão especial. O projeto em questão é o 8085/2015, que serve como base para centenas de outros que foram apensados (anexados) a ele. O relator é o deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), que teve o plano de trabalho aprovado pelos parlamentares. Autorização Em relação à autorização de CNH para jovens de 16 anos, a ideia é alinhar a legislação brasileira a modelos adotados em países como Estados Unidos e Reino Unido, onde a condução aos 16 anos é permitida sob supervisão de um adulto habilitado. Entretanto, o tema enfrenta resistência de especialistas em segurança viária. Em audiência pública no dia 25 de março na Câmara, representantes de várias entidades manifestaram preocupação com a ideia. Dados do Observatório Nacional de Segurança Viária apontam que o comportamento humano é o fator predominante nos sinistros que causam mais de 37 mil óbitos anuais no Brasil. Há uma preocupação técnica de que a antecipação da entrada de jovens no trânsito possa elevar estatísticas de acidentes, visto que a faixa etária de 20 a 30 anos já concentra o maior volume de fatalidades. Entre os projetos que estão apensados ao texto base, estão ideias como redução da velocidade máxima nas vias, mudanças em infrações ou ampliação de regras de circulação. Há ainda propostas como a que torna as placas veiculares vinculadas ao proprietário e não ao veículo, como acontece nos EUA. Reversão da “CNH do Brasil” Além da discussão sobre a idade mínima, a comissão avalia a manutenção ou reversão de medidas que flexibilizaram o aprendizado. O programa “CNH do Brasil”, aprovado recentemente, reduziu a obrigatoriedade de frequência em Centros de Formação de Condutores (CFCs) e permitiu a atuação de instrutores autônomos. De acordo com a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), essa desburocratização elevou o número de solicitações de habilitação de 369 mil em janeiro de 2025 para 1,7 milhão no mesmo período de 2026. O objetivo governamental é regularizar cerca de 20 milhões de brasileiros que circulam sem documentação. Enquanto a redução da idade segue em debate legislativo, o novo Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular já implementou alterações técnicas significativas na avaliação prática em todo o território nacional. Mudança A principal mudança é a descaracterização da “baliza” (estacionamento entre balizadores) como etapa eliminatória autônoma. O estacionamento agora é avaliado como uma manobra comum ao final do percurso em via pública. Outro ponto técnico relevante é a alteração no critério de pontuação. O limite para aprovação foi elevado para 10 pontos (anteriormente eram 3), e a avaliação passou a ser estritamente baseada em infrações previstas no CTB. Condutas que não configuram infração direta, como o motorista deixar o veículo “morrer”, deixaram de ser punitivas. Além disso, foi oficializada a possibilidade de realização do exame em veículos com transmissão automática, eliminando a restrição anterior a modelos manuais. Alguns deputados defendem a reversão dessas regras, com apoio das Autoescolas. A comissão especial deve votar o texto final em abril. Caso aprovado, o projeto seguirá para o plenário da Câmara dos deputados federais e posteriormente, ao Senado Federal antes da sanção presidencial.
Trump diz que preços da gasolina cairão assim que EUA deixarem Irã
“Tudo o que preciso fazer é sair do Irã e faremos isso muito em breve e eles começarão a ruir”, disse Trump a repórteres quando questionado sobre seu plano para reduzir os preços da gasolina O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou terça-feira (31/3) que os preços da gasolina cairão rapidamente assim que os EUA concluírem sua operação no Irã. “Tudo o que preciso fazer é sair do Irã e faremos isso muito em breve, e eles começarão a ruir”, disse Trump a repórteres quando questionado sobre seu plano para reduzir os preços da gasolina. O preço médio da gasolina nos EUA atingiu US$ 4 por galão, o valor mais alto desde 2022. O presidente também comentou sobre a alta desta terça no mercado de ações, que ocorreu depois que o The Wall Street Journal noticiou que Trump disse a funcionários da Casa Branca que estaria aberto a encerrar a guerra com o Irã mesmo sem reabrir o Estreito de Ormuz. O republicano afirmou que os preços das ações subiram por dois motivos: “Temos um país seguro” e que houve uma mudança de regime no Irã
Governador Daniel Vilela anuncia adesão ao subsídio do diesel para conter alta de preços
Governador Daniel Vilela anuncia que Goiás vai aderir a subsídio do diesel para conter alta de preços – Foto: Secom / Governo de Goiás Medida prevê ajuda de R$ 1,20 por litro a importadores, dividida entre União e estados, em meio à volatilidade internacional do petróleo, pressionado pela guerra no Oriente Médio O governador Daniel Vilela, em seu primeiro ato após cerimônia de posse na Assembleia Legislativa, anunciou terça-feira (31/03) que Goiás vai aderir à proposta que prevê subsídio temporário a importadores de diesel, com o objetivo de conter a alta do preço do combustível no país. A medida prevê a concessão de subvenção no valor total de R$ 1,20 por litro de óleo diesel, com a União e os estados arcando com partes iguais, ou seja, R$ 0,60 para cada. “Vamos dar a nossa contribuição para que a população não seja ainda mais prejudicada com novos aumentos. Qualquer tipo de reajuste no diesel, combustível essencial para o principal modal de transporte do país, que é o rodoviário, tem reflexo direto para os consumidores e é algo que não queremos”, afirmou Daniel Vilela. Durante coletiva à imprensa, o governador salientou que em conversa ontem (30/04) com o novo ministro da fazenda, Dario Durigan, e o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, reivindicou a possibilidade de compensação por meio do abatimento da parcela da dívida que o estado paga a União ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). “Essa possível compensação não foi definida, mas nós estaremos nos próximos dias tentando conquistar e amenizar esse impacto fiscal”, afirmou Vilela ao explicar que os impactos da medida para o estado “é significativo, em torno de R$ 43 milhões por mês”. “E se for necessário nova medida provisória (para estender o prazo além de dois meses) , será custeado totalmente pelo governo federal”, emendou o governador. Efeitos da guerra Segundo o Executivo goiano, a decisão pela adesão a subvenção considera o atual cenário de volatilidade nos preços internacionais do petróleo, influenciado pela guerra no Oriente Médio, que elevou a cotação do combustível, e por conta de ameaças do fechamento do Estreito de Ormuz, onde passam cerca de 20% da produção global. A preocupação do governo estadual é com os reflexos diretos sobre a previsibilidade dos preços e os custos da cadeia produtiva, especialmente nos setores de transporte e agropecuária. “A adesão busca reduzir os efeitos inflacionários sobre a economia, contribuir para a regularidade do abastecimento e preservar o equilíbrio fiscal do Estado, observando o caráter excepcional e temporário da medida”, garante Daniel Vilela. Além de Goiás, outros 17 estados se manifestaram favoráveis à adesão da subvenção ao diesel: Acre (AC), Amazonas (AM), Bahia (BA), Ceará (CE), Espírito Santo (ES), Maranhão (MA), Minas Gerais (MG), Mato Grosso do Sul (MS), Mato Grosso (MT), Piauí (PI), Paraná (PR), Rio Grande do Norte (RN), Rio Grande do Sul (RS), Sergipe (SE), Santa Catarina (SC).
“Goiás é e vai continuar sendo o estado mais seguro do Brasil”, afirma Daniel Vilela
Daniel Vilela assume o governo de Goiás e reafirma compromisso de manter política de segurança que transformou Goiás no estado mais seguro do Brasil – Fotos: Secom / Governo de Goiás Com sete anos consecutivos de queda nos índices de criminalidade, governador afirma que manterá diretrizes de tolerância zero contra o crime, responsáveis por tornar o estado o mais seguro do Brasil O governador Daniel Vilela assumiu o comando do Estado terça-feira (31/3), em solenidade na Assembleia Legislativa, com o compromisso de dar continuidade à política de segurança pública que transformou Goiás em referência nacional no combate à criminalidade. Acompanhando de perto a implementação das ações, a estratégia será mantida e ampliada, com foco na preservação dos resultados já alcançados e no fortalecimento das forças policiais. “Goiás é e vai continuar sendo o estado mais seguro do Brasil”, afirmou Daniel ao assumir a chefia do Executivo goiano. A atual política de segurança adotada em Goiás se estrutura em três pilares: integração entre as forças, valorização do efetivo e controle do sistema prisional. Ao longo dos últimos sete anos, o modelo resultou em queda consistente dos principais indicadores criminais. Entre 2018 e 2025, os homicídios dolosos foram reduzidos em mais de 60%, enquanto crimes patrimoniais, como roubos de veículos, apresentaram queda superior a 90%. O estado também alcançou marcas históricas recentes, como o menor número de homicídios desde o início da série histórica, com 46 registros em janeiro passado. Outros indicadores seguem a mesma tendência, como roubo de carga, com queda de 98%, roubo em comércio e a transeunte, ambos com queda de 92%, consolidando Goiás como um dos estados mais seguros do país. “Não vamos baixar a guarda na segurança pública. Pelo contrário, é jogo duro contra a bandidagem. Com o governador Ronaldo Caiado, os bandidos mudaram de estado ou mudaram de profissão. E esse continuará sendo o principal mandamento da nossa gestão”, afirmou Daniel. Daniel Vilela destaca que os resultados são fruto de uma atuação estruturada, baseada em planejamento e investimentos contínuos, e reforça o compromisso de manter o apoio às forças de segurança. “Podem ter certeza que a melhor força de segurança do Brasil vai continuar tendo o mesmo apoio, o mesmo respaldo do governador do estado. É tolerância zero com a bandidagem e cuidado pleno com o cidadão de bem”, declarou. A área da segurança em Goiás também tem avançado na modernização das ações, com ampliação do uso de ferramentas tecnológicas, como a IA contra o crime, programa de inteligência artificial já em operação. A iniciativa contribui para agilizar o atendimento de ocorrências, aumentar a taxa de elucidação de crimes e tornar o policiamento mais eficiente. A continuidade da política inclui ainda a manutenção dos investimentos realizados nos últimos anos, que somam mais de R$ 17 bilhões em estrutura, equipamentos, viaturas, aeronaves e modernização do sistema penitenciário. As medidas permitiram maior controle dentro das unidades prisionais e reduziram a atuação de organizações criminosas. Ao assumir o governo, Daniel Vilela sinaliza que o Estado seguirá no mesmo caminho que garantiu resultados históricos, com foco no combate à criminalidade, na atuação integrada das forças de segurança e no avanço de Goiás como referência nacional na área.
“Amélio representa equilíbrio, estabilidade e segurança”, afirma Vicentinho Júnior
Fotos / Imagens: Assessoria da pré-campanha de vicentinho Júnior Pré-candidato ao governo do Estado pelo PSDB prestigia ato de filiação de Amélio Cayres no MDB e garante trabalho “lado a lado” O pré-candidato ao governo do Tocantins pelo PSDB, Vicentinho Júnior, prestigiou o presidente da Assembleia Legislativa, Amélio Cayres, em ato político que oficializou a filiação do deputado estadual no Movimento Democrático Brasileiro (MDB), terça-feira (31/3). Em seu pronunciamento, Vicentinho declarou que seu projeto rumo ao Palácio Araguaia José Wilson Siqueira Campos será construído lado a lado com Cayres, seu pré-candidato a vice-governador. “Aqui vai ter um governador novo e um governador mais experiente lado a lado. Aqui não vai ter isso de vice lá longe”, declarou. O evento, que reuniu prefeitos, vereadores e lideranças de diferentes regiões do Estado, foi promovido pelo MDB, sob a presidência regional do deputado federal Alexandre Guimarães, pré-candidato ao Senado. “Alexandre e eu temos o Amélio para nos aconselhar, pois para mim ele representa equilíbrio, estabilidade e segurança. Vão ter muitas tempestades na caminhada, mas vamos juntos. Vamos devolver a vontade do povo nosso de ver o Tocantins crescendo e o tocantinense junto”, afirmou Vicentinho Júnior. Bom lembar Juntos, Vicentinho, Amélio e Guimarães, que formam a base de sustentação da pré-candidatura do tucano ao governo do Estado, tiveram 132.916 votos para no pleito de 2022. O atual presidente do PSDB, segundo mais bem votado, teve 55.292 votos (6,66%). Já o atual presidente do MDB foi eleito com a terceira maior votação, tendo recebido 54.703 (6,59%). E o presidente da Assembleia Legislativa, recém-chegado ao MDB, recebeu 22.921 (2,73%) para deputado estadual naquele ano.
Irã ameaça atacar Google, Meta e Apple
Foto: twinsterphoto/Adobe Stock Guarda Revolucionária do Irã ameaça atacar Meta, Google e Apple se mais líderes forem mortos AFP – “A partir das 20h no horário de Teerã (13h30 no horário de Brasília) de quarta-feira, 1º de abril, essas empresas terão suas unidades destruídas em retaliação a cada assassinato cometido no Irã”, disse a guarda em comunicado, no qual listou 18 empresas que considera cúmplices nos “assassinatos seletivos” de autoridades. “Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem imediatamente seus locais de trabalho para preservar suas vidas”, acrescentou. Outdoor em Teerã retrata líderes supremos do Irã. Foto: Atta Kenare/AFP O Irã já perdeu mais de 10 autoridades de alto escalão desde o início do conflito, em 28 de fevereiro. Entre os mortos estão o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, e o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani. A última morte foi confirmada na segunda-feira (30/3). O comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, Alireza Tangsiri, morreu em um bombardeio israelense na cidade de Bandar Abbas, no sul do país, em 26 de março. Em comunicado, a guarda elogiou os esforços de Tangsiri, particularmente por ajudar o Irã a manter o controle sobre o Estreito de Ormuz. “Todo combatente é um Tangsiri, e veremos que surpresas eles trarão nos próximos dias e meses”, afirmou.
“Goiás encontrou um caminho seguro. E é nele que vamos seguir”, afirma Daniel Vilela ao assumir governo
“O combate à criminalidade, os investimentos em saúde e educação, as mais de mil obras em andamento, os programas sociais, tudo isso vai continuar e avançar”, destacou o governador Daniel Vilela em posse na Alego – Fotos: Secom / Governo de Goiás Em discurso de posse na Assembleia Legislativa, o governador ressaltou os avanços da gestão de Caiado nas contas públicas, segurança, educação e saúde e ressaltou assumir missão com “humildade e responsabilidade” Daniel Vilela foi empossado, nesta terça-feira (31/3), no comando do Governo de Goiás, em solenidade marcada pelo caráter institucional da transição, na Assembleia Legislativa. Em discurso, o governador destacou a responsabilidade de dar continuidade ao ciclo administrativo iniciado em 2019, sob a liderança do agora ex-governador Ronaldo Caiado, que renunciou ao cargo para concorrer à presidência da República. Daniel ressaltou a estabilidade institucional alcançada pelo estado, o foco em resultados e a necessidade de preservar o modelo de gestão que reposicionou Goiás no cenário nacional. Um dos pontos centrais da fala do novo governador foi a defesa da continuidade das políticas públicas e a sinalização de que não haverá mudanças de rumo da gestão. Segundo ele, o estado seguirá na trajetória de desenvolvimento construída nos últimos anos sete anos, tendo a manutenção desse caminho como eixo do novo ciclo de governo. “Goiás encontrou um caminho seguro. E é nesse caminho que vamos seguir”, afirmou. Fotos: Secom / Governo de Goiás Ao reconhecer o legado da atual gestão, Daniel fez questão de destacar a parceria construída com o agora ex-governador Ronaldo Caiado ao longo dos últimos anos. Ele atribuiu a Caiado a condução de uma transformação estrutural no estado, mencionando avanços em áreas estratégicas e a recuperação da credibilidade administrativa. “Ao longo dos últimos 7 anos, Goiás mudou. E mudou para melhor”, declarou, ao sintetizar o período. Fotos: Secom / Governo de Goiás A fala reforça visão de continuidade do modelo adotado até aqui. Daniel Vilela também resgatou, no discurso de posse, o cenário encontrado em 2019, descrevendo um estado marcado por dificuldades fiscais, baixa capacidade de investimento e problemas estruturais em serviços públicos. “Há pouco mais de sete anos, o governador Caiado assumiu um estado dilapidado pelas dívidas e pela corrupção”, afirmou. Ao traçar esse contraste, o novo governador evidenciou a mudança de patamar administrativo alcançada ao longo do período. Entre os resultados, Daniel Vilela apontou a reorganização das contas públicas como um dos pilares da transformação do estado, além da ampliação de investimentos em áreas essenciais. Ele citou a regionalização da saúde, os avanços educacionais e a retomada de obras estruturantes como exemplos concretos dessa mudança. “Se o passado era o caos, o presente é a saúde regionalizada, a educação em primeiro lugar, o equilíbrio fiscal e as contas em dia”, afirmou, ao apresentar um comparativo direto entre os dois momentos administrativos. Fotos: Secom / Governo de Goiás A segurança pública também ocupou espaço central no discurso. Daniel destacou a mudança no cenário da criminalidade e o fortalecimento das forças de segurança como marcas da gestão anterior que serão mantidas. “Se o passado era o medo, o presente é o estado mais seguro do Brasil”, disse. Ao abordar o tema, ele reforçou que a política de enfrentamento à criminalidade seguirá como prioridade, com continuidade de investimentos, estrutura e respaldo às corporações. Daniel Vilela falou ainda sobre sua trajetória política e experiência acumulada. “Recebo hoje essa missão com humildade, mas com plena consciência da responsabilidade que ela representa”, afirmou. O novo governador citou sua atuação como vereador, deputado estadual, deputado federal e vice-governador como base para conduzir o estado neste novo momento, sinalizando segurança na condução administrativa. Continuar e avançar Em tom de alinhamento político e administrativo, Daniel reforçou que seguirá os princípios que nortearam a gestão de Caiado, especialmente no que diz respeito à responsabilidade fiscal e ao compromisso com a população. “Me espelho na sua forma de governar, com coragem para decidir, responsabilidade com o dinheiro público e compromisso com as pessoas”, declarou, ao reconhecer o modelo de gestão adotado nos últimos anos e indicar sua manutenção. Ao detalhar as prioridades, o governador destacou a continuidade de políticas públicas já em andamento, com foco em áreas estratégicas. Ele citou o combate à criminalidade, os investimentos em saúde e educação, a execução de obras estruturantes e a manutenção de programas sociais. “O combate à criminalidade, os investimentos em saúde e educação, as mais de mil obras em andamento, os programas sociais… tudo isso vai continuar e avançar”, afirmou, ao projetar a atuação do governo nos próximos anos. Daniel também enfatizou o compromisso com o diálogo institucional e a cooperação entre os Poderes, além da parceria com municípios e o setor produtivo. “A democracia exige respeito, diálogo e responsabilidade. E é assim que eu vou governar”, declarou. Segundo ele, o avanço de Goiás nos últimos anos está diretamente ligado à atuação conjunta entre diferentes esferas, modelo que será mantido e ampliado. Ao encerrar o discurso, Daniel Vilela destacou o peso da responsabilidade histórica ao assumir o comando do Estado e fez referência a lideranças de seu partido que marcaram a política goiana, como os ex-governadores Maguito Vilela, seu pai, e Iris Rezende. Segundo ele, a trajetória desses nomes reforça o compromisso com uma gestão voltada ao serviço público e à população. Biografia Natural de Jataí e formado em Direito com pós-graduação em Administração Pública, Daniel Elias Carvalho Vilela iniciou sua trajetória influenciado pelo pai, Maguito Vilela. Ingressou na política em 2006, elegendo-se sucessivamente vereador por Goiânia (2008), deputado estadual (2010) e deputado federal (2014). Na Câmara dos Deputados, destacou-se pela presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi relator da medida provisória que criou o Programa de Proteção ao Emprego. Em 2018, disputou o governo estadual, consolidando sua liderança política. Em 2022, foi eleito vice-governador de Goiás na chapa liderada por Ronaldo Caiado. No cargo, desempenhou papel estratégico na articulação entre os setores público e privado, contribuindo para o alcance de indicadores de destaque em educação, saúde, segurança pública e redução da pobreza.
Jornalista dos EUA é sequestrada no Iraque
Reprodução/X Sequestro da jornalista Shelley Kittleson foi confirmado pelo Ministério do Interior do Iraque O governo do Iraque informou que uma jornalista norte-americana foi sequestrada em Bagdá nesta terça-feira (31/3). Segundo o Ministério do Interior, trata-se de Shelley Kittleson. Em comunicado, o ministério afirmou que um dos suspeitos de envolvimento no crime foi preso após o veículo em que estava ser cercado durante a fuga. A jornalista, no entanto, não estava no carro. “A perseguição resultou na interceptação de um veículo pertencente aos sequestradores, que capotou enquanto tentavam fugir”, disse o ministério. Até o momento não há informações sobre o paradeiro da mulher. Nenhum grupo ou organização reivindicou o sequestro. O governo dos EUA ainda não se manifestou.
Com Goiás Social, gestão Caiado retirou mais de 600 mil pessoas da pobreza
“Os números do IBGE confirmam aquilo que presenciamos todos os dias nas ações do Goiás Social. Isso mostra que as famílias estão conquistando autonomia e transformando a própria realidade”, explica a primeira-dama, Gracinha Caiado – Fotos: Secom / Governo de Goiás Sob comando da coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, Goiás registrou taxa de pobreza de 1,3% da população, abaixo da média nacional de 4,5%, segundo o IBGE. Extrema pobreza caiu para 0,8%, o menor índice do país A política social implantada em Goiás a partir de 2019 foi estruturada com o objetivo de enfrentar um dos desafios mais persistentes das políticas públicas: a superação da pobreza de forma duradoura. A iniciativa partiu da primeira-dama Gracinha Caiado, responsável pela criação do Goiás Social, programa que passou a organizar ações voltadas não apenas ao atendimento imediato, mas à construção de condições para que famílias em situação de vulnerabilidade alcançassem autonomia. Superar esse cenário exigiu mais do que transferência de renda. A gestão estadual estruturou uma política que combinou assistência social com formação e inserção produtiva, com foco em ampliar o acesso ao mercado de trabalho de forma competitiva e sustentável. Os resultados aparecem nos indicadores. Em 2023, Goiás registrou taxa de pobreza de 1,3% da população, muito abaixo da média nacional de 4,5%, de acordo com dados Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A extrema pobreza caiu para 0,8%, o menor índice do país. Nos últimos sete anos, mais de 600 mil pessoas superaram a condição de pobreza no estado. Fotos: Secom / Governo de Goiás “Nós adotamos a seguinte filosofia: não comemoramos cartões, mas sim pessoas emancipadas. Investimos na área social não como instrumento de dependência, mas com o objetivo de criar autonomia. Com essa diretriz, Goiás alcançou a menor taxa de pobreza e extrema pobreza de sua história”, afirmou o governador Ronaldo Caiado, que também destacou o papel da primeira-dama Gracinha Caiado na condução do programa e na expansão das ações para todos os 246 municípios. “Programas como Mães de Goiás, Aluguel Social e Crédito Social se tornaram referência e passaram a ser observados por outros estados”, acrescentou. Fotos: Secom / Governo de Goiás “Os números do IBGE confirmam aquilo que presenciamos todos os dias nas ações do Goiás Social. Isso mostra que as famílias estão conquistando autonomia e transformando a própria realidade”, disse Gracinha Caiado. A estrutura do programa foi organizada em três frentes: atendimento emergencial, proteção social e emancipação. No eixo emergencial, voltado a situações imediatas, foram distribuídas mais de 1,5 milhão de cestas básicas, com investimento superior a R$ 143,8 milhões, além de 1,7 milhão de pacotes de alimentos pelo programa NutreBem, que atendeu mais de 233 mil famílias. Outras ações incluíram a distribuição de 470 mil cobertores e a atuação do Banco de Alimentos, que arrecadou e distribuiu 8,6 mil toneladas de frutas e hortaliças. Em situações de risco, o Goiás Alerta e Solidário antecipou a entrega de mantimentos e medicamentos a famílias atingidas por eventos climáticos. No eixo protetivo, a política buscou garantir estabilidade de renda. O programa Mães de Goiás beneficiou 213 mil mulheres com repasses mensais de R$ 300, somando mais de R$ 971 milhões investidos. O programa Dignidade atendeu mais de 7,1 mil idosos, enquanto o Goiás + Inclusivo alcançou 6.998 famílias. A rede de proteção também inclui os Restaurantes do Bem, que já serviram 22,2 milhões de refeições em 22 unidades. Além disso, foram destinados R$ 100 milhões para a estruturação de mais de 400 unidades de assistência social nos 246 municípios e outros R$ 130 milhões em cofinanciamento das ações locais. A etapa de emancipação concentrou ações voltadas à geração de renda e qualificação. O Crédito Social distribuiu mais de 38 mil cartões de microcrédito de até R$ 5 mil. Os Colégios Tecnológicos (Cotecs) formaram mais de 154 mil pessoas em cursos alinhados às demandas do mercado. Fotos: Secom / Governo de Goiás Na educação, programas como o Aprendiz do Futuro atenderam 15 mil jovens, enquanto o ProBem concedeu bolsas a mais de 53 mil estudantes. Iniciativas como o Start e as Escolas do Futuro alcançaram mais de 20 mil pessoas com formação em tecnologia. No campo habitacional, o Aluguel Social beneficiou 82 mil famílias em 175 municípios, e o Casas a Custo Zero entregou mais de 5,1 mil moradias em 166 cidades. Para o governador, os resultados estão relacionados à combinação entre assistência e geração de oportunidades. “Não são apenas programas assistenciais, mas ações que permitem que as pessoas reconstruam suas vidas e sigam sem depender do Estado”, afirmou. Segundo ele, a política adotada buscou criar condições para que o acesso à renda, aliado à educação e à qualificação, possibilitasse a inserção no mercado de trabalho e a construção de novos caminhos para as famílias goianas.














