DataFolha A maior parte dos eleitores brasileiros se opõe à ideia de votar em candidatos que prometam perdoar Jair Bolsonaro (PL-RJ) e seus aliados envolvidos na tentativa de golpe de Estado. Segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada pelo g1 domingo (3/7), 61% dos entrevistados afirmaram que “não votariam de jeito nenhum” em um nome com esse compromisso. O levantamento mostra ainda que apenas 19% votariam com certeza em um candidato disposto a livrar o ex-presidente e os condenados pelos atos golpistas do 8 de janeiro de qualquer pena ou punição. Outros 14% disseram que talvez votassem em alguém com esse posicionamento, enquanto 6% não souberam responder. A pergunta feita aos entrevistados foi: “Você votaria em um candidato que prometesse livrar Bolsonaro e os condenados pelo 8/1?”. As respostas foram distribuídas da seguinte forma: Votaria com certeza: 19% Talvez votaria: 14% Não votaria de jeito nenhum: 61% Não sabe: 6% A pesquisa foi realizada nos dias 29 e 30 de julho com 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em 130 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Julgamento de Bolsonaro avança no STF – No momento em que Jair Bolsonaro enfrenta acusações graves no Supremo Tribunal Federal (STF), o debate sobre uma possível anistia aos envolvidos na tentativa de ruptura institucional ganha mais destaque. Na quarta-feira (30), teve início o prazo para que as defesas de Bolsonaro e de outros seis réus apresentem suas alegações finais no inquérito que apura a trama golpista. Essa fase marca os momentos finais da ação penal contra o que o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, chamou de “núcleo crucial” do suposto plano para subverter a democracia. As defesas têm até meados de agosto para entregar suas manifestações. Entre os réus que também precisam se posicionar estão Alexandre Ramagem, Almir Garnier, Anderson Torres, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto. A Procuradoria-Geral da República (PGR) já se manifestou anteriormente, pedindo a condenação de todos os oito réus. Também entregou suas alegações finais a defesa de Mauro Cid, tenente-coronel do Exército e colaborador do inquérito, cuja delação é considerada peça-chave nas investigações. Encerrado o prazo das defesas, o processo estará pronto para ser julgado pela Primeira Turma do STF, em data ainda a ser marcada. A decisão poderá selar a condenação ou absolvição de figuras centrais do bolsonarismo, inclusive de Jair Bolsonaro.
Datafolha: 61% rejeitam votar em quem prometer anistia a Bolsonaro
Michelle chama Lula de ‘cachaceiro’ e ‘sem-vergonha’
Crédito / Foto: Reprodução/Redes Sociais Ex-primeira-dama sobiu o tom em ato bolsonarista e afirma que país vive perseguição a liberdades A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) participou, neste domingo (3/8), de uma manifestação com apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em Belém (PA). Em cima de um carro de som, ela fez duras críticas ao governo Lula (PT) e à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante o discurso, Michelle acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de promover alianças com “comunistas e ditadores” e de entregar as riquezas nacionais. “Lula está mandando nossas riquezas para fora, fazendo aliança com comunistas e ditadores. Isso não vamos aceitar”, declarou. Em tom exaltado Michelle, classificou o petista como “irresponsável”, “mentiroso” e “cachaceiro sem-vergonha”. “Ele não é macho para assumir as suas falas”, afirmou. ‘Não possuo relação próxima há 18 anos’, diz Michelle sobre tio investigado Michelle também disse que os apoiadores de Bolsonaro estariam sendo vítimas de perseguição e defendeu uma reação mais firme da base bolsonarista. “Nós estamos passando por uma perseguição da nossa liberdade de expressão e da nossa liberdade religiosa”, discursou. Michelle chora Neste domingo (3/8) manifestantes em todo o país se reuniram em defesa de Bolsonaro e contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro não pôde participar por estar impedido de sair de casa aos finais de semana por determinação da Suprema Corte. A restrição faz parte de um conjunto de medidas cautelares impostas por Moraes. Além do recolhimento domiciliar noturno, o ex-presidente está usando tornozeleira eletrônica, proibido de manter contato com diplomatas e impedido de usar redes sociais.
Goiás Social e OVG montam estrutura do Centro de Apoio ao Romeiro de Muquém, em Niquelândia
Fotos: Divulgação Espaço funcionará de 3 a 15 de agosto, no KM 30 da GO-237, conhecida como Rodovia da Fé, no Norte do Estado. Expectativa é de atender 50 mil pessoas durante a Romaria de Nossa Senhora D’Abadia de Muquém O Goiás Social e a Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) preparam a estrutura do Centro de Apoio ao Romeiro (CAR), instalado no KM 30 da GO-237, conhecida como Rodovia da Fé, em Niquelândia. O espaço de acolhimento vai receber fiéis que participam da Romaria de Nossa Senhora D’Abadia de Muquém, considerada a mais antiga do Estado. A previsão é de que cerca de 50 mil pessoas sejam atendidas pelo CAR de 3 a 15 de agosto, data da festa religiosa. “É um orgulho fazer parte das tradições goianas e trabalhar para garantir que os romeiros possam fazer o trajeto da Romaria de Nossa Senhora D’Abadia de Muquém com mais conforto e segurança,” comenta a presidente de honra da OVG e coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado. Os romeiros que passarem pelo local serão recebidos com lanches (pão com manteiga e com mortadela, leite, café e suco) e terão acesso a banheiros com chuveiros e sanitários, atendimentos de saúde, como curativos e massagens, capela para orações e espaço de convivência, onde serão disponibilizadas mesas e cadeiras para descanso, amparo importante para quem enfrenta o longo percurso. Ainda será disponibilizado wi-fi gratuito e área de camping. Quem passar pelo CAR de Muquém poderá também acompanhar a transmissão ao vivo de missas. O CAR contará com o trabalho de 100 pessoas, que se revezarão em turnos. São voluntários, colaboradores da OVG e da prefeitura de Niquelândia, além da parceria de vários órgãos do Estado de Goiás e de empresas da iniciativa privada. O Corpo de Bombeiros Militar (CBMGO) e a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) garantirão a segurança no local. O atendimento será ininterrupto, 24 horas por dia. Serviço Assunto: Goiás Social e OVG montam estrutura do CAR Muquém, em Niquelândia Quando: de 3 a 15 de agosto de 2025 Onde: Centro de Apoio ao Romeiro (CAR) de Muquém, Km 30 da GO-237, conhecida como Rodovia da Fé, Niquelândia – GO.
Chegou a hora de virar o jogo
Trump voltou ao poder, em 2024, com um discurso de guerra protecionista, tentando reverter esse quadro que colocou os Estados Unidos da América (EUA) atrás da China Os analistas de economia, em geral, tanto na mídia de direita quanto, infelizmente, também na de esquerda progressista, na periferia do capitalismo dependente do capital externo, aprenderam, ideologicamente, que os países que acumulam superávit comercial sempre levam vantagem diante dos que fazem o contrário: os países capitalistas ricos, imperialistas, que acumulam déficit comercial. Reproduzem, com convicção, o ensinamento aprendido nos livros-texto de macroeconomia capitalista, ensinados nas escolas americanas — um equívoco fatal, como mostra a crise atual. Os pobres, que exportam suas matérias-primas, estão, essencialmente, transferindo riquezas para os ricos, enquanto estes pegam esses produtos primários, a preços baixos, industrializam-nos, agregam-lhes valor e vendem-nos como manufaturados pelo dobro ou triplo do preço aos periféricos empobrecidos, impondo-lhes a deterioração nos termos de troca, por meio de moedas valorizadas. É assim que se perpetua a dependência econômica crônica dos países subdesenvolvidos periféricos, como explicam economistas e revolucionários do primeiro mundo, entre eles Hjalmar Schacht, John Maynard Keynes, Trotsky, Lenin e Colbert, conforme destaca Lauro Campos em A crise da ideologia keynesiana (2002, Ed. Boitempo), marxista e ex-senador pelo PT-PDT — jamais lido pelos repórteres de economia formados na grande mídia conservadora tupiniquim. Schacht, em 60 anos de minha vida (Ed. 34); Keynes, em As consequências econômicas da paz (Ed. UnB); Trotsky, em Revolução e contrarrevolução na Alemanha (Ed. Sundermann); Lenin, em Imperialismo, etapa superior do capitalismo (Ed. Alfa Ômega); e Colbert, em Mercantilismo (Columbia University), dizem a mesma coisa: o colonialismo se expandiu por meio da realização de déficits comerciais no capitalismo cêntrico e de superávits no capitalismo periférico. A ira imperialista de Trump Hoje, o capitalismo cêntrico, a partir dos Estados Unidos da América (EUA) sob a presidência de Donald Trump, teme os próprios superávits comerciais acumulados, porque seus efeitos reversos são a desindustrialização, de um lado, e o acúmulo de dívida pública, de outro — fenômenos impulsionados pelo dólar hegemônico, relativamente valorizado e acumulador de riquezas, que levou, ao limite, à financeirização da economia global. O economista americano Paul Krugman, prêmio Nobel, e o renomado jornalista Martin Wolf, editor de economia do Financial Times, mostram-se agora (https://www.ft.com/content/ce960771-493b-422a-816d-6bfe8dcfd072?) profundamente preocupados com os rumos da economia mundial, marcados pelo confronto inevitável entre China e Estados Unidos da América (EUA). De um lado, os americanos, graças ao dólar valorizado que sustentou a hegemonia dos EUA no pós-guerra, acumularam o maior déficit comercial do planeta — causa central da desindustrialização e do avanço do endividamento público, o que gera instabilidade financeira global. De outro, a China, que realizou sua revolução e rejeitou o neoliberalismo, acumulou, em sentido oposto, o maior superávit comercial do mundo, responsável por sua expansão internacional ilimitada, impulsionada por uma moeda desvalorizada que assegura competitividade global. Trump voltou ao poder, em 2024, com um discurso de guerra protecionista, tentando reverter esse quadro que colocou os Estados Unidos da América (EUA) atrás da China. Sua arma imperial: tarifas elevadas aplicadas globalmente, como forma de “cobrar” o que julga ser um imposto justo pelo consumo americano, que permitiu aos demais países acumularem superávits — consequência que, no entanto, gerou o recuo competitivo das próprias indústrias americanas. Adversário economicamente invencível – No entanto, no caso da China — considerada por Trump o maior inimigo dos Estados Unidos —, a tentativa de impor tarifas de até 150% não surte o efeito desejado. Ao lado da desvalorização do yuan, garantida pela emissão controlada por bancos públicos, os chineses dispõem também da matéria-prima que industrializam: as terras raras, das quais a indústria americana é estruturalmente dependente. Assim, se Trump ameaça Xi Jinping com sanções elevadas, recebe retaliação equivalente quando o líder chinês suspende as exportações de terras raras processadas industrialmente para os EUA. Os americanos não conseguem viver sem elas. Afinal, como manter a vanguarda tecnológica sem as terras raras industrializadas em forma de chips, que comandam a nova economia global e substituem, paulatinamente, a energia do petróleo — poluidora e em declínio frente aos novos materiais eletroquímico-físicos que impulsionam a conectividade revolucionária da nova indústria? Brasil no mesmo barco chinês – É nesse contexto que deve ser compreendida a luta pela libertação econômica do Brasil, que também foi atingido por tarifas de 50% sobre suas exportações para os Estados Unidos — uma retaliação de Trump ao alinhamento do governo Lula com os BRICS, cujos principais sócios são China e Rússia, potências tanto no comércio quanto no setor nuclear. No caso brasileiro, Trump agiu unilateralmente, de forma ideológica, para tentar enfraquecer o presidente Lula em sua disputa política com o ex-presidente Jair Bolsonaro, aliado do líder americano. As tarifas comerciais elevadas foram utilizadas como arma de guerra, com o objetivo de desestabilizar o governo brasileiro. Trump ignora que o Brasil, como a China — sua aliada nos BRICS —, também possui terras raras, que poderão ser industrializadas se Lula e Xi Jinping firmarem um acordo comercial estratégico. A postura altiva e proativa demonstrada por Lula no confronto com Trump, na última semana, transformou-se em referência para um novo discurso dos BRICS, como força econômica global emergente. Lula orienta seu governo a ampliar as relações comerciais estratégicas com os chineses — um movimento impulsionado pelas ações de Trump, cujo objetivo central é modificar o regime político brasileiro e devolver Bolsonaro ao poder. Para alcançar essa meta, Trump não mede consequências: ataca a soberania nacional e investe contra o Supremo Tribunal Federal, que considera aliado do campo progressista por ter punido o ex-presidente golpista, prestes a ser julgado e preso por sua tentativa de golpe de Estado. Trump assumiu, em relação ao Brasil, a postura de um ditador, sem esconder sua intenção de recolocar Jair Bolsonaro na presidência nas eleições de 2026. Contudo, o Brasil tem força econômica. E Trump, ao tentar impor sua vontade, pode acelerar a aproximação brasileira com China e Rússia, consolidando os BRICS como o novo eixo da multipolaridade global contra o imperialismo unipolar. Chegou a hora
Maioria dos brasileiros é contra anistia a condenados pelos atos de 8 de Janeiro, aponta Datafolha
A sondagem foi divulgada sexta-feira (1º/8) e mostra que apenas 35% são favoráveis à medida, enquanto os demais não souberam opinar Uma pesquisa realizada pelo instituto Datafolha revelou que 55% dos brasileiros são contrários à concessão de anistia aos condenados pelos atos antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023, em Brasília – Distrito Federal. A sondagem foi divulgada nesta sexta-feira (1º/8) e mostra que apenas 35% são favoráveis à medida, enquanto os demais não souberam opinar. Este é o quarto levantamento sobre o tema, e os números indicam uma relativa estabilidade em relação à última pesquisa, realizada em abril, quando 56% se posicionaram contra e 37% a favor. Apesar disso, há uma leve tendência de redução na resistência à anistia desde a primeira pesquisa, feita em março de 2024, quando 63% eram contrários e apenas 31% apoiavam a medida. Em dezembro de 2023, os índices eram de 62% contra e 33% a favor. A pesquisa foi conduzida entre os dias 29 e 30 de julho de 2024, com 2.004 entrevistados em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O debate sobre a anistia ganhou força nos últimos meses, especialmente com o apoio da família Bolsonaro. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é alvo de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta participação em uma tentativa de golpe para anular o resultado das eleições de 2022. Caso a anistia seja aprovada, Bolsonaro também poderia ser beneficiado, o que tem mobilizado seus aliados em defesa da medida. Os atos de 8 de janeiro de 2023 ficaram marcados pela invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília, por manifestantes que não aceitaram o resultado eleitoral. Desde então, centenas de pessoas foram presas e condenadas por crimes como tentativa de golpe de Estado, associação criminosa e dano ao patrimônio público. A discussão sobre a anistia continua polarizando o debate político e jurídico no país, com setores da sociedade civil e do Judiciário se posicionando firmemente contra qualquer iniciativa que possa relativizar os crimes cometidos naquele episódio.
Governo de Goiás oferece R$ 20 mil para empresas investirem em tecnologia
Fotos: André Bianchi Programa e-Goiás Transformação Digital das Empresas vai selecionar até 20 negócios para receber o fomento. Inscrições são gratuitas e estão abertas até 21 de agosto Estão abertas as inscrições para o 2º ciclo do programa e-Goiás Transformação Digital das Empresas, iniciativa da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Goiás (Secti), por meio do Hub Goiás. O programa tem como objetivo fomentar a digitalização de micro, pequenas e médias empresas em todo o estado. Serão selecionados até 20 negócios goianos para receber até R$ 20 mil, cada, para implementação de soluções tecnológicas. As inscrições podem ser feitas até 21 de agosto pelo link: hubgoias.org/e-goias. O programa tem como foco principal aumentar a maturidade digital e a produtividade das empresas, a partir da identificação de desafios reais enfrentados e da conexão com soluções tecnológicas já existentes no mercado. A iniciativa será conduzida com apoio metodológico do Porto Digital, um dos principais ecossistemas de inovação do país, responsável pela gestão do Hub Goiás. As áreas estratégicas de transformação digital contempladas pelo programa incluem: gestão financeira, logística, marketing e vendas, operação e recursos humanos. As empresas selecionadas terão acesso a recursos de até R$ 20 mil por desafio tecnológico, que serão destinados à contratação de soluções desenvolvidas por startups e empresas de base tecnológica. Além do apoio financeiro, o programa oferece mentorias, oficinas de inovação, suporte técnico especializado e acesso a uma rede qualificada de parceiros e fornecedores de tecnologia. O edital completo e mais informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no site do Hub Goiás. Quem pode participar Podem participar empresas com CNPJ ativo há pelo menos dois anos, localizadas nos municípios integrantes da Rede de Transformação Digital, e que apresentem desafios passíveis de solução com uso de tecnologia nas áreas de gestão, marketing, vendas, logística, RH ou operações. As empresas devem estar com situação fiscal regular e ter ao menos dois funcionários registrados. Empresas que participaram do primeiro ciclo não são elegíveis para esta edição. Na primeira edição, o e-Goiás beneficiou 10 negócios de diferentes áreas, como arquitetura, design, confecção, alimentação e serviços, promovendo melhorias reais em produtividade, eficiência, presença digital e crescimento sustentável. Para Marcela Marçal, que participou do 1º ciclo do e-Goiás com a empresa Corumbá Hospitalar, um dos maiores aprendizados do programa foi a certeza de que sempre há uma solução para seu desafio. “Hoje, conseguimos sonhar ainda mais alto e enxergar possibilidades que antes pareciam distantes. No interior de Goiás, temas como a transformação digital ainda são pouco explorados, o que faz com que muitos pequenos empreendedores enfrentem dificuldades sem sequer saber que existem caminhos possíveis para superá-las. Com acesso à informação, orientação certa e com a mente aberta, não temos dúvidas de que essas empresas poderão se reinventar e crescer de forma surpreendente”, afirma.
Avanços de Goiás são destaques no programa Globo Repórter
Fotos: Secti, Seapa e TV Globo Ações do Governo do estado impulsionam transformação digital, infraestrutura tecnológica e transição energética. Cenário consolida um ambiente inovador e forte economicamente, com oportunidades para a população A transformação tecnológica empreendida em Goiás nos últimos anos foi destaque na edição do Globo Repórter desta sexta-feira (1º/8). O programa detalhou como o estado tem se sobressaído no Brasil como uma terra de oportunidades na área digital, inovação, economia verde e desenvolvimento humano, o que proporciona um ambiente impulsionado pelas iniciativas governamentais, aliadas ao pioneirismo acadêmico e parcerias estratégicas. Apresentado pelos jornalistas Sandra Annenberg e Chico Regueira, o Globo Repórter definiu Goiás como o sucesso do “Brasil do Meio”, em referência à posição geográfica do estado. O programa destacou que o governo estadual tem direcionado investimentos para fomentar um transporte coletivo mais sustentável e moderno na região Metropolitana de Goiânia. Um dos exemplos – mostrado pelo secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima – é a introdução de ônibus a biometano no BRT Leste-Oeste, ocorrida em março deste ano. A iniciativa é pioneira no país e visa à inclusão de até 500 veículos com essa tecnologia na frota até o final de 2026. A ação contribui para reduzir as emissões de gases poluentes e incentiva a cadeia de produção local. “O biometano é um biocombustível e por ser biocombustível, não poluente. Por incrível que pareça, 60% a menos que um veículo elétrico que todos clamam como sendo não poluente. Biometano é uma tecnologia nacional revolucionaria”, explicou o secretário ao repórter Chico Regueira. A renovação da frota inclui veículos com tecnologia menos poluente e a incorporação de ônibus elétricos, buscando uma matriz energética mais limpa. Em paralelo, a infraestrutura de mobilidade urbana está sendo totalmente revitalizada com reforma de terminais, modernização de abrigos, acessibilidade, sistemas de segurança e oferta de um transporte público mais confortável ao passageiro. Nova era Em Goiânia, o Globo Repórter apresentou um dos principais símbolos dessa nova era: o robô de entregas autônomo desenvolvido com tecnologia goiana, capaz de navegar entre andares e pessoas utilizando inteligência artificial e visão computacional. O projeto nasceu do sonho do engenheiro Lucas Assis, apaixonado por robótica desde criança e hoje responsável por uma tecnologia que já chegou à Irlanda e ao Canadá. “A gente começou com pesquisadores da Universidade Federal de Goiás. Hoje temos robôs em Goiás, São Paulo e exportamos. É uma tecnologia com muito arroz e pequi no sangue”, disse Lucas durante o programa. Esse avanço é impulsionado por uma estrutura sólida de pesquisa. O estado abriga o Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia/UFG), o maior da América Latina, com mais de 400 pesquisadores e R$ 300 milhões já captados com apoio do Governo de Goiás. Além disso, Goiás saiu na frente em 2025 ao aprovar a primeira lei estadual de regulamentação da inteligência artificial do Brasil, criando um ambiente jurídico seguro e atrativo para investidores e startups que desejam desenvolver soluções aplicadas ao agro, à indústria e aos serviços. No serviço ao cidadão, Goiás também lidera nacionalmente. O governo estadual conquistou o primeiro lugar no ranking de oferta de serviços públicos digitais pelo Centro de Liderança Pública (CLP), com mais de 700 serviços 100% digitalizados. Entre outras iniciativas estão a inclusão da IA no currículo escolar na rede estadual, robótica nas Escolas do Futuro, formação de profissionais especializados e o incentivo à instalação de data centers alimentados por fontes de energia limpa. O Estado também é parceiro e sedia eventos de relevância nacional e internacional, como a Campus Party, o maior festival de tecnologia do mundo. Economia em destaque O Globo Repórter também mostrou que Goiás se consolidou como uma terra de oportunidades, figurando entre os três estados com maior ritmo de crescimento econômico no país. Canteiros de obras em expansão e a chegada de pessoas de várias partes do Brasil refletem esse cenário: mais empregos, novos negócios e uma economia em constante desenvolvimento. O programa destacou ainda a força do agronegócio, setor que segue como um dos motores do desenvolvimento estadual. No primeiro trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás teve um crescimento de 7,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. A agropecuária teve papel de destaque nesse resultado, com uma alta de 17,4%, impulsionada pelas boas estimativas de produção de soja, que deve atingir seu maior volume histórico neste ano. Os dados são do boletim da Conjuntura Econômica de Goiás, divulgado pelo Instituto Mauro Borges (IMB). “Campo e tecnologia andam juntas aqui. No Centro-Oeste, nós temos essa vantagem. Assim, como Goiás se desenvolveu para o Brasil, também se desenvolveu para o mundo. É uma terra de oportunidade”, resumiu Edwaldo Peixoto Stival, empresário do agronegócio. O programa pode ser revisto na plataforma Globoplay.
Amélio Cayres: a força silenciosa que unifica o Tocantins
Nesse compasso, cresce a pré-candidatura de Amélio Cayres ao Governo do Estado — uma candidatura que se fortalece justamente por ser feita de solidez, não de espetáculo A política costuma ser barulhenta. Muitas vezes, é feita de gestos espalhafatosos, promessas ruidosas e disputas de vaidade. Mas o Tocantins, em sua essência, tem outro ritmo. É um estado que valoriza o trabalho discreto, a palavra cumprida e a liderança que escuta mais do que impõe. Nesse compasso, cresce a pré-candidatura de Amélio Cayres ao Governo do Estado — uma candidatura que se fortalece justamente por ser feita de solidez, não de espetáculo. Neste final de semana, dois importantes nomes da Assembleia Legislativa — os deputados Vilmar e Gipão — declararam apoio a Amélio. E esse movimento não é casual. É reflexo de algo mais profundo: a confiança que Amélio inspira por sua trajetória coerente, por sua forma respeitosa de fazer política, e por sua capacidade de agregar sem anular, de liderar sem atropelar. Amélio Cayres conquista pela competência silenciosa Não precisa de holofotes para mostrar serviço. Ele entrega, e entrega com consistência. E entrega porque conhece o Tocantins como poucos. Foi prefeito de Esperantina, no Bico do Papagaio — uma das regiões mais esquecidas nos grandes debates, mas que pulsa com a força do Tocantins real. Lá, no Tocantins profundo, Amélio aprendeu o valor da escuta e da gestão pragmática, onde cada recurso conta e cada ação precisa fazer diferença. Na Assembleia, com quatro mandatos como deputado estadual e dois como presidente da Casa, Amélio consolidou um estilo de liderança raro: colegiado, inclusivo, democrático. Ouve seus pares, compartilha decisões, divide os méritos Não há imposição, há construção conjunta. É esse espírito que o torna capaz de unir correntes distintas, aproximar grupos diversos e formar uma base que cresce porque se sente parte do projeto. A pré-candidatura de Amélio não é movida por ambição pessoal. É movida por um senso de responsabilidade com o Tocantins que trabalha, que precisa de presença, de estabilidade e de equilíbrio. É uma alternativa que carrega a cara do povo tocantinense: simples, mas firme; humilde, mas visionária. É por isso que a base cresce. Porque Amélio representa um tipo de liderança cada vez mais rara — a que não precisa gritar para ser ouvida, porque fala com verdade. E o Tocantins está ouvindo.
Qual “Democracia”?
Divulgação EUA usam métodos considerados desumano para executar homem condenado de pena de morte p/ Raimundo Lira Qual vejo milhares de brasileiros, aplaudirem de pé as investidas do presidente norte-americano Donald Trump (Republicanos) contra o “Judiciário Brasileiro”, (Em carta dirigida a Lula, Trump ataca ações no STF contra Jair Bolsonaro, em nome da democracia e na defesa dos direitos humanos), eu percebe perfeitamente que o povo brasileiro – além dele não entender nada de “democracia” desconhece totalmente os absurdos, praticados – acredito – por vários governos americanos. Os assassinatos de presidentes (Assassinato de John Kennedy é alvo de teorias da conspiração) de lideres ( Assassinato de Martin Luther King ) atentados contra os direitos humanos (policiais dos EUA espancam homem negro até a morte / EUA usam métodos considerados desumano para executar homem condenado de pena de morte), são na maioria das vezes ignorados pelos governos dos EUA. Agora neste momento em que Trump ataca de frente as ações do Supremo Tribunal Federal (STF), por conduzir legalmente um processo contra agressões ao ” Estado de Direito” – Bolsonaro (Pesquisa mostra que país quer julgar Bolsonaro) e alguns de seus assessores. E, para contemplar a ignorância dos de tolos fanáticos fascistas, grande parte da sociedade brasileira aplaude a dinastia trumpista e cospe na “Soberania Nacional” – gentinha sem respeito próprio e sem amor à Pátria! Não tenho dúvidas! Raimundo Batista Lira é Jornalista, Bacharel em Relações Internacionais e Presidente a Associação Brasisleira dos Blogues e dos sites (AbbWebSites) em Brasília (DF).
Salas Lilás: espaço criado para acolher vítimas de violência é reconhecido com aprovação de mais de 90%
Foto: Divulgação/ SPTC Pesquisa de satisfação realizada pelo Governo de Goiás ouviu crianças, adolescentes, mulheres e pessoas LGBTQIAPN+ atendidas no local O Governo de Goiás, por meio das secretarias de Estado da Saúde (SES) e da Polícia Científica, registrou índice de aprovação superior a 90% em um dos quesitos da pesquisa de satisfação realizada com o público atendido nas Salas Lilás. O espaço é especializado no acolhimento humanizado a mulheres vítimas de violência, integrando, em um mesmo local, os serviços de saúde e de perícia médico-legal. A pesquisa inédita foi realizada entre os dias 21 de março e 22 de julho deste ano, por meio de um QR Code disponibilizado nas unidades da Polícia Científica que contam com Salas Lilás. O levantamento mostra que 87,9% das atendidas declararam-se “totalmente satisfeitas” com o atendimento médico recebido; 90,9% avaliaram como “totalmente satisfatório” o atendimento de outros profissionais da saúde; e 84,8% aprovaram totalmente o espaço físico. Além disso, 42,5% das respondentes registraram elogios espontâneos ao atendimento prestado, reforçando a importância da atuação sensível e especializada das equipes envolvidas. “Essas unidades desempenham um papel fundamental no combate à revitimização e no acolhimento digno das vítimas em momentos de grande vulnerabilidade e esse estudo vem para atestar a excelência dessa iniciativa”, pontuou o titular da SES, Rasível Santos. Para o superintendente de Polícia Científica, Ricardo Matos, ao promover acolhimento e escuta qualificada, o programa contribui para o fortalecimento das redes de proteção e para a responsabilização dos agressores. “A Polícia Científica segue comprometida com a proteção dos direitos das mulheres, crianças e adolescentes, garantindo procedimentos importantes não somente para a investigação policial, mas também para o amparo às vítimas”, destacou. Sala Lilás O projeto conjunto da SES e Segurança Pública é operacionalizado no âmbito das unidades de Medicina Legal da Polícia Científica. O objetivo é oferecer atendimento humanizado, acolhedor e integrado a mulheres, crianças, adolescentes e pessoas LGBTQIAPN+ vítimas de violência. Desde o início, em 2021, já foram atendidas 8.129 pessoas. A cor lilás foi escolhida por seu simbolismo histórico na luta contra a violência de gênero e em defesa dos direitos das mulheres. A atuação nas Salas Lilás é realizada por uma equipe multidisciplinar, composta por médicas legistas, policiais femininas da corporação, além de profissionais da saúde vinculados à SES, como assistentes sociais, psicólogas, enfermeiras, técnicas e auxiliares de enfermagem. Atualmente, 44 servidoras da Saúde atuam no programa, designadas por meio da Gerência de Atenção às Populações Específicas (GERPOP).














