Carlesse (foto) foi preso suspeito de planejar fuga para o exterior com ajuda do sobrinho e passou mais de dois meses detido no Comando Geral da Polícia Militar, em Palmas – Tocantins O ex-governador Mauro Carlesse (Agir) comentou sobre a prisão por suspeita de fuga para o exterior nesta quarta-feira (19), logo após sair do Comando Geral da Polícia Militar, onde estava detido. Ele alegou sofrer perseguição política e considerou a ação ‘absurda’. Carlesse ficou preso por mais de dois meses, após investigação da PF apontar que ele estaria planejando fugir para Itália e Uruguai com a ajuda do sobrinho e ex-secretário Claudinei Quaresemin. “Sinceramente, não sabia nem do que que eu estava sendo preso, porque eu não tinha nenhum processo julgado. Está na primeira instância, eu defendendo, não tem provas nenhuma contra mim. Infelizmente, eu fui preso, não é bom. Se eu te falar para você que é muito ruim, é ruim, né? Jamais eu ia fugir, não tem motivo de fugir. Eu sou um cidadão italiano, tenho passaporte italiano, tenho identidade no Uruguai para os meus negócios, sou empresário, sustento a minha família fazendo meu trabalho. E isso foi entendido para o Ministério Público como se eu fosse fazer uma fuga”, contou durante coletiva de imprensa. O pedido de habeas corpus da defesa foi atendido através de uma liminar pelo ministro do STJ, Antônio Saldanha Palheiro. Os efeitos da decisão também atendem ao ex-secretário Claudinei Aparecido Quaresemin, sobrinho do ex-governador, que também é investigado. O ex-governador é alvo em pelo menos cinco investigações por desvio de dinheiro, fraudes de licitação e outros crimes, além de também responder a ações penais. Para Carlesse, a prisão se trata de uma perseguição política. “Nesse estado, se não mudar essas perseguição política é difícil, mas eu não abaixo a cabeça porque eu não devo, não devo e vou responder. Fiz tudo que podia em todas as áreas, na saúde, na educação, na infraestrutura, na segurança pública e estou pagando esse preço por uma meia dúzia de incompetentes que tem nesse estado, que vive perseguindo as pessoas e no qual uma delas foi eu”, comentou Carlesse. Casa no exterior Durante a coletiva, o ex-governador também falou sobre o aluguel de uma casa na Itália. Segundo as investigações, Quaresemin teria viabilizado o aluguel de uma casa no país europeu com o nome de uma intermediária. O valor foi de 1,5 mil euros de aluguel no imóvel, segundo o MP. Durante uma viagem, apesar de possuir a casa ele teria escolhido se hospedar em um hotel. “Essa casa, quando eu recebi a notícia que eu poderia ir receber a documentação, o meu passaporte italiano, que é um processo desde 2016, 2017, é um processo longo, um processo da família. Foi feito assim nós tivemos que ficar lá em 40 dias, nós tivemos que ficar lá na cidade da Itália lá. Eu tinha que ficar lá. Qual era o mais barato? A casa ou ficar no hotel? Que a minha família inteira, não foi só eu, Mauro Carlesse. Foi o indicado por alugar uma casa. E eu mantive uma casa para poder receber documentações naturais da Itália. Eu sou um cidadão italiano. E qual é o crime disso? Nada, eu não tinha nenhuma restrição”, explicou Mauro Carlesse. Prisão em São Valério A prisão do ex-governador aconteceu no dia 15 de dezembro de 2024, em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela 3ª Vara Criminal de Palmas. Ele estava a caminho de uma fazenda na zona rural de São Valério, no momento da ação. Na decisão que autorizou a prisão, o juiz Márcio Soares da Cunha destacou também os diálogos e indícios que comprovam um possível risco de fuga para o exterior de Carlesse para o Uruguai ou Itália. O plano supostamente estava sendo arquitetado junto com o sobrinho, Claudinei Quaresemin Carlesse comentou que a prisão realizada próximo ao Natal foi uma surpresa e desnecessária, pois poderiam ter sido aplicadas medidas cautelares. “De repente fui preso de uma forma que eu acho um absurdo. Poderia me chamar, podia contestar ‘olha você não pode sair do país’. Não. Podia fazer qualquer outro tipo de medida, não. Vamos prender o Carlesse. Agora, eu ser preso numa véspera de Natal, passar o Natal, o Ano Novo e sem perspectiva nenhuma, ia passar o também o Carnaval. Eu tenho filha pequena, eu tenho responsabilidade. Ia viajar para fora no final do ano mesmo, eu ia viajar com a minha família e de repente opinei para fazer uma viagem aqui no Brasil mesmo. E infelizmente fui preso”. Ao longo dos dois meses, Mauro Carlesse chegou a ter vários pedidos de habeas corpus negados pela Justiça. O primeiro apresentado pela defesa foi negado pelo desembargador João Rigo Guimarães no dia 16 de dezembro. Outros dois pedidos de liberdade também foram negados pelo desembargador Eurípedes Lamounier durante a semana. Depois, o juiz Márcio Soares da Cunha negou outro pedido após análise do caso. Mais duas solicitações foram negadas, pela desembargadora Angela Issa Haonat, do Plantão de 2ª Instância do TJ-TO. Medidas cautelares O documento que determinou a soltura também estabelece medidas cautelares, que devem ser cumpridas pelo ex-governador. Na entrevista ele afirmou que irá atender a decisão da Justiça. “Com certeza, eu respeito a Justiça”. As medidas são: comparecimento bimestral em juízo; proibição de manter contato com investigados e testemunhas do processo; proibição de se ausentar da comarca; proibição de ocupar cargos ou funções públicas no Tocantins; proibição de deixar o país ou a se ausentar da comarca, sem autorização judicial. Investigações contra Carlesse Carlesse é alvo de pelo menos cinco investigações e responde a ações penais. Ele esteve no cargo de Governador do Tocantins entre os anos de 2018 e 2021. Ele foi afastado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) durante as investigações das operações Hygea e Éris, que apuram supostos pagamentos de propina no plano de saúde dos servidores públicos e aparelhamento da Polícia Civil. Ele renunciou ao cargo em 2021 para evitar um processo de impeachment. Depois disto, as investigações, que estavam no âmbito federal, foram enviadas para a Justiça estadual.
Ao sair do quartel, Carlesse diz que prisão por suspeita de fuga é perseguição política: ‘Jamais ia fugir’
Vice-presidente Eduardo Gomes preside a primeira Sessão Deliberativa Ordinária do Senado em 2025
A Sessão Deliberativa Ordinária do Senado teve como foco a análise e votação de importantes projetos Os trabalhos legislativos no Senado Federal tiveram início na tarde desta quarta-feira (19/2) A sessão foi presidida pelo vice-presidente do Senado e presidente do PL Tocantins, senador Eduardo Gomes. Durante a sessão, os senadores Eduardo Girão, Paulo Paim, Kajuru, Esperidião Amin, Márcio Bittar e Chico Rodrigues utilizaram a tribuna para seus discursos. A Sessão Deliberativa Ordinária do Senado teve como foco a análise e votação de importantes projetos. Em pauta, a deliberação das Medidas Provisórias nºs 1.257, 1.258 e 1.260 de 2024, além do Projeto de Lei Complementar (PLP) 22/2025, que trata do prazo para liquidação de restos a pagar não processados. Também foi analisado o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 683/2024, que trata do reconhecimento recíproco de carteiras de habilitação entre Brasil e Itália. Durante sua fala, o senador Eduardo Gomes destacou a importância da sessão e fez um registro especial. “Faço um registro importante, cumprimentando o presidente do Senado e do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, a todos os membros eleitos da mesa diretora para este biênio. Cumprimento adicional também ao presidente Rodrigo Pacheco, que durante quatro anos presidiu essa Casa, a todos os líderes partidários reconduzidos e conduzidos, às lideranças partidárias e aos presidentes de comissão permanentes eleitos na manhã de hoje. Agradeço também a confiança de todos os pares para exercer no próximo biênio o cargo de primeiro vice-presidente da mesa, assim como cumprimento a toda a população tocantinense que me oportunizou a estar aqui no dia de hoje nessa sessão em que abrimos os trabalhos para que, com as graças de Deus, façamos um biênio apoiando o nosso país”, afirmou.
Circuito Folia Goiás promete pré-carnaval histórico na capital
Evento impulsiona economia e turismo, com expectativa de público recorde. Governo de Goiás e Sesc oferecem infraestrutura e atrações na Avenida 85 O pré-carnaval de Goiânia está prestes a entrar para a história com o Circuito Folia Goiás, que será realizado no próximo sábado (22/2), na Avenida 85 – entre a T-11 e o campo do Goiás –, por meio de esforços do Governo de Goiás, em parceria com o Serviço Social do Comércio (Sesc). A festa, que já se tornou tradição na cidade, ganha um reforço de peso na estrutura, segurança e atrações musicais, garantindo não apenas a diversão dos foliões, mas também um impacto positivo na economia local. “Esse ano o Governo de Goiás, junto com o Sesc, quer dar apoio a todos os bloquinhos que estão dando sequência nessa tradição que é o pré-carnaval de Goiânia”, destacou o secretário da Retomada, César Moura. Segundo ele, além do tradicional desfile dos blocos, a avenida contará com um trio elétrico patrocinado pelo estado e cinco atrações musicais contratadas pelo Sesc. O governo do estado vai montar o corredor na avenida, destinar banheiros químicos e reforçar a segurança com mais de 300 homens entre policiais militares e bombeiros, viaturas e elevados em pontos estratégicos. A polícia civil estará presente em unidade móvel para eventuais ocorrências. Os shows na avenida terão início às 15 horas e seguem até 23 horas, alternando as atrações do trio fixo do Folia Goiás com os trios que chegarão dos blocos a partir das 18 horas. A expectativa de público chega a 100 mil pessoas, sendo 80 mil na pipoca, a parte gratuita do pré-carnaval. “O Sesc quer garantir uma grande festa para toda a cidade, com DJ Múcio, Maíra Lemos, Heróis de Botequim, Maristela Muller e Chiclete com Banana. Dos blocos, está acertado que vão passar pelo Folia Goiás a banda 25ZeroUm, o grupo Parangolé, entre tantas outras atrações que vamos orquestrar em um grande desfile. Queremos juntar os foliões e mostrar a força desse pré-carnaval”, destacou o representante do Sesc, Emerson Tokarski. Retirada e Customização de abadás Nesta quarta-feira (19/2), a partir das 17 horas, os blocos se concentram no Palácio da Música, no Centro Cultural Oscar Niemeyer, para entrega de abadás. Alunos do curso de moda da Universidade Estadual de Goiás (UEG) farão a customização gratuita dos trajes, com atendimento até as 21 horas. Estarão no evento os blocos: Madá, Meu Pai Te Ama, Carnarock, Café Nice, Cateretê, Sobe no Meu Trem, Bahrem, Amigos, Pedacinho do Xéu, A Porca e Parada 21. Investimento e impacto econômico O Governo de Goiás destinou um aporte de R$ 3 milhões para fomentar o Carnaval em Goiânia e em outros 20 municípios goianos. Apenas na capital, o investimento é de R$ 1 milhão, com expectativa de retorno superior a R$ 5 milhões em ICMS, além da movimentação gerada nos setores de turismo, transporte e comércio. A iniciativa se tornou possível por meio de editais lançados pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult), garantindo apoio financeiro a blocos carnavalescos da capital e do interior. “Foi uma forma democrática de apoiar os blocos, permitindo que todos tivessem a oportunidade de participar”, ressaltou a secretária estadual de Cultura, Yara Nunes. Além da estrutura ampliada, a festa também valoriza artistas goianos, fortalecendo a cena cultural local. “Graças a esse apoio, o carnaval não ampliou somente na estrutura, mas também na participação de artistas goianos”, completou Yara. A Prefeitura de Goiânia é importante apoiadora da festa e está focada na organização da cidade para receber foliões e turistas. “A parte da prefeitura é em relação aos serviços que preparam a cidade”, explicou presidente do GoiâniaTur, Nárcia Kely. Medidas como fechamento de vias, apoio às forças de segurança estaduais e equipes de saúde e limpeza foram planejadas para garantir um evento seguro e organizado. Uma das principais regras é a proibição de garrafas de vidro na avenida. “Está terminantemente proibido. Não podemos ter garrafa de vidro sendo comercializada na avenida”, reforçou a presidente da GoiâniaTur. Com investimento, segurança reforçada e uma programação de peso, o pré-carnaval de Goiânia se consolida como um dos principais eventos do estado, promovendo cultura, turismo e economia. Para César Moura, a festa já tem lugar garantido no calendário de grandes eventos do Brasil: “Nosso objetivo é chancelar cada vez mais essa data no calendário nacional de eventos do país”.
Senador Eduardo Gomes recebe autoridades do Tocantins
Nesta quarta-feira (19/2) o vice-presidente do Senado e presidente do PL Tocantins, senador Eduardo Gomes (foto centro) recebeu em seu Gabinete em Brasília (DF) uma comitiva do Tocantins formada pelo o presidente do Tribunal de Contas (TCE-TO), Alberto Sevilha; o conselheiro Severiano Costandrade; o procurador de contas, José Roberto Gomes; o secretário da Segurança Pública, Bruno Azevedo; o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária (Faet), Dr. Paulo Carneiro; e o deputado estadual Moisemar Marinho. Durante as reuniões, as autoridades apresentaram demandas de interesse da população tocantinense, reforçando a necessidade de apoio federal para fortalecer setores estratégicos, como segurança pública, infraestrutura e desenvolvimento econômico. Além disso, o presidente do Hospital de Amor, Dr. Henrique Prata, também despachou com o senador sobre a finalização das obras da unidade de Palmas. “O senador Eduardo Gomes é o maior apoiador da história do Hospital de Amor e está sempre presente em todas as tratativas, além das emendas destinadas que já somam R$ 100 milhões. A visita é de reconhecimento, gratidão e de novas reivindicações”, destacou. O senador Eduardo Gomes reforçou seu compromisso com as demandas apresentadas e ressaltou a importância do diálogo constante com as lideranças estaduais. “Nosso trabalho no Senado federal é garantir que os interesses do povo tocantinense sejam atendidos da melhor forma possível. Essas reuniões são fundamentais para alinhar prioridades e buscar soluções eficazes para as necessidades do estado”, afirmou.
Bolsonaristas querem que ministro de Lula testemunhe a favor de Bolsonaro no STF
Bolsonaristas querem que ministro de Lula testemunhe a favor de Bolsonaro no STF BRASÍLIA (DF) – Deputados bolsonaristas liderados pelo líder da oposição na Câmara Federal, Luciano Zucco (foto) do PL do Rio Grande Do Sul (RS), durante coletiva após a denúncia da PGR contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), afirmaram nesta terça-feira (18/2) após a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), que querem que o ministro da Defesa, José Múcio, testemunhe a favor do ex-chefe do Executivo no Supremo Tribunal Federal (STF). Na semana passada, Múcio disse que recorreu a Bolsonaro para conseguir contato com os chefes das Forças Armadas. Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, no último dia 10, o ministro da Defesa afirmou que teve que recorrer a Bolsonaro para conseguir ser recebido pelos comandantes do Exército, Marinha e Aeronáutica. Segundo Múcio, ele e o ex-presidente sempre tiveram uma “relação muito boa”. “A primeira dificuldade foi ser recebido pelos comandantes. Foi quando eu recorri ao presidente Bolsonaro, meu colega de muitos anos, sempre tivemos uma relação muito boa. E falei a ele: ‘Sou o novo ministro da Defesa e queria que você me ajudasse a fazer uma transição tranquila. Vai ser bom para o novo governo, vai ser bom para o seu governo, que está terminando’”, afirmou Múcio. Em entrevista, os deputados bolsonaristas apostaram que a denúncia da PGR vai intensificar as novas manifestações convocadas por Bolsonaro, além de gerar uma cadeia de protestos populares pelo País. O ex-presidente anunciou encontros de apoiadores em 120 cidades no dia 16 de março, e deve discursar no Rio de Janeiro. “A apresentação da denúncia, muito provavelmente, vai fazer com que milhões de pessoas que não iriam passem a ir para a manifestação do dia 16 de março”, afirmou o deputado Ubiratan Sanderson (PL-RS)
Caiado firma parceria com estado indiano para cooperação no agronegócio
Acordo foi tema de reunião, nesta terça-feira (18/2), com representantes do Ministério da Agricultura de Maharashtra, na cidade de Mumbai O governador Ronaldo Caiado anunciou, nesta terça-feira (18/2), durante a Missão Índia, a assinatura de um memorando de entendimento entre o Governo de Goiás e o Estado de Maharashtra, uma das regiões de maior desenvolvimento econômico da Índia. O acordo visa fortalecer a cooperação no agronegócio e ampliar o intercâmbio comercial, técnico e científico entre os dois estados. A parceria foi discutida em reunião com representantes do Ministério da Agricultura de Maharashtra, na cidade de Mumbai. “Ofereceremos toda a nossa estrutura para receber profissionais e pesquisadores indianos interessados em trocar conhecimentos e experiências sobre agronegócio”, afirmou Caiado (foto acima) Além do intercâmbio de especialistas, a cooperação busca atrair investimentos e fortalecer a exportação de tecnologias goianas para a produção de etanol, açúcar e pastagens. Os representantes do estado indiano destacaram o interesse em estreitar laços com Goiás, especialmente em setores estratégicos como segurança alimentar e produção de etanol a partir de milho, casca de arroz e cana-de-açúcar. A formalização do acordo será encaminhada às representações diplomáticas para viabilizar os próximos passos. A comitiva goiana, liderada pelo governador Ronaldo Caiado, contou com a presença dos secretários Joel de Sant’Anna Braga Filho (Indústria e Comércio), Diego de Oliveira Soares (Goiás Parcerias) e Pedro Leonardo Rezende (Agricultura), além de gestores estaduais e municipais. Também participaram lideranças empresariais como Edwal Freitas Portilho (presidente-executivo da Adial), Luis Alberto Pereira (presidente da OCB-GO), André Luiz Baptista Lins Rocha (presidente da Fieg), José Carlos Garrote de Souza (presidente da Adial e da São Salvador Alimentos) e Rodrigo Penna de Siqueira (presidente do Grupo Jalles Machado).
Influencer afirma ter filho com Elon Musk e bilionário responde
O bilionário reagiu a uma postagem na sua rede social, o X, sobre o assunto O bilionário Elon Musk quebrou o silêncio sobre a notícia de que seria o pai do 13º filho da influenciadora Ashley St. Clair, que alega estar grávida do dono do X. Musk respondeu com um “uau” a uma postagem que dizia que ele estava sendo vítima de um golpe. A reação não agradou a mãe da criança. Veja: Em uma postagem já excluída, St. Clair acusa Musk de difamá-la em vez de abordar o assunto em particular. Ela disse que eles estavam trabalhando em um acordo de coparentalidade, mas que ela se sentiu forçada a tornar isso público devido ao assédio de seus apoiadores. “Elon, nós estamos tentando nos comunicar nos últimos dias e você não respondeu. Quando você vai nos responder ao invés de responder publicamente às difamações de um indivíduo que acabou de postar fotos minhas de calcinha aos 15 anos?”, questionou ela nas redes sociais. Elon Musk Na sexta-feira (14/2), St. Clair anunciou no X que havia dado à luz um filho cinco meses antes, e que Musk era seu pai. Ela disse que manteve o nascimento em segredo para a segurança da criança, mas decidiu tornar público após sentir que os tabloides estavam prestes a divulgar a história. Em uma entrevista ao New York Post no sábado, ela disse que o relacionamento deles começou quando ele a contatou por mensagem direta no X. “Disseram-me para manter isso em segredo. Pediram-me para manter isso em segredo para sempre”, afirmou St. Clair ao jornal. AcordoO representante da influenciadora, Brian Glicklich, escreveu nas redes sociais que St. Clair e Musk estão trabalhando para o consentimento de um acordo.” Ashley e Elon têm trabalhado em particular para um acordo sobre a criação de seu filho há algum tempo. É decepcionante que um repórter de tabloide, que repetidamente emboscou Ashley e sua família, tenha tornado impossível concluir esse processo confidencialmente”, escreveu Glicklich. O CEO da Tesla e da SpaceX, que tem tem 12 filhos conhecidos de relacionamentos anteriores, não emitiu mais comentários sobre o assunto.
PGR apresenta denúncia contra Bolsonaro por supostos atos golpistas
Agora, caberá ao STF avaliar o recebimento da denúncia e decidir se Bolsonaro (foto) e os demais acusados se tornarão réus no caso A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou, nesta terça-feira (18/2), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por crimes de tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e organização criminosa. Se condenado pelas três acusações, Bolsonaro pode pegar até 30 anos de prisão. A denúncia tem como base o relatório da Polícia Federal (PF), que apontou o ex-presidente como líder de um grupo que articulou medidas para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após as eleições de 2022. O inquérito detalha reuniões, documentos e ações promovidas pelo núcleo próximo de Bolsonaro visando questionar o resultado das urnas e fomentar um ambiente propício à intervenção militar. O avanço da denúncia ocorre em um momento crítico para Bolsonaro, que já está inelegível até 2030 por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e enfrenta investigações em outros casos, como a suposta fraude no cartão de vacinação e o escândalo das joias da Arábia Saudita. Agora, caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) avaliar o recebimento da denúncia e decidir se Bolsonaro e os demais acusados se tornarão réus no caso. Agora, caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) avaliar o recebimento da denúncia e decidir se Bolsonaro e os demais acusados se tornarão réus no caso.
Globo faz demissão em massa, diz site
Rede Telecine, que conta com 6 canais, sofreu cortes graves A Globo realizou cortes de funcionários, na última segunda-feira (17/2), em meio a uma adaptação de suas prioridades internas. A rede Telecine foi a primeira a ser afetada: a partir de agora, os seis canais que formam a empresa se tornam apoiados à empresa. As informações são do TV Pop. De acordo com a apuração, a maioria dos 30 funcionários que trabalhavam focados apenas na rede foi demitida. Até o momento inicial, os canais continuam no ar, mas serão operados pela mesma estrutura do Multishow, que é conhecido pela sua notável adesão quando se trata de televisão por assinatura. Os cortes realizados foram desde analistas de programação a cargos de chefia. Segundo a matéria, a empresa focará em investir no SporTV e no Viva, que dominam em audiência no Pay TV. Ao mesmo tempo, a prioridade no streaming ainda segue nos planos de crescimento da Globo. A queda de público e a briga das plataformas de streamings, como Max, Netflix, Star+ e Globoplay, deixaram a companhia sem saber o que fazer com o Telecine, que antigamente possuía domínio como janela de lançamento de longas-metragens que saiam do cinema. Reestrutura não é novidade Em 2024, a Globo comprou a operação dos canais, que estavam encabeçados por empresas como a MGM, NBCUniversal, Fox e Paramount. Atualmente, a rede Telecine possui seis divisões, baseadas no estilo de filme transmitido: premium, action, touch, fun, pipoca e cult.
Senador Eduardo Gomes participa de almoço com o ex-presidente Jair Bolsonaro
O vice-presidente do Senado e presidente do PL Tocantins, senador Eduardo Gomes, participou nesta terça-feira (18/2) do tradicional almoço do bloco Vanguarda do Senado Federal, em Brasília (DF), que contou com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante o encontro, os parlamentares discutiram a pauta legislativa e a atuação da oposição no Congresso Nacional. O senador Eduardo Gomes destacou a importância da articulação entre os senadores para fortalecer o posicionamento da oposição diante dos desafios políticos e econômicos do país. “Esse diálogo permanente entre os parlamentares e a liderança do ex-presidente Bolsonaro é fundamental para alinharmos nossas ações no Senado, garantindo uma oposição firme e responsável”, afirmou. Além de Eduardo Gomes, participaram do almoço os senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Alan Rick (União-AC), Carlos Portinho (PL-RJ), Ciro Nogueira (PP-PI), Damares Alves (Republicanos-DF), Dr. Hiran (PP-RR), Esperidião Amin (PP-SC), General Mourão (Republicanos-RS), Jaime Bagattoli (PL-RO), Laércio Oliveira (PP-SE), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Magno Malta (PL-ES), Mecias de Jesus (Republicanos-RR), Rogério Marinho (PL-RN), Sérgio Moro (União-PR), Tereza Cristina (PP-MS), Wellington Fagundes (PL-MT), Wilder Morais (PL-GO) e Izalci Lucas (PSDB-DF).














