Daniel e Iara Netto Vilela acompanham a Procissão do Fogaréu na cidade de Goiás, que neste ano completa 281 anos – Fotos: Benedito Braga, Hegon Correa e Remisson Sales Governador e a primeira-dama Iara Netto Vilela participam da celebração na cidade de Goiás, ponto alto da programação da Semana Santa Espiritualidade e fé marcaram a Procissão do Fogaréu na cidade de Goiás, que teve início à meia-noite desta quarta-feira (1º/4). A tradicional encenação, ponto alto da Semana Santa, reuniu moradores, turistas e fiéis nas ruas da antiga capital. Fotos: Benedito Braga, Hegon Correa e Remisson Sales O governador Daniel Vilela e a primeira-dama Iara Netto Vilela acompanharam de perto a festividade religiosa que neste ano completa 281 anos. Para o chefe do Executivo goiano, é essencial que a população esteja presente na vida religiosa e cultural do estado. “Isso que acontece aqui, essa encenação da crucificação de Jesus Cristo, é um momento muito especial”, diz. “As pessoas precisam conhecer as nossas tradições, antepassados e origens. Esse resgate cultural passa pelo investimento na reforma dos prédios históricos”, destaca o governador. “Isso é formar as novas gerações com a convicção das suas origens, da sua cultura e também com os princípios religiosos”, finaliza. Fotos: Benedito Braga, Hegon Correa e Remisson Sales A primeira-dama Iara Vilela enfatizou o simbolismo da data e a importância da valorização dos costumes e cultura de Goiás. “A Procissão do Fogaréu é uma tradição muito importante para o estado e para a história do povo goiano”, afirma. “Estar na cidade de Goiás neste momento é valorizar uma celebração que passa de geração em geração e mantém viva a nossa cultura. Este é um momento de respeito à fé e de reconhecimento de um patrimônio que é de todos nós”, complementou. Reconhecida como Patrimônio Cultural e Imaterial de Goiás, a Procissão do Fogaréu simboliza a perseguição e prisão de Jesus Cristo. A manifestação tem início à meia noite da quarta-feira e termina na madrugada de quinta-feira santa, quando os soldados romanos, representados por farricocos utilizando túnicas coloridas e chapéus pontudos, percorrem as ruas de pedra da cidade, descalços e segurando tochas. Fotos: Benedito Braga, Hegon Correa e Remisson Sales A caminhada tem início na Igreja da Boa Morte (Museu de Arte Sacra da Boa Morte), onde o som dos tambores da fanfarra anuncia a saída dos farricocos. Depois, o cortejo passa pela Igreja do Rosário, que simboliza o local da Última Ceia, e segue até chegar à Igreja de São Francisco de Paula, representando o Monte das Oliveiras. A tradição centenária é realizada em Goiás desde 1745, quando foi trazida pelo padre espanhol João Perestrello de Vasconcelos. Investimento Por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o Governo de Goiás destinou neste ano R$ 200 mil para a realização da Semana Santa. O valor contribuiu com a parte estrutural, como montagem de palco, iluminação, sonorização e organização das atividades. Ao todo já foram destinados R$ 1,2 milhão na realização do evento desde 2022. Para a secretária da cultura, Yara Nunes, o apoio do estado é essencial para preservar uma das tradições mais importantes do Estado: “Sem o apoio do Estado estes costumes vão se perdendo, a população muitas vezes não consegue manter essas tradições sem esse suporte”. Yara enfatiza que os investimentos em cultura são “um trabalho crucial que o Estado faz para preservar essas tradições”. Além do significado religioso, a manifestação cultural também impulsiona o turismo da antiga Vila Boa e movimenta a economia local, por atrair visitantes de diversas regiões. O prefeito de Goiás, Aderson Gouvea, ponderou sobre o destaque que a cidade recebe na ocasião: “A Procissão do Fogaréu transcende a cidade e o Estado e se tornou um ícone nacional, com uma multidão vinda de todo o Brasil para acompanhar as festividades”, afirmou. Fotos: Benedito Braga, Hegon Correa e Remisson Sales O Padre Augusto, pároco da Igreja Catedral de Sant’Ana, destacou o sentimento evocado pela Procissão do Fogaréu em todos os farricocos. “Nós somos tomados por um sentimento que faz a gente recordar que o amor é capaz de se doar, de se sacrificar, de se entregar, mas o amor também vence a morte”, diz o religioso. O padre reconheceu o apoio do Estado para a realização do evento. “Sem a colaboração, sem a parceria do Estado, não teríamos condições. A ajuda na infraestrutura e nas pessoas que trabalham aqui é importantíssima. Isso faz a gente entender que o Fogaréu não se restringe apenas à cidade de Goiás, mas ao Estado de Goiás”, concluiu.
Daniel Vilela acompanha Procissão do Fogaréu e destaca resgate da vida religiosa do Estado
Fala de Trump faz petróleo subir novamente
Donald Trump – Foto: Reuters Esperanças de fim rápido da guerra contra Irã diminuem após discurso de Trump As perspectivas de um desfecho rápido para a guerra envolvendo o Irã se deterioraram após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicar uma escalada militar iminente, provocando reação negativa nos mercados e forte alta nos preços do petróleo. A fala também ampliou incertezas sobre a estabilidade energética global e o impacto econômico do conflito. Segundo a agência Reuters, investidores reagiram com cautela ao discurso do presidente norte-americano, que não apresentou um cronograma claro para o fim das operações militares e reforçou a possibilidade de intensificação dos ataques nas próximas semanas. Em pronunciamento na noite de quarta-feira (1º), Trump afirmou: “Posso afirmar esta noite que estamos no caminho certo para concluir todos os objetivos militares dos Estados Unidos em breve, muito em breve”. Em seguida, elevou o tom ao declarar: “Vamos atacá-los com muita força nas próximas duas ou três semanas. Vamos trazê-los de volta à Idade da Pedra, onde eles pertencem”. A sinalização de novos ataques afetou diretamente os mercados globais. O petróleo Brent, referência internacional, subiu cerca de 5%, atingindo US$ 106,16 por barril, enquanto bolsas ao redor do mundo registraram quedas. Índices futuros dos Estados Unidos recuaram 1%, e mercados europeus e asiáticos também operaram em baixa. A volatilidade foi destacada por Russel Chesler, chefe de investimentos da Vaneck Australia, que avaliou: “Se ele (Trump) estava tentando inspirar confiança nos mercados, não conseguiu. A principal questão na mente dos investidores é ‘quando isso vai acabar?’, e é isso que está criando a volatilidade”. A guerra, iniciada após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã em 28 de fevereiro, já deixou milhares de mortos no Oriente Médio e desencadeou uma série de retaliações, incluindo ofensivas iranianas contra Israel, bases norte-americanas e países do Golfo, além da abertura de uma nova frente no Líbano. Um dos principais fatores de tensão é o bloqueio quase total do Estreito de Ormuz pelo Irã, rota estratégica responsável por cerca de um quinto do transporte global de petróleo e gás natural liquefeito. A interrupção elevou os custos energéticos e aumentou a pressão sobre a economia mundial. Apesar do impacto, Trump afirmou que os EUA não dependem do estreito e cobrou ação de aliados: “Muitos americanos têm se preocupado com o recente aumento dos preços da gasolina aqui em casa”. Ele atribuiu a alta ao que chamou de ataques do Irã: “Esse aumento de curto prazo foi inteiramente resultado do regime iraniano lançar ataques terroristas insanos contra petroleiros comerciais de países vizinhos que nada têm a ver com o conflito”. O presidente também afirmou que o Irã foi “essencialmente dizimado” e declarou: “A parte difícil já foi feita, então deve ser fácil”. Enquanto isso, organismos internacionais como o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e a Agência Internacional de Energia alertaram que a guerra já provoca efeitos globais “substanciais e altamente assimétricos”, indicando a possibilidade de ações coordenadas para mitigar impactos econômicos. Do lado iraniano, uma fonte de alto escalão afirmou à Reuters que Teerã exige um cessar-fogo garantido para interromper suas ações militares e negou qualquer negociação intermediada para uma trégua temporária. O país também rejeitou alegações de que teria solicitado um cessar-fogo. Em paralelo, iniciativas diplomáticas seguem sem avanços concretos. Autoridades do Paquistão, que atuam como mediadoras, indicaram que uma proposta de cessar-fogo temporário foi apresentada, mas ainda não houve resposta das partes envolvidas. O cenário permanece indefinido, com risco de ampliação do conflito e impactos diretos sobre o fornecimento global de energia, enquanto os mercados seguem atentos à evolução das tensões no Oriente Médio.
Guns N’ Roses altera formação da banda antes dos shows no Brasil
A banda americana (Los Angeles – Califórnia) Guns N’ Roses anunciou, às vésperas do início da turnê mundial de 2026, a saída da tecladista Melissa Reese Segundo comunicado oficial, a decisão aconteceu por “motivos pessoais imprevistos”, sem mais detalhes divulgados. Melissa fazia parte do grupo desde 2016, quando entrou na turnê de reunião “Not in This Lifetime…”. Ela marcou a história da banda ao se tornar a primeira mulher integrante fixa e tinha papel importante nos shows, atuando nos teclados, sintetizadores, programação eletrônica e backing vocals. A mudança aconteceu poucos dias antes do início da nova série de apresentações, que começou no último sábado (28), no México, e seguiu pela América do Sul. Até agora, não foi informado se a musicista será substituída ou se o também tecladista Dizzy Reed assumirá sozinho as funções durante os shows. No Brasil, a turnê conta com nove apresentações confirmadas a partir de abril. Shows Os shows começam em Porto Alegre, no dia 1º, e passaram por cidades como São Paulo (4), São José do Rio Preto (7), Campo Grande (9), Cariacica (12), Salvador (15), Fortaleza (18), São Luís (21) e Belém (25). A apresentação que aconteceria no Rio de Janeiro, no dia 10, foi cancelada. A banda, liderada por Axl Rose, manteve toda a agenda mesmo com a mudança na formação.
CNH aos 16 anos e novas regras
Em Brasília, a Câmara dos deputados federais debate as mudanças no CTB O Congresso Nacional iniciou uma série de debates técnicos sobre a atualização do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), com foco na idade mínima para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e na simplificação do processo de formação de condutores. A proposta em análise na comissão especial sugere que jovens a partir dos 16 anos possam iniciar o processo de habilitação. Essa não é a única mudança que pode acontecer: há 270 propostas para alterar o CTB. Esse assunto começou a ser tratado em março de 2026 na Câmara dos Deputados federais por meio de uma comissão especial. O projeto em questão é o 8085/2015, que serve como base para centenas de outros que foram apensados (anexados) a ele. O relator é o deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), que teve o plano de trabalho aprovado pelos parlamentares. Autorização Em relação à autorização de CNH para jovens de 16 anos, a ideia é alinhar a legislação brasileira a modelos adotados em países como Estados Unidos e Reino Unido, onde a condução aos 16 anos é permitida sob supervisão de um adulto habilitado. Entretanto, o tema enfrenta resistência de especialistas em segurança viária. Em audiência pública no dia 25 de março na Câmara, representantes de várias entidades manifestaram preocupação com a ideia. Dados do Observatório Nacional de Segurança Viária apontam que o comportamento humano é o fator predominante nos sinistros que causam mais de 37 mil óbitos anuais no Brasil. Há uma preocupação técnica de que a antecipação da entrada de jovens no trânsito possa elevar estatísticas de acidentes, visto que a faixa etária de 20 a 30 anos já concentra o maior volume de fatalidades. Entre os projetos que estão apensados ao texto base, estão ideias como redução da velocidade máxima nas vias, mudanças em infrações ou ampliação de regras de circulação. Há ainda propostas como a que torna as placas veiculares vinculadas ao proprietário e não ao veículo, como acontece nos EUA. Reversão da “CNH do Brasil” Além da discussão sobre a idade mínima, a comissão avalia a manutenção ou reversão de medidas que flexibilizaram o aprendizado. O programa “CNH do Brasil”, aprovado recentemente, reduziu a obrigatoriedade de frequência em Centros de Formação de Condutores (CFCs) e permitiu a atuação de instrutores autônomos. De acordo com a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), essa desburocratização elevou o número de solicitações de habilitação de 369 mil em janeiro de 2025 para 1,7 milhão no mesmo período de 2026. O objetivo governamental é regularizar cerca de 20 milhões de brasileiros que circulam sem documentação. Enquanto a redução da idade segue em debate legislativo, o novo Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular já implementou alterações técnicas significativas na avaliação prática em todo o território nacional. Mudança A principal mudança é a descaracterização da “baliza” (estacionamento entre balizadores) como etapa eliminatória autônoma. O estacionamento agora é avaliado como uma manobra comum ao final do percurso em via pública. Outro ponto técnico relevante é a alteração no critério de pontuação. O limite para aprovação foi elevado para 10 pontos (anteriormente eram 3), e a avaliação passou a ser estritamente baseada em infrações previstas no CTB. Condutas que não configuram infração direta, como o motorista deixar o veículo “morrer”, deixaram de ser punitivas. Além disso, foi oficializada a possibilidade de realização do exame em veículos com transmissão automática, eliminando a restrição anterior a modelos manuais. Alguns deputados defendem a reversão dessas regras, com apoio das Autoescolas. A comissão especial deve votar o texto final em abril. Caso aprovado, o projeto seguirá para o plenário da Câmara dos deputados federais e posteriormente, ao Senado Federal antes da sanção presidencial.
Trump diz que preços da gasolina cairão assim que EUA deixarem Irã
“Tudo o que preciso fazer é sair do Irã e faremos isso muito em breve e eles começarão a ruir”, disse Trump a repórteres quando questionado sobre seu plano para reduzir os preços da gasolina O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou terça-feira (31/3) que os preços da gasolina cairão rapidamente assim que os EUA concluírem sua operação no Irã. “Tudo o que preciso fazer é sair do Irã e faremos isso muito em breve, e eles começarão a ruir”, disse Trump a repórteres quando questionado sobre seu plano para reduzir os preços da gasolina. O preço médio da gasolina nos EUA atingiu US$ 4 por galão, o valor mais alto desde 2022. O presidente também comentou sobre a alta desta terça no mercado de ações, que ocorreu depois que o The Wall Street Journal noticiou que Trump disse a funcionários da Casa Branca que estaria aberto a encerrar a guerra com o Irã mesmo sem reabrir o Estreito de Ormuz. O republicano afirmou que os preços das ações subiram por dois motivos: “Temos um país seguro” e que houve uma mudança de regime no Irã
Governador Daniel Vilela anuncia adesão ao subsídio do diesel para conter alta de preços
Governador Daniel Vilela anuncia que Goiás vai aderir a subsídio do diesel para conter alta de preços – Foto: Secom / Governo de Goiás Medida prevê ajuda de R$ 1,20 por litro a importadores, dividida entre União e estados, em meio à volatilidade internacional do petróleo, pressionado pela guerra no Oriente Médio O governador Daniel Vilela, em seu primeiro ato após cerimônia de posse na Assembleia Legislativa, anunciou terça-feira (31/03) que Goiás vai aderir à proposta que prevê subsídio temporário a importadores de diesel, com o objetivo de conter a alta do preço do combustível no país. A medida prevê a concessão de subvenção no valor total de R$ 1,20 por litro de óleo diesel, com a União e os estados arcando com partes iguais, ou seja, R$ 0,60 para cada. “Vamos dar a nossa contribuição para que a população não seja ainda mais prejudicada com novos aumentos. Qualquer tipo de reajuste no diesel, combustível essencial para o principal modal de transporte do país, que é o rodoviário, tem reflexo direto para os consumidores e é algo que não queremos”, afirmou Daniel Vilela. Durante coletiva à imprensa, o governador salientou que em conversa ontem (30/04) com o novo ministro da fazenda, Dario Durigan, e o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, reivindicou a possibilidade de compensação por meio do abatimento da parcela da dívida que o estado paga a União ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag). “Essa possível compensação não foi definida, mas nós estaremos nos próximos dias tentando conquistar e amenizar esse impacto fiscal”, afirmou Vilela ao explicar que os impactos da medida para o estado “é significativo, em torno de R$ 43 milhões por mês”. “E se for necessário nova medida provisória (para estender o prazo além de dois meses) , será custeado totalmente pelo governo federal”, emendou o governador. Efeitos da guerra Segundo o Executivo goiano, a decisão pela adesão a subvenção considera o atual cenário de volatilidade nos preços internacionais do petróleo, influenciado pela guerra no Oriente Médio, que elevou a cotação do combustível, e por conta de ameaças do fechamento do Estreito de Ormuz, onde passam cerca de 20% da produção global. A preocupação do governo estadual é com os reflexos diretos sobre a previsibilidade dos preços e os custos da cadeia produtiva, especialmente nos setores de transporte e agropecuária. “A adesão busca reduzir os efeitos inflacionários sobre a economia, contribuir para a regularidade do abastecimento e preservar o equilíbrio fiscal do Estado, observando o caráter excepcional e temporário da medida”, garante Daniel Vilela. Além de Goiás, outros 17 estados se manifestaram favoráveis à adesão da subvenção ao diesel: Acre (AC), Amazonas (AM), Bahia (BA), Ceará (CE), Espírito Santo (ES), Maranhão (MA), Minas Gerais (MG), Mato Grosso do Sul (MS), Mato Grosso (MT), Piauí (PI), Paraná (PR), Rio Grande do Norte (RN), Rio Grande do Sul (RS), Sergipe (SE), Santa Catarina (SC).
“Goiás é e vai continuar sendo o estado mais seguro do Brasil”, afirma Daniel Vilela
Daniel Vilela assume o governo de Goiás e reafirma compromisso de manter política de segurança que transformou Goiás no estado mais seguro do Brasil – Fotos: Secom / Governo de Goiás Com sete anos consecutivos de queda nos índices de criminalidade, governador afirma que manterá diretrizes de tolerância zero contra o crime, responsáveis por tornar o estado o mais seguro do Brasil O governador Daniel Vilela assumiu o comando do Estado terça-feira (31/3), em solenidade na Assembleia Legislativa, com o compromisso de dar continuidade à política de segurança pública que transformou Goiás em referência nacional no combate à criminalidade. Acompanhando de perto a implementação das ações, a estratégia será mantida e ampliada, com foco na preservação dos resultados já alcançados e no fortalecimento das forças policiais. “Goiás é e vai continuar sendo o estado mais seguro do Brasil”, afirmou Daniel ao assumir a chefia do Executivo goiano. A atual política de segurança adotada em Goiás se estrutura em três pilares: integração entre as forças, valorização do efetivo e controle do sistema prisional. Ao longo dos últimos sete anos, o modelo resultou em queda consistente dos principais indicadores criminais. Entre 2018 e 2025, os homicídios dolosos foram reduzidos em mais de 60%, enquanto crimes patrimoniais, como roubos de veículos, apresentaram queda superior a 90%. O estado também alcançou marcas históricas recentes, como o menor número de homicídios desde o início da série histórica, com 46 registros em janeiro passado. Outros indicadores seguem a mesma tendência, como roubo de carga, com queda de 98%, roubo em comércio e a transeunte, ambos com queda de 92%, consolidando Goiás como um dos estados mais seguros do país. “Não vamos baixar a guarda na segurança pública. Pelo contrário, é jogo duro contra a bandidagem. Com o governador Ronaldo Caiado, os bandidos mudaram de estado ou mudaram de profissão. E esse continuará sendo o principal mandamento da nossa gestão”, afirmou Daniel. Daniel Vilela destaca que os resultados são fruto de uma atuação estruturada, baseada em planejamento e investimentos contínuos, e reforça o compromisso de manter o apoio às forças de segurança. “Podem ter certeza que a melhor força de segurança do Brasil vai continuar tendo o mesmo apoio, o mesmo respaldo do governador do estado. É tolerância zero com a bandidagem e cuidado pleno com o cidadão de bem”, declarou. A área da segurança em Goiás também tem avançado na modernização das ações, com ampliação do uso de ferramentas tecnológicas, como a IA contra o crime, programa de inteligência artificial já em operação. A iniciativa contribui para agilizar o atendimento de ocorrências, aumentar a taxa de elucidação de crimes e tornar o policiamento mais eficiente. A continuidade da política inclui ainda a manutenção dos investimentos realizados nos últimos anos, que somam mais de R$ 17 bilhões em estrutura, equipamentos, viaturas, aeronaves e modernização do sistema penitenciário. As medidas permitiram maior controle dentro das unidades prisionais e reduziram a atuação de organizações criminosas. Ao assumir o governo, Daniel Vilela sinaliza que o Estado seguirá no mesmo caminho que garantiu resultados históricos, com foco no combate à criminalidade, na atuação integrada das forças de segurança e no avanço de Goiás como referência nacional na área.
“Amélio representa equilíbrio, estabilidade e segurança”, afirma Vicentinho Júnior
Fotos / Imagens: Assessoria da pré-campanha de vicentinho Júnior Pré-candidato ao governo do Estado pelo PSDB prestigia ato de filiação de Amélio Cayres no MDB e garante trabalho “lado a lado” O pré-candidato ao governo do Tocantins pelo PSDB, Vicentinho Júnior, prestigiou o presidente da Assembleia Legislativa, Amélio Cayres, em ato político que oficializou a filiação do deputado estadual no Movimento Democrático Brasileiro (MDB), terça-feira (31/3). Em seu pronunciamento, Vicentinho declarou que seu projeto rumo ao Palácio Araguaia José Wilson Siqueira Campos será construído lado a lado com Cayres, seu pré-candidato a vice-governador. “Aqui vai ter um governador novo e um governador mais experiente lado a lado. Aqui não vai ter isso de vice lá longe”, declarou. O evento, que reuniu prefeitos, vereadores e lideranças de diferentes regiões do Estado, foi promovido pelo MDB, sob a presidência regional do deputado federal Alexandre Guimarães, pré-candidato ao Senado. “Alexandre e eu temos o Amélio para nos aconselhar, pois para mim ele representa equilíbrio, estabilidade e segurança. Vão ter muitas tempestades na caminhada, mas vamos juntos. Vamos devolver a vontade do povo nosso de ver o Tocantins crescendo e o tocantinense junto”, afirmou Vicentinho Júnior. Bom lembar Juntos, Vicentinho, Amélio e Guimarães, que formam a base de sustentação da pré-candidatura do tucano ao governo do Estado, tiveram 132.916 votos para no pleito de 2022. O atual presidente do PSDB, segundo mais bem votado, teve 55.292 votos (6,66%). Já o atual presidente do MDB foi eleito com a terceira maior votação, tendo recebido 54.703 (6,59%). E o presidente da Assembleia Legislativa, recém-chegado ao MDB, recebeu 22.921 (2,73%) para deputado estadual naquele ano.
Irã ameaça atacar Google, Meta e Apple
Foto: twinsterphoto/Adobe Stock Guarda Revolucionária do Irã ameaça atacar Meta, Google e Apple se mais líderes forem mortos AFP – “A partir das 20h no horário de Teerã (13h30 no horário de Brasília) de quarta-feira, 1º de abril, essas empresas terão suas unidades destruídas em retaliação a cada assassinato cometido no Irã”, disse a guarda em comunicado, no qual listou 18 empresas que considera cúmplices nos “assassinatos seletivos” de autoridades. “Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem imediatamente seus locais de trabalho para preservar suas vidas”, acrescentou. Outdoor em Teerã retrata líderes supremos do Irã. Foto: Atta Kenare/AFP O Irã já perdeu mais de 10 autoridades de alto escalão desde o início do conflito, em 28 de fevereiro. Entre os mortos estão o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, e o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani. A última morte foi confirmada na segunda-feira (30/3). O comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, Alireza Tangsiri, morreu em um bombardeio israelense na cidade de Bandar Abbas, no sul do país, em 26 de março. Em comunicado, a guarda elogiou os esforços de Tangsiri, particularmente por ajudar o Irã a manter o controle sobre o Estreito de Ormuz. “Todo combatente é um Tangsiri, e veremos que surpresas eles trarão nos próximos dias e meses”, afirmou.
“Goiás encontrou um caminho seguro. E é nele que vamos seguir”, afirma Daniel Vilela ao assumir governo
“O combate à criminalidade, os investimentos em saúde e educação, as mais de mil obras em andamento, os programas sociais, tudo isso vai continuar e avançar”, destacou o governador Daniel Vilela em posse na Alego – Fotos: Secom / Governo de Goiás Em discurso de posse na Assembleia Legislativa, o governador ressaltou os avanços da gestão de Caiado nas contas públicas, segurança, educação e saúde e ressaltou assumir missão com “humildade e responsabilidade” Daniel Vilela foi empossado, nesta terça-feira (31/3), no comando do Governo de Goiás, em solenidade marcada pelo caráter institucional da transição, na Assembleia Legislativa. Em discurso, o governador destacou a responsabilidade de dar continuidade ao ciclo administrativo iniciado em 2019, sob a liderança do agora ex-governador Ronaldo Caiado, que renunciou ao cargo para concorrer à presidência da República. Daniel ressaltou a estabilidade institucional alcançada pelo estado, o foco em resultados e a necessidade de preservar o modelo de gestão que reposicionou Goiás no cenário nacional. Um dos pontos centrais da fala do novo governador foi a defesa da continuidade das políticas públicas e a sinalização de que não haverá mudanças de rumo da gestão. Segundo ele, o estado seguirá na trajetória de desenvolvimento construída nos últimos anos sete anos, tendo a manutenção desse caminho como eixo do novo ciclo de governo. “Goiás encontrou um caminho seguro. E é nesse caminho que vamos seguir”, afirmou. Fotos: Secom / Governo de Goiás Ao reconhecer o legado da atual gestão, Daniel fez questão de destacar a parceria construída com o agora ex-governador Ronaldo Caiado ao longo dos últimos anos. Ele atribuiu a Caiado a condução de uma transformação estrutural no estado, mencionando avanços em áreas estratégicas e a recuperação da credibilidade administrativa. “Ao longo dos últimos 7 anos, Goiás mudou. E mudou para melhor”, declarou, ao sintetizar o período. Fotos: Secom / Governo de Goiás A fala reforça visão de continuidade do modelo adotado até aqui. Daniel Vilela também resgatou, no discurso de posse, o cenário encontrado em 2019, descrevendo um estado marcado por dificuldades fiscais, baixa capacidade de investimento e problemas estruturais em serviços públicos. “Há pouco mais de sete anos, o governador Caiado assumiu um estado dilapidado pelas dívidas e pela corrupção”, afirmou. Ao traçar esse contraste, o novo governador evidenciou a mudança de patamar administrativo alcançada ao longo do período. Entre os resultados, Daniel Vilela apontou a reorganização das contas públicas como um dos pilares da transformação do estado, além da ampliação de investimentos em áreas essenciais. Ele citou a regionalização da saúde, os avanços educacionais e a retomada de obras estruturantes como exemplos concretos dessa mudança. “Se o passado era o caos, o presente é a saúde regionalizada, a educação em primeiro lugar, o equilíbrio fiscal e as contas em dia”, afirmou, ao apresentar um comparativo direto entre os dois momentos administrativos. Fotos: Secom / Governo de Goiás A segurança pública também ocupou espaço central no discurso. Daniel destacou a mudança no cenário da criminalidade e o fortalecimento das forças de segurança como marcas da gestão anterior que serão mantidas. “Se o passado era o medo, o presente é o estado mais seguro do Brasil”, disse. Ao abordar o tema, ele reforçou que a política de enfrentamento à criminalidade seguirá como prioridade, com continuidade de investimentos, estrutura e respaldo às corporações. Daniel Vilela falou ainda sobre sua trajetória política e experiência acumulada. “Recebo hoje essa missão com humildade, mas com plena consciência da responsabilidade que ela representa”, afirmou. O novo governador citou sua atuação como vereador, deputado estadual, deputado federal e vice-governador como base para conduzir o estado neste novo momento, sinalizando segurança na condução administrativa. Continuar e avançar Em tom de alinhamento político e administrativo, Daniel reforçou que seguirá os princípios que nortearam a gestão de Caiado, especialmente no que diz respeito à responsabilidade fiscal e ao compromisso com a população. “Me espelho na sua forma de governar, com coragem para decidir, responsabilidade com o dinheiro público e compromisso com as pessoas”, declarou, ao reconhecer o modelo de gestão adotado nos últimos anos e indicar sua manutenção. Ao detalhar as prioridades, o governador destacou a continuidade de políticas públicas já em andamento, com foco em áreas estratégicas. Ele citou o combate à criminalidade, os investimentos em saúde e educação, a execução de obras estruturantes e a manutenção de programas sociais. “O combate à criminalidade, os investimentos em saúde e educação, as mais de mil obras em andamento, os programas sociais… tudo isso vai continuar e avançar”, afirmou, ao projetar a atuação do governo nos próximos anos. Daniel também enfatizou o compromisso com o diálogo institucional e a cooperação entre os Poderes, além da parceria com municípios e o setor produtivo. “A democracia exige respeito, diálogo e responsabilidade. E é assim que eu vou governar”, declarou. Segundo ele, o avanço de Goiás nos últimos anos está diretamente ligado à atuação conjunta entre diferentes esferas, modelo que será mantido e ampliado. Ao encerrar o discurso, Daniel Vilela destacou o peso da responsabilidade histórica ao assumir o comando do Estado e fez referência a lideranças de seu partido que marcaram a política goiana, como os ex-governadores Maguito Vilela, seu pai, e Iris Rezende. Segundo ele, a trajetória desses nomes reforça o compromisso com uma gestão voltada ao serviço público e à população. Biografia Natural de Jataí e formado em Direito com pós-graduação em Administração Pública, Daniel Elias Carvalho Vilela iniciou sua trajetória influenciado pelo pai, Maguito Vilela. Ingressou na política em 2006, elegendo-se sucessivamente vereador por Goiânia (2008), deputado estadual (2010) e deputado federal (2014). Na Câmara dos Deputados, destacou-se pela presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi relator da medida provisória que criou o Programa de Proteção ao Emprego. Em 2018, disputou o governo estadual, consolidando sua liderança política. Em 2022, foi eleito vice-governador de Goiás na chapa liderada por Ronaldo Caiado. No cargo, desempenhou papel estratégico na articulação entre os setores público e privado, contribuindo para o alcance de indicadores de destaque em educação, saúde, segurança pública e redução da pobreza.














