©Imagem: reprodução Instagram Nikita Tkachuk (foto) morreu aos 35 anos O fisiculturista russo Nikita Tkachuk faleceu aos 35 anos após sofrer graves complicações de saúde provocadas pelo uso excessivo de substâncias anabolizantes. De acordo com o jornal The Sun, o atleta estaria preso a um contrato com uma empresa farmacêutica, que o impedia de interromper o uso dos compostos mesmo diante de sérios riscos à sua saúde. Inicialmente, os anabolizantes foram administrados com o objetivo de aumentar a massa muscular. No entanto, o uso prolongado causou um crescimento anormal dos membros de Tkachuk, que apresentaram inchaço em proporções alarmantes. Como resultado, seu quadro clínico se agravou rapidamente. Diante da situação crítica, Tkachuk foi levado às pressas ao hospital após sofrer falência dos rins e dos pulmões. Em seguida, os médicos o transferiram para uma unidade de terapia intensiva, onde ele sofreu uma parada cardíaca. Para tentar estabilizá-lo, a equipe médica o colocou em coma induzido. Apesar dos esforços, ele não resistiu e evoluiu para falência de múltiplos órgãos. A morte de Nikita Tkachuk reacende o debate sobre os perigos do uso descontrolado de substâncias químicas com fins estéticos e competitivos. Além disso, a tragédia expõe a pressão exercida por contratos comerciais no universo do fisiculturismo, muitas vezes em detrimento da saúde e do bem-estar dos atletas.
Fisiculturista morre após uso exagerado de anabolizantes
Caiado defende sistema integrado de segurança pública durante seminário em Sergipe
Fotos: Diego Souza Governador de Goiás criticou medidas do governo federal e tentativa de retirar a autonomia dos estados O governador Ronaldo Caiado palestrou na Assembleia Legislativa de Sergipe, sexta-feira (23/5), durante o Seminário da Frente Parlamentar da Segurança Pública no Congresso Nacional. Referência no assunto, devido à queda contínua dos índices de criminalidade em Goiás, o chefe do Executivo goiano engrossou o coro contra a atuação do governo federal na área e a tentativa de concentrar poder a partir do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Caiado criticou o governo Lula por querer usar o Sistema Único de Saúde (SUS) como modelo para a segurança pública, sem considerar as particularidades e diferenças de cada área. “Estão querendo copiar o SUS. Mas pneumonia a gente trata em Sergipe, Goiás ou em São Paulo com o mesmo protocolo. Em segurança pública, não. O crime é diferente em cada estado. E o sistema não pode ser único, mas deve ser integrado. É buscar uma forma conjunta de atuação, com sala de comando de inteligência e operacional que funcione”, afirmou. Para o governador, a União tem sido “conivente e complacente” com o crime no Brasil, e que, enquanto não se cria uma forma efetiva de combate, as organizações criminosas estão se aprimorando, tanto em armamento – mais eficiente que o utilizado pelas polícias – quanto em estrutura. “Hoje a venda de drogas é um suvenir das facções. Com tamanho caixa, estão entrando no setor imobiliário, concentrando os postos de gasolina, supermercados e usinas de cana. Estão entrando em todas as áreas da economia do país”, denunciou. Ao mencionar a extensão continental do Brasil, Caiado defendeu que cabe aos governadores criar e executar estratégias para combater os crimes que afligem cada região, e que deve ser responsabilidade da União dar suporte e oferecer parcerias capazes de reforçar essa atuação. Em vez disso, comentou, “eles propõem uma PEC, algo absurdo, que fere a Constituição e a autonomia dos estados em produzir regras gerais para a ação da polícia local. Somos um país federativo, e não com comando único. Somos um país de municípios, estados e união. Somos entes federados, e não tutelados”, definiu. Caiado também falou da inércia do governo federal no quesito investimento. “Em seis anos e cinco meses, investimos R$ 17,5 bilhões na segurança de Goiás. Quanto recebi de contrapartida? R$ 960 milhões. Ou seja, 5% do que investimos. E as polícias estão agindo em combate a crimes federais, como lavagem de dinheiro e contrabando de armas e drogas”, pontuou. O seminário em Aracaju (SE), do qual Caiado participou, foi promovido pela Frente Parlamentar de Segurança Pública no Congresso Nacional. O grupo atua na articulação entre o Legislativo, o Executivo e a sociedade civil, buscando soluções legislativas e institucionais para os desafios enfrentados na área. Participaram do evento representantes de associações e federações de polícias, além de deputados por Sergipe.
Influenciadora é presa duas vezes no mesmo dia suspeita de calúnia e difamação
Foto: Reprodução/Redes sociais e Reprodução/TV Anhanguera Marina Araujo Marques Silveira é conhecida como ‘embaixadora’ e dona de um grupo em que se compromete a falar sobre os bastidores políticos da região do sudoeste goiano Uma influenciadora de Santa Helena de Goiás, no sudoeste do estado, foi presa duas vezes no mesmo dia suspeita de difamar uma vereadora da cidade. Com mais de 30 mil seguidores no Instagram, Marina Araujo Marques Silveira é conhecida como “embaixadora” e dona de um grupo com mais de 900 membros, em que se compromete a falar sobre os bastidores políticos da região. Em nota enviada à TV Anhanguera, ela disse que não irá se manifestar no momento contra as “prisões arbitrárias”, mas ressaltou que luta “diariamente por justiça, transparência e dignidade para minha cidade – e justamente por isso vem sendo alvo de perseguições orquestradas por grupos que se incomodam com minha atuação” . As prisões ocorreram na quarta-feira (21/1). De acordo com o registro da Polícia Militar, a suspeita teria divulgado notas, vídeos e conversas em grupos nas redes sociais, atentando contra a honra e dignidade da vereadora Juliana Costa Lourenço (MDB). “Quanto aos crimes praticados contra a vereadora, a autora divulgou na redes sociais vídeos afirmando que a vereadora estava recebendo propina da saúde de Santa Helena, além de estar roubando os Cofres Públicos”, contou o delegado Humberto Santos ao g1. Em nota, a vereadora declarou que confia na Justiça e pontuou que “entende o compromisso que todos devemos ter com a liberdade de expressão, pilar inegociável do Estado Democrático de Direito, mas destaca que esta jamais pode ser utilizada como escudo para a prática de crimes contra a honra de agentes públicos no exercício regular de seus mandatos”. Após o registro da ocorrência, Marina foi encaminhada ao distrito policial da cidade e liberada após o pagamento da fiança, mas foi informada sobre as medidas cautelares acordadas. No entanto, a polícia informou que ela voltou a fazer postagens “depreciando” a vereadora no mesmo dia. “A equipe policial foi novamente acionada e compareceu à residência da autora, onde ela foi informada de que seria conduzida ao 8º Distrito Policial, em Rio Verde, o que ocorreu na presença do advogado por ela constituído”, detalhou a Polícia Militar. A influenciadora foi liberada novamente e comemorou em sua página no Instagram. “Tô aqui, firme de cabeça erguida. Podem tentar me derrubar, mas eu sigo – por mim, por vocês e por essa cidade”, escreveu. A Prefeitura de Santa Helena de Goiás também se manifestou e repudiou o ocorrido “É inaceitável que profissionais que se dedicam diariamente ao serviço público sejam alvos de ataques pessoais e desrespeitosos. Liberdade de expressão não é sinônimo de agressão ou disseminação de ódio”, publicou a gestão. InvestigaçãoSegundo o delegado, a influenciadora possui mais de 20 ocorrências na delegacia pela prática de “crimes de comunicação falsa de crime, calúnia, difamação, injúria e outras infrações”. “Já identificamos ao menos 10 vítimas das ações da suspeita. Tudo será analisado em investigação própria”, pontuou Humberto Santos. Segundo o investigador, quando esse tipo de infração é cometido nas redes sociais, a pena é maior. “Ela foi presa por difamação em redes sociais, sendo um crime com pena aumentada ao triplo, chegando a 3 anos de pena privativa de liberdade”, explicou. Nota da influenciadoraDiante dos recentes acontecimentos e da repercussão provocada por prisões arbitrárias, informo que não me manifestarei neste momento, por orientação do meu advogado criminalista. O que posso afirmar é que luto diariamente por justiça, transparência e dignidade para minha cidade – e justamente por isso venho sendo alvo de perseguições orquestradas por grupos que se incomodam com minha atuação. Confio plenamente na Justiça, na verdade e em Deus. No momento certo, todos os fatos serão esclarecidos. Sigo firme, de cabeça erguida, e com a consciência tranquila de quem está do lado do povo. Nota da Prefeitura de Santa Helena de GoiásA Prefeitura de Santa Helena de Goiás vem a público manifestar repúdio às declarações ofensivas e difamatórias feitas por uma influenciadora digital contra vereadoras e servidores públicos do município. É inaceitável que profissionais que se dedicam diariamente ao serviço público sejam alvos de ataques pessoais e desrespeitosos. Liberdade de expressão não é sinônimo de agressão ou disseminação de ódio. Reafirmamos nossa confiança nas instituições legais e no trabalho da Polícia Civil, que tem conduzido as devidas providências com seriedade e dentro dos limites da lei. Nos solidarizamos com todos os agentes públicos atingidos e reforçamos o compromisso desta gestão com a ética, o respeito e a legalidade na vida pública. Seguiremos trabalhando por uma cidade onde prevaleçam o diálogo, o respeito e a responsabilidade. Nota da vereadoraA vereadora Juliana Lourenço, diante dos recentes acontecimentos amplamente divulgados nas redes sociais, vem a público reafirmar sua confiança nas instituições democráticas e na atuação firme e legal das autoridades de segurança pública do município de Santa Helena de Goiás. Em episódios recentes de ataques difamatórios que atentaram contra sua honra, a parlamentar ressalta a pronta intervenção da Polícia Civil, que, com diligência e dentro dos estritos limites legais, adotou as medidas cabíveis para conter a reiteração criminosa, promovendo a responsabilização da autora dos fatos. A vereadora entende o compromisso que todos devemos ter com a liberdade de expressão, pilar inegociável do Estado Democrático de Direito, mas destaca que esta jamais pode ser utilizada como escudo para a prática de crimes contra a honra de agentes públicos no exercício regular de seus mandatos. Juliana Lourenço acredita que uma sociedade verdadeiramente desenvolvida se edifica sobre os alicerces do respeito, da legalidade e da coragem das instituições em fazer cumprir a lei, mesmo diante de adversidades. Por isso, reitera sua plena confiança na Justiça e nos órgãos encarregados da persecução penal, que atuam com imparcialidade, serenidade e firmeza na defesa do interesse público.
Entenda o que é a sanção que EUA pode aplicar a Moraes
“Essa repressão se estende além das fronteiras do Brasil, impactando indivíduos em solo norte-americano. O que você pretende fazer, e você consideraria sanções ao ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, sob a Lei Global Magnitsky?”, explicou Marco Rubio. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio (foto abaixo) afirmou quarta-feira (21/5) que “há uma grande possibilidade” de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ser alvo de sanção por parte do governo de Donald Trump. A declaração ocorreu durante depoimento de Rubio à Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes americana. Na audiência, o deputado republicano Cory Lee Mills acusou o STF de “perseguir a oposição, incluindo jornalistas e cidadãos comuns”. Segundo o parlamentar, “o que estão fazendo agora é uma iminente prisão politicamente motivada do ex-presidente (Jair) Bolsonaro”. “Essa repressão se estende além das fronteiras do Brasil, impactando indivíduos em solo norte-americano. O que você pretende fazer, e você consideraria sanções ao ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, sob a Lei Global Magnitsky?”, questionou. “Isso está sob análise neste momento e há uma grande possibilidade de que isso aconteça”, afirmou o secretário do governo Trump. O que é a lei Magnitsky? A Lei Magnitsky é um dispositivo da legislação americana que permite que os Estados Unidos imponham sanções econômicas a acusados de corrupção ou graves violações de direitos humanos. Aprovada durante o governo de Barack Obama, em 2012, a lei prevê sanções como o bloqueio de contas bancárias e de bens em solo norte-americano, além da proibição de entrada no país. A legislação foi criada após a morte de Sergei Magnitsky, advogado russo que denunciou um esquema de corrupção envolvendo autoridades de seu país e morreu em uma prisão de Moscou, em 2009. Inicialmente, a lei tinha como foco punir os responsáveis por sua morte. Porém, em 2016, uma emenda ampliou seu alcance, permitindo que qualquer pessoa envolvida em corrupção ou abusos contra os direitos humanos pudesse ser incluída na lista de sanções. Quem pode ser punido pela lei? Para que sanções sejam aplicadas contra indivíduos estrangeiros, o presidente dos Estados Unidos deve apresentar provas confiáveis de infrações, incluindo execuções extrajudiciais, tortura e outras violações graves dos direitos humanos. Essas medidas podem ser impostas a agentes que reprimem denúncias de corrupção, cerceiam liberdades fundamentais ou atuam contra eleições democráticas. Funcionários de governos e seus associados podem ser sancionados caso estejam envolvidos em esquemas de corrupção significativa, como desvio de recursos públicos, suborno e lavagem de dinheiro. A lei também prevê punições para quem financiar ou apoiar materialmente essas atividades ilícitas, garantindo que os responsáveis sejam impedidos de movimentar bens e acessar o sistema financeiro dos EUA. Os alvos da Lei Magnitsky são incluídos na lista de Cidadãos Especialmente Designados e Pessoas Bloqueadas (SDN list) do Agência de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA (OFAC, na sigla em inglês). Quais são as sanções previstas? Quem entra na lista pode enfrentar bloqueio de bens e contas bancárias no país, além de ter o visto cancelado e ser proibido de entrar nos EUA. Essas medidas são usadas contra pessoas, empresas ou organizações envolvidas em crimes financeiros ou violações de direitos humanos. Para sair da lista, é preciso provar que não teve ligação com as atividades ilegais que levaram à punição, que já respondeu na Justiça por isso ou que mudou de comportamento de forma significativa. Em alguns casos, as sanções podem ser retiradas se o governo americano entender que isso é importante para a segurança do país. O presidente deve avisar o Congresso com pelo menos 15 dias de antecedência antes de tomar essa decisão. Quem decide quem é punido? A decisão é do presidente dos Estados Unidos. Segundo o texto da lei Magnistksy, Donald Trump precisaria apresentar provas ao Congresso americano das supostas violações de direitos humanos. Vale lembrar que o republicano tem maioria nas duas Casas legislativas americanas
“Em Goiás, quem tem medo é o bandido”, diz Daniel Vilela
Fotos: André Costa Vice-governador prestigiou cerimônia de formatura do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos da PMGO. Para ele, avanços na área são frutos de planejamento, inteligência e valorização dos profissionais O vice-governador Daniel Vilela (MDB) sintetizou, sexta-feira (23/5), a política de segurança pública que transformou o estado em referência nacional: “Em Goiás, o cidadão de bem caminha de cabeça erguida. Quem tem medo é o bandido”. Ao representar o governador Ronaldo Caiado na formatura de 300 sargentos da Polícia Militar, ele destacou ainda que os avanços na segurança não são fruto do acaso, mas resultados de uma política contínua, baseada em planejamento, inteligência e valorização dos profissionais. Daniel Vilela também reafirmou que segurança pública é prioridade permanente para o Governo de Goiás. “Essa política não muda com o calendário eleitoral. Temos hoje os melhores indicadores de segurança do Brasil porque temos as melhores polícias do país. E temos as melhores polícias porque temos profissionais como vocês — que se atualizam, que estudam, que lideram”, completou ele, em discurso na solenidade de formatura da primeira turma do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos da PMGO em 2025. O evento foi realizado no Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON), em Goiânia (GO). O vice-governador também enfatizou que os avanços não são obra do acaso, mas resultado de planejamento e compromisso. “Essa política não é improviso. É construída sobre alicerces sólidos: investimento em inteligência, valorização profissional, comando técnico e continuidade. Ela avança — com dados, com coragem, com responsabilidade.” Qualificação O comandante-geral da Polícia Militar de Goiás, coronel Marcelo Granja, também exaltou a importância da qualificação contínua. “São 300 profissionais aperfeiçoados. Isso é uma grande vitória. O bandido vai trombar com a Polícia Militar e nós sempre levaremos a melhor porque temos os melhores treinamentos, os melhores armamentos e um governo que se preocupa 24 horas por dia com os senhores”, afirmou, dirigindo-se aos formandos. A oradora da turma, a segundo-sargento Girdany Swel Nunes, emocionou os presentes ao lembrar do juramento feito por todos ao ingressarem na Polícia Militar. “Foi uma honra dividir esse momento com os senhores. Que nós, formandos do curso, nunca esqueçamos do juramento que fizemos quando entramos para a polícia, que é honrar a nossa farda”, completou. Durante três meses, os 300 sargentos participaram do curso com carga horária de 760 horas/aula, voltado ao aperfeiçoamento profissional da corporação. Os policiais, que já são integrantes da tropa da Polícia Militar de Goiás, atuam em todas as regiões do estado e, agora ao fim do curso, voltam aos batalhões.
Liderança do PT pede a prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro
“É cabível a decretação da prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro, com base na existência de indícios suficientes de autoria e materialidade e no perigo concreto à ordem pública, à aplicação da lei penal e à instrução criminal”, deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) A liderança do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados apresentou uma representação à Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo a prisão preventiva do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A solicitação foi formalizada por meio de documento assinado pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e reportada originalmente pelo colunista Jamil Chade, do portal UOL. Segundo o documento, “é cabível a decretação da prisão preventiva de Eduardo Bolsonaro, com base na existência de indícios suficientes de autoria e materialidade e no perigo concreto à ordem pública, à aplicação da lei penal e à instrução criminal”, explica Lindbergh Farias (foto). A peça acusa o parlamentar de usar sua permanência nos Estados Unidos, desde março de 2025, para tramar ofensivas políticas e diplomáticas contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Articulações internacionais e ingerência estrangeiraDe acordo com o PT, Eduardo Bolsonaro tem promovido “atos e articulações com parlamentares e agentes políticos” norte-americanos com o objetivo declarado de provocar sanções diplomáticas, financeiras e jurídicas contra Moraes. O partido considera que essas ações representam uma ameaça concreta à soberania nacional e à integridade das instituições brasileiras. O texto da representação ressalta declarações públicas de Eduardo em que o deputado afirmou que “só retornará ao Brasil quando o ministro Alexandre de Moraes for sancionado” pelos Estados Unidos. Para os autores da denúncia, essa fala “expressa condicionamento explícito de sua conduta à submissão da mais alta Corte do país à ingerência de uma potência estrangeira”. Entre as ações denunciadas, consta a articulação de encontros com figuras da política norte-americana, como o deputado Cory Mills e o atual secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio — este último citado como responsável por anunciar que sanções contra Moraes estavam sendo avaliadas com “grande possibilidade de aprovação”, com base na Lei Global Magnitsky. Após essa declaração, Eduardo Bolsonaro teria celebrado o anúncio com a expressão “Venceremos!”, o que foi interpretado como uma assunção explícita de sua responsabilidade política pela ofensiva. Dossiês e tentativa de cooptação de figuras estrangeirasO documento ainda relata que Eduardo e seus aliados entregaram dossiês a autoridades norte-americanas com acusações contra Alexandre de Moraes, solicitando sua inclusão em listas internacionais de sanção. Os relatórios teriam citado figuras como Elon Musk, Steve Bannon, Allan dos Santos e Jason Miller, classificados como supostas “vítimas” de decisões judiciais brasileiras. A liderança do PT aponta que essas ações configuram tentativa de “instrumentalizar interesses estrangeiros contra a autoridade jurisdicional brasileira”, reforçando a gravidade da situação e a necessidade de medidas cautelares.
Ex-policial do Bope treinava traficantes
Reprodução/redes sociais As aulas combinavam exercícios físicos com prática de tiro e eram feitas para preparar integrantes do Comando Vermelho Um ex-policial do Bope virou treinador de chefes do tráfico no Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, Ronny Pessanha de Oliveira, de 33 anos, oferecia sessões de treinamento que custavam entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil por hora. As aulas combinavam exercícios físicos com prática de tiro e eram feitas para preparar integrantes do Comando Vermelho para disputas de território contra milícias e facções rivais. Ronny, conhecido como “Neguinho do Bope” ou “Caveira”, foi preso em março deste ano em uma abordagem do 31º BPM, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Ele dirigia uma Mercedes avaliada em cerca de R$ 220 mil e carregava uma arma ilegal e uma identidade falsa de policial militar. Investigações da Delegacia de Roubos e Furtos revelam que ele começou no crime ao atuar com milicianos em extorsões e grilagem de terras em comunidades como Rio das Pedras e Muzema. Depois, migrou para o tráfico e passou a treinar nomes importantes da facção, como William Guedes, o “Corolla”, e Manoel Cinquine, o “Paulista”, líder no Complexo da Penha. Em áudios obtidos pela polícia e divulgados pelo jornal RJ2, Ronny relata o cansaço após treinar Corolla: ” Hoje fui na casa do Corolla. Cheguei lá em cima do morro morto. Isso não pode acontecer, não. Vai que preciso incursionar, fazer algum bagulho, eu vou morrer. Sou referência nessa questão de combate” , disse ele. Apesar de já ter sido preso antes por porte ilegal de arma e pagar fiança de R$ 8 mil para ser liberado, desta vez o caso está ligado a uma investigação maior, a Operação Contenção, que busca desmontar quadrilhas armadas na Zona Oeste. O ex-Bope chegou a atuar em batalhões como o 9º BPM (Rocha Miranda), o 41º BPM (Irajá) e no próprio Bope, a elite da PM fluminense. Foi expulso da corporação em setembro de 2023. O Ministério Público aponta Ronny como aliado de milicianos influentes e também responsável por organizar eventos em favelas dominadas pelo grupo criminoso. Ele ainda é investigado como um dos donos de prédios ilegais demolidos na Muzema em 2021.
Ipasgo Saúde prorroga prazo para pagamento de coparticipações até 30/5
Atendimento permanece garantido a todos os beneficiários mesmo em caso de atraso O Ipasgo Saúde informa que, em atenção às solicitações dos beneficiários, o vencimento dos boletos referentes às coparticipações do 2º semestre de 2024 e de janeiro de 2025 foi, excepcionalmente, prorrogado para o dia 30 de maio de 2025. Beneficiários que receberam boletos com vencimento em 23 de maio e não efetuarem o pagamento receberão novos boletos por e-mail, a partir de segunda-feira (26/5). Caso não recebam o e-mail, os boletos podem ser emitidos diretamente pelo Portal do Beneficiário, no site oficial do Ipasgo: www.ipasgo.go.gov.br, acessando o menu Situação Financeira > Parcelamento das Coparticipações Retroativas. A nova data de vencimento também será lembrada via WhatsApp. O Ipasgo reforça que o não pagamento das coparticipações não gera suspensão ou bloqueio de atendimentos. O acesso aos serviços permanece garantido. O bloqueio somente ocorre em caso de inadimplência da mensalidade.
Zico assina contrato e volta ao Flamengo
O Flamengo anunciou o retorno de Zico ao clube. Maior ídolo rubro-negro, o Galinho será embaixador oficial e representará o clube no Brasil e no mundo. O anúncio foi feito pelo próprio Flamengo nesta quinta-feira (22/5). Zico já estará presente na nova função na disputa do Mundial de Clubes, em junho, que o Rubro-Negro participará nos Estados Unidos. Além de ser embaixador em competições internacionais, o Galinho irá ter um quadro na FlamengoTV e fará participações em jogos do clube no Maracanã, além de realizar eventos com sócios torcedores. “Estar de volta é uma enorme emoção. Representar o Flamengo é motivo de orgulho”, disse Zico. Arte ESPN – Getty Images Zico em ação na decisão contra o Liverpool e levantando a taça de campeão do mundo Campeão da CONMEBOL Libertadores e Mundial em 1981, além de tetracampeão brasileiro, Zico tem 732 jogos com a camisa rubro-negra e 508 gols marcados, além de 13 títulos no total.
Caiado defende regulação equilibrada de IA e destaca protagonismo de Goiás no setor
Fotos: Hegon Corrêa Durante congresso realizado em Brasília, o governador reforçou que aposta em modelo colaborativo, com foco em pesquisa, inovação e no desenvolvimento de novas tecnologias na área O protagonismo da inteligência artificial (IA) no cenário global, bem como a necessidade de uma constante atualização por parte do poder público, foram ressaltados pelo governador Ronaldo Caiado nesta quinta-feira (22/5), em Brasília (DF), durante palestra no 5º Congresso Brasileiro de Internet. O evento reuniu especialistas, jornalistas, autoridades e líderes empresariais para debater o tema “Como a tecnologia e a criatividade vão moldar o futuro do Brasil”. Durante sua exposição, Caiado disse que Goiás busca se tornar referência na área. Por isso, foi o primeiro estado a aprovar uma política de fomento à IA, caracterizada pelo estímulo a ferramentas de código aberto e à troca de experiências entre especialistas. “É um projeto de modelo aberto, que busca a colaboração de todos, com controle dos excessos. O foco é estimular a pesquisa, e não criminalizar aquele cientista ou pesquisador que deseja desenvolver seu software”, explicou. A lei goiana foi inspirada em iniciativas desenvolvidas pela Índia, país considerado uma potência em tecnologia, diferentemente da proposta que está sendo discutida no Congresso Nacional, classificada por Caiado como “extremamente punitivista”. Ele também argumentou que a adoção de novas tecnologias é o caminho para que o país possa avançar em duas áreas estratégicas: a educação e o agronegócio. “Investir em ciência vale a pena”, resumiu. Outros pontos positivos apresentados foram a ampla discussão pública para a formulação da lei, ao longo de um ano; a implantação de um Núcleo de Ética em IA; a inclusão de conteúdos sobre inteligência artificial no currículo do ensino fundamental e médio das escolas públicas; e o investimento em fontes de energia limpa, como o biometano, para alimentar as estruturas físicas de armazenamento de dados, chamadas data centers. Sobre o congresso Realizado pela Associação Brasileira de Internet (Abranet), em parceria com o Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS Rio), o congresso proporcionou um encontro entre líderes nacionais e internacionais, especialistas e tomadores de decisão para compartilhar experiências, apresentar projetos inovadores e discutir o futuro sob a ótica da transformação digital. O evento abordou temas como tecnologia e políticas públicas; finanças na era digital; regulação das redes sociais; e regulação da IA.














