Wellinton, Cleber, Dafne e Wellyson, vítimas do acidente que deixou seis mortos em Goiás — Foto: Reprodução/Redes sociais
Polícia Científica ainda apura o que aconteceu para o carro em que as vítimas estavam cair no Lago Corumbá IV. Possibilidade de falha mecânica está praticamente descartada
A Polícia Científica não encontrou vestígios de frenagem ou de tentativa de desvio no acidente que deixou o pai, quatro filhos e um amigo mortos, em Alexânia, no Entorno do Distrito Federal. Em entrevista à TV Anhanguera, Leonardo Antunes Rosa, chefe da Polícia Científica de Águas Lindas de Goiás, disse que o perito que esteve no local não encontrou esses sinais. “Durante a perícia, o perito relatou que não tinha marca de frenagem. Provavelmente, se não há marca de frenagem, a pessoa não teve aquela reação de frear para não cair no lago”, explicou. Segundo Rosa, provavelmente não houve falha mecânica. “Porque quando o carro está descendo, se houvesse um problema mecânico, ele tentaria não deixar o carro ir para o lago”, detalhou. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu na noite de domingo (10), Dia das Mães. Segundo a Polícia Militar, o carro em que as vítimas estavam caiu em uma represa no Condomínio Colorado Premium. Quando foi encontrado, o veículo estava submerso na água, apenas com a parte traseira do porta-malas visível.
Segundo a Polícia Militar, as seis vítimas fatais foram identificadas como:
Wellinton Barcelar Santiago, de 35 anos;
Cleber Jhon, de 43 anos;
Dafne Nicole de Sousa Santiago, de 18 anos;
Jefferson Wallan de Sousa Santiago, de 14 anos;
Bryan Brenno de Sousa Santiago, de 9 anos;
Wellyson Devid de Sousa Santiago, de 6 anos.
De acordo com o sargento Magela, da 34ª Companhia Independente de Polícia Militar, de Alexânia, a mãe das crianças se chama Aline Batista de Sousa e tem 35 anos. Para a PM, ela contou que conseguiu sair do veículo e pedir socorro. Ao g1, um amigo de Wellinton e Cleber contou que os dois eram amigos e trabalhavam como pedreiro e serralheiro, respectivamente. Segundo ele, a família aproveitava o fim de semana o condomínio, onde Wellinton era dono de um lote. Ainda de acordo com o amigo, Wellinton e a esposa são do Piauí, mas moram na Serra do Ouro, em Alexânia, enquanto Cleber morava em Caxambu, uma vila no município.




