Arte/Metrópoles Reportagem detalhou expansão internacional e ramificação econômica do PCC. Governo dos EUA quer classificar facção como “grupo terrorista” O Primeiro Comando da Capital (PCC) foi tema de uma reportagem do jornal The Wall Street Journal que detalha a expansão da organização criminosa no Brasil e no mundo. A matéria, publicada na segunda-feira (20/4), compara a dimensão do PCC à da máfia italiana e destaca que a facção tem “eficiência de uma corporação multinacional”. A publicação ocorre em meio a uma ofensiva dos EUA contra o crime organizado na América Latina. Como parte desse movimento, o governo do presidente Donald Trump pressiona para que o Brasil classifique facções brasileiras como “grupos terroristas”. Conforme publicado pelo Metrópoles, autoridades americanas enviaram um “aviso” ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre a intenção. O governo brasileiro no entanto, se posiciona contra a medida. Em manifestação ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a Polícia Federal (PF) sustentou que a alteração representaria um erro jurídico. Segundo a PF, a diferença está nos objetivos: enquanto o crime organizado busca o lucro, os grupos terroristas são motivados por questões ideológicas e culturais. Um dos principais procuradores contra o PCC no Brasil, o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo (MPSP), também se posicionou contrário à medida. Em entrevista ao Metrópoles em março, ele argumentou que a iniciativa americana pode prejudicar o combate ao crime organizado e colocar a soberania do Brasil em risco. “O PCC está presente hoje em 28 países. Ele representa, sim, o risco para outras nações. Já está presente nos Estados Unidos e também é motivo de preocupação dos americanos. Mas acredito que há outras formas eficientes de combatermos o crescimento transnacional das facções com apoio dos EUA. A gente poderia melhorar a cooperação que já existe, criar equipes conjuntas de investigação entre Brasil, EUA e outros países da América do Sul. Mas, tudo isso pode ser feito sem que nós tenhamos que classificar o PCC como organização terrorista.” PCC nos EUAO acompanhamento das autoridades brasileira identificou uma “divisão norte-americana” do PCC atuando nos Estados Unidos da América (EUA). Desde então, os norte-americanos identificaram indivíduos ligados ao crime organizado atuando em ao menos seis estados. Em 2025, 18 brasileiros foram acusados pelo Ministério Público dos EUA por envolvimento no tráfico de armas. A Europa também está na mira. Após aliança com produtores de cocaína em países da América Latina, o PCC expandiu o envio de drogas em navios. O Porto de Santos, no litoral paulista, é apontado como um dos principais pontos de origem das quase 420 toneladas de cocaína apreendidas em portos europeus em 2023. O número de apreensões no continente bate recorde há sete anos consecutivos. “Maior erro político da história”A reportagem do The Wall Street Journal detalha a criação do PCC no início dos anos 1990 a partir de um movimento organizado por detentos em busca de melhores condições nos presídios de São Paulo. A reação das autoridades desde então foi classificada pelo jornal como “um dos maiores erros políticos na história da aplicação da lei na América Latina”. Segundo o texto, o Estado reforçou o controle prisional e transferiu detentos para outros estados, o que teria fortalecido a mobilização dos detentos e acelerado a expansão do PCC no território brasileiro. Ao longo de três décadas, a facção consolidou o controle sobre unidades prisionais e criou uma estrutura de comando de dentro das celas. O jornal desta ainda que o PCC está remodelando o fluxo global de cocaína e caminha para se tornar uma das maiores organizações criminosas do mundo com base em um código de conduta estruturado e de comportamento discreto, com filiação de novos faccionados em cerimônias por videochamada. Tráfico de livre-mercadoA publicação descreve a atuação do PCC “mais como um mercado ou agência reguladora do que como uma organização tradicional”. A partir de uma estrutura horizontal, os criminosos têm liberdade para iniciar os próprios emprendimentos. Embora o tráfico de cocaína seja a atividade central da facção, o grupo tem expandido sua atuação para setores como os da mineração de ouro, extração de madeira, tráfico de pessoas, pesca ilegal, contrabando de animais e até mesmo a escravização de algumas comunidades indígenas na Amazônia, onde ampliou seus poderes na última década. O dinheiro ilícito é lavado por meio de postos de gasolina, fintechs, fundos imobiliários e outros negócios. Na última quarta-feira (15/4), a PF deflagrou a operação Narco Fluxo, que apura a lavagem de dinheiro por meio da indústria fonográfica. O cantor MC Ryan SP foi preso. Outro detalhe destacado na reportagem é o envolvimento com a igreja evangélica. O The Wall Street Journal menciona a prisão, em 2023, do pastor Geraldo dos Santos Filho, apontado como operador de um esquema que lavou R$ 6 milhões. A expansão financeira e territorial também é citada como um fator de aproximação com grupos criminosos de outros países, como a ‘Ndrangheta na Itália e a Yakuza no Japão.
Jornal dos EUA compara PCC a máfias italianas: ‘Potência global da cocaína’
O campo minado das pesquisas eleitorais
O campo minado das pesquisas eleitorais – Foto: Ricardo Stuckert/PR / Reprodução/X-Flávio Bolsonaro Documento reúne argumentos usados por setores da direita para criticar decisões do STF, que enfrenta crescente pressão política e social nos últimos anos p/ Bepe Damasco 1) Antes de tudo, é importante esclarecer que este texto não tem o propósito de valorizar pesquisas eleitorais favoráveis e execrar as que não trazem boas notícias para o campo popular e democrático. Apenas pretende contribuir modestamente para a separação do joio do trigo, alertando para as armadilhas, falhas e manipulação política e midiática presentes em várias pesquisas de intenção de voto. 2) O alarmismo verificado em uma parte da esquerda não é proporcional ao que apontam as pesquisas. Primeiro porque esses levantamentos não mostram Lula sendo derrotado, mas sim em uma situação empate técnico na liderança da corrida presidencial. 3) Isso no segundo turno, o que significa colocar o carro na frente dos bois. Uma coisa de cada vez. Se ainda faltam cerca de seis meses para a realização da eleição, a pesquisa que vale é a do primeiro turno. E nessa Lula ainda está na frente nas sondagens de todos os institutos. Como priorizar o resultado de pesquisas de segundo turno sem saber o que vai acontecer no primeiro turno, que percentual de votos os dois finalistas obterão, além de suas performances, acertos e erros? 4) É fato que as pesquisas convergem para a consolidação de Flávio Bolsonaro como o candidato anti-Lula, agregando até agora não só a extrema-direita como uma parcela mais ampla do campo conservador. Só que, por enquanto, ele nada de braçada, com seu gigantesco telhado de vidro ainda preservado. Abre parênteses: poucos deram importância e a mídia corporativa ignorou, mas pesquisa da MDA/CNT divulgada na semana passada coloca Lula na frente em todos os cenários, inclusive no segundo turno, batendo Flávio Bolsonaro por cinco pontos percentuais de vantagem, portanto acima da margem de erro. Vale lembrar que a MDA, em 2022, acertou na mosca a margem estreita de votos entre Lula e Bolsonaro. Fecha parênteses. 5) Vale a pena investigar as metodologias das pesquisas que vêm sendo divulgadas. Algumas são feitas pela internet, outras por telefone, o que, segundo os especialistas, abala o grau de confiabilidade dos resultados. No caso de Lula, que tem grande apoio na faixa do eleitorado até cinco salários mínimos, o prejuízo é evidente, pois essas metodologias acabam concentrando a maior parte das consultas dos estratos médios para cima. 6) Não há um dia sequer em não sejam divulgadas pesquisas eleitorais. Nessa babel, institutos sérios e com um nome a zelar no mercado, como o Datafolha e o Ipec (antigo Ibope), convivem, por exemplo, como o Paraná Pesquisas, que já respondeu a processos por manipulação de pesquisas e que ostenta no currículo ter cravado 60% x 40% a favor de Aécio contra Dilma Rousseff a poucos dias do segundo turno de 2014. 7) Chama a atenção também o interesse da Faria Lima em patrocinar pesquisas. É o caso da Quaest, financiada pelo banco de investimentos Genial. Gente que estuda com lupa as metodologias dessas sondagens afirma que a Quaest trabalha em suas amostras com uma proporção de entrevistados das classes D e E menor do que esse contingente representa no total da população brasileira. 8) Na verdade, essas pesquisas há seis meses das eleições valem mais pela exploração midiática dos resultados e pelo viés político usado para interpretar seus números. Exemplos: quando Lula está numericamente à frente, mas dentro da margem de erro, as manchetes e chamadas ressaltam o empate técnico. Mas, se o adversário aparece com um ponto percentual a mais que Lula, a imprensa comercial não hesita em propagar que Flávio Bolsonaro lidera a pesquisa, em flagrante e vergonhoso dois pesos e duas medidas. 9) Outro truque são os títulos enganosos, feitos com base na constatação de que a maioria das pessoas passa apenas os olhos nas manchetes e desprezam o conteúdo das matérias. Assim, é comum a gente ler: “Flávio Bolsonaro amplia a vantagem sobre Lula”. Mas quando se lê a íntegra da notícia surge sem nenhum destaque uma informação preciosa: a pesquisa foi feita entre os eleitores do Amapá, ou de Santa Catarina, ou do Paraná, ou de qualquer outro estado brasileiro onde o bolsonarismo é forte. 10) Moral da história: resultado de pesquisa, boa ou ruim, não é para ser jogado na lata do lixo. Contudo, como a esquerda e aliados têm pela pela frente uma guerra para impedir que o fascismo volte ao poder, só termos a ganhar com a devida contextualização de cada uma delas, sem nunca perder de vista que, não raro, elas são usadas como meros instrumentos de ação política. p/ Bepe Damasco é Jornalista e editor do Blog do Bepe * Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do site: oknews
Zezé abre o jogo sobre entrar na política: “O Brasil tem que mudar”
Zezé Di Camargo – Foto: Reprodução/Instagram O pai de Wanessa Camargo enviou uma mensagem de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro: “Independente das circunstâncias, você é amado”, declara o cantor Zezé Di Camargo Durante apresentação na Festa do Peão de Paulínia, o cantor Zezé Di Camargo falou abertamente sobre política. Desse modo, ele também comentou se pretende disputar eleições em um futuro próximo e afirmou que o atual sistema político do Brasil precisa passar por mudanças. Zezé Di Camargo fala sobre política e defende modificação nos critérios de escolha de candidatos. Em entrevista à coluna de Fábia Oliveira, do portal “Metrópoles”, Zezé afirmou que não se vê ocupando um cargo público: “De jeito nenhum. Eu gosto de entender de política. Acho que entendo. As opiniões às vezes divergem, mas eu mesmo ser político não, acho que não tenho competência pra isso.“, declarou logo a princípio. Na sequência, o cantor avaliou o modelo atual e defendeu mudanças nos critérios para escolha de representantes. “Acho até que tinha que mudar a maneira de ser político no Brasil. Para eleger alguém, principalmente no Executivo, essa pessoa tem que ter uma noção de administração, uma formação superior. Não é só ter popularidade e virar político, você precisa entender na execução. Então eu tenho muito essa consciência.“, afirmou. Cantor aponta distorções no modelo presidencialista brasileiroAlém disso, o sertanejo apontou falhas na forma como os candidatos são selecionados e eleitos. Ele destacou as diferenças regionais do Brasil e sugeriu que o sistema precisaria considerar melhor essas particularidades ao definir o peso político de cada local. Ao aprofundar a análise, Zezé criticou o funcionamento prático do modelo adotado no país. Na visão dele, embora o Brasil seja oficialmente presidencialista, decisões relevantes acabam concentradas no parlamento, o que, segundo afirmou, cria distorções e abre espaço para negociações políticas nos bastidores. Em seguida, o músico usou os EUA como exemplo: “Acho que tem que mudar muita coisa na estrutura, de repente fazer como nos Estados Unidos, escolhendo por delegados. Você não pode pensar que um senador que precisou de 250 mil votos para ser eleito tenha mais poder do que um que precisou de 6 milhões de votos.“, sacramentou por fim. Pode isso? Zezé Di Camargo manda recado a Bolsonaro em prisão domiciliarRecentemente, o pai de Wanessa Camargo enviou uma mensagem de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro: “Independente das circunstâncias, você é amado”. O senador Flávio Bolsonaro (PL) registrou o momento em vídeo durante agenda na Expogrande 2026, em Campo Grande (MS).
Galvão Bueno detona post de Neymar: “Ele não pode falar isso”
Galvão criticou post de Neymar, que se defendeu após polêmica do gesto com o dedo na orelha (ouvido) na derrota para o Fluminense “Ele não pode falar isso, ele não pode fechar aqui com essa frase: ‘Não tem ser humano que aguente’. Neymar, me perdoe…disse Galvão Bueno Após nova polêmica de Neymar, que deixou o campo com o dedo na orelha na derrota do Santos para o Fluminense, Galvão Bueno criticou uma publicação do jogador durante programa no SBT. “Ele não pode falar isso, ele não pode fechar aqui com essa frase: ‘Não tem ser humano que aguente’. Neymar, me perdoe… Não tem ser humano que aguente ficar sem emprego. Não tem ser humano que aguente não ter dinheiro para colocar comida na mesa para os filhos. Não tem ser humano que aguente não conseguir colocar os filhos na escola”, disse Galvão. Qual foi o post de Neymar? “Chegou o dia que eu tenho que explicar uma COÇADA DE ORELHA! Gente, sinceramente vocês estão pegando pesado demais e ultrapassando os limites … é triste demais ter que conviver com isso! Não tem ser humano que aguente“, escreveu Neymar nas redes sociais. A derrota por 3 x 2 para o Fluminense mantem o Santos na 15ª colocação da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. O alerta segue ligado para o ” Peixe” que está na zona de rebaixamento.
Vicentinho Júnior garante R$ 18 milhões em benefício para a população de Pedro Afonso
Imagens: Assessoria de Imprensa de Vicentinho Júnior (PSDB), pré-candidato a governador do Tocantins Apresentação de ofício que viabiliza os recursos foi feita durante jantar que reuniu prefeitos, vereadores e lideranças da cidade e região. Juntos, Vicentinho Júnior, Amélio Cayres e Alexandre Guimarães prestigiaram a programação da tradicional Festa do Trabalhador da cidade. Com o anúncio de mais R$ 700 mil em verbas para o custeio da saúde do município, o pré-candidato ao governo do Estado Vicentinho Júnior (PSDB) garante o total de mais de R$ 18 milhões em recursos destinados ao atendimento a moradores de Pedro Afonso. São verbas oriundas do trabalho do deputado federal nas áreas da saúde, educação, segurança, obras, esporte, inclusão, entre outras. Esta é uma tradição que o parlamentar mantém. Em todas as cidades que visita, ele apresenta um ofício com a garantia da liberação de valores obtidos junto aos ministérios que trazem benefícios diretos à população local Imagens: Assessoria de Imprensa de Vicentinho Júnior (PSDB), pré-candidato a governador do Tocantins O mais recente ofício foi entregue na noite de segunda-feira, dia 20, durante jantar com líderes políticos na residência do vereador José Ribamar Coelho. A entrega foi simbólica ao dono da casa e aos vereadores Rômulo Soares e Pedro Belarmino. “Nunca pisei meus pés em Pedro Afonso para não fazer a prestação de contas de meu mandato. Sempre que venho ao município trago recursos para as mais diversas áreas”, disse Vicentinho, acompanhado dos pré-candidatos a vice-governador Amélio Cayres; ao Senado, Alexandre Guimarães, e do deputado estadual e pré-candidato à reeleição Olyntho Neto. Imagens: Assessoria de Imprensa de Vicentinho Júnior (PSDB), pré-candidato a governador do Tocantins O documento será protocolado pela assessoria do parlamentar no gabinete do prefeito Joaquim Martins Pinheiro Filho. Vicentinho e os demais líderes estiveram na cidade para participar da programação da tradicional festa dos trabalhadores. Os prefeitos de Tupirama, Ormando Brito; de Tabocão, Jason Marinho de Oliveira, o Zim; e Mayck Câmara, de Xambioá também prestigiaram o ato, além de vereadores e diversas lideranças da cidade e região.
Daniel Vilela destaca parceria com Aparecida em evento no Jardim Tiradentes
Daniel Vilela participa das comemorações pelos 36 anos do Jardim Tiradentes, em Aparecida de Goiânia – Fotos: Remisson Sales Governador participou das festividades pelo aniversário de 36 anos do setor; evento reforçou atuação conjunta entre prefeitura e Governo de Goiás O governador Daniel Vilela participou, nesta terça-feira (21/4), das celebrações pelos 36 anos do Jardim Tiradentes, um dos maiores bairros de Aparecida de Goiânia. Ele deu o pontapé inicial da final do campeonato amador de futebol, que marca a abertura das festividades, e reforçou a parceria entre o Governo de Goiás e a prefeitura, com foco na melhoria da qualidade de vida da população. Fofos: Remisson Sales “Estamos aqui para reforçar o compromisso do Governo de Goiás com Aparecida, com o Jardim Tiradentes e com toda essa população que tanto precisa e merece o apoio do nosso governo. Vamos sempre fazer o melhor por essa cidade que a gente ama. É uma população que merece todo o nosso esforço”, comentou o chefe do Executivo goiano. “Estaremos trabalhando diuturnamente para poder atender as necessidades da população e estabelecer importante parceria com o prefeito Leandro Vilela, para que Aparecida continue crescendo e sendo uma cidade de oportunidade e qualidade de vida para as pessoas”, completou. Daniel Vilela destacou que acompanha as comemorações do bairro há anos, inclusive ao lado do pai, Maguito Vilela, que foi prefeito de Aparecida entre 2008 e 2016. “Eu sempre vim participar dessas atividades e acompanhar este tradicional jogo, que simboliza o aniversário do Tiradentes, um bairro que tem muita história e importância, um dos maiores de Aparecida”, lembrou. O Jardim Tiradentes é um dos principais setores do município. Criado para abrigar moradores de áreas de risco de Goiânia e ocupantes da Avenida Transbrasiliana, o bairro cresceu ao longo dos anos e se consolidou como um dos mais promissores da cidade, com cerca de 25 mil moradores. A data de criação coincide com o feriado de Tiradentes, o que originou o nome do setor. O prefeito de Aparecida de Goiânia, Leandro Vilela, ressaltou o legado de Maguito e agradeceu a parceria com o governo estadual. “Maguito transformou Aparecida e marcou a história da transformação da qualidade de vida dos aparecidenses. E, agora, temos a oportunidade de fazer o que a cidade e a população precisam e merece. E assim vamos continuar fazendo, ao lado de Daniel Vilela, com apoio total e integral do Governo de Goiás”, afirmou, ao lembrar que o município é o segundo maior do Estado e um dos maiores do país. Comemorações A tradicional festa de aniversário do Jardim Tiradentes é organizada pela comunidade, com apoio do Governo de Goiás e da Prefeitura de Aparecida. A programação é voltada à integração dos moradores. Neste ano, as atividades começaram na Praça Esportiva Jardim Tiradentes, com a final do campeonato amador entre União Júnior e Arena Fred. Fofos: Remisson Sales À tarde, a programação segue na Praça Poliesportiva Joaquim Ricardo Teixeira, com bingo, shows musicais e sorteio de prêmios. No local, também são montadas barracas de alimentação para o público. Fofos: Remisson Sales Para a moradora Ana Paula da Silva, 35 anos, o bairro evoluiu nos últimos anos e a comemoração reforça o espírito comunitário. “Melhorou bastante tanto a autonomia quanto a segurança e saúde. Rejuvenesceu nosso setor. E esse evento é maravilhoso, pois reúne toda a comunidade, não só do Tiradentes, mas de outros bairros também”, comentou Ana Paula da Silva.
Mais de 82 mil contribuintes aderem ao Negocie Já 2 em Goiás
Adesão ao Programa Negocie Já 2 é totalmente digital e pode ser realizada até 31 de julho – Foto: Denis Marlon Iniciativa do governo estadual amplia a regularização de débitos de IPVA, ICMS e ITCD, com descontos de até 99% em juros e multas, por meio de negociação digital O programa de regularização de dívidas Negocie Já 2, do Governo de Goiás, atendeu mais de 82,4 mil contribuintes nas primeiras dez semanas de vigência. Coordenada pela Secretaria da Economia, a iniciativa oferece a negociação de débitos de Imposto sobre Veículos Automotores (IPVA), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre Herança e Doações (ITCD) e pena pecuniária com condições especiais. O prazo para adesão termina em 31 de julho, no site http://goias.gov.br/negocieja/. Iniciado em 1º de fevereiro, o programa negociou R$ 1,27 bilhão até 15 de abril. Podem participar pessoas físicas e empresas com débitos cujos fatos geradores ou a prática de infração tenham ocorrido até 30 de setembro de 2025. Do total negociado, R$ 255,19 milhões foram quitados à vista e R$ 1,02 bilhão parcelados. No pagamento à vista, o desconto em juros e multa pode chegar a 99%. Dependendo da quantidade, as parcelas podem ter desconto entre 40% e 90% em juros e multa. O valor mínimo de cada parcela não pode ser inferior a R$ 300 para ICMS e R$ 100 para IPVA e ITCD. “O processo de adesão ao programa é 100% digital. O contribuinte pode acessar o site http://goias.gov.br/negocieja/, simular as formas de pagamento, consultar os débitos em aberto e formalizar o parcelamento”, informa o superintendente de Recuperação de Créditos, Fabiano Gomes de Paula. A adesão é concluída quando o participante realiza o pagamento da primeira parcela ou do valor total à vista. Além do espaço on-line, a Economia disponibiliza o telefone (62) 3309-6700 em caso de dúvidas. Balanço O ICMS liderou a procura nos primeiros dois meses e meio de programa, com R$ 932,7 milhões em parcelamentos e R$ 111,34 milhões pagos à vista. Os proprietários de veículos também têm a oportunidade de negociar débitos de IPVA 2025 e anos anteriores. Conforme o último balanço, foram quitados R$ 112,1 milhões em débitos de IPVA até 15 de abril. Outros R$ 55,6 milhões foram parcelados. Os autos relacionados ao ITCD, conhecido como imposto sobre herança e doação, somaram R$ 27,35 milhões à vista e R$ 20,2 milhões parcelados até o momento. Já a arrecadação à vista de pena pecuniária foi de 4,32 milhões, com parcelamento de 7,87 milhões. O regulamento completo do Negocie Já 2 está disponível no site do programa.
Mudança nas placas de veículos poderá gerar custos e preocupa motoristas
Divulgação Um novo projeto em discussão no Congresso Nacional [Câmara dos Deputados Federais e Senado Federal] pode trazer mudanças importantes no modelo de placas de veículos em todo o Brasil e já começa a gerar atenção entre motoristas e especialistas do setor automotivo. A proposta prevê a possibilidade de alteração no padrão atual das placas, o que reacende dúvidas sobre possíveis custos adicionais e adaptações que podem ser exigidas dos proprietários de veículos. O que pode mudar nas placas O projeto sugere a reintrodução de elementos visuais que deixaram de ser obrigatórios no modelo atual, como identificação regional mais detalhada e novos padrões de personalização. Na prática, isso pode significar: Possível alteração no modelo atual de placasAtualização de registros veicularesEventuais custos administrativos em caso de mudança obrigatória Motoristas já demonstram preocupação A simples discussão da proposta já gerou debate entre condutores, principalmente por causa da possibilidade de que a mudança implique em custos indiretos, como taxas de atualização ou emissão de novas placas. Especialistas alertam que qualquer alteração no padrão nacional pode gerar impacto no bolso do proprietário do veículo. Impacto pode atingir milhões de veículos O Brasil possui uma frota de dezenas de milhões de veículos registrados, o que torna qualquer mudança no sistema de placas um processo de grande escala e possível custo logístico elevado. O que acontece agora O projeto ainda precisa passar por novas etapas de análise antes de eventual aprovação definitiva. Se aprovado, poderá haver regulamentação específica definindo prazos e regras para adaptação dos veículos.
Goiás já fechou com os EUA, disse Caiado ao firmar acordo sobre terras raras
“Este é o momento talvez do acordo mais importante geoeconômico já assinado por um governador do Estado”, repetiu Caiado, enfatizando a dimensão estratégica da iniciativa Um mês antes da conclusão da venda da mineradora Serra Verde à empresa americana USA Rare Earth, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), já havia sinalizado o alinhamento do estado com os Estados Unidos na exploração de terras raras. Ao anunciar um acordo com o governo norte-americano, Caiado afirmou que Goiás “já fechou com os Estados Unidos da América (USA) ” em torno desses minerais estratégicos. Durante a formalização do chamado Manifesto de Entendimento, o governador classificou a iniciativa como um marco histórico. “Este é o momento talvez do acordo mais importante geoeconômico já assinado por um governador do Estado”, declarou, ao destacar o potencial econômico da parceria. Acordo estratégico com os EUASegundo Caiado, o entendimento com o governo dos Estados Unidos tem como foco a produção e exploração de terras raras em território goiano, inserindo o estado em uma cadeia global considerada estratégica para a indústria de alta tecnologia. “Hoje nós fizemos um acordo chamado Manifesto de Entendimento com o governo americano da produção da exploração de terras raras que podemos transformar Goiás em uma referência no mundo em relação a esses minérios”, afirmou. O governador também destacou a abundância desses recursos naturais na região. “A demanda da terra mundial e Deus deu a nós a bênção de termos aí a Malminina em Mina Sul, Nova Roma, Viliporá e Monte Alegre de Goiás”, disse, ao citar áreas com potencial mineral no estado. Contexto geopolítico e econômicoAs declarações de Caiado ocorrem em um cenário de crescente disputa internacional por minerais críticos, especialmente entre Estados Unidos e China. As terras raras são insumos fundamentais para setores como energia limpa, indústria digital e defesa, o que aumenta o interesse estratégico sobre regiões produtoras. O acordo celebrado pelo governo de Goiás antecipa, nesse sentido, o movimento mais amplo que culminou na aquisição da Serra Verde, localizada no estado, por uma empresa americana. A mina de Pela Ema, envolvida na operação, é considerada uma das mais relevantes fora da Ásia na produção de terras raras pesadas. Integração internacional e controvérsiasEnquanto o governo estadual destaca o potencial de inserção global e atração de investimentos, críticos apontam riscos associados à perda de controle nacional sobre recursos estratégicos. O debate ganhou força após a confirmação de que a produção da Serra Verde será integralmente destinada ao mercado norte-americano. Nesse contexto, as falas de Caiado ganham novo significado, ao evidenciar que a aproximação com os Estados Unidos na área de terras raras já vinha sendo construída em nível estadual antes da concretização da operação empresarial. Goiás como polo global de minerais críticosAo defender o acordo, Caiado reiterou a ambição de posicionar Goiás como referência internacional no setor. “Este é o momento talvez do acordo mais importante geoeconômico já assinado por um governador do Estado”, repetiu Caiado, enfatizando a dimensão estratégica da iniciativa. A aposta do governo goiano se baseia no potencial mineral da região e na crescente demanda global por terras raras, especialmente no contexto da transição energética e da digitalização da economia.
Governo de Goiás adota modelo inovador e fortalece cuidado a pacientes com feridas crônicas
HDS adota modelo inovador para tratamento de pacientes com feridas crônicas, reduzindo riscos de infeções e amputações – Fotos: SES / Governo de Goiás Uso do Plano Terapêutico Singular amplia assistência no SUS e prioriza pacientes diabéticos, grupo mais vulnerável a complicações graves O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), iniciou a implantação de um novo modelo de cuidado no Hospital Estadual de Dermatologia Sanitária Colônia Santa Marta (HDS), voltado ao atendimento de pacientes com feridas crônicas. A iniciativa reforça a atuação do Estado diante do crescimento dos casos de diabetes e suas complicações, ampliando a qualidade da assistência na rede pública. A principal mudança é a adoção do Plano Terapêutico Singular (PTS), ferramenta que organiza o cuidado de forma individualizada, considerando não apenas a lesão, mas todo o contexto clínico e social do paciente. A estratégia tem foco inicial em pessoas com diabetes, responsáveis por grande parte dos atendimentos na unidade. O novo modelo posiciona Goiás na vanguarda do cuidado integral no Sistema Único de Saúde (SUS), ao incorporar práticas que integram diferentes especialidades e promovem uma abordagem mais resolutiva, com potencial de reduzir complicações graves, como infecções e amputações. Fotos: SES / Governo de Goiás Referência estadual, o HDS mantém o único ambulatório especializado em feridas crônicas em Goiás e acompanha, em média, 140 pacientes por mês. Com a mudança, o atendimento passa a ser estruturado a partir de uma avaliação ampliada, que inclui fatores como controle glicêmico, condições de vida e adesão ao tratamento. Segundo a supervisora do ambulatório de feridas, Giovana Brasiliense, a mudança representa um avanço na organização da assistência. “O Plano Terapêutico Singular permite olhar o paciente de forma integral, o que é essencial para melhorar os resultados no tratamento, especialmente nos casos relacionados ao diabetes”, afirma. Além do atendimento médico, o modelo integra profissionais de áreas como nutrição, psicologia e fisioterapia, com definição conjunta das condutas e acompanhamento contínuo dos casos. A equipe realiza reuniões periódicas para monitorar a evolução dos pacientes e ajustar as estratégias de cuidado.














